História Meramente Korrasami - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Avatar: A Lenda de Korra
Personagens Asami Sato, Korra
Tags Asami, Avatar, Korra, Korrasami
Exibições 177
Palavras 2.962
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Fantasia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oie, desculpa a demora para postar. Eu não estava muito animada para escrever e tudo mais, acontece, mas pretendo voltar rapidamente a escrever.

Capítulo 15 - Dupla


Fanfic / Fanfiction Meramente Korrasami - Capítulo 15 - Dupla

        - Então, garota nova, vamos marcar logo de fazer esse trabalho, né? – Asami alfinetou a novata da turma.

        - Tu-t-tudo b-em. – Korra engoliu em seco.

        - Não precisa se preocupar, vamos acabar rápido. – A veterana deu de ombros. – E então poderá me contar mais sobre você. – Ela piscou de canto para a mulata, vendo a garganta da garota subir e descer ruidosamente.

O professor continuava a passar as instruções para o trabalho do trimestre e estava tão ocupado com o quadro negro que nem se importou com o fato de nenhum dos alunos estar prestando atenção.

        - Por que esse corno nos separou? – Mako gritou, do outro lado da sala, chamando a atenção de sua irmã.

        - Não sei. – A morena deu de ombros, recebendo um murmúrio incômodo da sua parceira. Percebendo isso ela completou: – Mas eu acho que vou me dar bem nesse novo trabalho. – Enlaçou um braço no pescoço da menina. – Pelo menos agora você não vai subir em cima da minha nota. – Brincou.

        - Ah claro, como se fosse eu que ficasse nas costas dos outros. – Ele revirou os olhos, não diminuindo a voz. – Você não sabe nem quem foi Fidel Castro, como vai redigir um texto sobre os problemas das ditaduras esquerdistas?

        - Eu aprendo rápido. – Asami desdenhou.

        - Como? – Mako gargalhou alto e recebeu um dos dedos do meio da irmã

Korra assistia a cena toda, atônita, não sabendo se devia ou não dizer algo no final da discussão. Optou por não falar nada, só continuou escrevendo as instruções na agenda de anotações dela.

        - Muito bem, sala. – O professor jogou o toco de giz na lixeira e bateu as mãos, espalmando pó de giz para todo o lado. – Eu quero esse trabalho perfeito. Não aceito coisa malfeita ou feita na correria. – Ajeitou os óculos. – Não espero nada menos do que essa escola chama de: sala modelo. – Enfatizou as duas últimas palavras, com uma ironia palpável. – Espero que estejam contentes com as duples que escolhi. – Falou encarando Mako. – Diferente do que o senhor Sato nos informou, eu não sou corno, só quero deixar bem claro. – Ergueu um dedo. Mako o encarava com o rosto meio abaixado, forçando os olhos a se erguerem. – Afinal, não sou nem casado. – Estendeu os outros dedos da mão, mostrando que não tinha aliança. – Quanto ao senhor. – Ele pigarreou. – Talvez não possa dizer o mesmo. – Concluiu se voltando para a mesa, a fim de arrumar suas coisas.

A sala soltou um sonoro: Ow, para o desgosto de Mako, que afundou mais ainda a cabeça nos ombros após puxar a gola da camiseta para cima. Risadas foram aparecendo esporadicamente e Mako gritou:

        - O senhor está sugerindo alguma coisa, senhor?

        - Não disse nada. Ou disse? – Ele se voltou para a sala, já com a maleta em mãos, que balançou e pousou do lado de seu torso. – Disse, sala?

Os adolescentes, com medo de criarem intriga com o professor e entendendo que a situação toda não passava de uma resposta esperta para calar o irmão de Asami, assentiram.

        - Bando de cuzões. – Mako soltou, enfiando os livros com raiva dentro da mochila.

O professor sorriu calorosamente para todos e verificou o horário.

        - Vocês têm alguns minutos. Sugiro que conversem com seus colegas a fim de fazerem um bom trabalho. – Olhou em direção de Korra, que sorriu amarelo.

Asami percebeu o olhar e se voltou para a menina:

        - Não liga pra ele. É um tremendo babaca. – Asami se abaixou para alcançar a mochila que estava no chão, jogando-a pesadamente sobre a mesa. – Bom, como eu disse, vamos fazer o mais rápido possível esse trabalho, tudo bem por você?

Korra concordou com a cabeça.

        - Você parece ser muito tímida, tá tudo bem, gosto de pessoas caladas. – Ela brincou, recebendo um sorriso contido da mulata. – Aí está onde quero chegar. – Apontou para os lábios da menina. – Você ainda vai sorrir muito comigo. – Finalizou.

Korra relaxou os ombros e começou a guardar o material, se voltando para a colega quando voltou a escutar sua voz:

        - Então, menina, que dia você está livre?

        - Meu nome é Korra. – Korra encontrou forças para falar. – Eu tenho as noites livres.

        - Nenhuma tarde? – Korra negou. – Que merda. – Asami bufou. – Bom, façamos assim. Eu vou na sua casa assim que tiver o horário livre...amanhã?

        - Pode ser. Eu chego em casa às 18h30.

        - Tudo bem. Bato na sua porta às 19h. – Virou a palma da mão para cima, por cima do tampo da mesa da mulata. – Me entrega seu celular, vou salvar meu número.

Atendendo prontamente o pedido, a menina observou atentamente os dedos ágeis da morena. Certamente ela tem prática em digitar, visto que os dedos tocavam as teclas numa velocidade absurda para Korra.

        - Me chama depois para passar seu endereço. – Entregou de volta. – Não se esqueça.

        - Não irei. – Enfiou o celular no bolso traseiro da calça que usava.

        - Salvei meu número como: menina linda da minha sala. – Asami piscou. – Eu sei, sou a humildade em pessoa. – Riu, sendo acompanhada pela novata, mesmo que nervosamente.

Não tenho certeza se isso foi uma piada ou uma tentativa de flerte. Deixando de lado sua confusão quanto ao comentário da menina, ela balançou a cabeça e se levantou, jogando uma das alças por cima do ombro. Foi acompanhada por Asami que colocou as duas alças nas costas e caminhou para a porta, se juntando a algumas meninas que conversavam sobre algo de um universo totalmente diferente do de Korra; maquiagem. Fúteis. A morena pensou, bufando com a perspectiva de que iria ser obrigada a fazer trabalho com uma das princesinhas da escola.

Korra estava a pouco tempo na nova escola, questão de semanas, mas já tinha reparado nos grupos. Toda escola tinha esse tipo de separação, mas dessa vez Korra ainda não tinha encontrado o seu grupo. Parecia que ninguém naquela escola gostava de pugilismo. Todos os atletas da escola eram voltados para duas atividades somente: futebol ou vôlei.

Os meninos perdiam horas na academia ganhando músculos e rugas por conta das expressões forçadas por conta dos exercícios. As meninas não conseguiam nem sentar direito por conta do esforço exigido em seus exercícios para endurecer os glúteos e as coxas. Korra era uma fissurada em academia também, mas não fazia aquilo a procura de um corpo perfeito. Ela tinha que estar em forma se queria atingir seu objetivo de ser uma boxeadora profissional. Ela treinava com gosto e nunca se importou com o formato de sua barriga ou se suas coxas estão torneadas. Ela gasta o tempo todo se preocupando com um nariz quebrado ou com sangue escorrendo de alguma parte do corpo. Ela gostava do suor e não do luxo que vinha dele. Ela gostava de estar ativa. Gostava de sentir o corpo em movimento e não do que vinha por contas das inúmeras horas gastas em benefício da beleza corporal. Seu pai a havia ensinado desde cedo que o que importa é ter equilíbrio entre corpo e alma e não ficar se matando a procura de um corpo defendido pela mídia como o mais desejado.

Asami não parecia ser uma menina dada a exercícios. Ela tem o corpo magro e não tem a aparência de quem sai ao sol para aproveitar o dia. É pálida e parece estar sempre um pouco cansada. Vida ativa não combinava com Asami Sato.

Korra tinha percebido essa diferença da menina para o grupo que ela andava. Ela e o irmão dividiam o mesmo círculo de amizades, só que enquanto Mako era um fissurado em futebol e academia, Asami parecia gostar mais de ler um livro no conforto de sua sala de estar, ou fazer pipoca e devorar o balde inteiro enquanto assistia a chuva cair do céu.

Outra diferença entre os dois é que Mako namora enquanto que Asami nunca nem tinha cogitado namorar alguém. Ela sempre disse que nunca namoraria até estar verdadeiramente caidinha por quem quer que fosse, enquanto Mako, ainda muito cedo, começou a tentar com todas as garotas até que achou alguém em quem conseguiu firmar o relacionamento. Visto que o garoto não esperou pela paixão e foi a caça, muitos boatos rondam a escola. Boatos de como ele é chifrado pela namorada e todos dizem que ele se faz de ingênuo para não ter que terminar o namoro com a melhor amiga da irmã.

Mako é um menino de bom coração, mas muito influenciável. Ele não faz nada diferente dos outros, com medo de sair do padrão e ser deixado de lado, perdendo a credibilidade que tinha adquirido. Ele não queria correr o risco de deixar de ser popular. Enquanto que Asami nunca se importou com isso e mesmo assim sempre foi conhecida. A menina ditava a moda que todos seguiam. Ela tinha uma confiança invejável e uma presença de espírito que não podia ser negligenciada. A menina sabia o que tinha que fazer sem nem ao mesmo tentar. Ela não erra porque tudo que ela faz é visto como o certo. Ela dita o padrão.

É com esse tipo de menina que Korra teria que fazer um trabalho que com toda certeza é complicado.

As duas meninas foram para casa e tiveram suas rotinas normalmente, no dia seguinte se encontram na mesma aula de história, a única que dividiam na grade.

        - Você não me mandou mensagem nenhuma ontem. – Asami disse sem tirar os olhos da lousa, copiando tudo que seus olhos captavam.

        - Eu não tive tempo, me desculpe. – A mulata também não parava de copiar.

        - Tudo bem. – Ela deu de ombros. A mão correu mais algumas vezes pelo papel até que apoiou a caneta em cima do caderno e se virou para a colega. – Eu odeio o método desse professor. Ele só passa uma pá de informação e temos que copiar tudo. Tenho quase certeza que isso não é aprender.

        - Somos como monge copistas.

        - Quem? – Asami observava a garota escrevendo e tentando puxar algum fio de informação sobre monges que copiam.

        - Você sabe. Aqueles monges que só copiavam as obras.

        - Na verdade não sei, não. Acho que perdi essa aula.

        - Talvez. – Ela repetiu o movimento de largar a caneta e colocou o braço direito entre as pernas. – Antes de ter impressoras para imprimir os textos, existiam homens letrados que copiavam palavra por palavra, em suas melhores letras, para que assim pudessem ter cópias da mesma obra.

        - É, não me lembro de nada disso.

        - Pelo nome é bem óbvio. – Asami revirou os olhos com aquela afronta. Korra riu, relaxando a menina. – Só estou brincando, não se preocupe.

        - Tá tudo bem. Eu sou burrinha mesmo. – A princesa Sato se voltou para frente. – Já estou acostumada.

        - Você não é burra. Não acredite nisso. – Korra foi firme, surpreendendo Asami que se voltou para ela surpresa, fazendo-a corar com a veemência que tinha falado. – Quer dizer... – Coçou a nuca, jogando os cabelos por cima do ombro. – Não seja tão dura consigo mesma.

        - Não me importo muito. Sou feliz, não é isso que importa?

        - Claro. – As duas consentiram, sentido que o assunto havia acabado.

O professor se levantou para apagar o quadro e escrever mais coisas, ambas as meninas bufaram e agarram a caneta, chacoalhando a mão como que a aquecendo para reiniciar a escrita. Reparando que estavam sincronizadas riram, juntas.

Naquela tarde, Korra socou o saco de pancadas com mais força do que vinha fazendo na semana.

        - Algo errado, filha?

        - Não, pai, nada demais, só estou animada.

        - Use a empolgação para alguns abdominais, então.

        - Boa. – Ela correu para o tatame e iniciou a série de exercícios.

Asami estava largada em sua cama, rolando de um lado para o outro. Suas amigas haviam saído naquela tarde e ela não tinha ânimo nenhum para ir com elas, então ficou encarando o celular de vez em quando. Não tendo ninguém para conversar, decidiu ficar mergulhada na piscina até que precisasse se arrumar para ir até a casa da parceira de trabalho.

        - Essa menina ainda não me enviou o endereço. – Asami reclamou pela milésima vez, jogando o celular na espreguiçadeira da piscina e voltando a mergulhar na água aquecida. – Que menina enrolada. – Asami gritou dentro d’água, produzindo bolhas que lhe fizeram cócegas no nariz.

Asami ficou mergulhando durante um tempo, até que escutou o celular apitando e correu para o mesmo. Finalmente deu sinal de vida, moreninha. Sorriu cinicamente.

Korra chegou correndo em casa e começou a preparar as coisas. Tomou um banho rápido, lavando o cabelo e deixando todo as madeixas soltas pelas costas. Colocou uma roupa confortável e desceu para a cozinha na intenção de tomar café.

        - Olá, garotona. – Korra acariciou Naga, sua cachorra.

O animal latiu audivelmente e lançou a língua para fora, pedindo por água. Naga foi atendida e bebeu avidamente o líquido. Depois de atender às necessidades da cachorra, a menina esquentou a água e ajeitou o filtro no suporte. Depositou duas colheres do pó do café e foi até seu quarto, onde alcançou o material e ajeitou tudo na mesinha de centro da sala, esperando pela colega de sala.

        - Menina, eu vou ter que te manter presa, tudo bem? – Korra perguntou formando um bico depois de ver a cara tristonha da sua companheira.

Decidiu deixar a animal solta e voltou para a cozinha, se encostando no balcão até que a chaleira começasse a apitar.

Preparou o café e despejou o líquido escuro numa xícara, fechando a garrafa térmica e largando-a em cima da mesa. A campainha tocou assim que Korra tinha virado as costas para o fogão.

        - Já vai. – A mulata gritou enquanto ia calmamente até o quarto para achar a chave da porta.

A campainha voltou a tocar e de repente não tinha mais intervalos entre os apitos, Korra começou a ficar nervosa e a procura pela chave demorou mais ainda, visto que ela começou a tremer.

        - Já falei que já vai. – Gritou, já mais perto da porta, depois de finalmente encontrar o molho de chaves. – Prontinho. – Começou a rodar a chave na fechadura.

        - Mas que demora. – Asami disse assim que ficou de frente para a mulata. – Pensei que ia me deixar plantada aqui para sempre.

Korra olhou para o relógio na parede e disse:

        - Por que você é tão exagerada? – Ela apontou para o relógio, fazendo com que Asami colocasse a cabeça para dentro e a direcionasse para os ponteiros. – São 19h05min, ou seja, cinco minutos de espera.

        - Eu gosto de ser pontual. – Ela afirmou, dando de ombros e entrando. – Não suporto que pensem que sou atrasada.

        - Não é atrasada. Já anotei mentalmente. – Korra brincou, revirando os olhos e fechando a porta. – Podemos começar? – Ela perguntou ao ver que a veterana jogou a mochila num dos pés do sofá.

        - Não quer me alcançar uma dessas xícaras de café? – Ela apontou com o queixo. – O cheiro está divino.

        - Claro. – Korra providenciou a bebida, se sentando de pernas cruzadas na frente da mesinha de centro após entregar o café. – Agora, estudou alguma coisa?

        - Não tive tempo. – Asami mentiu. – E você?

        - Eu encontrei algumas horinhas ontem antes de dormir.

Nossa, ela estudou antes de dormir mesmo depois de ficar a tarde toda ocupada e eu nem fiz nada, mesmo não tendo nada pra fazer nesses dias.

        - Que bom. – Asami não deixou a admiração transparecer. Ela se sentou no chão, imitando a posição da colega. – Vamos começar. – Mudou de posição para alcançar um dos livros e voltou com um pé sobre o tapete, se agarrando ao joelho e dando o livro para a mulata.

        - Tudo bem. – Korra abriu e começou a folhear. As duas começaram a ler juntas o texto.

Asami anotava algumas coisas enquanto Korra lia e resumia outros trechos, elas paravam para debater alguns pontos, mas logo voltavam a focar nos textos.

O estudo só foi interrompido quando um barulho estrondoso soou de dentro da cozinha. Com um susto, Asami levou a mão ao colo e perguntou:

        - O que foi isso?

Korra levantou correndo e respondeu:

        - Naga. – Sumiu pela porta da cozinha.

Asami permaneceu sentada, escutando alguns latidos e depois uma reclamação pelo mau comportamento. Korra voltou para a sala e Sato fingiu estar ocupada com os livros.

        - Naga é sua cachorra, certo?

        - Sim.

        - E seus pais, onde estão?

        - Eles trabalham de noite, só voltam de madrugada para casa.

        - É uma rotina interessante.

        - Já me acostumei. – A menina dos olhos azuis deu de ombros.

Voltaram a estudar, mas não se passaram nem dez minutos e uma cadeira bateu contra o chão. As duas meninas voltaram a visão para o lugar e viram uma cadela descontrolada correndo até sua dona.

        - Calma, garota. – Korra tentava de todo jeito impedir que sua cachorra chegasse muito perto de Asami.

A morena se divertia com a cena e seus olhos verdes brilharam com a brincadeira. Ela ria e balançava as mãos na frente dos olhos da cadela, atiçando-a mais ainda. Korra conseguiu impedir que Naga avançasse muito e derrubasse Asami, mas nesse mesmo esforço ela acabou caindo no chão junto do animal.

        - Vocês duas formam uma boa dupla. – Korra brincou. – Adoram parar com um momento sério. – Korra se lembrou das brincadeiras de Asami durante as aulas. Sato sempre encontrava um jeito de ser humorada, não importa o que acontecia.

        - Não fale assim. – Os olhos verdes riram, junto com os lábios da menina. – Vocês duas formam uma bela dupla. Animadas e ativas.

Korra corou e riu, ainda agarrada a cachorra. Tentou levantar e percebeu que Asami estava se deitando do lado dela.

        - Nós também formamos uma bela dupla. – Ela soltou, voltando o olhar para a menina.

O verde e o azul estavam juntos, trocando conversas mudas. 


Notas Finais


Muito obrigada por ler, espero que tenha gostado.
Tudo de bom sempre e até o próximo :3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...