História Mercy - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Jk!top, Jm!bottom, Sadfic
Visualizações 24
Palavras 1.540
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Yey! Eu voltei com mais um capítulo de Mercy, já que meu pc havia quebrado (problemas pessoais) e só agora que recebi um novo, pude postar. Fico por aqui, boa leitura!

Capítulo 3 - A máscara que se quebra com um segredo



 

E mesmo que o tempo nos leve para lugares diferentes
Eu ainda serei paciente com você
E eu espero que você saiba que
Eu não vou te soltar

Eu serei a corda para te salvar esta noite
 

(Major Lazer ft. Justin Bieber - Cold Water)

///

 

Já fazia alguns curtos minutos, no qual, JungKook, estava atrasado. Por culpa da documentação em exagero, entregue de último minuto.

“Merda.” Sim, não evitou a expressão, estressante, ao finalmente se sentar no banco motorista de seu carro. Ligou o automóvel, com pressa certeira. Seus dígitos, com rapidez, percorreu pela tela do celular, discando o número do garoto que, sempre foi pontual, aguardava no estabelecimento — provavelmente.

“Eu chegarei logo MinMin, desculpe, tive uns imprevistos.” O Jeon não enrolou muito para falar, fez assim que a ligação foi atendida.

Não se preocupe com isso, Gukkie.” A voz doce ressoou através da linha, escapou um sorriso dos lábios do acastanhado, que permaneceu com o olhar focado na estrada. “Você está vindo? Não me ligue enquanto dirija seu bobo! Isso vai lhe causar prejuízos!”, esbravejou naquele instante. Riu, ah, Jeongguk riu de forma suave, feliz.

“Você é um ser muito mandão. Deve parar com isso,” tossiu em meio aos risos, parando frente ao semáforo de sinal fechado. “Estou indo, me aguarde, dentro de uns 6 minutos chego aí.”

Se despediram de maneira terna e não muito demorada, pois, o mais novo poderia muito bem tomar alguma multa indesejada por dirigir enquanto falava ao telefone. Não queria mais problemas, tinha os próprios para decifrar.

///

“Ele foi mesmo?!” NamJoon se expressou enquanto comia sua refeição, recebendo um cutuque de SeokJin, por sua falta de educação durante a alimentação “Me perdoem, mas o JiMin, foi mesmo encontrar com o JungKook?”

“Não é algo que seja fora do comum.” YoonGi ditou breve, engolindo o líquido adoçado — refrigerante —, elaborou um suspiro pesado. “Não irei negar, fico cada vez mais desapontado, com essas visitas do JiMin, ele está se arriscando demais, uma hora, vai dar merda e ninguém aqui vai poder dizer que eu não avisei.”

“Acho que, devíamos ver Kookie.” Dessa vez TaeHyung fez sua pronúncia. Havia ficado quieto desde que o outro cortou o contato com os demais amigos. O sorriso quadrado, mal era exposto, o que preocupava seu parceiro, Min YoonGi.

Parecia que tudo havia perdido o sal. Eles não se olhavam, não trocavam tantas palavras e nem ao menos tinham o tocar um do outro. Os lábios, nem tão sedentos assim. Fazendo também, de um espaço no lado esquerdo da cama pertencente ao Kim, um buraco no peito. Um doer sem cura.

“Vamos fazer isso então!” A esperança daquele grupo — Jung HoSeok — quase gritou, recebendo um olhar negativo do mais velho no grupo. “Ah Jin-ie, não me olhe assim, sei que é quem mais sente falta do JungKook. Admita.”

“Não é esse caso, porém, sei que você vai usar isso pra jogar a culpa na cara dele e—” Aquele que tentava falar em sua defesa, foi ligeiramente cortado pelo Jung que deu continuidade em seu respectivo discurso. O Kim revirou os olhos, dando retorno ao ato de encher a boca de comida.

“Não tem nada a ver com provocações Jin-hyung, simples saudades…” A sua última frase saiu num sussurro, sendo ágil para sorrir. “E uma breve… curiosidade.” HoSeok encerrou a discussão, se concentrando no refrigerante que tomava, tendo olhares de todos os 4 garotos, olhares… aflitos, com a percepção de richa entre o Park e o Jung.

///

“Estou falando sério seu idiota!” Desferiu um tapa sem força no maknae, em meio a risinhos, colocando a mão sobre a boca. “Eu não consigo fazer um único show, sem ao menos, quase cair! As Armys tem a mesma mania que você!”

“Qual delas?” Jeon, terminava sua refeição, mantendo a visão fixa sobre o rosto do seu acompanhante. “Eu tenho várias Jimin-ssi”

“Ficar rindo da minha desgraça.” Era tão dramático, que causava inveja nas atrizes mais profissionais. JiMin sorriu um pouco envergonhado, sentindo aquela pressão indesejada no peito. Por que o olhar dele tinha tanto efeito sobre si? Suspirou ainda assim brincando com os dedos do mais novo.

“Suas mãos ainda são de bebê. Continuam fofas.” JungKook não prendeu o riso, acariciando as pequenas mãos e as entrelaçando. “Como está os meninos? O Jin-hyung continua comendo feito porco? O HoSeok ainda quer um cachorro? O Tae e o Yonnie continuam juntos? O computador do Nam-hyung ainda tem vírus? Entregou as polaroids que pedi?” Não, JiMin não entregou as fotos. Poderia estar sendo egoísta, porém, não queria que JungKook achasse que eles ainda se importavam. Não queria que aquilo lhe desse falsas esperanças.

“São muitas coisas para responder Jeongguk-ie!” Interpretou uma grande preguiça, fácil para si, soltando as mãos alheias e levantando-se. “Ainda tem um tempinho? Vamos dar uma volta?”

“Mas que droga, por quê nunca responde minhas pergunta mochi?” A voz manhosa e o bico infantil, formaram-se no rosto do advogado. É incrível como, estando com JiMin, conseguia ser ele mesmo. Podia, facilmente, sorrir espontaneamente sem se preocupar. “Sim, vamos. Na minha agenda lotada, sempre vai ter um dia, uma hora, para você.”

O Park, não limitou as maçãs do rosto tomarem a cor rósea, olhando o garoto, homem, com o sorriso suave. “É, vamos.” Murmurou.


///

Com o expediente acabado, Jeon resolveu ir para casa, foi um dia gostoso para si, já que, viu JiMin e pôde conversar calmamente com ele, rir, se divertir. Arrumava suas coisas calmamente, alguns suspiros eram soltos pelos lábios avermelhados. Nove horas. Em ponto. Seu celular tocou, num número identificado como: Desconhecido. Estranhou, não poderia ser nenhum de seus sócios, já que, os números de cada um era anotado em sua agenda telefônica, “Dhong?” Chamou pela secretária que passava em frente sua sala, pronta para ir embora, entretanto, parou encarando o chefe que mantinha seus olhos no celular, vendo a chamada cair. “Algum sócio mudou o número e você esqueceu de me avisar?”

“Não que eu saiba. Eles sempre avisam, não? Por quê essa pergunta Doutor Jeon?” JungKook desviou o olhar para a mulher curiosa, mantendo a expressão séria novamente.

“Por nada, boa noite.” A de cabelos presos, curvou-se e se retirou. Novamente, o aparelho vibrou. Não querendo saber atendeu, tomando um enorme susto com a voz repentina soando do outro lado da linha.

E aí guri? Faz tempo não?

“Yoon-ie? É você mesmo? C-como descobriu meu número? Oh céus!” O moreno falou tão rápido que a sua voz falhou, os olhos marejaram. Não iria chorar.

Não iria chorar.

Ele chorou.

Está chorando bebê?” Outra voz familiar, muito familiar, atingiu com tal impacto seu peito, seu coração frágil, que as lágrimas desceram com mais intensidade, o desespero foi maior e o desejo de correr para os braços de seus hyungs havia voltado. “Ah meu amor…

“J-Jin… H-hyung… Eu… Affs… Merda! É uma coletiva para me fazer chorar? Ainda não me responderam como conseguiram meu número.”  Limpou as bochechas molhadas, atoa, rindo baixo. Parece que seu ‘eu’ anterior, havia, simplesmente retornado. Seu amor por aqueles meninos que, quase, o criou, era vasto, não existe comparação equivalente.

Jimin!” Os cinco responderam em um coro sincronizado, entre risadinhas. “Eu não concordei com nada.” o nanico disse em sua defesa. “Bem, só queríamos fazer algumas visitas nesses dias que vamos passar em Busan. Saírmos, como nos tempos do Jin.” Foi audível uma reclamação do citado.

“...”

Por que ele ficou quieto? JungKook!” TaeHyung o chamou, na realidade, o Jeon estava perdido, encarando o chão da sala, sentindo o líquido quente tomar conta de seu rosto com mais intensidade. “Jeongguk-ie?” Foi a vez de JiMin, trazendo o garoto de cabelos castanhos de volta para a realidade.

“Eu ainda estou aqui… Por quê iriam querer me ver? Eu afastei vocês, eu ignorei vocês, eu sou um babaca.” A tristeza e arrependimento, eram nítidos na voz do garoto que chorava.

Porque você é nosso golden maknae” O líder do grupo, NamJoon, disse por fim, sem demora.

///

25/04/2010 — 04h:07min p.m

“Olha, que máximo, temos o mesmo sobrenome!” A garota sentada na frente de JiMin disse empolgada, o outro sorria, de modo forçado e amarelado.

“É bastante interessante, Park JiMin, Park Ji Hee. Será algo que o destino apronta?” Ele perguntou bebericando a xícara de café, prendendo os olhos na menina.

“Você é o melhor amigo do JungKook, né? Nossa, ele escolhe bem.” O desejo de pegar a faca usada para cortar a fatia do bolo, era enorme. ‘Eu quero machucá-la, eu quero ferir o corpo dela, eu quero matá-la’, eram as únicas coisas que rodeavam a cabeça do Park. “As vezes penso que sou sortuda, por namorar um… Menino quanto ele… Ah! Quero te dar isso!” Ji Hee estendeu uma pulseira de pano comum, detalhada no preto e branco. “O Kookie fez pra mim, e bom, eu não sou de usar acessórios. Pode ficar.”

“Obrigado.”

“Não é nada. Considere isso, um símbolo de nossa amizade.”

“... Claro.”

///

Falsidade
substantivo feminino
3. maldade oculta; fingimento, hipocrisia.
4. tendência para enganar; perfídia, deslealdade.

 

///

 

Eu fecho ambas as fechaduras abaixo da janela
Eu fecho ambas as cortinas e me afasto
Às vezes soluções não são tão simples
Às vezes o adeus é o único jeito


(Shadow of the day — Linkin Park)



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