História Mercy and Fight - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Undertale
Tags Charisk, Undertale
Exibições 139
Palavras 3.777
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Ecchi, Ficção, Orange, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Sobrenatural, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Yeeepusss
Lá vem gente perguntando se eu tava cheirando tang e abandonei a fics
Nope, eu não abandonei
Problemas de criatividade
Problemas com o pc carroça
Problemas com as notas ._.
Enfim eu tô uma bosta mas consegui depois de 84 anos :'v
Podem tacar pedras que eu já to morta por dentro.
Desgurpe qualquer errinho pq metade desse cap fiz quando faltou luz :'D

Capítulo 14 - Jealous Strikes Again


 

Quando o locutor anunciou que a luta estava prestes a começar, corri para o sofá, os outros fizeram o mesmo e quase morri esmagada quando Toriel, Mettaton e Papyrus pularam junto me fazendo ficar no canto do sofá, Undyne e Alphys ficaram no chão para provavelmente ter mais espaço para enlouquecer... Tão diferentes e tão iguais, formam um belo casal.

 Chara e o senhor Asgore não foram sentar, eles ficaram parados ali, dando um abraço caloroso, Chara ficou mais uma vez imóvel, mas aos poucos ela levantava os braços para retribuir, essa é uma cena indescritivelmente fofa, parece que Chara é bastante apegada ao senhor Asgore, que agora estava chorando de novo.

-Eu estou tão emocionado, minha filhota esta tão grande, Toriel vamos voltar a ser...

-Asgore menos. –Toriel fala curta e grossa, sentada no sofá.

-Ok... –Asgore faz um olhar chorão e funga pelo nariz.

-Hum... Pai a luta. –A voz de Chara fica abafada já que ela estava quase afundando na barriga de Asgore.

-Oh, sim sim, gosta de luta Chara? –Asgore fala empolgado.

-Eu gosto de fazer pessoas sangrarem, acho que vou gostar. –Ela fala com a maior naturalidade do mundo, fazendo Asgore quase engasgar.

-É normal majestade, a garota é agressiva. –Mettaton cruza as pernas.

... Talvez seja a puberdade... –Asgore tenta disfarçar oque ouviu.

­­-Oh, e o tal do Flowey? –Mettaton pergunta.

Todos olharam para balcão da cozinha e observaram a flor desmaiado de tanto beber pimenta.

-Esse vai ter ressaca. –Sans fez a piadinha fazendo Toriel dar pequenas risadas.

-Venham logo sentar vocês dois, vão perder o começo! –Undyne grita quase explodindo de ansiedade.

Asgore ia sentar ao lado de Toriel no sofá que era o lugar vago do meu lado também, mas Sans em um movimento rápido pegou o lugar que restava no sofá, então ele sentou ao lado de Alphys e Undyne com cara de sofrido.

 Chara estava me encarando em pé e com os braços cruzados, ela ainda não se sentou.

-Então...Vou criar raízes. –Ela parecia entediada.

Eu estava no canto do sofá junto com Sans, Toriel, Mettaton e Papyrus, não havia mais espaço e o chão já tinha três ocupando espaço.

Sans olhou para mim depois olhou para Chara, e deu uma risadinha no final.

-Ei Frisk, como você é menor, porque não fica no colo da Chara? –Sans... Porque?! Se eu tiver mais uma forte emoção hoje vou morrer!

Chara arqueou uma sobrancelha e encarou Sans, não ameaçando, e sim como se ela estivesse agradecendo.

Sinto que algo vai acontecer...

-Sim Frisk, fique com sua irmã. –Até você mãe...

-Bom, eu aceito, se a pirra... Frisk concordar. –Ela fez um sorriso irônico.

-Ah... Eu acho que sim.  –Falo engolindo seco.

Levantei dando espaço para ela se ajeitar no sofá, hesitei um pouco em sentar no seu colo, mas se não sentasse logo achariam suspeito, Chara parecia tentar esconder seu sorriso sínico de seus lábios.

Sentei –me no seu colo, sentindo o seu calor, suas coxas estavam quentes, como meu corpo esta frio, senti uma pontada elétrica pelo meu corpo.

Chara passou seu braço envolta da minha cintura me fazendo corar violentamente, eu estou agradecendo mentalmente que todos da casa... Menos provavelmente Sans e Mettaton, terem a visão de que somos irmãs comuns que não fizeram nada de estranho.

É... Nada de estranho...

-‘’MUCHACHOOOS E MUCHACHAAAAS, VOCÊS?ESTÃO PRONTOS PARA A LUTA DO ANO!?’’

-SIIIIM! –Alphys e Undyne sacudindo maracás para cima.

Wow, eu realmente estou ansiosa pela luta, mas estar no colo da Chara tira meus pensamentos sobre os... Hum... Oque eu estou fazendo?!

-Chara por favor não faça nada estranho, a mamãe e o senhor Asgore estão por perto... –Fico um pouco próxima para cochichar no seu ouvido, mas ela segura com força minha camisa.

-Não prometo nada... Só... Não Fica perto da orelha...  –Sua voz falhou por uma fração de segundo, ela corou... A Chara realmente corou! Não era essa a minha intenção! Eu... Eu...

Eu não sabia que sua orelha era sensível...

-‘’OOOOH O HOMBRE PUERCO DÁ O PRIMEIRO SOCO, TACO-MAN PARECE ESTAR ATORDOADO COM O MOVIMENTO RÁPIDO!’’ –O locutor grita quase com falta de ar, acho que era muita emoção,  não tinha me dado conta que começou tão rápido.

Undyne e Alphys se abraçaram e começaram a torcer pelo lutador.

-Hey Tori, sabe por que o Taco-man é tão fraco? ... Porque tem inteligência de um Burrito.-Sans faz como sempre uma piada de qualquer coisa e Toriel sempre ri do humor bobo dele, juro que vi uma lágrima descendo no rosto do senhor Asgore agora.

-Oh Sans, eu apenas estou aqui para participar... Mas não gosto de violência... –Toriel fica sem jeito.

-Ah... Então não tire suas órbitas oculares de mim, vou transformar isso em um show de comédia só para você. –Sans dá um piscadinha e Toriel fica com um sorriso bobo.

Asgore agora chegou ao fundo do poço.

-Vaai Asgore se anima, HOMBRE-PUERCO É O MELHOR! –Undyne cutuca ele ainda abraçando a Alphys.

-Ééé...O melhor... Hehe... –A falsa empolgação dele me dá um aperto no coração, deve ser difícil ver esse tipo de cena quando se é divorciado.

-Vocês são muito chatos, é claro que o Taco-Man vai dar uma reviravolta, oque você acha Metta...

No canto do sofá Mettaton estava assediando o Papyrus falando palavras no ouvido dele o fazendo ficar inquieto... Acho que é melhor chamar aquilo de canal auditivo ou sei lá.

Todos não notaram por estarem ou gritando, chorando ou namorando.

Decidi não atrapalhar.

-‘’TACO-MAN BLOQUEIA O GANCHO DE HOMBRE PUERCO E REVIDA COM UM CHUTE PRECISO NO ESTÔMAGO!’’

-ISSO! QUEM É FRACO AGORA? –Fico com orgulho na voz me jogando para trás por estar certa de que o Taco-man deu uma reviravolta, Undyne e Alphys bufaram indignadas.

Porém... Literalmente me joguei em cima da Chara, senti seus seios nas minhas costas e ela agarrou mais minha cintura, quase virei um tomate humano.

-Nghhhh! Ainda tá no começo sua pirralha! –Undyne indaga com orgulho ferido.

-Não deveria chamar ela de pirralha, apenas eu posso piranha. –Chara fala perto da minha nuca, mas claramente deu para Undyne ouvir.

Apenas...  Ela?

-É oque Dreemurr?! –Undyne Franze as sobrancelhas olhando para a Chara.

-Pi-ra-nha.

Chara pisou na ferida da Undyne agora, porque ela gosta tanto de provocar?!

-Ninguém... Me chama de piranha, até você princesinha. –Undyne estala os dedos e várias lanças de repente apareceram e apontaram para Chara.

-Queridas não se matem por favor, obrigado, de nada. –O robô se pronuncia agarrado em Papyrus que estava cheio de marcas de beijos.

-U-Undyne...?  -Começo a ficar nervosa, olho para o lado, mas Toriel e Sans estão muito distraídos namorando.

Asgore está triste demais para reparar em algo.

Alphys está hiperventilando com a luta.

Oque tá acontecendo nessa casa?!

-Você só fica blefando, não me acertaria com a Frisk aqui. –Ela sorri sínica deixando a Undyne mais furiosa.

-Ah é? –Ela agora mira com cautela pronta para atirar em Chara, e-ela vai mesmo brigar por isso?!

-UNDYNE O HOMBRE-PUERCO CONSEGUIU REVIDAR! –Alphys puxa a camisa da mais alta.

-ONDE?!

Undyne se distraiu e deixou as lanças pararem de pairar no ar e se soltarem ricocheteando em vários cantos da casa.

Chara se inverteu ficando em cima de mim me protegendo das lanças, uma acertou em sua costa, porém não atravessou, Sans finalmente reparou na confusão e deteve as lanças jogando ossos as fazendo parar.

Todos olharam para Undyne, e eu estava tendo a visão do sangue escorrendo entre os lábios da Chara.

-... NGAAAAH! EU TAVA BLEFANDO! –Ela entra em pânico puxando os próprios cabelos!

-Oque foi isso!? –Toriel fala com a mão na boca.

-Uma Brincadeira? –Chara vira o rosto sorrindo como se nada tivesse errado.

-S-Senhorita Chara, é melhor não provocar Undyne... É perigoso... –Alphys fala pálida e com um sorriso congelado por uma das lanças quase ter acertado nela.

-Hum... Acho que rei morreu de novo. –Papyrus aponta para Asgore no chão espumando pela boca.

-Ai céus... Eu levo... –Sans coloca o dedo na boca de Toriel.

-Shh... Eu levo. –Ele faz um olhar galante para Toriel que ri sem jeito.

-Ohoho. -Ela coloca as mãos em suas próprias bochechas com vergonha.

Sans invoca um Gaster Blaster e coloca Asgore em cima do mesmo o levando para o andar de cima.

Após alguns segundos deu um silêncio súbito Toriel volta á realidade.

-Cof... Posso saber oque aconteceu aqui?! –Ela levanta colocando as mãos na cintura e franzindo a testa.

-Foi... Sem querer... Ehehe... ELA COMEÇOU! –Undyne aponta para Chara.

-Se não sabe brincar não brinca piranha.

-QUEM TU TÁ CHAMANDO DE PIRANHA SUA CRETINA!

Elas duas começaram a discutir, Toriel foi se irritando... E se mais ainda irritando... Até que ela fez em suas mãos duas bolas de fogo e as bateu uma com a outra fazendo um forte estrondo.

-Chega. –Ela olha para Chara com um olhar intimidador.

-Chara... Tire essa lança das suas costas vai fazer mal para você, saia de cima da Frisk e não a provoque, e Undyne seja profissional e não perca a cabeça tão rápido. -Ela fala tão séria que fez as duas engolirem seco.

-Sim senhora. –Falaram juntas, Chara saiu de cima de mim querendo rir.

-Ótimo, irei tomar um remédio para dor de cabeça... Sejam boas. –Ela fala a última frase com um sorriso amigável, mas chegou a ser assustador, então subiu as escadas.

-Queridinhas deveriam pegar leve com a bebida.

-Que bebida? –Chara encara Mettaton.

-Não sei.

-Que.

-‘’EEEEEE ACABA O PRIMEIRO ROUND! QUE LUTA INTENSA AMBOS OS LUTADORES EMPATADOS! VOLTAMOS DAQUI Á UMA HORA! VAMOS DEIXAR NOSSOS LUTADORES DESCANÇAREM! FIQUEM COM NOSSOS COMERCIAIS!’’ –O locutor fala limpando o suor com um pano... Perdemos todo o round nessa confusão.

-Por falar em bebida... Vou pegar uma. –Chara foi para a cozinha assobiando, eu ainda estava traumatizada.

-Alphyyyys... Decepcionei a rainha! –Undyne fica chorando no colo da Alphys, enquanto Alphys a confortava.

-Acho que eu vou passar mal... –Foi tanta coisa de uma vez que nem respirei.

-Frisk, querida toma uma águinha vai. –Fala Mettaton vendo minha cara de quem está morrendo.

-S-Sim...

Fui andando para a cozinha ainda meio atordoada e chara estava bebendo um lata de cerveja... Ela ao menos sabe oque é cerveja?

-Que refrigerante ruim... –Ela olha com desgosto para a bebida.

-Isso é cerveja, contém álcool, não é muito recomendado beber. –Falo pegando um copo.

-... Ah... É ruim... Mas por algum motivo quero beber mais. –Ela deu mais um gole.

Ela realmente não ouviu oque eu falei, mas não vou questionar.

Enquanto bebia água, vi que a lança ainda está nas costas dela, não estaria doendo? Ou causando desconforto? Ela não parecia nem se importar. Mas... Aquela lança só está lá porque ela me protegeu... Chara na hora que se jogou em cima de mim, nossos narizes se encostaram, e nem se quer ela fez uma expressão de dor, apenas cerrou os olhos.

E toda essa briga porque a Undyne me chamou de ‘’Pirralha.’’

.

.

.

.

 

C-CIÚMES?!

 Senti meu rosto todo pegar fogo, ela ficou com ciúmes mesmo?!  Então ela estava falando sério! Clama, se acalma Frisk, apenas não perca o foco.

Estou apenas preocupada com essa lança... Mesmo que ela não sinta dor deve ser desconfortável.

-Ah... Chara... –Ando em sua direção.

Hum? –Ela olha para mim de canto.

-Posso... Tirar isso das suas costas? –Falo tocando na lança com vergonha.

-Ah, Claro. –Ela deixa a latinha em cima da mesa da cozinha.

-E... Obrigada por me proteger, mas não precisava de tudo aquilo... Gosto quando apenas você me chama assim... –Minha voz foi baixando até chegar na última frase, eu estava com muita vergonha.

Ela ficou com os lábios entreabertos, com certeza ela me ouviu.

Me arrependo do que eu falei!

-... He... Tanto faz pirralha, só tira isso de mim. –Ela sorri discretamente.

Chara então se apoia na mesa e faz sinal para eu ficar atrás dela para puxar a lança, assenti com a cabeça. Toquei no objeto pontudo que e estava muito fundo nas suas costas, foi um milagre não ter atravessado ou perfurando algum órgão vital... Se é que ela tem.

Puxei devagar, mas a lança penetrou muito nela, puxei mais forte, mas não teve muito efeito, decidi respirar fundo e puxar sem parar, espero não machucar ela...

-Chara você tá bem?

-... S-Só tira isso. –Sua voz falhou, acho que deve estar doendo agora.

-Ok. –Segurei firme na lança e puxei, a lança ia devagar saindo do corpo da Chara, mas... Ela estava fazendo sons estranhos.

-Ghn... Ahh... Frisk tira logo isso... –Ela parecia arranhar a madeira da mesa e sua voz não soava como dor... E sim p-prazer?! Sua voz rouca estava fazendo um eco na minha cabeça, eu nunca tinha ouvido a Chara fazer isso.

Sua voz gemendo é suave e linda...

-Chara v-v-você...

Puxei agora com força por nervosismo, e ele a reagiu arranhando mais a mesa, puxei novamente devagar e ela gemeu baixinho, as reações dela... São excitantes...  O-Oque eu estou pensando! Eu não sou assim!

I-Isso tem que sair! Puxei com toda minha força.

-A-Ahn! Frisk que porr... Aaah! –Tirei a lança completamente, ela caiu de joelhos no chão ofegante, o buraco na sua pele rapidamente se fechou sem cair uma gota de sangue, apenas ficou vermelho.

Eu caí para trás e a lança desapareceu, i-i-isso não foi nada normal! Eu... Eu... sinto meu corpo quente, meu coração parecia que ia sair.

Q-Q-Quer ajuda? –Tentei me aproximar.

-N-Não olha para mim... –Ela estava... Envergonhada, virou um pouco seu rosto para mim e pude ver estava completamente vermelho.

-Você s-sentiu...

-Uma palavra e eu vou bater sua cabeça na parede até você esquecer o que viu. –Ela fala se levantando devagar.

-Chara... Você... Fica linda corando... –Deixei escapar um sorriso bobo.

Não reparei que ela se aproximou de mim rápido e segurou minha bochecha me fazendo olhar nos olhos dela.

-Acha isso engraçado? Meu ponto fraco... Você é bem ousada pirralha. –Ela olha no fundo dos meus olhos, suas íris vermelhas vibrantes quase me sugaram para fora da realidade.

-N-Não, era minha intenção.

-Não deveria brincar onde eu sou sensível, sei todos os seus pontos ‘’G’’ –Ela morde minha orelha me fazendo reprimir um gemido.

O hálito dela era da cerveja recente que ela bebeu, isso... Seria o efeito do álcool?

Chara coloca a mão na minha nuca e lambe meu pescoço, a marca do garoto que me atacou na escola já avia sumido, mas agora sinto que vou ter outra...

-Ei pessoal chega aqui! –Undyne grita na sala.

-... Eu mereço...  –Ela revira os olhos e se afasta, sinto uma pontada estranha de decepção.

Fomos para a sala de novo e tentei esconder minha vergonha, Mettaton, Papyrus, Alphys e Undyne fizeram uma roda no chão e tinha uma caixa de um doce japonês...

Pocky.

Isso vai dar problema.

-Gente, a Alphys me falou daqueles animes que colocam esse doce estranho humano na boca e se beijam e...

-Sim Mettaton eu sei... –Começo a corar só em imaginar no que isso pode dar.

-Eu não sei. –Chara... Não fala isso...

-VOCÊ NÃO CONHECE O POCKY GAME?! -Alphys quase engasga.

-Obviamente não. –Ela cruza os braços.

-Cof, é um jogo onde você coloca um desses na boca e outra pessoa morde a outra ponta com a boca também, então vocês vão comendo e se aproximando... Se quebrar perdem, e se ganharem... Tem a chance de beijar que você quer. –Alphys ajeita seu óculos orgulhosa, Chara apenas levantou as duas sobrancelhas surpresa.

-Bravo. –Undyne aplaude.

-Querem por acaso que eu participe disso?  -Chara faz cara de desgosto.

Todos balançaram a cabeça. Ela me encarou, esperando algo.

-... Sim?

-Você vai? -Ela pergunta.

-Hum... Eu... –Mettaton puxa minha camisa me fazendo sentar no chão.

-Ela vai, com certeza ela vai.

Mas...

-Calada Frisk.

Mettaton começou a encarar intensamente Chara.

(Vai mesmo deixar a Frisk ser beijada por aquela otaku ou aquela desmiolada? Ou... Por mim monamour?)

(... Vai se foder.)

Chara sentou do meu lado com uma cara de ódio.

Eu juro que podia ler os olhares deles...

-Ah... Por que o Papyrus tá com uma bandeira branca na cabeça? –Eu pergunto.

-Oh, Mettaton falou que eu sou um café com leite! Que eu só posso beijar ele! –Papyrus fala com os olhos brilhando.

-Ahaha, querido vou ficar com vergonha. –Mettaton se abana com a própria mão.

(Que gay.) O olhar de todos dizia tudo.

-Ookay, temos que girar essa garrafa para ver os pares! -Undyne mostra uma garrafa verde.

-Opa! Eu quero! –Sans pulado andar de cima para a sala.

-I-IRMÃO?! –Papyrus se assusta.

-Eu?

-Porque você vai jogar?!

-Sem nada de melhor para fazer. –Sans bufa, parece que Papyrus fica com vergonha quando Mettaton e ele ficam com muito afeto perto de Sans.

Certo... ESPALHEM-SE PARA FICAR MAIS LEGAL! –Undyne grita então os ‘’casais’’ saíram um do lado do outro e ficamos misturados, Chara não fez uma cara muito boa.

-Gira amore! –Undyne gira a garrafa, então para em Alphys e Sans.

-Vamos lá doutora. –Sans coloca o Pocky entre seu grande sorriso, Alphys começa a soar frio e Undyne trincava os dentes. 

Sans mordia um pouco rápido o doce, Alphys continuava parada com medo, quando chegou perto da última mordida Sans parou.

-Então... Oque é pra fazer agora? –Ele pergunta.

-Beija ela ué. –Mettaton cruza os braço.

-Perai, é pra beijar?! –Alphys quabra o Pocky e Undyne respira aliviada.

-Err... Dessa parte eu não sabia... Fui. –Sans ia sair quando Mettaton o puxou.

-Nananina não, se entrar no jogo, precisa ir até o final. –Ele fala direto.

-Ou?

-Ou vou fazer questão de quebrar todos seus ossinhos com minha lindas pernas, saiba que nem suas esquivas vai superar minha nova velocidade de Mach 20 –Mettaton intimida Sans que senta novamente perto de Papyrus. Ele quer criar discórdia...

A garrafa foi girada de novo e parou na Undyne com a Chara... Meu deus.

-Undyne pega o Pocky relutante e olha indignada para Chara.

-Sem piadinhas Dreemurr...

-É claro... –Ela olha com raiva para Undyne.

As duas se posicionaram, mas nenhuma mordeu o doce, apenas... Ficaram paradas se encarando.

-Vai primeiro Dreemurr, tem coragem?

-Não, eu insisto vai você.

-...

-...

 Chara começou a morder, Undyne então foi no ritmo, elas estão se desafiando até em uma hora como essa!

Mas rapidamente seus narizes quase se encostaram, pareciam que iam realmente se beijar.

Sinto uma agonia enorme.

-Então Piranha, vai me beijar ou perder?

-Eu odeio perder, mas odiaria mais ainda te beijar e também eu não sou traidora.

-Digo o mesmo.

As duas se encaram intensamente, porém o olhar de Chara era realmente intimidador e, penetrante...

-Nghhh... AAAAAH DESISTO NÃO ME ENCARA ASSIM! –Undyne inquieta e quebrou o Pocky.

-Você deu seu melhor... -Alphys dava tapinhas nas costas e reconfortava Undyne... De novo. Chara suspirou vitoriosa.

-Girandooo. –Sans girou desta vez.

Parou em mim e... Ele!?

-I-Isso tá muito errado, Mettat...

-Regras são regras, um beijinho não mata ninguém. –Ele fala mordendo o lábio inferior.

Sans e eu ficamos em silêncio nos encarando, comecei a ficar nervosa de novo.

-Ugh... Então vamos lá baixinha... Eu vou quebrar de propósito sacou? –Sans cochicha.

-Eu ouvi isso comediante, ou quebra o Pocky naturalmente ou quebro suas pernas naturalmente. –Mettaton arqueia uma sobrancelha.

-Ooookay, plano B. –Sans coloca o Pocky na boca suando frio, o olhar de Chara para Sans parecia que daqui a pouco ela iria avança nele.

Comia o Pocky lentamente, e Sans também, eu não queria o beijar e muito menos ele iria querer me beijar, isso tá muito errado!

Nem percebi que Sans já avia se aproximado tanto, a cara de morte que estava fazendo era quase idêntica a minha, a vergonha subiu me fazendo corar.

E-Eu... Queria beijar a Chara...

No momento que ia morder o último pedaço de Pocky, senti um pequeno canivete partir precisamente o minúsculo pedaço que tinha me fazendo cair para trás, Sans após isso pediu perdão a todos os santos possíveis.

-Opa, parece que partiu. –Faltava muito pouco para não sair fumaça da cabeça de Chara de tanta raiva que ela estava da situação. Tudo isso... Por minha causa.

Espero que ela não mate o Sans enquanto dorme.

-Oh... Perderam. –Mettaton cruza as pernas.

-Ei você não viu? A princesinha trapaçe... –Mettaton estende o braço até a boca de Undyne.

-Caladinha Undyne, quem faz as regras sou eu. –Undyne cruzou os braços.

-Agora eu que giro minhas queridas. –Mettaton dá corda em seu braço e gira a garrafa intensamente.

.

.

.

 

Talvez tenha passado cinco minutos e a garrafa continua girando.

Todos estavam quase cochilando, até a garrafa subitamente parou.

-Amém. –Sans suspirou.

Quando vimos, a garrafa parou em mim... E na Chara!

D-Deus... Você lê mentes?! Eu apenas estava pensando... E-Eu não estou preparada para beijar ela na frente de tantas pessoas!

-Hummm, oque eu queria chegou. –Mettaton balança as sobrancelhas maliciosamente, tive vontade de desmontar ele!

Ele planejou tudo?!

O Sans... O ciúme... A garrafa parou quando ninguém olhou... Ele é um robô ou é um demônio?

-Beija... Beija... –Ele começou a bater palma.

-Beija. Beija. –Undyne e Alphys começaram também, apesar de fazerem caras confusas.

-Beija! Beija! –Papyrus e Sans continuaram.

Sinto que me coração vai sair do meu peito, ela colocou o Pocky entre seus lábios e se aproximou de mim, eu estou muito inquieta com ela tão perto do meu corpo, fico mexendo e entrelaçando os dedos das minha mãos de nervoso.

-Frisk... –Ela de Repente segura minhas mãos, as suas estavam um pouco geladas.

-Ah... S-Sim? –Meu coração palpitou.

-Calma. –Chara sorriu, aquilo fez meu sangue todo do rosto ferver, ela... Como ela consegue ser gentil e cruel ao mesmo tempo?!

Mordi a outra parte do Pocky, a cada mordida parecia que meu coração iria explodir, toda vez que Chara me beija sinto emoções tão estranhas, até pensar sobre isso meu rosto começa a ficar quente, e me sinto estranha.

Agora isso na frente de todos... Acho que vou morrer.

Já sentia sua respiração perto do meu rosto, ela me encarava com luxúria como se planeja-se algo... Tenho medo disso.

Sem hesitar ela se inclina para frente e sela nossos lábios.

Minha boca foi invadida com o gosto do chocolate levemente com álcool da cerveja, segurei em sua blusa a apertando e ela ainda segurava minha mão.

Isso me fez esquecer que tem pessoas nos vendo dessa maneira...

... É tão bom... Eu não consigo parar, os lábios dela... São incríveis.

Mettaton... Eu vou te matar.

O curioso é que... Todos ainda estavam de sombreiro e bigodinho.

 

‘’Esquecer da luta e brincar com o Pocky te enche de... Luxúria.’’


Notas Finais


Ia ser 5.000 palavras, mas decidi encurtar <3
Porque sim
Especialzin de tô de volta -q


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