História Mermaids Don't Exist - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais
Tags Jikook
Visualizações 19
Palavras 2.226
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - That Smile


Fanfic / Fanfiction Mermaids Don't Exist - Capítulo 2 - That Smile

Jeon Jung Kook havia acabado de acordar por conta dos raios solares que refletiam na água e atravessavam a janela de coral do seu quarto, o acastanhado levantou-se de sua cama e foi em direção à grande janela, sentando no parapeito da qual e apreciando a vista. O acastanhado fechou seus olhos e suspirou, em seguida, olhou para vista outra vez. Jeon ouviu espasmos de água vindo em direção ao seu quarto, já que tudo estava silencioso por demais, sentiu a presença de alguém atrás de si, mas não fez questão de virar-se, já que sabia de quem se tratava. – Bom dia para você também, Tae Hyung. – Disse o acastanhado, fazendo seu irmão revirar os olhos. – Bom dia? O dia não vai ter nada de bom se você ficar aí à toa, papai não vai gostar nada se você se atrasar para o almoço com sua prometida. – Disse o platinado, e dessa vez foi Jeon que revirou os olhos e suspirou. Não queria comparecer ao almoço, o acastanhado estava prometido a uma sereia que nem sequer conhecia, e tudo isso por conta um tratado de paz sem sentido entre os reinos salgado e doce, não queria decepcionar seu futuro reino e ser o motivo exclusivo do começo de uma guerra, mas também não queria passar o resto de sua vida infeliz. Suspirou mais uma vez, parando o olhar em seu irmão. – Tudo bem, estarei lá em alguns minutos. – Disse o acastanhado, e o platinado assentiu, saindo de seu quarto, mas antes o qual fechasse a porta de corais, Jeon chamou sua atenção. – Tae Hyung! – Chamou o mais novo, fazendo o mais velho abrir um pouco a porta e olha-lo. – Sim? – Perguntou o platinado. – Obrigado. – Disse Jeon, o platinado apenas assentiu e fechou a porta. Jeon foi em direção ao seu espelho, o qual pegou do humano moreno que havia jogado fora, vendo seu reflexo abatido. O acastanhado se perguntava o por que de alguém jogar fora uma coisa que dava para ver a si mesmo a com detalhes tão bonitos, e com esse pensamento seguiu em direção a sala de banquete. Mesmo estando decepcionado com seu pai e completamente triste por não ver o humano e por não ouvir sua bela voz.

Jeon e sua família estavam na sala de banquete junto com a família da prometida de Jung Kook, quase todos conversavam e sorriam entre si, à não ser Jeon, Tae Hyung e sua prometida, o clima parecia desagradável para ambos. – Filho, por que não conversa com sua futura esposa? – Diz o pai do acastanhado, fazendo o qual se perguntar como seu pai era tão sínico assim. Como não havia saída e todos estavam olhando para Jeon e sua prometida, o acastanhado olhou para todos presente ali e parou o olhar em sua prometida, vendo que a qual estava intimidada com toda aquela tensão. – Então, você está bem, Lalisa? – Jeon pergunta, tentando descontrair todo o clima pesado que havia ali. – Estou bem. – Diz ela, enrolando uma mexa de seu cabelo entre os dedos. Jeon achou a sereia má educada, já que não o perguntou como ele estava também, apenas mexeu a língua dentro da boca e voltou a comer. A sereia ao seu lado não parou de olha-lo por um só minuto, Jeon já estava ficando incomodado com isso. – Pode parar de olhar para mim por pelo menos alguns segundos? – Jeon disse e a sereia riu irônica. – Não vejo problema nisso, quando estivermos casados, vou olhar você pelo resto da vida, amor. Imagina nós dois em nossos tronos, não seria incrível? – Soltou Lalisa, fazendo com que Jeon fizesse uma cara de nojo. Não era a primeira vez que a sereia dizia esses absurdos, mas Jeon sempre se surpreendia com a ousadia da sereia. TaeHyung, vendo toda aquela situação, se levantou da mesa. – Estou sem apetite, peço licença ao senhor meu pai para retirar-me. – Disse o platinado, seu pai apenas assentiu e Tae Hyung voltou seu olhar para Jung Kook. – Se não se incomodarem, peço também para retirar Jung Kook por alguns minutos, quero ter uma conversa com ele. – O pai deles apenas olha para JungKook, desconfiado, e assente com a cabeça, voltando a conversar com os pais de Lalisa. Jeon se retira daquele ambiente junto de Tae Hyung e o qual o guia até seu quarto, fechando a porta atrás de si. Jeon desconfiava do irmão, o mais velho raramente o chamava para conversar ou algo desse tipo.

O platinado nadou lentamente até Jeon, ficando em sua frente. – Você sabe que não precisa viver desse jeito, não sabe? – Disse o platinado, sua expressão era preocupada e Jeon sabia, sim, que não precisava viver daquele jeito. – Eu não estou amando ninguém, Tae Hyung, e mesmo que estivesse, não quero formar uma guerra entre nosso reino e o reino doce, e muito menos quero ser a causa das mortes de sereias inocentes. – Disse o mais novo, fazendo o platinado suspirar. – Aquela não foi a primeira vez que vi você observar aquele humano. – Sussurrou Tae Hyung, fazendo Jeon se espantar. – Como assim? – Perguntou o acastanhado com um tom de voz elevado. – Silêncio! Paredes têm ouvido. – Disse o platinado e Jeon assentiu, tentando manter a calma. – Eu até pensei que você tinha parado de ver aquele humano após um ano, mas a três dias atrás, eu vi você faltar aula para ir vê-lo, e descobri que, na verdade, você nunca parou de ver o humano. – Tae Hyung sussurrava e mantinha uma expressão impassível, dificultando o acastanhado a saber se ele estava decepcionado, triste ou com raiva de si. – Ninguém, por mais louco que fosse, espionaria alguém por um ano sem ter interesse algum nele. – Tae Hyung suspirou e olhou para o lado, Jeon não sabia o que fazer e nem muito menos o que dizer, o acastanhado estava confuso por demais. – O que eu estou tentando dizer, Jung Kook, é que acho que você está começando a ter sentimentos fortes por aquele humano. – Tae Hyung disse e baixou sua cabeça, Jung Kook já não sabia como reagir a nada que o platinado dissesse, estava em êxtase, nem sequer conseguia pensar direito. Jeon suspirou e levantou a cabeça de TaeHyung, encarando o mais velho. – Tae Hyung, eu não sei o que dizer. Obrigado por você se preocupar comigo, você é um ótimo irmão apesar de quase não demonstrar isso. – Diz o acastanhado e Tae Hyung assente. – É que eu me preocupo com você. Não quero que passe o resto da vida infeliz e muito menos que quebrem o seu coração que nem fizeram comigo. Por isso se você amar aquele humano tem uma chance de não passar o resto de sua vida infeliz. – Diz o platinado, Jeon se comove com aquilo e fica surpreendido, seu irmão nunca foi assim. Jeon abraça forte seu irmão e, depois que Tae Hyung se acostuma, o mais velho o abraça. – Eu te amo, Tae Hyung. Obrigado. – Diz o acastanhado e o platinado sorri. – Eu também te amo. Agora, me solta. – Diz o mais velho e ambos se soltam do abraço. – Agora vá e descubra o que sente. – Diz o mais velho e Jung Kook hesita. – Mas e o banquete, e o papai? – Fala o mais novo, negando e fazer aquilo e nervoso. – Eu invento uma desculpa para o papai e para a família de Lalisa. – O platinado faz uma cara feia quando se refere a Lalisa, fazendo o acastanhado sorrir. – Ok, obrigado, Tae Hyung. – Diz o acastanhado sorrindo. – Tudo bem, agora vá. – O acastanhado assente e abre a janela de coral, e sai nadando rápido até o início daquele mar enorme.

Quando o acastanhado chega a superfície, fica entre as grandes rochas, mas não vê o humano, o que era raro de se acontecer. Um tempo depois, o acastanhado ouve uma voz doce cantando uma música triste, e o acastanhado já conhecia muito bem aquela voz.

No limit in the sky that I won’t fly for ya

(Não há limite no céu que eu não ultrapassaria por você)

No amourt, of tears in my eyes that I won’t cry for ya, oh no

(Não há limite de lágrimas nos meus olhos que eu não choraria por você, oh, não)

Jeon conhecia muito bem aquela música, havia escutado apenas uma vez, mas era o suficiente para ele, pois aquela música era tão bonita e, naquela fase, o definia tão bem. Jeon então olha para o humano, que está deitado na borda de seu iate de pequeno porte e mexia na água com sua mão esquerda, e, nervoso, começa a cantar a outra parte da música.

With every breath that I take I want you to share that air with me

(Em cada respiração que dou, quero que você compartilhe o ar comigo)

There’s no promise that I won’t keep I’ll climb a mountain, there’s none too steep

(Não há promessa que eu não manteria, eu escalarei qualquer montanha, nenhuma é alta demais)

Quando Ji Min ouve aquela voz, achou que estava louco, quem mais além dele estava no meio daquele mar? Só havia o pequeno iate de Ji Min naquele meio, mas mesmo assim, o moreno desceu de seu barco e nadou até entre as enormes rochas, de onde vinha aquela bela voz. Quando o moreno ficou entre as rochas, viu um garoto de cabelos castanhos, Ji Min achou estranho ter alguém por aquela parte, mas mesmo assim sorriu para o acastanhado. Ji Min, por mais que achasse aquilo estranho, começou a cantar outra vez.

When it comes to you, there’s no crime

(Quando se trata de você, não há crime algum)

Jeon sorri com aquilo e fica animado quando vê o humano moreno interagindo consigo e começa a cantar também, dando continuação a música.

Let’s take both of our souls and intertwine

(Vamos pegar nossas almas, e entrelaçá-las)

Ambos sorriem entre si e se encaram. – Olá! Qual é o seu nome? – Perguntou o moreno educadamente, o acastanhado começou a ficar nervoso e ruborizar, não sabia como reagir em frente à um humano, muito menos se o qual soubesse que o acastanhado é uma sereia. Ji Min via apenas do peitoral de Jung Kook para cima, não havia como ver a calda do garoto. Jeon abriu a boca na tentativa de formular uma frase, mas nada saiu. – Você não sabe falar? Meu nome é Park Ji Min. O que está fazendo por essas partes do oceano? – Perguntou o moreno outra vez, pequenas ondas se formaram e molharam seu rosto, fazendo Ji Min estranhar, aquela parte do oceano não havia ondas, muito pelo contrário, era até calma demais. O moreno sorriu ao ver a situação em que o garoto de cabelos castanhos se encontrava, estava tímido e ruborizado, mas sorria largo para o moreno, fazendo o qual sorrir também. – Você sabe falar? – Park perguntava enquanto fazia gestos, pois era fluente em língua de sinais, o garoto de cabelos castanhos riu baixinho e o encarou, em seguida, afirmou com a cabeça, confirmando a resposta do moreno. – Ah, que bom. Então, por que você não me responde? – Perguntou Park e inclinou sua cabeça para o lado direito, ainda mantendo seu olhar fixo nos olhos do garoto de cabelos castanhos. – Meu nome é Jung Kook, Jeon Jung Kook. – Respondeu o acastanhado e Ji Min sorriu. – Seu nome é lindo. – Disse o moreno e Jung Kook sorriu envergonhado. – O seu também é muito bonito. – Disse Jeon olhando fixamente os olhos de Park. O moreno ainda não sabia o por que de Jung Kook estar por aquelas partes e ainda mais dentro daquela água fria do oceano. – O que faz por essas partes? – Perguntou o moreno chegando mais perto de Jeon, que nadou para trás e se assustou. Jung Kook se perguntava o que responderia e o que faria agora. – Vim apenas para apreciar à vista e aliviar um pouco a tensão. – Ji Min sorriu com aquela resposta. – Você também? – Perguntou Park outra vez e Jeon assentiu. O moreno estava feliz por haver conhecido alguém além de si que ia naquele lugar para aliviar os sentimentos pesados e apreciar à vista. Jung Kook apenas apreciava aquele sorriso, que julgava ser o mais dócil e lindo de todos, que vinha do moreno a sua frente.

O humano fazia com que Jung Kook se esquecesse de todos os problemas que tinha, e aquele sorriso vindo dele fazia que o acastanhado esquecesse de tudo ao seu redor, era como se estivesse em um universo paralelo e que só houvesse eles dois presentes ali. Ji Min ouviu seu celular tocar de dentro do barco e desfez seu sorriso. – Desculpe-me, eu queria poder ficar mais por aqui e te conhecer, mas eu realmente tenho que ir. – Disse Park sorrindo de canto de boca, Jung Kook apenas assentiu triste e viu o humano ir em direção ao pequeno iate. Jung Kook se surpreendeu ao ver o humano virando-se em sua direção e sorrindo. – Quer vir comigo? Sabe, pegar uma carona até a terra firme. – Jung Kook sorriu, o humano ainda não sabia que Jeon era um tritão, então, o acastanhado negou com a cabeça. – Não, obrigado. Vou ficar mais um pouco por aqui. – Jeon disse e Park assentiu. – Ok. Tome cuidado. Adeus, espero te ver outro dia. – Park disse sorrindo e subiu em seu iate, em seguida, partindo para terra firme. – Você vai me ver. – Disse Jung Kook baixinho e seguiu em direção ao seu futuro reino.



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