História Merman - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts, Hoseok, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Namjin, Namjoon, Seokjin, Suga, Taegi, Yoongi, Yoonmin
Exibições 188
Palavras 3.212
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aqui estou eu com mais uma fanfic para vocês...
Como sempre, com um assunto bem doido e bem diferente (nem tanto)
Espero que gostem, e eu gostaria de mandar um abraço para ~JiminDeMorango e dizer que eu amo por demais a fanfic "Miau?" dela, que é SugaMon (desculpa, eu tinha escrito Namjin aquiu sdhiahsdiihsahshisdahidhiasaihsddsa) :3
Beijos, e boa leitura <3

Capítulo 1 - O dia em que eu acabei me perdendo em uma ilha


♒ Hawaii - Estados Unidos ♒

Tenho pouco a dizer a respeito da minha chegada ao Hawaii. Desde que meus pais se divorciaram, minha vida mudou de uma forma bem radical. A vida sim, eu não. Min Yoongi não muda por causa de uma separação. Ela queria que eu ficasse com ela, mas ele levou minha irmã junto, e eu decidi que iria também. Primeiro, porque eu adorava ele e segundo, porque, diferente da maioria das pessoas, eu sou completamente louco pela minha irmãzinha. Faria qualquer coisa por ela, até mesmo ficar longe da minha mãe.

O que não é uma tarefa difícil, já que ela é o que pode se chamar de PRHM, ou, na língua dele: Possessiva, racista, homofóbica e mimada. E ele, é simplesmente, o melhor pai do mundo. Apesar de ser bem liberal, ele é responsável e sempre se preocupou comigo, embora que eu seja esse pequeno cubo de gelo que sou. E isso, acima de tudo, é o que me faz considerá-lo o melhor e assinar embaixo a cada coisa que ele decidia.

Até mesmo quando ele decidiu se casar de novo com uma mulher que, assim como nós, era da Coréia do Sul, e havia se mudado para o Hawaii há pouco menos de dois anos com os dois filhos: Kim Namjoon e Kim Seokjin. Um, o completo oposto do outro. Mas isso não os impedia de se darem extremamente bem, o que era estranho para dois irmãos quase da mesma idade. Mas, eu não vou reclamar já que minha relação com minha pequena irmãzinha é praticamente a mesma.

Depois que ele se casou com a senhora Kim, compramos uma casa maior, e fomos morar, todos juntos à beira mar, onde os dois tinham aberto um restaurante para os turistas e pessoas que frequentavam a Halona Cove, que era a praia que ficava entre as quinze mais bonitas de lá. Depois de um tempo, o restaurante ficou tão famoso, que foi a sede de um dos campeonatos de surfe anuais que aconteciam naquela praia. Namjoon era um surfista praticamente profissional, e participou, ficando em segundo lugar. Foi a primeira vez que eu o vi surfar de verdade, e eu achei incrível. Então, ele me ensinou.

E eu amei.

A sensação da água batendo contra minha pele, o frescor da brisa marinha, o cheiro da areia molhada que ficava à beira da praia, a sensação dos meus pés firmes da prancha e a impressão de liberdade em meio àquela imensidão azul. Era incrível.

E é muito difícil impressionar Min Yoongi.

Teve um dia, em que Namjoon e eu estávamos surfando, quando resolvemos voltar à superfície e ouvimos algumas pessoas falando sobre uma tal de ilha Nalowale, que, na língua nativa, queria dizer algo como “ilha perdida” ou “ilha do desaparecimento”. Na hora, não entendemos, mas depois, Jin nos explicou que estavam falando de uma ilha que ficava localizada praticamente no meio do alto mar, e que vários surfistas, nadadores e até mesmo turistas haviam se perdido por aquelas bandas.

Alguns leigos diziam que era uma maldição, mas na concepção de Jin, as pessoas realmente se perdiam em alto mar e ficavam à deriva até morrerem e acabarem se decompondo por ali mesmo. Era algo um tanto mórbido, mas era bem plausível, já que as pessoas só diziam que iam para aquela ilha, porém, ninguém nunca tinha voltado para dizer se tinham ao menos chegado até lá.

E foi aí que Namjoon e eu nos olhamos e lançamos um sorriso cúmplice. Já havíamos arrumado nossa aventura de verão.

Ou, pelo menos achávamos que havíamos achado, já que Jin, como o bom irmão mais velho que era, conseguiu nos convencer de não ir. Primeiro, convenceu a Namjoon, que fazia absolutamente tudo o que ele mandava, depois, me convenceu, dizendo que, com o péssimo sentido de direção que eu tinha, seria o primeiro a morrer.

Foi difícil me convencer, mas ele conseguiu.

Bom, só por hora.

Já que é muito difícil convencer Min Yoongi a ficar quieto.

Era quase meio dia quando resolvi que iria, sim para o tal Nalowale, e ninguém iria me impedir. Assim que terminei meu almoço, peguei a lancha do meu pai e o disse que iria dar uma volta pelo mar, e ele me disse o que todo pai responsável diria ao seu filho:

— Se arranhar a pintura eu te enterro de cabeça para baixo na areia. – E voltou a correr atrás da Chae para dar comida a ela. Chae é minha irmã mais nova de cinco anos. Todos sempre disseram que ela é a minha cara, assim como minha mãe, mas eu, particularmente, sou mais branco. Mas, depois que eu venho surfando quase sempre, eu tenho estado mais rosa do que branco, apesar de eu praticamente me cobrir dos pés à cabeça com protetor solar fator cinquenta.

Bom, eu peguei as chaves e rumei em direção ao alto mar. Foi meio complicado achar o caminho para aquela maldita ilha, e eu agradeci mentalmente por dois motivos que envolviam meu celular:

1-         Ele tinha GPS.

2-        Era à prova d’água.

Eu não me perderia ali, só queria achar a bendita ilha, tirar umas fotos e comprovar que de amaldiçoada, ela não tinha nada. Depois de quase uma hora inteira no mar, procurando a bendita ilha, eu finalmente a achei, e, quer saber? Nada demais.

Bom, foi isso o que eu pensei assim que a vi, mas, quando eu vi que ali, havia um pequeno vórtice que se formava perto das pedras, me assustei, e acabei desviando a lancha sem querer, e afundei com tudo na areia, caindo em cima de uma pedra que tinha ali perto. E foi aí que eu apaguei completamente, mas não antes de olhar para a pintura dela e chegar à conclusão de que, se eu sobrevivesse, meu pai me enterraria de cabeça para baixo na areia da praia.

Mas, eu sobrevivi, e estou aqui para contar a história de como meu verão no Hawaii passou de maneiro, pra incrivelmente espetacular, e para dizer que, se alguém me contasse que, da pior parte do mar, viria a melhor parte da minha vida, eu não acreditaria.

E que eu também não acreditei quando vi aquele par de olhos vidrados em mim, aquele corpo levemente inclinado sobre o meu, e o ar assustado, porém completamente envolvido, com o qual a pessoa mais linda que eu vi na minha vida estava. Foi realmente estranho, já que, assim que abri meus olhos completamente, ele andou para trás e se encolheu atrás de uma pedra. Sentei, sentindo uma leve dor na minha nuca, e esfregando o local.

— Estou vendo você. – Falei, olhando diretamente para aquele estranho e lindo garoto, que permanecia me olhando com os olhos levemente arregalados. – Como chegou até aqui? – Perguntei, me levantando, e andando até ele, mas ele apenas se encolheu ainda mais contra a rocha e fez uma careta, como um gato que faz aquele barulho e se eriça completamente, antes de te dar uma arranhada que vai te fazer se arrepender eternamente por ter nascido para mexer com ele. – Calma. – Balancei as mãos na frente do corpo e fui me aproximando lentamente. Ele apenas ia ainda mais pra trás e ameaçava de forma muda, me atacar. – Sorri, me agachando. – Ei. – Falei. – Calma... Não vou te machucar. – Estendi a mão. Ele ficou olhando para a minha mão, e depois olhou para mim, vendo meu sorriso, e voltando a ter a postura normal, sem se encolher, porém, ainda se escondia atrás da pedra. – Sou o Yoongi. E você?

Ele não disse nada, apenas se aproximou e ficou me encarando. Os cabelos eram levemente loiros e os olhos iam de um tom azulado para verde, que parecia mudar, assim como a cor da água, dependendo da hora do dia. Estava sem camisa, apenas com uma calça, que parecia uma segunda pele, de tão colada que estava no corpo. Era azulada e parecia ser feita de escamas que refletiam a luz do sol. Suas coxas marcadas pela roupa, eram grossas e seu abdômen era levemente marcado com algumas elevações. Músculos. Sua pele era levemente bronzeada, os olhos assinalados por algo que se assemelhava a um delineador um tanto leve e a boca era fina, porém bem desenhada. Ele era mais alto que eu, seus ombros eram largos e sua clavícula era bem marcada.

Como eu disse: era a pessoa mais linda que eu já tinha visto em toda a minha vida.

Ele ainda me olhava, como se me analisasse, como se quisesse me estudar.

— Yoongi. – Repeti, apontando para mim. – Min Yoongi. – Ele entortou a cabeça para o lado esquerdo, em um gesto adorável, e ficou me olhando, confuso. – Min Yoongi. – Apontei novamente para mim. – E você? – Então, apontei para ele. Ele ficou olhando para a ponta do meu dedo e novamente, seu olhar era focado em mim. – Não entende o que eu falo, entende? – Perguntei.

Mais uma vez, nada.

Me aproximei mais, só que dessa vez, ele não recuou.

— Qual seu nome? – Perguntei em inglês. Ele não pareceu entender. – Qual seu nome? – Em coreano. Mais uma vez, nada. Tentei falar em libras, e ele não pareceu prestar mais atenção em nada a não ser nos meus dentes. – Como eu vou fazer para voltar pra casa se esse cara não me entende? – Perguntei para mim mesmo, e então eu o vi se aproximar mais ainda, e então segurar meu braço.

Pensei: Fodeu, ele vai me matar, me estuprar ou quem sabe, ele seja um canibal e queira só me comer, mesmo.

— Precisa ir embora antes que eles achem você. – Falou, me olhando nos olhos. – Precisa fugir e voltar para casa antes que aconteça o mesmo que aconteceu com os outros.

— Eles quem? – Perguntei, com os olhos arregalados, e ainda um pouco assustado pelo tom de voz rouco e grave que ele tinha. – Quem é você?

— Meu nome é Taehyung. – Disse, baixo. – Eu não posso falar com você... Não posso. – Ele deu alguns passos para trás. – Precisa ir embora.

— Espera... – Dei um passo para a frente. – Eu não estou entendendo.

— Só... Vai... Por favor.

— E você? O que está fazendo aqui sozinho? Que eu saiba, ninguém mora nessa ilha.

— É uma longa história. – Ele abaixou a cabeça. – Não é como se você fosse acreditar.

— Que tal experimentar? – Falei, e ele fez uma careta.

— Não estou aqui por que quero.... Para falar a verdade, daria tudo para sair desse lugar... Mas eu não posso. – Disse.

— Por que não pode?

— Você não pode saber. – Falou, por fim. – Vá para casa antes que eles sintam seu cheiro e venham te matar. Você viu demais.

— Está me assustando, Taehyung. Vamos, me diz... Quem é você e de onde você é?

— Eu não sei se devo confiar em você.

— Bom... Eu não pareço uma pessoa legal?

— Parece...

— Então? Pode me contar, eu sou legal. Prometo que não vou dizer para ninguém. – Levantei o mindinho. – Juro de mindinho.

Ele entortou a cabeça para o lado.

— Jura de que?

— É uma promessa inquebrável. – Peguei sua mão e entrelacei seu dedinho no meu. – Eu juro que o que me contar aqui, nunca direi a ninguém.

Seus olhos, logo brilharam em algo que eu achei parecido com uma inocência fofa e pura.

— Jura? – Ele sorriu. – Então... Eu posso mesmo te contar?

— Pode. – Sorri.

— Tudo bem... – Ele soltou minha mão e então, sentou em cima da pedra. – Eu moro… Morava em uma cidade submarina que fica exatamente embaixo desta ilha, e meu povo tem se prejudicado bastante com a pesca intensiva que acontece por aqui. Durante essa falta da nossa fonte de alimento, que são os peixes, alguns de nós decidiram eliminar os de pernas que vinham aqui acabar com o nosso mantimento, e eu consegui achar você antes que eles achassem...

— Espera... – Apontei pra ele. – O que quer dizer com isso? Está me dizendo que você é tipo... Uma sereia?

— Tritão. – Corrigiu. – Sereias são as fêmeas. – Disse, e sorriu. – Eu sou macho.

— Eu percebi isso. – Falei, da forma mais óbvia possível.

Taehyung sorriu mais uma vez, exibindo os dentes bem alinhados e então, prosseguiu:

— Eu sou um tritão, como eu já falei. Eu meio que sou mais ou menos isso, sou híbrido. Já que minha mãe era uma sereia, e meu pai, um humano. Depois que o povo lá de baixo descobriu que eu me transformo em humano quando saio de dentro da água, eles começaram e me julgar e dizer que, logo, logo, eu traria desgraça para eles, e traria mais humanos comigo. Eles me mandaram embora de lá, e eu não tenho como sair daqui, já que se eu for nadando, eles me prendem.

— Então, você sobrevive como?

— Eu tenho que me virar com as frutas.

Franzi o cenho e ele então, mexeu um pouco com os cabelos e então, eu acabei suspirando. Ele então, olhou para mim, novamente com aqueles olhinhos brilhando.

— Yoongi...

— O que?

— Poderia me tirar daqui e me levar com você?

— Por que eu faria isso?

— Porque eu te salvei e por que você parece ser bem legal. Olha... – Ele levantou o dedinho e puxou o meu. – Eu juro de mindinho que vou me comportar. – Disse, com um sorriso, que fazia seus lábios formarem um retângulo.

— Tá, e o que eu ganho se te levar comigo?

— Eu.

— Nossa, que coisa, eu ganho um estranho de presente e ainda vou ser enterrado de cabeça para baixo pelo meu pai. – Falei, encarando a lancha. Mas, o grande arranhão na pintura, não estava mais lá.

— Que tipo de pai enterra o próprio filho de...

— Como assim eu não estraguei a lancha do meu pai?

— Ah, isso aí? Eu consertei, estava completamente atrofiada.

— Foi você quem consertou, Taehyung? – Perguntei, e ele assentiu, de forma infantil.

— Como fez isso?

— Minhas escamas.

— Elas fazem isso?

— Sim. Elas consertam tanta coisa, que você nem imagina. Sou bom em muita coisa.

— Eu imagino. – Procurei as chaves com os olhos, e vi que ela ainda estava presa na lancha. Graças a Deus... – Tudo bem... Eu vou te levar comigo.

Eu não sei explicar como foi reconfortante ver o sorriso que ele esboçou. Aquele cara era realmente encantador, e parecia legal. Não parecia que iria me matar ou coisa do tipo, até por que, deveria ser horrível ficar isolado em uma ilha sendo obrigado a comer frutinhas para sobreviver.

Eu sabia de duas coisas:

1- Taehyung não conhecia ninguém além de mim da superfície, então, obviamente, teria que ficar comigo até eu arrumar um lugar pra ele morar.

2- Eu teria que inventar uma história bem convincente para explicar um cara estranho indo morar comigo.

Se bem que, meu pai nunca me perguntava muitas coisas, e ele sempre acreditava muito em mim. O problema tinha nome. Nome e sobrenome:

Kim Seokjin.

Ele perguntaria absolutamente tudo para Taehyung, e eu deveria estar preparado para responder ou prepará-lo, caso meu irmãozinho mais velho começasse seu interrogatório.

— Tudo bem, Taehyung… - Falei, sentando na lancha e rodando a chave. O chamei com a mão e ele repetiu o movimento, sentando-se atrás de mim e envolvendo minha cintura com os braços longos e aparentemente fortes. Senti algumas escamas repuxarem na minha canela, e vi que sua perna estava encostada na minha. - Eu vou explicar algumas coisas pra você, okay?

Ele assentiu como uma criança, e eu puxei a lancha com o pé até ela alcançar a água.

— Primeira coisa: você é um humano. Não uma sereia. Humano. Entendeu? - Falei, e ele negou.

— Não sou nenhum dos dois, Yoongi. Sou um tritão.

— Eu vou explicar melhor, pra ver se você me entende, cabeça de truta. - Falei, e dei partida, alcançando a água e então, ele me apertou um pouco mais. - Você vai dizer para meu pai que é um humano. Vai dizer para todos que é um humano, entendeu?

— Não gosto de mentir, Yoongi.

— Se não disser isso, os humanos vão descobrir seu povo. É isso que você quer?

Ele negou, quase freneticamente. - Perfeito. Vai dizer que é um amigo meu da Coréia, e que a gente se fala pela internet. Vai dizer que veio estudar aqui no Hawaii e que tem dezenove anos, que é pra não ter que explicar o motivo de um garoto estar por aqui sem os pais.

— Tenho vinte e um anos.

— Melhor ainda. - Falei, sorrindo, e então, aumentei a velocidade. - Vamos direto pro meu quarto e eu vou te dar algumas roupas pra esconder essas escamas, aí…

— Não preciso de roupas para escondê-las. Eu consigo camuflar elas com a pele, olha! - Em um movimento, olhei de relance, e vi as escamas praticamente entrarem na pele dele, então, ele parecia um humano perfeitamente.

— Mas não pode andar pelado por aí, Taehyung. - Falei, e ele assentiu. - Vamos arrumar um emprego para você no restaurante dos meus pais, pra que você pareça mais normal, entendeu?

— Sim, Yoongi.

Então, foi assim. Eu dizia tudo o que ele tinha que fazer, e depois, perguntava se ele tinha entendido, então ele dizia que sim, e eu explicava outra coisa para ele. E foi então que chegamos à superfície…

— Eu não estou entendendo essa história. – Jin disse, com os braços cruzados e meu pai repetiu o ato.

— Nem eu. – Tae continuava sorrindo para eles dois.

— Ele é meu amigo, já falei. – Suspirei. – Ele vai ficar lá em casa. Qual a parte que vocês não entenderam?

— A parte que você tem amigos. – Namjoon chegou, com um copo de suco e um canudo, entregando para Tae, que sorriu e recebeu.

— Olha, o Taehyung é um cara legal, ele é bem comportado, não é Taehyung? – Perguntei, e ele assentiu, como uma criança. – E ele disse que pode trabalhar no restaurante para ser útil.

— E os pais dele?

— Não tenho. – Ele disse, engolindo o suco. – Vim da Coréia depois que eles morreram, e Yoongi é a única pessoa que conheço aqui.

Gostei dele, sabe inventar mentiras. Vai ser muito útil para mim. Sorri para ele, depois para meu pai.

— Por mim tudo bem. – O mais velho dali disse. – Fico feliz que meu filho tenha achado um amigo. Taehyung, você parece ser um cara legal.

— Viu, Yoongi? Ele disse que eu...

— Eu estou aqui, Taehyung, eu escutei. – Falei, sorrindo ao ver a animação dele.

Logo, meu pai saiu, junto com Namjoon. Eles iam terminar de fazer algo que a mãe de Joonie e Jin pediu.

Por falar nele, ele apenas nos encarava.

— Eu realmente espero que os dois não causem nenhum problema. Lidar com o Yoongi já é difícil... Ter mais um vai ser um desafio e tanto.

— Não liga para ele, Taehyung.... Seokjin tem inveja por que eu sou mais maneiro que ele.

— E você deveria lavar suas próprias cuecas. Pensa que eu não vejo você colocando elas dentro do meu cesto para que eu lave sem perceber?

— O mundo é dos espertos. – Sorri.

— É, mas um dia ele vai ser dos zumbis, e quando isso acontecer, vou te usar como escudo. – Ele disse, e se virou, saindo dali.

Eu soltei uma risadinha, mas Tae parecia horrorizado.

— Meu Deus, Yoongi... Ele é um péssimo irmão...

— Era brincadeira, Taehyung... Ele não vai fazer isso de verdade.

— Que bom, então. – Ele sorriu.

— Tudo bem, agora, eu vou te mostrar meu quarto, e vou arrumar um colchão para você, certo?

— Certo!


Notas Finais


Comentários?
QUEM FIZER MAIS LINHAS GANHA UM BEIJO NA TETA DIREITA (Pq eu sou destra)
:3


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