História Merman - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts, Hoseok, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Namjin, Namjoon, Seokjin, Suga, Taegi, Yoongi, Yoonmin
Exibições 150
Palavras 2.841
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - O dia em que eu acabei brigando com meu irmão mais velho


Hawaii - Estados Unidos

— Elas ficam muito apertadas em você, Tae? – Perguntei, vendo o homem à minha frente assentir, como uma criança, e fazer uma careta.

— São muito coladas, Yoongi. – Ele disse, puxando a camisa mais para baixo.

— Eu não tenho culpa se você é grande. – Suspirei e levei a mão até a testa. – Eu não posso simplesmente pegar uma roupa do Jin ou do Namjoon, eles vão sacar que você, nem mala trouxe.

— O que a gente vai fazer, então? – Taehyung sentou em cima da minha cama e eu fiquei olhando pra ele, tentando achar uma solução.

— Tenho dinheiro para comprar algumas roupas, mas eu não vou gastar tudo. – Falei. – E você vai ter que me devolver quando começar a trabalhar.

— Devolver o que? – Ele entortou a cabeça.

— O dinheiro... – Falei, quase sem paciência.

— Como eu vou devolver o dinheiro, se você vai entregar ele para poder pegar as roupas?

Suspirei.

Das duas uma: ou ele é burro demais, ou só é meio lerdo para entender as coisas.

Prefiro acreditar que ele é lerdo.

Min Yoongi odeia gente burra.

— Olha, quando você receber seu salário, vai me dar o mesmo tanto que eu gastar agora com suas roupas, entendeu?

Ele assentiu, com a cabeça. – Que bom, agora, vou pegar uma camisa bem larga que eu tenho, e vai ter que usar uma calça apertada, mesmo. – Falei, e ele assentiu.

Dentro de alguns minutos, ele estava com uma calça jeans minha, que ficou tão apertada nele, que marcou suas coxas de uma forma um tanto erótica. A minha sorte (ou azar) foi que quando eu entreguei a camisa, que em mim ficava até o joelho (eu usava pra dormir, tá? É muito confortável), cobriu pelo menos uma certa parte que estava sendo marcada até demais.

O sapato, por incrível que pareça, era do mesmo número, então, serviu.

Saímos de fininho pela porta dos fundos, pra eu não ter que explicar o motivo de ele estar usando minhas roupas, e fomos direto para uma loja ali perto.

Compramos cinco camisas, uma calça e duas bermudas.

Por hora, isso deve dar.

Fui até o caixa, e observei a mulher passando as roupas por uma máquina que retirava os alarmes.

— Aloha, Yoongi. – A garota que ficava no caixa disse.

— Oi, Kala.

— Quem é esse? É novo na cidade? – Kalani era a garota que ficava no caixa. Era uma amiga minha, apesar de nunca termos saído juntos como os amigos geralmente fazem, ela apenas gostava de ficar conversando comigo quando ia para o restaurante do meu pai.

— É um amigo. – Me limitei a falar apenas isso.

Ela ficava olhando para o Tae de uma forma curiosa, vendo ele enfiar a mão dentro do aquário grande que tinha ali e ficar cutucando os peixes, com um sorriso quadrado no rosto.

— E quantos anos ele tem? Quinze? – Perguntou, somando algo na calculadora.

— Vinte e um. – Disse eu, tirando a carteira do bolso e esperando ela entregar o total.

— Parece ser tão jovem. – Ela entregou um papel, com a quantidade que eu tinha que pagar, e eu entreguei o dinheiro. – Essas roupas ficam muito grandes em você, não acha?

— São pra ele. – Suspirei, olhando para o homem alto, que insistia em tentar entrar dentro do aquário. – Taehyung, venha aqui. – Falei, e ele rapidamente olhou pra mim, assentindo, meio desapontado, e se projetando atrás de mim. – Essa aqui é a Kalani. – Apontei pra ela.

— Aloha, Taehyung! – Ela sorriu para ele, fazendo os olhos quase se fecharem.

Ahola! – Tae disse, e movimentou a mão.

— Não é ahola, Tae... É aloha. – Falei, dando uma cotovelada breve nele.

— Desculpe, Yoongi. – Ele fez uma cara triste, como se fosse uma criancinha que acabou de ter seu brinquedo tomado.

— Está tudo bem, vamos? – Falei, pegando as sacolas e o entregando.

— Espere! – Kalani disse, buscando algo dentro de uma caixa, ali perto. Ela pegou um daqueles colares havaianos com muitas flores e então, foi andando até Tae, colocando-o em seu pescoço. – Isso aqui se chama lei. – Ela sorriu pra ele e o maior retribuiu. – Significa aloha... É um colar de aceitação! Bem-vindo ao Hawaii, Taehyung!

— Obrigado! – Ele sorriu, muito satisfeito, depois sorriu pra mim.

Confesso que esse garoto tem carisma, e um sorriso muito bonito, por sinal.

— Vamos agora? – Falei, e ele assentiu, me seguindo enquanto eu saía de lá.

Terminei de colocar o colchão no quarto, com a ajuda de Taehyung, e peguei alguns cobertores e um travesseiro grande. Eu disse pra ele que não me importava de ele usar minhas cuecas por enquanto, então, ele estava com uma das minhas box.

— Dá pra’ vestir alguma coisa? – Perguntei, e ele negou.

— Estou com muito calor, Yoongi. – Disse, e então, sentou no colchão. – Na ilha faz tanto frio...

— É, só que aqui, você não pode ficar dormindo de cueca. – Falei, e joguei uma calça de moletom rosa bebê que peguei das coisas do Jin. – Veste isso aqui, pelo menos.

— Qual o problema de eu dormir de cueca? Você é um macho como eu, não precisa sentir vergonha.

— Eu não estou com vergonha, seu imbecil. – Falei, suspirando, e abrindo passagem na minha cama, para me deitar. – Minha irmãzinha costuma ter pesadelos e vem dormir aqui comigo, e se ela te vir assim, pode dar adeus à inocência dela.

— Por que? – Tae perguntou, tentando vestir a calça, mas acabou enfiando as duas pernas no mesmo buraco.

— Ah, minha santa Namaka*... – Suspirei e me levantei, o jogando na cama e tentando puxar o moletom que ficou preso nas duas pernas, mas estava meio difícil. Também, as coxas dele eram tão... Bombadas.... Que prenderam no tecido.

— É por isso que meu povo nada pelado. – Ele disse, e eu suspirei.

— Calado. – Falei, parando, com as mãos na cintura, observando a cena para ver se tinha alguma ideia de como puxar aquilo dali. Estalei os dedos quando algo me ocorreu. – Deita... Eu vou fazer isso ao contrário.

Min Yoongi sempre sabe o que fazer.

Então, ele obedeceu. Sentei em cima do seu peito, de costas para seu rosto, e então, segurei a barra da calça. Comecei a empurrá-la para o outro lado, e ela já estava quase cedendo, quando a porta do quarto se abriu, de repente.

— Yoongi, a Chae pode dormir com... – A esposa do meu pai ficou estática, com os olhos arregalados, olhando para mim e para Taehyung. Eu fiquei tão surpreso, que nem sequer consegui sair da posição.

— Oi, senhora Min! – Taehyung sorriu, e ela apenas acenou pra ele, completamente vermelha.

— O que vocês dois estavam fazendo? – Ela perguntou, receosa.

— Yoongi estava tentando tirar minha calça, mas ela ficou presa... – Ele disse, e eu suspirei, saindo de cima dele.

— Ai meu Deus... – Ela cobriu o rosto.

— Não é o que você está pensando. – Falei, andando até ela. – Taehyung vestiu as duas pernas na mesma parte da calça, sem querer e eu só tentei ajuda-lo a tirar para colocar de volta. – Apontei para Tae, que ainda estava do mesmo jeito. Ele sorriu. – Viu?

Ela suspirou, aliviada.

— Eu quase morri de vergonha, Yoongi. – Ela disse, tocando meu ombro. – Da próxima vez que algo do tipo acontecer, ao menos tranque a porta. Se Jin ou Namjoon virem qualquer coisa que possa ser interpretada errado, eles vão interpretá-la errado. E não é tão fácil convencê-los.

— Sim, senhora. – Falei, e ela sorriu, dando um beijo na minha testa.

— Vou trazer a Chae para dormir aqui hoje, sim? Eu e o seu pai vamos virar a noite no restaurante.

— E Jin e Namjoon?

— Não sei onde esses dois se meteram, já os procurei em tudo que é canto, e não achei nenhum.

— De novo? – Perguntei, e Taehyung já havia conseguido se desprender da calça, e já vestia ela novamente. – Eles vivem dando perdido.

— Eu sei, mas fazer o que? São dois rapazes adultos, não devem satisfação a mim. Se bem que, eles sempre fizeram isso, desde pequenos.

Suspirei.

— Tudo bem, pode mandar a Chae pra cá. Mas é melhor esperar o Taehyung se vestir. Eu chamo ela na sala quando ele acabar.

— Obrigada, querido. – Ela deu um beijo na minha testa, e saiu.

Fechei a porta e olhei para Tae.

A calça estava vestida nele ao contrário, e do avesso.

Suspirei.

— Vamos tentar de novo. – Falei, me aproximando.

Já era ao amanhecer quando todos fomos tomar o café da manhã. Chae estava colocando birra para não comer o cereal, enquanto Jin tentava, a todo custo, enfiar a colher na boca dela, que apenas esperneava e chorava, dizendo que queria ir ver o mar com o novo amiguinho dela.

Adivinha quem é?

— Eu só vou comer se o TaeTae me der! – Disse, de forma birrenta, com as bochechas quase roxas de chorar e os bracinhos cruzados na frente do corpo.

— Para de besteira, Chae! – Jin disse, suspirando. – Olha, eu faço aviãozinho para você!

— Eu não quero aviãozinho! Quero o TaeTae! – Gritou. A única forma de calar aquela boquinha escandalosa, foi quando o Taehyung se levantou para dar comida a ela.

Ele estava nervoso, eu não entendi por que, mas, assim que ele pegou na colher, eu percebi o motivo.

Ele não sabia como se usava uma colher, sendo que ele a segurou como um macaco seguraria. Soltei uma risada baixa.

Jin ficou olhando para ele, desconfiado.

— O que está fazendo? – Perguntou, quando viu Tae pegar um copo vazio que estava em cima da mesa e derramar o leite com os pedacinhos de cereal dentro.

— Estou facilitando a vida da Chae. – Disse, e a entregou. – Te levo pra praia de cavalinho de beber isso antes de eu chegar no dez.

Então ela sorriu, sapeca, e Taehyung fechou os olhos.

— Vamos lá, eu vou começar a contar... 1, 2, 3... – Ela começou a beber desesperadamente, engolindo os pedaços de cereal (que já estavam molinhos por causa do leite), então, quando ele estava do oito...

— Terminei, TaeTae! – Ela disse, rindo, e ele abriu os olhos.

— Viu? – Falei, sorrindo debochado para Jin, enquanto ele olhava meio incrédulo para o tritão em sua frente.

Taehyung sorria inocentemente para meu meio irmão, que apenas suspirou e então, se virou, e saiu andando.

— Qual o problema dele? – Taehyung perguntou, meio desapontado. – Pensei que ele iria ficar feliz.

— Não se preocupe. – Falei, enquanto observava Chae passar o guardanapo nos cantos da boca, limpando o pouquinho de leite que ficou molhado ali. – Jin só é muito coruja comigo, Namjoon e Chae. Ele não confia em você.

— E como eu faço pra ele confiar em mim? – Disse, e pegou Chae no colo, a colocando nas costas e a garotinha se segurou, rindo, divertida.

— Não precisa fazer nada demais. – Me levantei, e peguei uma maçã, enfiando na boca dele e o vendo prender com os dentes, mas sem deixar de olhar para mim. – Só seja gentil com ele e o ajude sempre que possível.

— Pode deixar, Yoongi! – Ele sorriu, assim que tirou a maçã da boca com uma mordida. – Vou fazer tudo o que você me pedir! – Disse, e saiu correndo com Chae nas costas, que ria e gritava algo como “vai, cavalinho”.

Cruzei os braços e fiquei observando o local por onde os dois saíram. Sorri e permaneci assim. Chae só ficava quieta comigo, e sempre queria que eu a desse comida, mesmo quando estava com raiva de mim por alguma coisa que eu fiz ou que não fiz pra ela.

Taehyung tinha um jeito incrível de controla-la, e eu sequer conseguia entender como. Ele era uma pessoa interessante, mesmo não sendo exatamente uma pessoa. Eu estava adorando tê-lo por perto, e já gostava muito dele mesmo sem o conhecer direito. Eu tinha certeza de que seríamos grandes amigos.

E é bem difícil ser amigo de Min Yoongi.

Sorri de uma forma boba, olhando para a porta, quando senti alguém tocar meu ombro.

Me virei, e o olhei.

— Pra onde vai arrumado assim, de manhã tão cedo? – Perguntei a Namjoon, arqueando a sobrancelha, e vendo como ele estava vestido: Camiseta branca social e sapato preto, formalidade essa, que eram quebradas apenas pela calça jeans.

— Ele vai conhecer os pais da namorada tábua dele. – Jin disse, aparecendo do nada, e dando um susto em mim e no meu irmão.

— Ela não é tábua, e não é minha namorada. – O maior disse, suspirando e revirando os olhos. – É minha melhor amiga, e pra sua informação, eu vou junto com o Hoseok. Ele é o namorado dela.

— Não sei por que está dizendo isso pra esse Zé Ruela. – Falei, e apontei pro Jin. – Ele é sua esposa, agora?

— Eu sou seu irmão mais velho, me respeite. – Disse, arfando de raiva. – Eu já estou começando a ficar cansado dessa frescura de vocês três. Namjoon vive dando uma de idiota má influência, você fica trazendo estranhos pra casa e a Chae confia em qualquer um com um sorriso bonitinho.

— Quer falar sobre trazer estranhos pra casa, senhor Kim Seokjin? – Falei, quase rosnando. – Você vive aparecendo com marcas de chupão no pescoço quase todo dia, e fica dando perdido. Nunca apresentou sua namorada pros nossos pais, por que? Será que é por que ela é homem?

— Cala a boca, Yoongi! – Jin deu um passo pra frente, quase avançando, mas Namjoon o segurou.

— Calma, Jin. Você só está estressado, tá? – Ele o abraçou, e olhou pra mim, de uma forma estranhamente compreensiva. – Acho melhor você ver se o seu pai está precisando de alguma coisa.

— Tá. – Falei, suspirando e me virando, caminhando o mais rápido que eu pude pra longe daquela sala.

Jin estava me tirando do sério desde que começou a aparecer com essas marcas em casa. E o pior é que só eu notava isso, meu pai e a mãe dele não pareciam de importar, e Namjoon, era como se soubesse de algo.

Que bela família de malucos eu fui arrumar.

— Está muito audacioso pro meu gosto, garoto. – Falei, quando vi Taehyung rir, enquanto terminava de tirar as roupas e as jogarem na areia, olhando em volta. – Vai lavar essas roupas depois, hein.

Ele sorriu.

— Tudo bem, Yoongi. – Disse, e eu notei que ele sempre terminava a frase dizendo o meu nome quando falava comigo.

Eu até que achava isso legal.

Min Yoongi.

Gosto desse nome.

Ele estava em cima de uma pedra, e então, certificou-se de que não havia ninguém ali, e pulou na água.

Pude ver a transformação enquanto ele caía, as pernas de fundindo, as escamas aparecendo, o final da calda que parecia a asa de uma borboleta... Suas escamas eram um tom verde que lembrava muito a cor de seus olhos. Elas cobriam até uma parte de seu abdômen, refletiam um pouco a luz do sol. Ele saltou para fora novamente, fazendo um movimento como um golfinho, e eu pude ver o quão incrível aquele cara era.

Naquele momento, eu tive certeza que ele era a pessoa mais linda que eu já tinha visto.

Ele era encantador.

Passamos quase uma hora assim, ele nadando, jogando água em mim.... Estávamos rindo e nos divertindo, mas tivemos que sair. Eram quase vinte minutos de caminhada da minha casa até aquela parte da praia, por isso, fomos conversando sobre ele.

— Então, você precisa se hidratar pra se manter vivo? – Perguntei, e ele apenas assentiu.

— Minha pele precisa de água. Meu lado tritão é a única coisa que não me deixa viver completamente na superfície. Então, eu tenho que ficar na água, pelo menos, uma meia hora por dia.

Sorri.

— Que bom que eu moro à beira da praia. – Falei, e ele abriu um daqueles sorrisos grandes e escandalosos.

— Você sorriu. – Disse. – Eu nunca te vi sorrindo de verdade desde que te conheci. – Taehyung tocou minha bochecha. – Gostei do seu sorriso.

— Ah, eu sei disso. – Falei, sorrindo de canto. – Eu sou um arraso, mesmo.

— Com certeza, Yoongi! – Tae disse, animado. – Por que não me fala sobre você?

— Sobre mim? Tipo... O que?

— O que você precisa... Digo... Como humano?

— Ah, digamos que as necessidades humanas são... Comer, dormir, exercícios físicos, estudar, socializar, amigos, namorados, um casamento, talvez. Aliás... Outras pessoas com quem ele possa dividir a vida, sabe? Eu acho que a necessidade mais básica de um ser humano, são os outros humanos.

Ele abaixou a cabeça, e sorriu.

O sorriso era diferente, parecia desapontado.

— O que foi? – Perguntei, e ele negou com a cabeça. – Vamos, Taehyung, eu disse que pode confiar em mim, lembra? – Levantei o dedo menor. – Prometi de mindinho.

Ele virou o rosto na minha direção. Estava corado?

— Em Nalowale, é cada um por si. Nunca tive alguém que se importasse de verdade comigo... Quando mataram a minha mãe por ter tido um filho com um humano... Eu fiquei completamente sozinho, e eles teriam me matado se me achassem...

— Não se preocupe... – Falei, e toquei seu ombro. – É cedo demais pra dizer, mas você já tem alguém que se importa com você. E pode ter certeza que eu e a Chae já adicionamos uma nova necessidade na nossa lista básica...

Falei, num tom animado.

Ele entortou a cabeça pro lado.

— O que?

— Um híbrido de sereia. – Falei, e sorri. – Agora fique feliz, por que eu não gosto de te ver pra baixo.

 


Notas Finais


Já deu pra ter uma ideia de como é a relação do Namjoonie e do Seokjin? :3

COMENTEM POR FAVOR, AMO VCS <3
XOXO

U GOT NO JAMS


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