História Mesas Eternas - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Annie Leonhardt, Armin Arlert, Connie Springer, Eren Jaeger, Levi Ackerman "Rivaille", Mikasa Ackerman, Personagens Originais, Petra Ral, Sasha Braus, Ymir
Tags The Vampire Diaries
Visualizações 17
Palavras 1.761
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Eu não sei se já tirei, mas, a fanfic terá um salto no tempo que prejudicará todos os personagens que até agora apareceram. Eu estou muito ansiosa para tacar o terror HUAHUAHUAHUAHUA -q

Capítulo 11 - Agora - Mais Intenso


POV's Levi

A mãezinha da minha doce submissa é sem dúvidas, um amor. Muito embora eu tenha odiado a maneira que ela me olhou. Uma pena! Se eu não fosse tão clemente, eu teria agarrado seus pescocinho. Odeiam que me olhem como se eu fosse alguém tão maléfico.

 

Ela me deu o total acesso para que eu entrasse naquela casa. Os pais de Mikasa tomaram sua atenção e admito que, estou começando a me arrepender de ter trazido-a aqui. Tanto que, me deixaram na porta e foram para a mesa conversar com a filhinha do coração deles. Merda! Eu poderia deixar a porta aberta para que os ladinos adentrassem e roubasse-a. Mas a minha querida morena está aqui, não vou submetê-la a esse perigo, embora eu goste de imaginar como seria.

— Você quer comer algo, rapaz? Precisa de alguma coisa? — Ah, sim! Eu preciso que deixem a minha doce submissa em paz e me deixem ir para o quarto mais próximo com ela.

— Eu estou cansado, apenas. Não estou com fome. — Respondi, não são tão burros ao ponto de não me deixarem dormir aqui depois dessa. E para minha felicidade, o pai da garota ofereceu abrigo essa noite, já que estava muito tarde e não haveria nenhum local aberto para que me deixassem ficar. Ótimo, melhor ainda que seria no quarto da morena, pelo que eu ouvi, não tinha outro.

 

O tempo passou, Mikasa tomara um banho antes de deitar-se. Em seu quarto, tinha uma maravilhosa cama, imensa. Seus pais não pareciam ser uns coitadinhos, afinal. Aproveitando a ida de Mikasa ao banheiro, tive o prazer de ir até os pais da minha amada e compeli-los para que não ligassem se ouvirem algum barulho saliente.

FLASHBACK

Primeiro a mulher, minhas pupilas se dilataram e ela parecia ceder. Antes estava sem entender, agora que eu estava compelindo-a ela parecia tranquila.

— Você vai dormir agora, se ouvir algum barulho saliente vindo do quarto de sua filha, ignorará e imaginará que isso ocorre nas ruelas do vilarejo. Coloque algodão em seu ouvido, irá ajudar.

E depois disso, o papai. Assim como a esposa, ele obedeceu minhas regras. Esse é o melhor em ser vampiro, você pode compelir quem quiser e quando bem entender.

FLASHBACK [OFF]

Mikasa desceu o único degrau que lhe permitia o acesso ao seu quarto, e fechou a cortina de seu quarto. Nem imaginava o que aconteceria agora. Ou imaginava já que, naquela imensa e deliciosa cama portadora do seu aroma doce estava um Levi despido, sem as roupas superiores.

Eu vi que ela corou, seu sangue subiu para suas bochechas assim que viu aquela cena. Não me contive, umedeci meu lábio inferior e a coitadinha ficou mais vermelha que seu próprio sangue.

— Apague a luz. Ela me deixa incomodado. — Mesmo que eu estivesse carregando o anel da luz do dia em meu dedo indicador do palmo destro, ainda podia sentir incômodo com a claridade. Só queria que o escuro predominasse e nós dois, pelo menos eu, aproveitasse aquela aventura. Ela não sabia que eu compeli seus pais, então, ficaria com medo de fazer algum barulho essa noite.

Ela fez o que eu pedi. Podia sentir que ela se aproximava cada vez mais, e mais outra habilidade minha era poder enxergar melhor que os humanos no escuro. Ah! Mikasa era simplesmente perfeita, em todos os sentidos. Me deixava atiçado e doido para usufruir de seu corpo. Tocar aquele corpinho desnudo e poder sentir suas perfeitas curvas. A nossa última noite foi deliciosa, ela estava mais entregue a mim e eu espero, por todas as vítimas que mordi, ela voltasse a se entregar a mim daquela mesma maneira. Que fosse tão atrevida quanto uma gata no cio. Sim, eu quero que a morena explore cada parte do meu corpo.

Talvez eu esteja ficando louco, nunca deixei que alguém sequer me tocasse, eu abro exceções com Mikasa que nunca abriria com Petra. Somente com Mikasa. É algo louco e completamente inexplicável, eu não quero, mas algo me puxa e me faz almejar cada detalhe do magnífico corpo da morena. Eu deveria estar mantendo-a aprisionada num cativeiro trancado à sete chaves, mas não! Eu concebi a ela um reencontro com seus pais. Uma pena que terá que voltar de novo para as trevas e o sombrio reino, basicamente, Martel, a minha e a sua casa.

Não hesitei em sobrepor meu corpo ao dela ao ter certeza que ela ficaria deitada naquela cama. E também não pensei duas vezes antes de retirar aquela roupa. Meus lábios percorreram uma trilha calma pela sua barriga... coxas... Eu podia sentir a inquietação de seu corpo. Admito, gosto de vê-la assim. Ela que não se atrevesse a me impedir de fazer isso. Seu corpo lhe encolhia e ela tentava não arfar, como previsto, ela estava com medo que seus pais pudessem ouvir. Mal sabes que foram compelidos.

Tsc! Agora estou começando a me arrepender, eu quero ouvi-la gemer... Seus gemidos me deixam com um tesão que nenhuma fora capaz de provocar em mim. Mas, eu gosto de desafios. Eu duvido muito que ela vá conseguir conter-se por muito tempo. Conhecendo o seu tipo, ela é muito sensível em questões semelhantes.

Vamos lá, meu doce. Pouco a pouco, meus lábios foram subindo cada vez mais em sua coxa, indo em direção ao intimo desta que estava sendo coberto por um maldito pano. Tirando isso, lhe dei um prazer intenso ao beijar seu intimo por cima dos panos. Ela fora levada, literalmente, às alturas. E como previsto, não contou seus arfos... Deliciosos arfos...

Como previsto, não me contento com tão pouco. Eu quero ouvi-la chamar meu nome de todas as formas. Ela estava completamente nua em minha frente, seu rosto ruborizado e seu corpo se remexia uma ou outra hora de puro êxtase. Só de tocá-la já sentia seu corpo arrepiado. Minha mãos, aos poucos ia deslizando numa trilha perfeita até sua vagina. Encostei meus dedos para sentir a sua umidade e como eu previa, ela estava molhada. Eu não esperava menos. Tendo isso em mente, não pensei duas vezes antes de enfiar dois de meus cinco dedos em seu intimo. Ela é sensível, e simplesmente por isso, eu a ouvi gemer de uma forma manhosa, indicando que estava gostando. Seu corpo pedia por mais. Agora eu estava vendo-a se transformar em uma leoa.

Já podia sentir seu corpo emanar puro prazer e um desejo de que eu prosseguisse. É claro... Seu desejo é uma ordem. Meus dedos se gesticularam em movimentos de "vai e vem" em uma perfeita lentidão. Ela estava ficando cada vez mais molhadinha e cada vez mais excitada. Tanto que, suas mãos não tardaram em se mover até o meu palmo que se movia para dentro e para forma conforme eu lhe penetrava os meus dedos. Ela me obrigou a parar. Não entendi bem o motivo disso, afinal, ela estava gostando, tanto que pareceu esquecer completamente da existência dos seus pais naquela casa.

Ah! Agora eu entendo... Ela não gosta de preliminares, ou só estava ansiosa demais para o próximo passo. Foi involuntário não sorrir malicioso para aquela reação. Pressionei meus lábios contra os seus e nós dois nos demos a permissão de invadir um a boca do outro com a língua e fazê-las dançar em um ritmo assustadoramente excitante. Ela sabia beijar, muito bem. Me pergunto se já tivera experimentado isso antes, no entanto, só quem faz isso são as mulheres da vida. Nenhuma jovem como Mikasa beija um homem antes do casamento. Eu acredito que seja um dom único. Sem contar que... sua boca tem um gosto doce, assim como o seu sangue. Me faz querer nunca mais largar esses tão delicados lábios. Todavia, eu larguei, dessa vez experimentarei ser mais carinhoso na sua intimidade que por fim fora alcançada já aos beijos e chupões. Eu a senti estremecer ao toque e de forma desesperada, ela começou a acariciar meus de forma delicada, me atrevi a tentar retirar-me dali, mas a maldita puxou meus fios negros me fazendo urrar.

Esse puxão doeu um pouco, não terei piedade com a sua sensibilidade intima. Eu mordi os seus lábios de baixo, e ela deixou escapar um grito nem tão alto. Está me deixando louco! Quero fodê-la logo. Pelo sangue mais poderoso! Essa mulher me instiga a querer trepar toda hora. — Minhas roupas foram retiradas em uma velocidade fugaz, eu podia ver o rosto de Mikasa mais vermelho, como se todo seu sangue tivesse subido para as bochechas. Se antes sua boca estava fechada, sem deixar escapar um arfo, agora estava aberta deixando escapar todo o ar que tinha nos pulmões, literalmente.

Assim que minha carne invadiu sua intimidade, nós dois gememos em uma sincronia de voz perfeita. Seu interno era quente e apertado, fazendo-me se arrepiar por inteiro. Como sou um vampiro, é normal que eu sinta uma sensação mais intensa que o normal, ou melhor, que qualquer humano. Aprendi a me adaptar com isso. É bem provável que Mikasa tenha sentindo seu ventre se contrair mais e mais vezes na medida que eu a lhe estocava. Não com tanta força, ao menos tive a capacidade de ser lento no início das penetradas.

Meus palmos percorreram as suas curvaturas até suas coxas, obrigando-a cruzar em meu quadril que se movia consecutivas vezes para dentro e para forma, numa forma mais rápida. Resultando em gemidos manhosos e de fato, contidos. Não, querida. Eu não quero se se contenha, logo agora, na melhor parte.

— L...Levi! — Sim... Era apenas isso que eu queria ouvir. Saindo da sua boca, com essa voz, fica uma delicia. Eu estou sentindo que minha carne pulsante ficou dura com isso. Acabei enfiando tudo de vez, com força, e para a infelicidade da coitada, acabei acertando mais outro ponto e ela gritou com a pequena sensação de dor. Isso deve ser terrível, e eu gostei. Fiz com que ela desfrutasse de algo mais... quente. Eu encaixei e diferente das outras vezes, demorei um pouco para suceder o ato. Questão de 0.5 segundos dentro dela. A garota correspondia isso gemendo a cada penetrada;

 

Passamos um pequeno tempo naquela mesma sincronia. Uma hora rápido, outro instante lento. Mikasa acabou tendo um orgasmo e eu não aguentei quando a ouvi gemer de forma tão... intensa. Eu e ela chegamos ao ápice juntos. Embora eu quisesse continuar, odeio o fato de que eu estou sujo por conta do líquido que Mikasa emanava. Sem contar que ela acabou fazendo um estrago na minha retaguarda. Senti dores terríveis. Suas unhas me castigaram de uma forma sobre-humana. Mikasa não é humana, tenho certeza.


Notas Finais


Esse foi o capítulo! Eu sei... Eu não manjo muito de hot, eu não sei detalhar toda essa intensidade que ambos sentem quando estão, né... -q
Espero que tenham gostado! E no próximo capítulo já tem muita ação e um pouquinho de tragédia.


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