História Mesmo com o passar dos anos! - Capítulo 1


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Categorias Austin Mahone, Camila Cabello, Emblem3, Fifth Harmony, One Direction, Shawn Mendes
Personagens Ally Brooke, Austin Mahone, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Drew Chadwick, Harry Styles, Keaton Stromberg, Lauren Jauregui, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Normani Hamilton, Shawn Mendes, Wesley Stromberg, Zayn Malik
Tags Ação, Ally Brook, Amizade, Amor, Austin Mahone, Camila Cabello, Camren, Colegial, Comedia, Dinah Jane, Drama, Família, Fifth Harmony, Gay, Harry Styles, Lauren Jauregui, Louis Tomlinson, Normani Kordei, Norminah, One Direction, Romance, Sexo, Shawn Mendes, Traição, Violencia, Zayn Malik
Visualizações 8
Palavras 2.699
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


É a primeira vez que to escrevendo, bateu a inspiração... Então deem um desconto pra erros e eventuais desencontros na história...
Comentem o que acharem!!

Capítulo 1 - A proprietária misteriosa


Fanfic / Fanfiction Mesmo com o passar dos anos! - Capítulo 1 - A proprietária misteriosa

POV Camila

 

     Acordei sozinha na cama. O que não me assustava muito levando em consideração que isso acontecia no mínimo quatro vezes na semana. Só pensei que hoje, no dia do meu aniversário, meu “namorido” esperaria antes de pegar a estrada.

     Eu e Austin estamos juntos desde o ensino médio. Há cinco anos, pra ser mais exata. Começamos a namorar quando eu tinha 17 anos e, dois anos depois, “casamos”, com isso lê-se “fomos morar juntos”. Austin é dono de uma rede grande de hiper mercados distribuídos em vários estados, o que faz com que ele tenha que viver viajando. Eu fico sozinha no nosso apartamento pelo menos quatro dias por semana. Ele se esforça pra ficar comigo aos fins de semana, mas nem sempre consegue. Hoje é um desses dias que ele não conseguiu.

     Espreguicei-me na cama e acabei achando um bilhete do Austin me desejando os parabéns e explicando que teve que viajar de última hora pra resolver um problema em São Francisco. Do outro lado do país.

     Hoje é meu aniversario de 23 anos e o quarteto fantástico está quase todo na cidade. Só falta a Mani, mas ela chega hoje também. Então resolvi comemorar com minhas amigas, já que não vou passar o meu aniversario de 23 primaveras transando loucamente com meu namorado.

     Peguei o notebook, sentei na cama e liguei para as meninas em uma vídeo conferência pra combinar o que fazer. Depois de todas as parabenizações elas resolveram discutir sobre onde ir.

- EU QUERO BOATEEEE... – Dinah gritou. Às vezes é um saco ser a única que namora no seu circulo de amizade. Essas meninas, principalmente a Dinah, não entendem que quem namora não pode freqüentar determinados lugares desacompanhada.

- Boate? Sem o Austin? Melhor não... Ele não iria gostar.

- Ai, Tanajura!! O Garoto te deu parabéns por um bilhete. Você tinha mais é que ir pra boate, pegar todos e dar um pé na bunda desse mala. – Dinah odiava o Austin. Eu não sei exatamente o porquê, já que éramos todos amigos na época do ensino médio. Na verdade esse sentimento de repulsa surgiu desde que fomos morar juntos. Acho que ela não gosta da sensação de ter perdido a amiga baladeira dela.

- GAROTAAAAS...  Eu tenho a solução!! – Mani se manifestou – Uma amiga tinha me convidado pra inauguração da boate dela hoje a noite, mas como é aniversario da Mila acabei dizendo que não poderia ir. Posso ligar pra ela e perguntar se posso levar algumas amigas. Camarote da dona, bebê. E Mila, é uma boate gay. Então não precisa se preocupar com o que o seu dono vai pensar. A não ser se você estiver afim de experimentar um pouco do vale. – Mani disse e todas gargalharam. Elas sabiam que na adolescência eu tive um período de duvida sobre minha sexualidade, elas só não sabiam o nome da minha dúvida.

- Não to achando graça. Eu amo o Austin, ok? Não pretendo traí-lo com nenhum outro homem e muito menos com outra mulher. Mas eu topo a boate. To precisando mesmo dançar e beber muito, nada melhor que uma boate gay.

- Por mim vocês sabem que tanto faz né? Onde forem, eu vou – Ally enfim se manifestou quanto ao nosso programa. Ela nunca teve voz, sempre aceitava o que nós três nos matávamos pra decidir.

- Ótimo!! Então vou ligar pra minha amiga pra confirmar tudo e mando mensagem pra vocês. To chegando ao aeroporto pra pegar meu avião. Até mais tarde meninas. – Mani se despediu e a vídeo conferência chegou ao fim.

     Normani se mudou para a Califórnia no final do ensino médio. Ela foi cursar Direito em Stanford e acabou ficando por lá mesmo depois de formada. Sempre que tem uma folguinha no escritório ela vem ver a família e os amigos, são nesses momentos que podemos aproveitar um pouco da nossa nega. Apesar de termos que dividir a atenção dela com os outros amigos dela, que não são tão nossos amigos assim.

     Recebi a mensagem da Mani falando que estava tudo certo e que a amiga dela tinha liberado que fossemos todas para o camarote. Confesso que achei estranho o fato da Normani não ter citado o nome dessa amiga, já que ela sempre o faz. Mas também pensei que ela poderia estar pegando e ainda não queria que nós soubéssemos quem é, poderia ser alguém conhecido. Acabei indo dormir para esperar as meninas chegarem. Ficou combinado de que Ally seria a motorista da vez, já que ela quase não bebe. Eu era a ultima, já que morava perto da boate. O combinado era passar aqui as 23hrs.

     Acabei dormindo mais do que o esperado. Acordei as 22hrs e ainda tinha que cuidar do cabelo, make e escolher uma roupa. Com certeza não daria tempo. Fora que eu precisava comer alguma coisa.

     Tomei banho. Sequei o cabelo. Comi um sanduíche de peito de peru. Estava me maquiando de calcinha e sutiã quando as meninas ligaram avisando que estavam me esperando no carro. Avisei que ia demorar e era melhor subirem.

- QUE SACO GAROTA. Você sempre é a atrasada – DJ nem me cumprimentou quando eu abri a porta.

- Desculpa. Perdi a noção do tempo enquanto dormia. – me defendi

- você nem escolheu a roupa, né? Vem Dj... Vamos escolher a look da noite. – Mani saiu puxando Dj pelo braço e ally sentou no meu sofá enquanto eu terminava a maquiagem.

     Alguns minutos depois Mani e Dj voltaram com um vestido preto colado no corpo e com um decote bem grande. Eu nunca usei o vestido. Tinha comprado para usar em um jantar romântico com o Austin, que acabou nunca acontecendo. Ele é apropriado. Nem me preocupei com o fato dele ser bem sexy já que estamos indo a uma boate gay.

     Quando conseguimos sair do meu apartamento já era mais de meia noite. As meninas estavam bem putas comigo, mas passou assim que entramos no carro e começou a tocar Beyoncé. Dj e Mani passaram o caminho inteiro berrando as músicas e eu e a Ally já estávamos de saco cheio das duas.

     Chegamos a um lugar que mais parecia um barzinho. Ao lado do bar tinha uma fila enorme esperando p entrar em uma portinhola, aquilo sim tinha cara de boate, mas era no bar que estávamos entrando. Eu já estava começando a ficar bem irritada porque não me arrumei pra sentar num boteco.

     Mani mostrou a identidade pro gerente do lugar e ele começou a nos guiar por dentro da cozinha.

- NORMANI KORDEI! – sussurei brava pra ela – onde diabos você ta levando a gente?

- Relaxa, camilinha! – Ela estava gargalhando.

- Chegamos, meninas! Podem descer essa escada e vocês vão dar direto no camarote dela, boa festa! – o homem disse todo simpático e nós começamos a descer as escadas.

     Descemos uma escada completamente mal iluminada e demos de cara com uma porta. Mani tava querendo seqüestrar nós três? É isso? Ela começou a botar uma senha na porta e quando abriu eu fiquei maravilhada. Eu estava dentro de uma sala, cheia de sofás, com uma parede de vidro de onde eu via o movimento da boate lá em baixo. Tudo era muito chique e muito bem organizado. Tinha um bar exclusivo e banheiros e também tinha uma mesa de DJ, que estava vazia. Parecia que eu estava em uma boate exclusiva dentro da boate. Tinha outra porta, alem da que eu entrei, provavelmente dava no salão da boate.

     Fiquei tanto tempo prestando atenção no ambiente que nem reparei que tinham mais umas 15 pessoas ali além de mim e das meninas. Nada ainda da amiga misteriosa na Mani, porque ela ainda nem saiu do nosso lado.

     Fui tirada dos meus devaneios por uma Normani que saiu gritando e correndo em direção a porta e amassou um corpo menor do que o dela. As meninas foram andando mais pra perto e eu fiquei atrás delas. Quando Mani enfim a soltou eu pude perceber quem era.

- VERÔNICA IGLESIAS! – Eu gritei e Vero me olhou assustada e logo depois sorriu terna.

- Camila – Vero veio me abraçar – Quanto tempo eu não te vejo. Já se casou com aquele mala? – Eu ficava espantada com o amor que as pessoas tinham pelo Austin, ele não era uma pessoa ruim.

- Ele não é um mala – Eu disse, fingindo raiva – E eu ainda não me casei, mas pretendo fazer isso em breve.

- Camilinha... Larga esse cara, eu tenho amigas incríveis. – Ela me olhou com um sorriso malicioso no rosto e logo começou a gargalhar. Eu devo ter feito uma cara de assustada bem engraçada, afinal, não tinha como ela saber.

- Eu já falei... Ela não me ouve. Apresenta suas amigas a ela, quem sabe ela não muda de idéia – Mani disse enquanto abraçava vero. Abraçava? Será?

- Algumas ela já conhece... A Lucy está ai, a keana e a...

- Vamos beber alguma coisa lá embaixo, meninas? – Mani gritou antes que a Vero pudesse terminar a frase. As meninas começaram a gritar e resolvemos descer. Pude ver a Normani cochichando algo com a vero e a mesma fazendo uma cara de brava.

     Começamos a caminhar até o bar da área comum da boate e eu estava doida pra saber o segredinho de Vero e Normani, então fui andando ao lado da menina que eu reencontrei.

- E então, Vero? Sua boate é linda...

- Obrigada, Camilinha!! Mas ela foi toda idealizada e planejada pela minha sócia... A única coisa que eu fiz aqui foi deixar um rombo gigante na conta do bar – Ela dizia enquanto gargalhava e eu não agüentei segurar o riso.

- Vejo que não mudou nada, Iglesias! Eu fico muito feliz que a Mani esteja saindo com você, assim vamos nos ver mais vezes – Veronica arregalou os olhos e nos fez parar de andar.

- Acho que você entendeu errado... Eu sou noiva, Camila! Da Lucy Vives.

     Fiquei chocada com a revelação. Todo mundo sabia que Vero tinha uma querda pela Lucy no ensino médio, mas nunca pensei que fosse algo sério. A vero sempre foi muito safada, gostava de ir a festas loucas e ficar com todas as meninas da escola. Já a Lucy sempre foi quieta e bem hetero, só pegava homens gatissimos.

- Aí meu Deus! Me desculpa... É que a Mani fez tanto mistério quanto a dona da boate que pensei que ela estivesse ficando com a tal proprietária misteriosa... Quando vi que era você eu só liguei uma coisa na outra, desculpa mesmo. – Eu falava sem parar e verônica ria da minha cara.

- Tá tudo bem, mila. Eu também pensaria o mesmo! – Ela disse ainda rindo da minha cara – Você sempre teve uma imaginação fértil... A Mani não ta ficando com a proprietária misteriosa. Não sei por que ela não quis te contar quem é, mas a dona ta sentadinha ali no bar... – Ela apontou pra algo atrás de mim e eu me virei para olhar.

      Quando olhei pro bar vi uma mulher morena, pouco mais alta que eu, se comendo com outra mulher. Era uma situação até um pouco vulgar vista de fora. Eu sei quem ela é. nunca me esqueceria dessa silhueta. Fui caminhando devagar até as duas, sendo acompanhada por verônica que parecia calcular meus passos. Quando eu já estava bem perto, as duas mulheres se separaram e a minha boca não teve nenhum filtro com meu cérebro.

- NOSSA! É Lauren Jauregui. – Eu dei um gritinho surpreso. Lauren se virou pra mim e eu encarei seus olhos verdes que eu não via há cinco anos. Primeiro seus olhos se arregalaram em surpresa, mas logo ela abriu um... Sorriso? Sério?

- Camila Cabello... A vida sempre vai dar um jeito de nos colocar frente a frente de novo, eu não te disse?

     Lauren tinha dito isso pra mim há cinco anos atrás, antes de sumir completamente da minha vida sem deixar nada além de mágoa e saudade. Nós tínhamos brigado por algum motivo que eu não lembro, passamos seis meses discutindo por motivos torpes. Até que ela cansou e resolveu que era hora de me dar adeus e simplesmente sumiu.

- É... Eu nunca acreditei muito nisso. Ou nunca quis acreditar – Eu disse com a voz carregada de mágoa. Lauren não desviava o olhar do meu e nem eu do dela.

- LAUREEEEN! Te achei. – Normani surgiu agarrando o pescoço de Lauren. Claro que ela não estava a procurando. Ela só estava tentando impedir que eu e ela nos matássemos ou algo do tipo. – Vejo que já encontrou a Mila.

- Na verdade, ela que me encontrou. Mas acho que não era exatamente isso que ela queria, não é Camz? – Ela usou o apelido que havia me dado na adolescência com um tom irritante de ironia. Nunca deixei que ninguém me chamasse dessa forma, porque uma vez a DJ me chamou de Camz e a Lauren ficou mega irritada, alegando que o apelido era particular.

Flashback On

     Estávamos todas na piscina da casa da Lauren jogando vôlei. O time era eu, Dinah e Ally contra Lauren, Normani e Vero. Era uma covardia, já que eu e Ally éramos um desastre enquanto todas as outras jogavam muito bem. Vero saco a bola e a mesma estava vindo na minha direção. Já sentia o pânico batendo quando ouço um grito e sinto um empurrão.

- DEIXA COMIGO, CAMZ! – Era Dinah, usando o apelido que a Lauren me deu alguns dias atrás.

     Lauren saiu da piscina com uma cara nada boa e sem falar com ninguém, pegou uma toalha e entrou em casa. Eu já sabia pra onde ela ia e o que ela ia fazer, apesar de não entender o que a deixou tão irritada. As meninas cochichavam,  tentando descobrir o que aconteceu, enquanto eu saí de fininho atrás da minha amiga.

     Quando entrei no quarto da Lauren vi a janela aberta e a gaveta da escrivaninha revirada. Ela estava no telhado. Fui até a janela e comecei a pular pra chegar onde ela estava. Dei de cara com uma Lauren completamente irritada e com um cigarro entre os lábios.

- Quer me contar o que aconteceu? – ela continuou em silêncio e nem ao menos me olhou – Olha... Eu não to reclamando não, mas você nunca fuma quando ta comigo. Eu sei que alguma coisa te deixou mal e eu sei que eu posso te fazer melhor que esse cigarro – Soltei uma risadinha e ela continuou séria e em silêncio. Eu a observava procurando qualquer sinal de que ela iria ceder e conversar comigo. Não encontrei.

- Ok! Vou te deixar sozinha então... – Eu já estava quando entrando no quarto de novo quando ela resolve se pronunciar.

- Ela te chamou de Camz, Camila – Ela sussurou e eu não estava acreditando.

- Oi?? – Eu perguntei, só pra ter certeza que o problema era aquele mesmo.

- A Dj... Ela te chamou de Camz

- Lauren? – Sentei ao lado dela novamente – É por isso que você está tão irritada? – eu perguntei segurando o riso.

- É, Camila. Não ri, isso é algo meu.

- O que é algo seu, Lern?

- Esse apelido... É algo meu. Era pra ser especial e único. Toda vez que alguém te chamar de Camz, era pra você lembrar só de mim e dizer pra pessoa que esse apelido é exclusividade minha. Isso é meu, Camila. – Ual! Lauren Jauregui sendo fofa... Dá até vontade de apertar.

- Se você não estivesse fumando esse cigarro, eu juro que te enchia de beijos agora – Eu disse em tom de brincadeira e finalmente arranquei uma risadinha dela.

- Acho que acabei de me arrepender de ter fumado – ela me respondeu no mesmo tom.

- Lolo? – ela me olha e meche a cabeça, como quem pede pra eu prosseguir – Eu nunca vou deixar ninguém me chamar assim de novo. Vai ser o seu apelido especial, tudo bem? – Ela assentiu e voltamos pra piscina. Uma Lauren sorridente e quase saltitante.

Flashback off

- Com toda certeza eu não estava esperando por isso. – disse com escárnio apontando pra Lauren, pude ver o olhar sarcástico dominando sua feição. Ela estava curtindo me ver afetada pela presença dela.



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