História Mesmo sem estar SEOKJIN - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Seokjin
Visualizações 5
Palavras 940
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Sua camiseta, meu vestido.


Perdoar não significa esquecer.

 

Rap Monster realmente é um líder sensato, mesmo desconfiado da minha personalidade, fez com que eu e Min Yoongi ficasse de castigo durante duas horas, esta, que a ainda não havia passado e nos torturando cada minuto que faltava. A camiseta da paz exigia um contato físico que me causava náuseas.

— Você ... — ditou cautelosamente a frase enquanto olhava para parede branca, engoliu seco e deu continuidade a frase: — Você já esteve na Coréia? Parece que entende bastante quando estamos conversado e fala muito bem para um estrangeiro, digo.

— Minha empresa me obrigou a fazer um curso de línguas a longa distância por oito meses antes de vir — respondi ele. O mesmo balançou a cabeça confirmando. — Você é de Seul mesmo?

— Não — sorriu — Eu sou de Daegu. Pensei que tivesse pesquisado sobre nós antes. — Desta vez ele me olhou.

— E pesquisei sobre as músicas, fãs e formação do grupo — ele continuou me analisando — Eu aprendi que só posso fazer as pessoas conheceram os artistas de maneira brutal e sincera quando eu os conhecer de verdade, a surpresa é a melhor amiga da arte.

— Eu já sofri muito para chegar até aqui, morei da rua até mesmo — comentou voltando a olhar para parede branca — E sinto que as minhas cicatrizes tem a mesma dor que a sua, bem como a personalidade.

— Talvez — olhei para ele, não retribuiu — Antes de vir, eu terminei com o meu noivo, quer dizer, ele terminou comigo, no altar, para ser mais exata. Eu fui criada na favela de São Paulo, sou cria da quebrada que conquistou o mundo.

— Ele não morreu? — perguntou tentando me animar, neguei com a cabeça. — Ele é um idiota, não te conheço, você dá medo de tão poderosa que parece ser, mas eu aprendi que apenas um ser corajoso é capaz de enfrentar uma aventura tão intensa.

— E você se acha corajoso para ser meu amigo?

— Bom, eu não morri, então eu posso tentar — e nos encaramos por um breve minuto. Era confortante saber que tinha uma pessoa tão parecida comigo em meio ao meu caos.

XXX

Tormenta, o vento corria junto a chuva pesada que se estendia por toda a cidade. J-Hope, que tinha uma expressão chorosa do rosto, estava enrolado em meu corpo em meio aos trovões e a queda de energia no bairro. Devia ser dez horas da noite quando a chuva iniciou calma e agora, duas horas depois, se transformava em uma guerra barulhenta da natureza, o que causava uma noite tediosa e ridiculamente medrosa a todos. Desdenhei meus braços até o garota que continuava abraçado ao meu corpo e iniciei um carinho tímido em seu cabelo macio, era possível ouvir um suspiro ou outro em sua oração, ao meu lado estava Suga tentando acalmar em vão Jimin, que reprimia V por estar deitado no tapete do quarto e mexendo no celular como se nada acontecesse do lado de fora; Jungkook dormia calmamente na cama de Rap Monster, este, que estava responsável por tirar dos os eletrônicos da casa das tomadas. Jin sorriu ao entrar com uma panela de sopa no quarto, retribuí o sorriso.

— Que gentil da sua parte — comentei ao ver ele se sentando ao meu lado da cama. O cheio da comida inebriava o quarto. Ele se serviu e depois me entregou um prato para que dividisse com J-Hope.

— Como conseguem comer quando o mundo está acabando? — choramingou Jimin antes de beber um gole da sopa.

— É só uma chuva — respondi ele calmamente — Agora cala a sua boca e toma a sua sopa, ou morra de fome.

— Grossa — deu a língua como se fosse uma criança.

— Volta para a creche, Ow — rebati fazendo com que Suga e Jin sorrisse.

Como o esperado, o jovem Jimin retomou a sua sopa sem muitas reclamações posteriores, era cômico a maneira que eles se entregavam um ao outro como uma família e mesmo não pertencendo a eles, pela a minha vez desde que cheguei, quis-me fazer presente na vida de todos eles, Jin que estava do meu lado, me abraçou um tempo depois de esfriar sua sopa e a cena, de um J-Hope dormindo no meu colo e ele deitado no meu ombro ficou por muito tempo na minha memória como um sinal de satisfação.

XXX

DOIS DIAS DEPOIS

XXX

Em doze dias o grupo novamente retornaria com a turnê, aproveitando pouco o restante de dias que tinham ainda de folga, sobrando em dias ensolarados aproveitarem a piscina que tinham na grandiosa casa.

— J-Hope volte aqui com a minha saída de banho, criatura! — gritei tempo depois. — Que raios, perdeu o amor a vida?!

— Não sou eu que está assumindo um papel de pimentão de tanto sol que pegaste — rebateu de maneira cuidadosa.

Seokjin apareceu perto da porta com a sua camiseta na mão, entregou para mim e sorriu: — Toma e veste logo, mas se não quer entrar na água, não precisa ficar assada também.

Vesti sua camiseta que aparentemente ficou um vestido em meu corpo, ele sorriu malicioso e apenas retribuí com um tapa em seu braço direito.

— Por que os dois não vão ao mercado? Estamos ficando sem comida — sugeriu Rap Monster. Jin concordou com a cabeça e esperou a minha resposta, concordei também, afinal, ele era uma boa companhia para compras segundo Hoseok.

Peguei um casaco e calcei o par de chinelos e esperei por Jin na porta. O mesmo me olhou dos pés a cabeça, questionando em seguida:

— Não vai colocar uma calça? Isto é uma camiseta, mesmo que pareça um vestido em você.

— Sua camiseta, meu vestido — respondi, tirando a chaves de sua mão. Ele riu e eu sorri com isto.



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