História Mestiço {HunHan Fanfic} - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chanbaek, Hunhan, Kaisoo, Kristao, Menção Suhan, Xiuchen
Visualizações 37
Palavras 2.641
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ecchi, Ficção, Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


EU VOLTEEEEEIIIIII

Nem sei como tão rápido, mas tô aqui.Então gente, não esqueçam de ler as notas finais, porque vou fazer uma perguntinha, e explicar uma coisinha sobre o cap.

Aproveitem um capítulo saído diretamente da minha aula de Biologia.

Capítulo 8 - Capítulo 7


Fanfic / Fanfiction Mestiço {HunHan Fanfic} - Capítulo 8 - Capítulo 7

“Sehunnie…”

Sehun acordou no meio da madrugada, novamente, aqueles sonhos estavam o rondando. Estava tudo bem, até Nana voltar a mansão, agora todas as noites o rapaz tinha certeza de que aquelas imagens viriam perturbá-lo à noite. O mesmo desistiu de dormir e novamente se arrumou, descendo para a sala de treino e descontando sua raiva num saco de areia, ou mesmo utilizando as armas, tentando fazer golpes novos sozinho. 

Depois de cansado, o rapaz se sentou no chão, fechando os olhos e se deixando levar pelas memórias de sua doce infância, e a infância que sua irmã nunca pôde ter. Graças a seu pai. 

-------------------------------------------------------------------------------Flashback----------------------------------------------------------------------------------

O pequeno Sehun estava no auge de seus recém completados seis anos, brincava na mansão da família que se encontrava na cidade Nacenza, o pequeno ainda não tinha nenhuma preparação para seu futuro, e sua mãe aprovava isso queria ver seu precioso filho aproveitar sua infância o quanto pudesse. 

-Sehunnie! 

-A mamãe não vai me achar! 

O pequeno corria animado para um de seus grandes esconderijos, sendo procurado pela Sra Oh. 

MeyLin Oh era uma grande caçadora, claro que sua beleza era conhecida também. Alta de pele clara e perfeita, os longos cabelos negros sempre lhe dando uma aparência mais bela ainda, tinha um corpo bem desenhado, o que ficava mais aparente por suas roupas de caçada. O rosto tinha traços que muitos diziam ter sido passados a seus filhos, especialmente seus olhos e sua boca. Mas o que todos afirmavam que os pequenos tinham da mãe, era sua doçura, os dois pequenos eram gentis, educados e prestativos. A mais nova que com o tempo estava mudando. 

MeyLin estava correndo atrás do filho pela mansão Oh, sendo parados quando ouviram o barulho da porta da frente sendo aberta. O pequeno Sehun correu para a porta, sendo rapidamente pego no colo pelo pai, o pequeno sorriu e encarou a irmã. Nana estava parada como uma estátua, os pequenos braços cruzados para trás, os cabelos que Sehun achava tão bonitos longos, agora estavam com um corte torto, os olhos pequenos pareciam perdidos. 

A mãe dos pequenos se aproximou correndo, abaixando e abraçando a pequena Nana. A mulher estava há horas preocupada, sabia como seu marido era rude com a filha caçula. 

-O que fez com ela?! 

-Não comece, ela estava precisando começar um treinamento, você a mima demais MeyLin… 

-Nós temos que conversar, isso não pode acontecer novamente. 

O pai colocou Sehun no chão e fez um sinal para a pequena subir para seu quarto e ficar lá. Sem que Sehun pudesse chamar a irmã para brincar, a menor subiu correndo. O pequeno fez bico e voltou a brincar sozinho na escadaria da mansão enquanto seus pais subiam para a sala do Oh mais velho. 

Após algumas horas, o pequeno foi atrás do colo da mãe. Ouvindo uma discussão que o assustou, mas em toda sua coragem o pequeno se aproximou da porta ouvindo seu pai gritando. 

-JÁ CHEGA MEYLIN! JÁ NÃO BASTA VOCÊ ESTAR MIMANDO SEHUN COMO SE ELE FOSSE UMA MENININHA! 

-ELES SÃO CRIANÇAS CHIN HWA! QUANDO VAI ENTENDER ISSO?! 

-CALE-SE, QUEM IMPÕE REGRAS AQUI SOU EU! OS DOIS TEM OBRIGAÇÃO DE OBEDECER CALADOS! 

-NÃO ENQUANTO EU ESTIVER AQUI! 

A mulher saiu da sala, encontrando o pequeno Sehun no chão do corredor chorando assustado com os gritos de seus pais. MeyLin pegou o pequeno no colo e logo o distraiu com alguma nova brincadeira. 

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Sehun estava sentado na sala de treino curioso, será que sua mãe se orgulharia dele se o visse agora? Será que onde quer que estivesse, ela odiava Nana tanto quanto Sehun? 

O rapaz respirou fundo, encarando o teto da sala, às vezes sentia que precisava do colo e carinho de sua mãe novamente. Mas era óbvio, os mortos não voltam à vida. Por mais que desejasse para ver a Oh caçula encarando sua mãe novamente depois do crime que cometera há anos atrás. 

-------------------------------------------------------------------------------Flashback----------------------------------------------------------------------------------

Sehun e sua irmã já estavam com seus 14 e 13 anos recém completados. Na noite de aniversário de Chin Hwa, ele resolveu sair para uma caçada especial com seus filhos e esposa. Tudo fora perfeitamente planejado, e era a noite em que tudo daria certo. 

Nana estava recebendo mais atenção do pai em seus treinos, e estava terminantemente proibida de desobedecer qualquer ordem do mesmo. Há alguns dias Chin Hwa havia visto a menor com uma proximidades curiosa a filha caçula da família Do, e se existia uma família que tinha todo o ódio de Chin Hwa para si, era a família Do. O pai de Nana não ficou nem um pouco feliz em ver a aproximação das duas, e impôs mais regras a filha, para evitar algo maior que atrapalharia seus planos futuramente. E um destes planos deveria se concretizar àquela noite. 

Ao anoitecer, todos foram com o mais velho até um dos portais de Areia que ficava no centro da cidade Nacenza, de lá todos foram para o centro de uma cidade brasileira. Era perfeita para o plano de Chin Hwa, ali foram para um beco onde muitos demônios estavam se reunindo, num momento de família, o mais velho preferiu deixar a caçula caçando com MeyLin, enquanto ele caçaria com Sehun, queria saber o que sua esposa estava ensinando ao rapaz. Durante a caçada, Sehun ficou maravilhado com as habilidades de seu pai, ele era veloz e poderoso, acabava com todos com uma habilidade única, já o mais novo usava o que sua mãe havia ensinado, a usar a furtividade a seu favor. Seu pai, o encarava mas não com orgulho, Chin Hwa odiava aquilo, Sehun caçava como uma mulher, e o mais velho sentia nojo disso. 

-Chega Sehun, você vai passar a treinar comigo. Meu filho não é alguém que caça como uma mocinha, isso é algo de vergonha pra nossa família Sehun. 

-Mas pai, eu tenho me esforçado. A mãe disse que eu posso ser forte usando as sombras a meu favor! 

-Sehun! Sua mãe é uma caçadora vergonhosa, ela se esconde para matar! Nós somos homens Sehun! Vamos de frente e matamos sem vergonha alguma! Entenda isso! 

O mais novo abaixou a cabeça, logo seu pai respirou fundo, e agarrou o braço do mais novo voltando a onde as duas estavam. O mais velho quase sorriu quando viu a cena que tanto planejou por anos, a esposa estava no chão com um enorme corte no peito, a própria já sem vida. E em pé ao seu lado, estava a Oh mais nova, seu rosto tinha manchas de sangue, e a lâmina em sua mão estava também suja, o que culpava a menor pela morte da mãe. Como já fora visto antes, a pequena estava com os olhos perdidos. A pequena parecia não estar em seu corpo, ela parecia não saber o que estava fazendo. 

Ao lado de Chin Hwa, Sehun estava já no chão, se arrastando para perto da mãe, o pequeno abraçou o corpo da mesma deixando as lágrimas caírem sem controle por seu rosto. Chin Hwa agarrou os dois pelo braço, voltando pelo portal de areia. Na mansão, o mais velho mandou a menor para o banho, e se abaixou apertando os ombros de Sehun. 

-Sehun, escute. Os Arcanjos vão fazer perguntas, NÃO diga que estávamos lá com ela. E não abra a boca para dizer que viu sua irmã, entendeu?! 

-P-Pai… 

-Apenas cale a boca e faça o que eu mandar! 

Aquela foi a fatídica noite, em que o mundo de Sehun despencou, quando a família Oh se tornou fria. Quando Sehun passou a odiar sua irmã caçula, que era a assassina de sua mãe. 

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Sehun se levantou voltando a socar um saco de areia na sala. Após alguns minutos sozinho, o rapaz ouviu passos atrás de si, se virando e vendo Luhan atrás de si, o garoto estava quieto na escadaria assistindo o mais alto treinar sozinho. Após perceber que fora visto, o menor desceu sem falar nada se aproximando para treinar com Sehun. 

-Porque não avisou antes que estava aí, devia ter descido antes para treinarmos mais cedo… 

-Eu estou parado ali tem algum tempo, você estava tão concentrado em seus pensamentos, que eu não quis atrapalhar você… 

O maior se aproximou novamente, ensinando outra vez a Luhan, como segurar as armas e lâminas curtas corretamente. O menor como sempre não questionou Sehun em nada de seus ensinamentos, sempre que via Sehun fazendo algo na sala, o mestiço encarava o mesmo cheio de curiosidade no olhar. Luhan havia ouvido bastante sobre a capacidade de Sehun, e estava curioso para vê-lo em ação. 

Já o mais alto se sentia estranho com os olhares do mestiço para si, não que o deixasse irritado, longe disso. Sentia que gostava da atenção que estava recebendo, fazia muito tempo que ninguém parava na mansão para apreciar as habilidades de Sehun em caçadas, ou mesmo apenas no treinamento. Afinal cada um tinha obrigações a cumprir dentro da mansão, então não podiam apreciar suas capacidades sempre. 

Ao fim do treino, Sehun e Luhan saíram juntos. O menor correu para se arrumar e desceu logo para a cozinha, queria ver como era a cozinha durante o jantar. Afinal de todo o tempo que esteve ali nunca tinha sentado para comer à mesa junto a todos. 

Assim que chegou na cozinha a encontrando vazia, o rapaz se voltou para a sala de jantar, encontrando todos sentados à mesa com Chin Hwa numa ponta e os rapazes sentados dos dois lados. Luhan respirou fundo e se aproximou da mesa, sentando ao lado de Baekhyun. O prato fora perfeitamente posto na mesa, dava até um pouco de pena ao menor de comer o prato tão bonito. Todos estavam quietos o que dava a sala um silêncio desesperador, quando viram o Líder levar a primeira garfada a boca, todos começaram a comer, substituindo o silêncio pelos barulhos de talheres. Da mesma forma Luhan se sentia extremamente incomodado pela falta de diálogos à mesa de todos, eles se orgulhavam de dizer que eram uma família, porque não agiam como tal? Quando ainda vivia no orfanato, ele via as crianças briganfo e fazendo guerras de comida durante o almoço e jantar, e as duas responsáveis eram obrigafas a levantar e ir acalmar a barulheira para comerem em paz.

-Luhan,certo?

-A-Ah, sim senhor… 

-Há quanto tempo se uniu a nossa família meu rapaz? 

-Alguns meses, não sei ao certo. Acho que o tempo se tornou irrelevante aqui, eu tenho dado mais atenção ao treinamento que Sehun vem me dando. 

-E quantas vezes você saiu para alguma caçada meu jovem? 

-Bem eu dei suporte a uma saída. Mas nada importante demais, eu ainda não estava pronto pra isso. 

-Ah claro, seria precipitado enviá-lo para algo grande tão rápido… Sehun, mandei você ir a Nacenza buscar algumas coisas na mansão, certo? 

-Sim Pai… 

-Porque não leva Luhan consigo? Pelo que JunMyeon me explicou, o rapaz nunca viu a cidade. Leve-o com você, só não fiquem enrolando e não cumpram minhas ordens principais… 

Sehun assentiu, e o jantar voltou a seu silêncio incômodo. Logo todos terminaram e a mesa foi se esvaziando, até sobrarem apenas Luhan e o Senhor Oh, o mais velho logo levantou, fazendo sinal para que Luhan o seguisse. O mais novo o fez sem uma palavra, tinha medo do que o mais velho poderia lhe dizer. Luhan e Chin Hwa foram juntos até a biblioteca e o mais velho se trancou lá dentro com seu “novo filho”. 

Na escadaria da mansão, Kris e Tao conversavam subindo os degraus. Os dois estavam preocupados com a estadia de Luhan. 

-Ele ainda não me pareceu ser de todo mal… 

-Ele é um problema Tao, tenho certeza que vai acabar nos matando enquanto estamos dormindo. 

-Você não acha que se ele pudesse já teria feito isso? 

-Como assim? 

-Ele teve chances de matar a mim e Minseok quando saímos aquela vez, teve muitas chances de matar Sehun. E não fez nada, não acho que ele vá fazer algo à esta altura do campeonato… 

-Você está apostando demais na aberração, qual o motivo disso Tao? 

-Eu sei que se ele fosse esse monstro que você e Sehun tanto panfletam, ele não teria chorado quando viu aqueles corpos de crianças no orfanato, ele não teria surtado sabendo que tudo aquilo provavelmente foi culpa dele. 

-Está se deixando enganar T-

-Chega Yifan, para sua informação, a única vez que fui enganado. Foi sua culpa, não repito o mesmo erro. 

Antes que o maior pudesse retrucar, Tao correu para seu quarto trancando a porta atrás de si e indo se sentar na poltrona, se deixando afundar em lágrimas pelas memórias com Yifan, aquele que devia ser seu parceiro a vida toda. 

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Numa cidade Sombria e violenta, que ninguém sabia onde tal lugar se encontrava, Len estava em sua enorme sala. O lugar onde vivia era enorme, podia ser considerado um Palácio, nada belo, o “Palácio” tinha partes que estavam constantemente despencando e matando alguns de seus demônios, mas a visão destruída do local dava mais orgulho a Len. Na sala onde seu troco de ametista se encontrava, existia um enorme tapete que unia a entrada da sala até seus pés, este mesmo tapete estava em um estado deplorável, tinha grandes rasgos e queimaduras, que na opinião de Len. Era um charme a mais. Atrás do trono ficava um enorme quadro de Yan Hee, fora a única mulher que realmente amou, além de ser a mulher que deu a luz a chave para a liberdade de todos os demônios, realmente, Yan Hee era única, uma luz na vida de tantos demônios podres e mortais. 

Naquele momento, Len estava sentado em seu trono, o corpo estava coberto com roupas acinzentadas, e o rosto apoiado na mão. Enquanto encarava todos os seus outros filhos que estavam ansiosos para serem úteis aos planos do pai, claro, antes e depois de Yan Hee, Len teve muitos outros filhos, com demônias que viviam em seu poder. E hoje suas filhas com estas demônias, eram as que serviam para dar mais filhos a Len. 

-Meus filhos, creio que já têm noção sobre a chave para vivermos fora daqui… O seu irmão, Luhan. Este rapaz é meu precioso filho com Yan Hee, com ele nós podemos sair daqui e tomar a terra que sempre devia ser nossa. 

Todos os filhos comemoravam as palavras do pai, se seu irmão era a chave seria simples. Logo viveriam fora daquele inferno, devorariam quantas criaturas conseguissem. Era seu sonho de liberdade. E era esse sonho que Len usaria a seu favor. O homem se levantou sorrindo e mostrando uma pintura que mandara fazer com uma das fotos de Luhan. 

-Meus amados filhos, vocês vão me ajudar a conseguir nossa liberdade! Vão, andem entre os humanos. Encontrem seu irmão e o tragam para casa! Tragam ele para onde devia estar sempre, ao nosso lado! Não importa o método necessário, apenas o tragam vivo… 

Todos gritaram de alegria, e viram a feiticeira Cazendry abrir o portal de areia para todos. E assim os filhos de Len foram ao mesmo, sendo mandados para o terreno humano, a procura de seu irmão. 

Um desses filhos de Len era Yang, um rapaz inocente, que era contra liberar os demônios no mundo humano, sabia que era perigoso aos humanos, e não queria feridos. O rapaz era menor que Luhan, seu olho direito parecia ser feito de rubi, em sua pele tinham pedaços de rochas que enfeitavam a mesma, e do lado esquerdo de sua cabeça tinha um pequeno chifre de pedra, que ficava aparente mesmo entre os cabelos negros. 

O rapaz caiu sentado no chão de um beco frio e molhado. O mesmo se levantou devagar, tomando cuidado ao andar. Precisava de um plano urgentemente. 

-Eu TENHO que encontrar o irmão Luhan, e avisá-lo que estão atrás dele. Não podem levá-lo pra casa!


Notas Finais


Então vamos lá gente, eu disse que estava com um projeto de uma fanfic Lu/Oc, certo? Eu vou deixar aqui a pergunta:
Vocês querem que eu poste aqui no Spirit também? Eu posso sim postar do Wattpad aqui no Spirit.

Agora vamos a explicação- que não é sobre o Len, ele vocês podem odiar à vontade-, é sobre a irmã do Sehun, Nana.

Antes que achem que ela é a vilã da história, ela foi a maior vítima do Senhor Oh, e em nenhum momento eu disse que ela matou MeyLin porque quis, afinal ela devia amar mais a mãe do que o pai.

E tá aqui o perfil no Insta do Yang: https://www.instagram.com/yangzixuan325/

Então é isso gente. Se você teve paciência de ler até aqui. Que bom, beijo na testa pra todo mundo.


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