História Mestre de Obras - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Exibicionismo, Fetiche, Hentai, Naruto, Romance, Sadomasoquismo, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Sasusaku
Visualizações 712
Palavras 6.477
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Colegial, Ficção, Hentai, Josei, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá, mil desculpas pela demora! Agradeço por todos os comentários e os favoritos, 274 pessoas safadas!

Fiquei realmente surpresa quando abri a biblioteca e vi que mais de 450 pessoas liam essa fic, putaria é ouro, né? Hehe

Escrever esse capitulo não foi fácil, e agradeço à todas as meninas que aguentaram meu drama e me incentivaram à não desistir disso aqui. Agradeço a UchihaSpears por inspirar a Sakura safadjenha, à Koniggin/Bia por acompanhar tudo, Robyn pelos conselhos e dedico essa fic à todas as pessoas envolvidas, que gostam tanto dela <3

Obrigada pela paciência, divirtam-se. Vai que a novinha está ainda mais louca, e vingativa com esse pedreiro!

Capítulo 3 - Ela


Sakura.

 

Sasuke era a única pessoa no mundo a me despertar duas emoções tão extremas em minha vida.

A primeira vez que ele me fez atingir um extremo de sensações, eu me deixei influenciar por uma paixão platônica e desmedida que me consumiu inteira por anos e me cegou para todo outro homem.

Eu achava que ele nunca mais teria algum controle tão intenso sobre minhas emoções após ter deixado de ser uma idiota, mas obviamente me enganei. A raiva abrasadora e a sede de vingança desmedida que eu sentia agora não era comparável a nada que ele já despertara em mim antes. E aquele safado cretino realmente não sabia o que eu seria capaz de fazer para me vingar dele de vez.

Dizer que eu estava furiosa era um eufemismo depois do que Sasuke aprontou comigo no domingo.

Principalmente depois que me recuperei da fraqueza tanto física quanto emocional depois de ter sido fodida tão insaciavelmente por ele que desmaiei duas vezes e praticamente passei mal de tanto gozar. E então a manhã seguinte veio, e para me deixar ainda mais possessa, eu não conseguia andar.

O filho da mãe fez questão de se marcar não somente em meu corpo, mas em minha carne também.

Eu nunca confessaria em voz alta, porém admitiria somente para mim mesma que ele havia ganho o nosso jogo de prazer depois do castigo mais selvagem e prazeroso que tive na vida. Porém, minha vantagem sempre foi ser uma menina abusada e louca por um desafio. E completamente sem limites.

Tratar tudo que acontecia entre nós como um jogo era excitante, pois eu queria minha reviravolta. Para mim não haviam mais sentimentos envolvidos, e sim uma fome de descontrole que me instigava.

Eu mostraria a ele quem era a criança aqui, e principalmente que quem mandava nesse jogo era eu.

Sasuke não sabia o quão cretina eu poderia ser para ter o que queria, e atingi-lo onde mais doeria.

Estragá-lo para qualquer outra mulher não era suficiente. Eu foderia completamente com sua cabeça de vez, de uma maneira que nenhuma outra seria capaz de acabar com seu autocontrole por inteiro.

E então, somente dessa forma, ele se arrependeria de ter subestimado a mulher na qual me tornei.

Mas primeiro, me certificaria de que me satisfaria muito, mas muito mesmo sexualmente, com ele.

Uma pena que fazia quase quatro dias que eu não via Sasuke, e restavam cinco semanas para o verão acabar. Tempo suficiente para colocar meu plano em ação e realizar meu objetivo com maestria, mas para isso eu precisava primeiro me recuperar do castigo que o cretino me deu no domingo.

Mais três dias, sem nenhum sinal dele ainda, e eu estava mais que pronta para aprontar de novo.

— Quem diria que anos depois nós estaríamos aqui de novo, né? — a voz da minha melhor amiga tirou-me de meus pensamentos, chamando minha atenção. — Konoha não mudou quase nada.

E realmente, era como se o tempo não tivesse passado. Tudo continuava exatamente como três anos atrás, exceto que o lugar estava mais desenvolvido e bonito, mas certamente continuava o mesmo.

Inclusive a imagem de nós duas, esparramadas em seu jardim, aproveitando o verão e conversando sobre besteiras da vida, olhando os gatinhos da vizinhança passarem e pegando um bronze no sol.

— Por mim, eu não teria voltado tão cedo — admiti sincera, nem um pouco nostálgica, aproveitando para beber mais do meu suco de laranja. — Não senti falta de nada daqui enquanto estive longe.

Karin piscou os olhos vermelhos divertida para mim, abertamente discordando do que eu dissera.

— Talvez você que tenha mudado demais — ela comentou suave, o rosto em uma expressão distante, e um quê de nostalgia brilhou em seu olhar. — Não sobrou nada da menina doce que saiu daqui.

— Ela morreu no dia que eu resolvi ir embora — respondi dando de ombros, não havia mais o frio no estômago, nem as lágrimas coçando meus olhos, toda vez que eu pensava no motivo que me levou a sair daqui tão repentinamente, quando tudo que eu mais queria era ficar para sempre.

Mas eu não me arrependia, nunca quis voltar atrás, pois aqui não me restava mais nada. Nada.

— Às vezes eu me arrependo de ter te apresentado ao meu primo, sabia? — a encarei descrente, arqueando uma sobrancelha para o que ela dissera com um beiço infantil. — Você era tão fofa, tão inocente, eu queria ter guardado você em um potinho! Agora você toca o terror, diaba louca.

— Louca eu sempre fui, ruivinha. E não esqueça que foi você quem sempre me desviou do caminho, pois santa eu nunca fui, só era falta de oportunidade certa para me iniciar — relembrei. E deixemos bem claro que não era tola e virgem por falta de vontade, e sim por motivos maiores. E cretinos.

— Você e seu fetiche por homens mais velhos, sempre abusada e caprichosa — revirou os olhos vermelhos delicadamente, e então sorriu maliciosa, daquele jeito danada e fofa que só ela tinha. — Mas tinha que ser o pai do Naruto, Sakura? Logo meu tio, lindo, senador e recém-divorciado?

— O homem é maravilhoso, uma delícia! Não resisti, me realizei inteira com ele — só de lembrar uma chama de calor se espalhava pelo meu corpo, apertei as pernas tentando espantar as lembranças pecaminosas. — Que saudades do meu daddy, só ele para tirar meu estresse de jeito.

— Que o Naruto nem sonhe que você pega o pai dele — ela riu, e realmente, que desgraça seria!

— Ele nunca mais me deixaria dormir na casa dele para estudar na biblioteca deles! — respondi horrorizada, pois ele sempre acreditava nas minhas desculpas esfarrapadas, e eu fazia isso quase todo fim de semana. Até hoje eu ainda não li um livro desse lugar, pois me desviava no caminho.

Deixemos bem claro que eu sempre escapava para o quarto do pai irresistível dele, e as vezes nem passávamos do escritório do senador. Será que ele aceitaria um ménage entre nós três algum dia?

Balancei a cabeça negativamente, rindo divertida. Pai e filho! Eu realmente não valia nada mesmo.

— Mas que história é essa de que você caiu das escadas e se machucou, Sakura? — Karin quis saber do nada, completamente séria, e eu me assustei com a mudança repentina de assunto.

Como ela ficou sabendo dessa mentira que contei ao meu pai? Eu não sabia se me irritava por ele ser tão fofoqueiro, ou se gargalhava por ele ser ingênuo o suficiente para acreditar no que eu dizia.

— Lembra do mestre de obras da cidade, Karin? — perguntei como quem não quer nada, encostando-me despreocupada na cadeira enquanto ela assentia rapidamente, curiosa.

— O gostoso do Sasuke, como eu poderia me esquecer? — ela sorriu maliciosa, e eu confirmei, orgulhosa. — O cara por quem você arrastava um penhasco! O que ele tem a ver com isso?

— Exatamente, querida, e eu me vinguei dele, de uma maneira inesquecível — era impossível não sorrir diante de tal sensação prazerosa de triunfo. — Amarrei ele, chupei ele, fodi ele, marquei ele todo e depois saí deixando Sasuke com um caso sério de pau roxo. Mas ele ficou puto, e me castigou.

Primeiro Karin arregalou os olhos, depois seu queixo caiu, e então sua expressão ficou incrédula.

— Puta. Que. Pariu! — ela exclamou completamente sem ar. — Como você apronta uma coisa dessas e não me conta nada, sua viada? Por isso que você estava tão sorridente indo para a chácara, safada!

— Sasuke fodeu com o meu coração, mas eu acabei com o pau dele, nada nunca foi tão prazeroso e tão gratificante — e eu estava sendo completamente sincera, me arrepiando só de lembrar de como eu cavalgava em seu colo, estapeava seu rosto, mordia seu pescoço... — Até que ele invadiu meu quarto no meio da noite, espancou minha bunda gostoso, e me comeu até eu perder os sentidos.

Houve um silêncio demorado, onde a ruiva me encarava entre orgulhosa e abobada, curiosíssima.

— Apenas para o meu puro deleite, me conte... — suspirou. — Sasuke é tudo que você imaginava?

Mordi meu lábio inferior, fechando os olhos e relembrando a luxúria desmedida que senti com ele.

— Tão bom assim? — ela perguntou, boquiaberta, e eu assenti lenta, entorpecida com a memória.

Uma risada trêmula escapou de minha garganta. Eu não sabia se conseguiria colocar em palavras.

— Sabe quando alguém te fode, tão forte, tão prazerosamente delicioso, de uma maneira tão insaciavelmente selvagem que você não sabe se prefere respirar ou gemer por mais? — respirei fundo, sentindo-me derreter por dentro. — Ele acabou comigo. E me fodeu tanto que eu desmaiei.

Eu nunca havia visto Karin ficar sem palavras. Exatamente como eu fiquei, quando ele acabou comigo.

Depois de um certo tempo, no qual ela conseguiu se recuperar de seu choque, a ruiva quis saber:

— Isso mudou como você se sente sobre ele agora, Sakura? — ela me encarava intensamente.

Refleti sobre sua pergunta por alguns segundos, mas a resposta era mais que óbvia e fácil para mim.

— Admito que antes eu gostava dele, mas Sasuke não passa de um jogo para mim dessa vez, sem sentimentos envolvidos — concluí com certa maldade em pensamentos, sorrindo com malícia. — E eu não estou preparada para perder esta guerra, não antes de me vingar dele de uma vez por todas.

— O quão longe você pretende ir para fazê-lo pagar? — seus olhos rubros se estreitaram em interesse.

E dessa vez, eu não pensei duas vezes antes de responder, pois esta era minha única certeza absoluta:

— Tão longe, que não vai ter volta, nem escape. Depois de mim, Sasuke nunca mais será o mesmo.

O pedreiro podia ter acabado comigo, mas eu ainda não havia nem começado com ele. Se ele era o mestre de obras, eu era a mestra da provocação. E apostaria todas as minhas cartas neste jogo prazer.

A tarde não demorou muito a se passar, e após me despedir de Karin, caminhei para fora de sua casa.

No entanto, como toda ironia boa do destino, eu relembrei o porquê de sempre querer passar as tardes de verão depois da escola na vizinhança de Karin. Como esqueci quem também morava aqui?

Sasuke acabava de abrir a porta da sua casa, escorando-se nela, quando eu olhei para ele.

E o cretino ainda teve coragem de sorrir daquele jeito indecente, e me encarar de volta viciosamente.

“No final, talvez você que não seja boa o suficiente para mim, criança.”

Essas haviam sido as palavras dele, não é? Eu nunca seria capaz de esquecer a raiva que elas me fizeram sentir, não depois de ele ter me deixado tão vulnerável, se aproveitando da minha fraqueza.

— Certas coisas nunca mudam, não é, pequena Sakura? — ele piscou sensual, e então fechou a porta.

Foi então que eu percebi exatamente o que Sasuke queria de mim: que eu fosse atrás dele. 

Sorri maliciosamente, pensando que eu daria o que ele queria. De um jeito que ele nunca esqueceria.

 

 

No dia seguinte, acordei completamente inspirada para causar o mal e a discórdia na vida de um certo moreno. Para minha sorte, ao me levantar, constatei que todos vieram trabalhar, inclusive ele.

Abri meu guarda-roupa como quem abre as portas do próprio inferno, e fui diretamente nas minhas roupas antigas, aquelas que eu havia deixado para trás, junto da minha adolescência e meu passado.

Escolhi as peças certas e as deixei em cima da cama enquanto tomava banho e começava meu plano.

Uma hora depois, sorri com a minha imagem refletida no espelho. A transformação estava completa.

Todas cometem loucuras por um Uchiha, não é? A pequena Sakura não era diferente. E faria mil vezes pior.

Usando um dos meus antigos vestidos preferidos, meu melhor sorriso brilhante e minha antiga atitude de mocinha adorável e arteira, desci para o jardim com um livro e acenei alegremente para meu pai, que me olhou duas vezes antes de arquear uma sobrancelha em confusão na minha direção.

— Mas o que é que você está aprontando agora, minha filha? — perguntou, realmente preocupado.

— Bom dia para o senhor também, papai — desconversei simpática como a bela atriz que era, passando reto por ele, indo até a área da piscina. — Hoje não é um lindo dia para se ler ao ar livre?

Kizashi continuou olhando-me confuso, mas desistiu de me entender, e voltou a inspecionar a obra.

No pequeno percurso até a piscina, notei que todos os trabalhadores paravam o que faziam para me observar com estranheza antes de voltar ao que estavam fazendo. Menos um certo moreno cretino.

Passei lentamente por onde ele observava um plano de engenharia com extrema concentração, e deslizei meus dedos suavemente por seus ombros afim de chamar sua atenção:

— Obra difícil, Sasuke-kun? — sussurrei de maneira doce. — Mas tenho certeza que você sabe lidar.

Ele se virou na mesma hora para me olhar, e assim que me viu, franziu o cenho, parecendo perdido.

— O você quer agora, Sakura? — exigiu saber desconfiado. — Pirou de vez, menina? O que é isso?

E ele continuou me olhando e olhando e olhando, como se não acreditasse no que seus olhos viam.

Ah, pobre pedreiro... Ele não perdia por esperar o estrago que eu iria fazer na cabeça dele. Nas duas, aliás.

— Gostou do meu novo visual? — rodopiei faceira para que ele tivesse uma visão melhor da minha imagem. — É como você disse: certas coisas nunca mudam. Vamos ver até que ponto então, querido.

E como a antiga Sakura nunca teria conseguido, eu o deixei para trás, sorrindo travessa para Sasuke.

Irritado. Confuso. Perturbado. Certamente, longe de saber o quão imprevisível eu poderia ser.

Durante o resto do dia, eu agi exatamente da mesma maneira que me lembrava do meu comportamento de anos atrás. Fiquei na piscina lendo um dos meus antigos livros preferidos, bebendo um suco de abacaxi com leite como se estivesse bebendo vinho, mantendo a expressão de meu rosto sempre delicada e marotamente inocente. Nunca me diverti tanto desde que voltei aqui.

Principalmente quando eu me dedicava à olhar Sasuke sob cílios que não paravam de piscar, com as bochechas falsamente avermelhadas e um olhar que beirava a adoração e a vontade de aprontar.

“Sasuke-kun, eu posso te oferecer alguma coisa?”, eu parecia capaz de tudo para agradá-lo.

“Sasuke-kun, você comanda tão bem uma obra”, e não tinha vergonha nenhuma em elogiá-lo.

“Sasuke-kun, você não quer tomar um banho comigo?”, nem a cara de pau para não provocá-lo.

O mestre de obras, para meu completo deleite, parecia não saber o que fazer, nem o que responder.

Inicialmente, ele manteve aquela pose de macho dominante e viril que sabe que me comeu direito, e que tinha certeza que eu amei cada segundo, mesmo não querendo admitir. Mas quando ele finalmente percebeu que eu não estava escondendo nada, e sim jogando outra tática, perdeu o ato.

Papai, no entanto, parecia realmente assustado com minha mudança de atitude. Por um lado, ele parecia não saber se ficava feliz por ter um vislumbre da antiga Sakura, e por outro, acho que no fundo ele sabia a filha que tinha, pois de santa eu não tinha nada. Eu sempre fui o caos encarnado.

E no momento que coloquei meu biquíni de babados rosas e pulei na piscina, Sasuke veio até mim.

— Você enlouqueceu de vez, Sakura? — ele foi direto ao ponto, sério como uma pedra. — O que significa tudo isso?

A visão dele ali em cima, perto da borda, com os braços musculosos cruzados sob aquele abdômen deliciosamente másculo e o corpo maravilhosamente molhado de suor quase me fizeram salivar. O homem era a imagem do sexo personificada. Ainda mais com aquele volume viril dentro das calças.

— Duvidando das boas intenções de uma jovem mocinha, querido? — rebati de volta, sorridente.

Ele revirou os olhos e bufou, rindo secamente, parecendo ter atingido os limites de sua paciência.

— Você é feita de maldade, sacanagem e provocação, Sakura. Não me engana mais. — balançou a cabeça negativamente, irônico. — O castigo que eu te dei não foi o suficiente? Quer outro, mocinha?

— Eu só estou dando o que você quer, amor — pisquei marota. —Só não sei se você vai aguentar até o final.

Por um segundo, uma sombra escura passou por seus olhos negros, e ele mordeu o lábio inferior.

— Sakura... — murmurou, olhando fixamente em meus olhos. — Tudo que eu sempre quis era que...

Mas antes que ele pudesse continuar, alguém chamou seu nome, e ele suspirou, desistindo de falar.

Não o vi mais durante aquele dia, pois ele saiu para a construtora com o irmão, e não voltou mais.

Amanhã já era sexta, e eu precisava fazer algo rápido, antes que o final de semana chegasse. Meu tempo aqui era contado, e ainda tinha tantas coisas que eu gostaria de colocar em jogo com Sasuke. Minha ansiedade em descobrir como ele reagiria quando eu aprontasse de novo era grande demais.

Aproveitando a pausa do almoço para colocar a chave inicial de meu plano em andamento, sugeri à Kizashi que fizéssemos um jantar amanhã, e convidássemos nosso tão prestativo mestre de obras para se juntar à nossa pequena família, como uma forma de agradecimento pelo trabalho impecável.

Papai, é claro, que não desconfiou nada da minha boa vontade, e fez o convite à Sasuke logo depois.

E no momento que ele aceitou, seu olhar ardente caiu sob mim, observando-o da janela de meu quarto, e seu cenho se estreitou em uma expressão de desconfiança, e tudo que fiz foi sorrir triunfal.

O predador havia mordido a isca, e caído perfeitamente na minha armadilha. Mais uma vez.

 

 

O dia seguinte passou relativamente rápido, principalmente porque eu passei a maior parte dele pensando no que iria fazer com o belo pedreiro cretino. Sasuke havia conseguido me dar um nocaute naquele dia, e não poderia negar que ele acabou comigo, mas eu ainda iria fazê-lo pagar bem caro.

Quando a noite enfim se aproximou, eu corri para o meu quarto para me banhar, preparar mentalmente e colocar minha melhor aparência de inocentemente indecente pronta para provocar.

A estrela da noite seria a falta da minha calcinha por baixo do meu adorável e fino vestido vinho.

Exatamente às 19h em ponto, a campainha foi tocada e minha mãe gritou para que eu descesse logo.

Olhando uma última vez para o espelho e conferindo se tudo estava como planejado, passei perfume e pintei meus lábios em um tom suave de vermelho e deixei a minha vadia interior sair para causar.

Quando desci o último degrau, eu o vi. Ele estava de costas para mim, conversando sobre algo com Kizashi que o fez sorrir, e como se atraído por um imã, ele se virou e nossos olhos se encontraram. E então, somente por um segundo, eu me permiti perder o fôlego quando tive uma visão melhor dele.

Cinco malditos botões mantinham sua camisa cinza fechada e a calça jeans rasgada não escondia o vigor de suas pernas musculosas. O cabelo dele estava mais arrumado que o normal, porém ainda daquele jeito naturalmente bagunçado, e ele cheirava à um perfume tão inebriante que perdi o foco.

Era incrível como a simples presença dele me afetava e fazia todo o meu corpo esquentar. Infelizmente para minha sanidade, Sasuke era aquele tipo de cara que parecia bonito em qualquer situação, em qualquer roupa, horário ou luz. O meu tipo de homem. Aquele que te estragava inteira.

Esse teria sido o sonho da antiga Sakura, ter finalmente Sasuke Uchiha em sua casa... Mas nós não éramos mais as mesmas pessoas, e não havia mais espaço para aquela menina boba na minha vida.

Tudo se resumia a um jogo sexual irresistível no qual eu queria ele perdesse o controle.

— É um prazer tê-lo aqui conosco hoje à noite, Sasuke. — cumprimentei beijando seu rosto, olhando diretamente em seus olhos enquanto sorria de maneira ingenuamente marota.

Os lábios dele se contraíram levemente, e seus olhos piscaram astutos, mas ele manteve o papel diante de meus pais.

— Eu que agradeço seus pais pelo convite, pequena Sakura. — ele respondeu de volta de maneira educada, naquele tom masculinamente sério de sempre, mas seus olhos nunca deixavam os meus.

Ainda pensei em dizer algo, mas mamãe nos interrompeu, convidando-nos para comer um aperitivo na sala antes que o jantar fosse servido, pois ela ainda não havia terminado o molho de curry.

Enquanto andávamos em silêncio até o sofá, eu ouvi sua voz baixa sussurrar somente para eu ouvir:

— O que você pretende aprontar contra mim dessa vez, mocinha?

Meus olhos encontraram os seus, um sorriso angelical se abrindo em meu rosto, mas as boas intenções nunca chegaram até minhas maliciosas orbes verdes. Sasuke parecia ter certa expectativa.

— Você não gostaria de saber, querido. — esfreguei minha bunda sensualmente contra seu quadril, e senti todo seu corpo enrijecer. — Não tem ideia das loucuras que sou capaz de cometer por você.

— Me respeita, Sakura. — avisou sério, a voz perigosa. — Nós estamos na presença dos seus pais.

Dei de ombros, como se isso fosse algum impedimento para mim. Sob adrenalina era tudo mais delicioso, ele não sabia disso? E nem sequer tinha moral para falar, invadindo meu quarto sem pudor. Ainda bem que eles não estavam em casa para me ouvir gritar, pois amanheci sem voz e sem andar.

Certo tempo depois, enquanto Mebuki continuava na cozinha e de vez em quando vinha perguntar se queríamos algo, papai e Sasuke conversavam sobre tudo, com meu velho elogiando seu trabalho.

O moreno parecia ter realmente uma paixão por construir coisas, e sabia que era bom no que fazia.

Ah, se papai soubesse no que esse mestre de obras era ainda melhor... Sua filhinha amou descobrir.

— Quem desenhou a planta da varanda que estamos construindo? — ouvi o pedreiro perguntar.

— Sakura fez um belo trabalho desenhando-a, não? — papai comentou com orgulho, olhando-me com certo respeito e admiração. — Quando pedi um esboço não imaginei que ela fosse tão talentosa.

— Você está estudando arquitetura, Sakura? — Sasuke virou-se para mim, meio que surpreendido e ao mesmo tempo genuinamente interessado. — Não sabia que você gostava da área de construção.

— Tem muitas coisas que você nem imagina sobre mim, Sasuke. — respondi, dando de ombros.

— Nunca é tarde demais para explorar certas coisas em comum, não? — seu olhar sugestivo indicava algo que eu certamente não consegui entender, mas fez um alarme disparar dentro de mim.

— Duvido muito que meus interesses sejam os mesmos que os seus. — revirei os olhos, incômoda.

Incrível como esse homem me atraía com a mesma intensidade que me fazia querer estapeá-lo. O que ele achava que iria ganhar insistindo em bancar o papel de interessado na frente de meus pais?

— Vou perguntar à Mebuki se o jantar já está pronto — papai interrompeu, olhando-nos estranho.

Foi nessa hora que eu percebi que estávamos completamente sozinhos pela primeira vez em dias. Era impressão minha ou estava ficando quente ali, com ele me encarando daquela forma tão penetrante e viciosa, com seus olhos negros ardentes, sua boca insinuante, sua presença dominante?

— Finge que não se importa, mas continua louca por mim, não é, pequena Sakura? — ele provocou.

E em vez de me deixar intimidar ou negar suas palavras com veemência, era hora de surpreendê-lo e deixa-lo sem palavras.

— Você que vai ficar louco quando eu te mostrar do que sou capaz, mestre de obras.

Então eu abri as pernas com meu melhor sorriso maléfico, e Sasuke arregalou os olhos em choque.

Seus olhos negros ficaram ainda mais escuros se possível, e ele mordeu a boca, o rosto viril turvo por um desejo indecente que se evidenciou em suas calças. E a noite só estava começando, querido.

— Você está sem calcinha... — disse com a voz embargada, me olhando vidrado como um bêbado.

— E você está louco para enterrar seu pau na minha boceta de novo, não é? — passei a língua pelos lábios de maneira provocativa, e ele engoliu seco, visivelmente atordoado e tenso.

— Para de me atentar, criança. — ordenou severo. — Estou tentando ser um cavalheiro aqui, porra.

— Uma pena que é tarde demais para tentar ser um comigo. — desdenhei, levantando-me e saindo da sala com um andar felino, sabendo que ele não tirava os olhos de meu corpo.

Sasuke veio atrás de mim no mesmo instante, segurando minha cintura com força, mas o empurrei.

— Aonde você pensa que está indo? — perguntou impaciente, acompanhando-me quando não parei.

— Jantar, é claro. — respondi malcriada. — Ou você pensa que veio só para me comer com os olhos?

Houve um momento de silêncio, no qual ele me olhou visivelmente aborrecido e querendo me repreender, mas teve que me seguir sem dizer mais nada, visto que vieram nos chamar para comer.

O jantar foi servido de maneira casual, e até mesmo um pouco familiar demais para o meu gosto, porque eu não sabia que meus pais gostavam tanto assim de Sasuke, muito menos que minha mãe fora conquistada por ele com um lindo buquê de flores que ele trouxe para ela em agradecimento.

Sentei-me na cadeira ao lado dele com meus pais à nossa frente, e esperei a hora certa para agir.

Provei a comida em silêncio, e de vez em quando olhava para ele, pois eu queria que o moreno soubesse que ele estava na minha mira, e eu não fazia questão nenhuma de disfarçar minha intenção.

E justo no momento que eu percebi que ele estava mais confortável, deslizei a mão por sua calça.

O mestre de obras, que ouvia atentamente algo que Kizashi dizia enquanto comia, se engasgou.

— Está tudo bem, menino Sasuke? Quer água? — mamãe preocupou-se, oferecendo um copo à ele.

— A comida desceu errado, não foi nada demais. Obrigada, Mebuki. — ele respondeu tenso, se recompondo, e me repreendeu com o olhar rapidamente, tentando afastar minha mão do seu colo.

— Melhor fazer mais atenção de agora em diante, Sasuke — recomendei falsamente inocente, fechando meus lábios em torno do garfo e lambendo-o lentamente para que ele visse.

— Não vai acontecer de novo, pequena Sakura. — piscou gentil, com um pequeno sorriso cínico.

— Mas então, como anda o velho Fugaku? — papai interrompeu nossa guerra de olhares nada discreta. — Fiquei sabendo que você assumiu a construtora em sociedade com seu irmão mais velho.

— Faz um certo tempo, na verdade — o moreno voltou-se para ele, atencioso. — Aposentamos ele cedo para que ele pudesse melhorar sua saúde e passar mais tempo com nossa mãe Mikoto.

A senhora Haruno colocou ainda mais de seu curry especial no prato dele, praticamente encantada.

— Conheço você desde que era um menino, seu pai deve ter orgulho do homem que se tornou hoje.

— A gentileza é sua, Mebuki. — agradeceu daquele jeito galante, e mamãe quase se derreteu toda. O charme desse homem não conhecia limites. — Sua filha além de linda também é muito inteligente.

— Sempre foi uma menina exemplar, apesar de um pouco cabeça quente. — meu pai concordou. — Uma pena que ela tenha decidido estudar fora em outro estado e não queira mais voltar para casa.

— Konoha é pequena demais para alguém ambiciosa como eu. — expliquei um pouco audaciosa, mas realmente era verdade. Eu queria crescer, me libertar, e nunca mais limitar minhas escolhas.

Muito menos por um homem, sendo que este estava sentado agora ao meu lado, olhando-me daquele jeito que deixava todo meu corpo arrepiado e minha mente cheia de imagens indecentes.

— Tem certeza, pequena Sakura? — uma sobrancelha negra se arqueou em dúvida, e aquela expressão de canalha arrogante apareceu em seu rosto. — Talvez estas férias te façam mudar ideia.

Aquele filho da mãe realmente achava que podia brincar comigo como antes. Isso é o que veremos.

O sorriso sacana de seu rosto desapareceu quando minha mão, esquecida em sua coxa musculosa, desceu para sua virilha e apertou seu pau com força sem nenhuma decência. E então, com as pontas dos dedos, acariciei lentamente sua ereção em círculos sensuais e dedilhei o a dureza de seu pênis.

Sasuke estava completamente congelado na cadeira, o rosto másculo duro como uma pedra.

— Duvido muito, apesar de que pretendo aproveitar meus dias aqui da melhor forma possível. — declarei sem vergonha alguma, cheia de segundas intenções, mas meus pais nada percebiam.

— Tanto que não para mais em casa, não é, filha? — o mais velho voltou à comentar, parecendo inconformado e falsamente intrigado. — Voltou da chácara dos Uzumaki e só dormiu na semana!

— Final de semana cansativo? — o moreno pareceu acordar, interessado, os olhos negros brilhando de maneira altiva e sugestiva para mim. — Deveria ter descansado enquanto podia, mocinha.

— Dormi segunda o dia inteiro, sabe? — pressionei minha mão ainda mais firmemente contra seu pau, e ele engoliu seco, seu volume crescendo. — Estava tão cansada que não conseguia me levantar.

— Dando uma de bela adormecida, Sakura? — bebeu um pouco de vinho, rindo irônico. Cretino!

— Exatamente. Só que invés de espetar o dedo na agulha, me espetaram com outra coisa bem grossa.

E assim que estas palavras saíram de minha boca, ele cuspiu todo o líquido vermelho em sua roupa.

Mebuki se assustou, perguntando se ele estava bem e quando ele assentiu, disse que ia tirar a mesa. Papai a seguiu, ajudando-a a retirar os pratos, pois o jantar claramente não tinha como continuar.

Exceto que eu ainda não havia feito metade do que queria fazer, e precisava fazê-lo pagar rápido.

Sem pensar duas vezes, me levantei da cadeira e me ajoelhei ao lado dele com um guardanapo. Se Sasuke antes já estava estranhamente ruborizado, agora ele parecia ter esquecido como se respirava.

— Não sabia que você era tão atrapalhado, senhor mestre de obras! — brinquei divertindo-me com seu desconforto, colocando o rosto entre as pernas dele e abrindo o zíper da calça com os dentes.

— Sakura, você enlouqueceu de vez? — desesperou-se, tentando me fazer levantar do chão e fechar suas calças que eu insistia em abrir novamente. — Seus pais podem voltar a qualquer momento!

Cinco segundos depois avisaram que estariam trazendo a sobremesa, e ele ficou ainda mais nervoso.

— Chupar seu pau vai ser minha sobremesa, pedreiro. Cuidado para ninguém ouvir você gemendo.

Sorri maliciosa diante de seu olhar atônito e tão desejoso quantos o meu, e me escondi debaixo da mesa de frente para a cadeira dele. Havia espaço suficiente para que ninguém me visse ali embaixo e nem tocasse as pernas em mim sem querer. Minha sobremesa hoje à noite seria engolir sua porra.

E quando meus pais voltaram para a mesa e perguntaram onde eu estava, alcancei por fim sua cueca.

— Ela... F-foi conversar com Karin em seu quarto. — ele mentiu, a voz embargada, todo atordoado.

Não prestei mais atenção no que foi dito depois, e me concentrei completamente em acabar com qualquer resistência que Sasuke ainda tivesse quanto a mim. Eu queria quebrar seu controle, mostrar que quem estava no comando aqui era eu, e que eu era capaz de deixá-lo submisso a mim.

Porque eu sabia que seu controle era algo que ninguém jamais havia tirado dele, e eu queria fazê-lo perder qualquer senso de dominância que ele achava que tinha. Domá-lo era só o começo de tudo.

Nem que para isso eu tivesse que fazê-lo gozar enquanto tentava não deixar meus pais verem nada.

A cueca dele era preta e estava tão apertada pelo volume exuberante ali dentro que mais era uma prisão para aquele pau grosso que escondia de mim. Deslizei minha língua por ela sem me fazer de rogada, e o corpo dele enrijeceu por completo. Ri baixinho, chupando sua ereção, e abaixei a cueca.

Observei seu pau com admiração, perguntando-me como tudo aquilo coube dentro de mim, e estremecendo só de lembrar que aquilo havia me fodido tanto que eu desmaiei pela sensibilidade. Segurei o pênis grosso e rosado, tão cheiroso e delicioso, e o apertei com força, começando a estimulá-lo com meus dedos ágeis. Juntei um pouco de saliva na boca e aproximei seu pau da minha boca, cuspindo lentamente na cabecinha inchada de uma maneira que eu sabia que o deixaria louco.

O punho de Sasuke bateu na mesa e ele grunhiu algo desconexo, parecendo não conseguir falar mais que três palavras coerentes para meus pais sem se entregar. Eu sabia que aquela situação, a adrenalina de ser pegos no flagra e ter que se controlar enquanto era masturbado, intensificava ainda mais as sensações que ele sentia. E no segundo que não aguentei mais atentá-lo e caí de boca naquele pau delicioso, ele se contorceu todo, e eu o chupei como se minha vida dependesse disso.

— Caralho, Sakura... Eu vou acabar com você depois por isso. — murmurou para que só eu ouvisse.

Sorri, como eu adorava o perigo, e dominar Sasuke assim então... Deslizei minha língua por seu pau de maneira atrevida e feita para fazê-lo perder o juízo, deliciando-me com o quanto ele preenchia minha boca e deslizava fundo até minha garganta. Alternei o ritmo das chupadas entre movimentos lentos, e ora maliciosamente vagarosos para fazê-lo se contorcer, e então ia rápido, aumentando o ritmo sem que ele tivesse tempo para se acostumar, e justo quando ele quase gozava, eu parava.

Aquilo era quase uma realização pessoal... Era muito mais que uma vingança, era um fetiche depravado.

Fechei os olhos, deixando minha boca ainda mais relaxada e macia, minha língua mais safada, e quando seus dedos se enterraram em meus cabelos, chupei-o com ainda mais cuidado e intensidade, alisando suas coxas de maneira prazerosa, tudo feito calculadamente para enlouquece-lo de tesão.

Suas pernas começaram a tremer, assim como seu abdômen, e eu aumentei a velocidade da minha boca que torturava seu pau sem misericórdia alguma, esperando o momento que ele não conseguiria mais controlar sua vontade de gozar e se derramaria inteiro para aliviar seu sofrimento.

Chupei sua glande com força e deslizei meus dentes lentamente por ela, e ele gozou na minha boca.

 Fiquei completamente em silêncio, engolindo toda sua porra, e esperando que meus pais saíssem. Ainda bem que não demorou muito, pois precisava voltar, e então me levantei, olhando-o fixamente.

— Agora quero te ver dizer que eu não sou boa o suficiente, cretino. — estapeei seu rosto com força.

Não esperei por sua resposta e saí rebolando antes que meus pais voltassem, mas Sasuke me seguiu.

E assim que entrei no banheiro, ele me empurrou junto para dentro, batendo a porta atrás dele e vindo na minha direção como um predador, encarando meus olhos com um desejo atordoante que me hipnotizou, e uma de suas mãos chocou contra a parede ao lado de meu rosto, e ele me atacou.

— Puta que pariu, Sakura... — rugiu, enterrando o rosto no meu pescoço. — Você me deixa louco...

Os lábios de Sasuke desceram sob os meus com uma intensidade que me fez perder ar e o chão.

O prazer que aquilo me proporcionou foi devastador, como se todo meu corpo explodisse em chamas por ele. Instintivamente minhas mãos se fecharam em torno de seus ombros musculosos, sentindo-os contraídos e rígidos, e então ele agarrou meus cabelos, mordendo minha boca e trazendo-a para a sua com mais intensidade, como se estivesse se deliciando com algo que pudesse lhe ser tirado a qualquer momento. Gemi sem controle algum quando ele apertou minhas nádegas.

Ele me beijava com necessidade, desespero, roubando qualquer resistência e sanidade que eu tinha.

— Se gemer assim eu não vou me controlar, Sakura. — quase gritei de prazer quando seus dedos invadiram meu vestido, e enterrei minhas mãos em seus cabelos macios quando ele tocou meu clitóris com a ponta de seu dedo mínimo. — Eu vou ter que arrombar sua boceta com minha porra de novo e de novo, até você não conseguir implorar por mais.. E eu não vou parar, minha mocinha safada.

Algo dentro de mim começou a latejar intensamente, e minha coluna pareceu se dissolver quando ele abriu minha boceta molhada com dois dedos, deslizando sob minha carne como se ela o pertencesse.

Sasuke subiu meu vestido e eu parei de respirar quando a cabecinha de seu pau se esfregou em mim.

— Abre as pernas para mim, pequena. Eu não posso te foder pela metade. — sua voz atentava minha lucidez, suspirando rouca contra meu ouvido. —  Nenhuma parte de mim não quer estar em você...

Meu Deus... O que era essa fraqueza, essa sensação intensa de que poderia morrer de puro desejo?

Ele roçou meus lábios inchados com sua boca, lambendo-os e então mordendo-os com delicadeza.

Foi então que uma memória devastadora invadiu minha mente, e eu quase arfei com sua intensidade.

Eu gritei pela milésima vez naquela noite quando outro orgasmo me dominou. Meu corpo inteiro tremia pelo prazer desmedido, e tudo que havia na minha mente era seu nome, e a forma como ele me fodia tão insaciavelmente que eu não enxergava mais direito. Sasuke voltou a me puxar para si, descendo seus beijos por meu corpo, seus lábios talentosos chupando meus seios, e ele me fodeu de novo, e de novo, e de novo... E então não existia mais nada além dele dentro de mim, e eu desmaiei.

Eu sabia que era por isso que precisava me afastar e fugir dele imediatamente, pois seria derrotada.

Com uma força de vontade inumana que não me pertencia, consegui empurrá-lo para longe de mim.

— Ah, mestre de obras... — disse por fim. — Obrigada pela sobremesa, mas não vai ser dessa vez.

Saí correndo do banheiro antes que minhas pernas ficassem bambas novamente, arrumei minha aparência completamente caótica e bagunçada no corredor e fui me esconder na sala na presença de meu pai antes que o moreno me encontrasse sozinha de novo e acabasse de vez comigo.

Ignorei completamente o olhar intenso dele sobre mim no momento que este apareceu de volta, como se nada tivesse acontecido e fiquei ainda mais nervosa quando Kizashi olhou de mim para ele de forma estranha. Nunca me senti tão incômoda em minha vida, ignorando a tensão entre nós dois.

Quando enfim achei que fosse sufocar de inquietação, meu celular apitou com uma mensagem.

Quase caí para trás quando vi o conteúdo, murmurei um “Já volto” e andei rápido para fora de casa.

Não acreditei no que meus olhos viam, quando do outro lado da rua, estava Minato, me esperando.

— Surpresa, minha linda? — ele brincou assim que andei até ele. — Karin me deu seu endereço, não quis esperar para te ver.

Completamente lindo, com um terno negro, um sorriso charmoso, os olhos azuis hipnotizantes, a voz macia e sedutora.

Sorri abertamente quando ele me agarrou, puxando-me pela cintura, e abraçando-me com força.

Mas tudo não durou três segundos, pois do nada Sasuke apareceu, nos pegando no flagra e assustando completamente.

— Quem diabos é esse cara, Sakura? — perguntou grosseiro, fuzilando o homem com ódio e prestes à arrancar as mãos do loiro para longe de mim. — E por que porra ele está te tocando desse jeito?

— Ah, querido pedreiro, esse é o senador Namikaze! — expliquei, tremendo de nervoso, mas irritá-lo era mais forte que eu. — Mas sabe, intimamente, eu gosto de chamá-lo de meu sugar daddy, Minato.

— O babaca que ficou te ligando quando estávamos juntos? — ele estava quase perdendo o controle.

— E você deve ser o otário que perdeu a vez. — o loiro sorriu, apertando minha bunda, para ele ver.

Sasuke grunhiu, mais perigoso e descontrolado que nunca, e seus olhos ficaram vermelhos de raiva.

E foi aí que o desastre aconteceu.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, pois eu quase desisto desse enredo. Muito obrigada por todo o retorno :)

Estou um pouco desanimada com isso aqui, pensei varias vezes em abandonar ou deixar em hiatus, e sinceramente não sei ainda como me sinto sobre esse capitulo, nem se gostei, mas não queria deixar vocês na mão por muito mais tempo.

O sugar daddy apareceu, e o pedreiro chegou bem na hora dos dois.. O que será que vai acontecer agora? ;)

E aí.. #TimeSasuke ou #TimeMinato?!

Deixem suas opiniões. O incentivo é a chave para a continuação. Besos


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