História Metal e Carne - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Steven Universe
Personagens Lápis Lazuli, Peridot
Tags Lapdot
Visualizações 30
Palavras 1.018
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Terror e Horror, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


os próximos será bem mais tenso eu digo MUITO MAIS

Capítulo 2 - Panico


Pv Peridot

 

Acabei por aceitar o convite, minha mão tinha estragado mais do que eu achei com aquele soco que dei na mão do cara, e eu não tinha as ferramentas necessárias e tem esses relâmpagos que me dão um medo do cão

Bom eu morava sozinha, eu apartamento bem meia boca então o que tinha perder, pelo caminho ela me olhava ou me olhava para minha perna, é ficar mancando era foda to pra arrumar isso a um mês ate agora nada, não tinha como pagar pra arrumar ou cobrar as ferramentas necessárias, teve a hora no caminho que algumas crianças passaram por nas, uma esbarrou em mim, por acidente deixei minha prótese cair no chão, a criança me olhou com olhos arregalados, percebi que ela ia chorar por estar com lagrimas nos olhos

–ei calma, não é nada.......vê......novinho em folha.......tá tudo bem

Peguei minha prótese e coloquei no lugar torcendo para o gancho do nervo facionar para ela fechar  e deu certo, soltei a pressão e a mão abriu e fiz carinho na cabeça dela a criança sorriu e voltou a correr

–leva jeito com crianças, como fez isso ?

Lápis perguntou sorrindo vendo elas correrem como doidinhos

–não sei foi impulso, acho que é por que nunca fizeram isso comigo

Voltei a andar, a mesma me seguiu e tomou a frente, quando chegamos na.......casa? isso é uma mansão, passamos do portão e fomos para dentro quando chegamos tirei meu casaco e pendurei

–onde ficam as ferramentas ?

Falei seria e seca, a mesma passou por mim e foi ate o telefone

–gosta de comida chinesa ?

Tá já saquei a jogada, me sentei no sofá e tirei a mão e coloquei ao lado, eu não tinha grade parte da mão porem a inda tinha o polegar, era estranho sim mostrei o mesmo para ela que deve ter se segurado para não rir, eu riria de verdade

A mesma saiu por um estando e voltou com uma caixa de ferro preta e colocou a minha frente

–ai deve ter um pouco de tudo, essa casa era da minha tia ela me deixou ficar aqui já que ela não usa essa casa, ela também tem uma prótese no braço eu acho

Confirmei com a cabeça e me sentei no chão esticando minha perna direita esticada e puxei a calça pra cima revelando minha outra prótese ela ia ate um pouco depois do joelho tirei e deixei encostado a mesma olhava minha perna espantada

–nunca viu ? é feio ficar olhando assim

Perguntei já estava desconfortável com tal olhar, a mesma parou e ficou olhando algo em seu celular, peguei minha mão e coloquei em cima da mezinha do centro e comecei a mexes nos cabos

–posso fazer umas perguntar, normalmente as próteses não se mexem, como fez para a sua fechar ?

Sorri era o que sempre pensavam, olhei para ela e suspirei

–quando eu tinha......uma idade menor a essa fiz um protético para abrir minha pasta de dentes e então pensei “por que não fazer uma mão”  

Fiz as aspas com a minha mãe de carne segurando a chave com a boca fazendo a outra rir

–então ligando esses cabos a seus braço pode simular movimentos simples, seus nevos contraem de uma forma especifica e os cabos respondem com movimentos simples, incrível devo dizer

Fiquei de boca aberta, só eu sabia disso, nem foi inventado a inda, ela olhava a mão sorrindo

–que deve dizer tudo isso sou eu como descobriu isso tudo ?

Perguntei apertando mais um cabo

–é só isso que faz sentido, alias só assim para você poder ter feito aquilo com o cara de amanha, a alias abrigada de verdade......mas por que me ajudou de verdade eu estraguei seu jogo e não sou lá a melhor pessoa para se salvar e tem que ser louco para enfrentar Jasper e seus “amigos”

Suspirei com tal pergunta, terminei e deixei a mão de lado e me levantei um uma perna só me afastando um pouco

–faz assim se você conseguir me colocar no chão de qual quer forma e me deixar sem movimentos dos braços em 3 minutos eu falo por que

A mesma se levantou e correu ate mim, pulei em cima dela, fazendo ela cair de costas no sofá segurei um de seus braços e usei meu polegar da outra mão para segurar seu outro braço

–o que foi, eu não falei que não ia reagir né, ai está por que eu te salvei, quando alguém pode dar conta dos problemas mesmo em dificuldades claras, essa pessoa se sente em dever de ajudar quem não pode, foi por isso se nem contra mim você da conta imagina contra eles

Sorri e de repente batidas no portão foram ouvidas era isso a comida chegou, desci ou cai de cima dela e peguei minha mão e coloquei e encaixei os cabos e comecei a mover fechando e abrindo quantas coisas eu já perdi por causa disso

–tá na mesa......você tá chorando ?

Arregalei os olhos e limpei os mesmo, droga pensei de mais hoje, coloquei minha perna de metal e fui ate ela

–eu não choro isso eu garanto, o que você pediu ?

Ela mostrou dois pacotes peguei uma sopa de legumes e ela frango xadrez, comemos na sala enquanto eu dava uns ajustes na minha perna ate ela me olhar

Começamos a conversar e a rir era uma risada atrás da outra, eu já estava acabando

–desde quando você é assim, digo desde quanto precisa disso tudo os seus pais não te ajudam com isso ?  nem a sua família

Deixei a chave cair, meus olhos se arregalaram, minha respiração acelerou minha mão começou a fechar e abrir sem eu controlar, tirei e joguei no sofá comei a passar as mãos pelos cabelos tirei meus óculos, imagens e mais imagens passavam pela minha cabeça, os trovões e relâmpagos voltaram comecei a entrar em pânico ate sentir braços me envolverem e sentir ser puxada, comecei a me debater sem parar eu queria me livrar daquilo porem algo me dizia

–calma, está tudo bem 


Notas Finais


então o que acharam da loucura dela ?


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