História Meu Alfa - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lu Han, Tao, Xiumin
Tags Abo, Aboexo, Auto-estima, Baekhyunalfa, Baekyeol, Chanbaek, Chanyeolômega, Depressão, Exo, Ladyakira, Menção!hunhan, Menção!kaisoo, Meualfa, Opressão, Romance, Top!baekhyun, Vingança
Exibições 997
Palavras 3.088
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá,
Eu sei.. eu sei, vocês querem me matar, eu demorei de novo, me desculpem gente ;--;
Esse capítulo tem muito açúcar <3 foi feito com muito carinho <3
Eu dividi o capítulo em "Antes do casamento", "Dia do casamento", "Cio". Porque achei que lotar essa capitulo com tudo ia ficar grande e eu ia demorar mais ainda. ehehe
Capitulo betado pela Mary Linda.
Gente, muito Obrigada pelos favoritos, e comentários, vocês são demais. ^^
Enfim ..
Boa Leitura <3

Capítulo 18 - Capítulo 18


 

Antes do casamento

 

 

— Saudades do meu plano de saúde, do doutor Kim. Daquela clínica maravilhosa, onde tinha wifi, cadeira confortável na recepção, e claro, o mais importante, tinha ar condicionado. — disse Luhan baixinho, ao sair de um posto de saúde do bairro onde morava. Respirando fundo, e se abanando. — Acho que eu morri e visitei o inferno. — olhou para trás vendo a unidade de saúde, franziu o cenho e voltou caminhar.

Pela primeira vez havia enfrentado uma fila, coisa que nunca tinha passado em sua vida antes. Teve que esperar em uma sala abafada cheia de ômegas gestantes que não paravam de falar. E ainda sentado em uma cadeira desconfortável.

Mas é o preço que eu pago pela liberdade. Se eu quero ser independente, tenho que aprender a largar o meu lado fútil. Pensou Luhan.

Estava caminhando tranquilamente em direção ao seu prédio, onde deixaria as receitas e o cartão recém feito na unidade de saúde em seu apartamento, para depois sair para almoçar em uma pensão ao lado do prédio. Porque ainda não tinha aprendido a cozinhar, por enquanto comia no restaurante da pensão. Era simples, mas a refeição era boa. Porém, mal deu alguns passos e sentiu aquela sensação de que estava sendo observado. Olhou para o outro lado da rua, logo lhe subindo uma raiva enorme. Atravessou a rua correndo e bateu diversas vezes no vidro do motorista até que a janela do carro abriu e Luhan confirmou sua suspeita. Sorrindo soprado.

— Porque você está me seguindo? — cruzou os braços mantendo o olhar irritado para com Sehun, que continuava com uma expressão indiferente.

— Não estou lhe seguindo. — respondeu simplista. Abriu a porta do carro e saiu ficando de frente para Luhan. — E o que você estava fazendo naquele posto de saúde? Está doente? — fez as perguntas com a mesma expressão indiferente de sempre. Luhan nunca sabia o que de fato Sehun pensava, e odiava isso.

— Está me seguindo sim! Por qual motivo iria vir aqui? —riu soprado outra vez e analisou a feição de Sehun, havia uma marca em volta do seu olho, um corte na sua boca, e no seu pescoço encontrava-se algumas marcas. Surpreendeu-se, mas não quis perguntar o motivo delas, então desviou o olhar. — E... Eu estava lá porque... Estava com a pressão baixa. Ah! Porque estou te falando isso? Não é da sua conta! Só pare de me seguir, ok? — disse com rapidez já se virando para seguir o seu caminho, mas sentiu seu pulso ser segurado. Obrigando-o a ficar parado.

— Não seja malcriado, só foi uma pergunta! — franziu o cenho, usando seu tom de alfa. — Eu sei que você reparou nas minhas marcas. Elas são por sua culpa! Meu pai se revoltou com a separação, porque eu sou o único alfa da família que sofreu divórcio, e isso significa muita coisa para eles, ele me chamou de “inútil que obedece a ômegas”. — desviou o olhar de Luhan, apertou mais o pulso do mesmo, como se quisesse descontar a sua raiva. — O Senhor Oh, me colocou cinco cargos abaixo em sua empresa, junto com alfas de segunda classe, ainda me bateu na frente de toda associação de alfas antes de tomar o meu lugar de vice-presidente. Segundo ele, era para limpar o nome da família. — Sehun falou tudo com tom baixo, como se contasse um segredo que só Luhan poderia ouvir. — Está feliz agora? Você nunca ligou para o que eu fizesse no trabalho, nunca ligou com o que acontecia comigo, não é mesmo? Sua fonte de dinheiro agora está mais falida. — sorriu sem mostrar os dentes.

— Primeiro não me interessa saber o que está acontecendo contigo. — se soltou bruscamente de Sehun, que mantinha os olhos fixos em si. — Segundo, eu não tenho motivos para estar feliz ou infeliz com o que aconteceu com você, porque eu tenho minha própria vida e meus próprios problemas para cuidar. E o fracasso de alguém não mudaria em nada a minha vida. Só lamento por você, Sehun. — iria voltar para o seu caminho, mas Sehun foi mais rápido outra vez, lhe puxando bruscamente e lhe pressionando contra a lataria do carro.

Segurou com força os braços de Luhan para que não se mexesse, e aproximou o seu rosto próximo o suficiente para que ele sentisse o aroma de menta que saia dos lábios finos de Sehun.

— Tudo de ruim aconteceu depois que você entrou em minha vida. Primeiro começou com o termino do meu namoro com a Irene. Agora, rebaixado de posição na empresa. Fui humilhado pelo meu pai, tudo por sua culpa. — apertou com mais firmeza os braços de Luhan que gemeu de dor, e tentou sair do aperto.

— Quantas vezes eu tenho que te dizer que a Irene está bem, com a família dela? Muda o disco, já está chato! Quantos anos ainda você vai ficar preso no passado? Quer ser um moleque chorão até quando? Se teve coragem de bater em mim, por que não teve na hora de brigar com o seu pai? Isso só mostra o quanto é moleque, só reclama, reclama, e não faz nada. – cuspiu as palavras de modo firme, fitando Sehun que já tinha os olhos fulminando de raiva, pressionando mais ainda o corpo em cima do de Luhan, que já conseguia sentir a quentura do corpo do alfa mais novo, e isso estava lhe incomodando, porque aquele calor era a única coisa que gostava em Sehun quando ambos dormiam juntos depois de uma noite de desejos latentes despertados pelo cio do menor. Porém, não seria essa recordação que faria Luhan abaixar a guarda, porque ele sabia só pelo olhar que Sehun estava prestes a descontar a sua raiva em si.

— Não faço nada? Quem conseguiu o direito de nós morarmos sozinhos na época em que nos casamos? Eu! Quem comprou aquela casa fui eu, com o meu dinheiro suado, enquanto você está fazendo sabe-se lá o quê no shopping. Só para calar essa sua boquinha atrevida. — tocou de leve no rosto de Luhan, que tremeu achando que levaria um tapa, mas foi somente um toque. — Meu pai saiu ferido também e estamos sem nos falar. E quanto a Irene, eu sei que ela está com a vida dela. — aproximou mais de Luhan, colocando agora o rosto na curvatura do pescoço do mesmo.

Aproveitou aquele momento para inspirar o cheiro que tanto conviveu durante os três longos anos, o cheiro que lhe levava a loucura nos tempos de cio, o cheiro que sua casa tinha mesmo com a ausência do menor, fazendo com que não se esquece de Luhan. Era um cheiro que infelizmente odiava admitir que gostava. — Eu tenho direto de reclamar, Luhan. — voltou o olhar para o mesmo bem de perto, sentindo a respiração desregulada do menor tocar sua face. — Nunca devia ter conversado com você naquele ano, se os nossos pais não tivessem nos vistos juntos, com certeza não teríamos nos casados. — notou Luhan desviar o olhar antes de se pronunciar.

— Não devíamos nem mesmo ter conversado. Eu não devia ter te apresentado à minha família.  Sehun, já fomos amigos, como ficamos desse jeito? Mas foda-se, não vai mudar em nada o presente. Agora me larga! — Luhan ditou alto. Sehun olhou durante um bom tempo para Luhan, abriu a boca como se fosse dizer alguma coisa, mas desistiu e largou o menor, que arrumou a sua roupa e saiu seguindo seu caminho, sem ao menos olhar para trás.

Sehun respirou fundo, passou a mãos nos fios loiros de modo nervoso, e encostando-se à lataria do carro, buscou seu cigarro e isqueiro no bolso. Acendeu, tragando fortemente. Vendo fumaça se dissipar logo em seguida.

— Luhan você ainda se lembra do que eu te disse ontem, quando te liguei? Ou está fingindo que não entendeu? — falou baixinho, torcendo para que Luhan realmente estivesse esquecido. Olhou de lado vendo a figura um pouco menor que si andando apressadamente pela rua, até o perder de vista ao entrar em outra esquina. Riu soprado, voltando a tragar o seu cigarro.

 

888

 

 

O dia tinha amanhecido nublado, o vento fresco da manhã tocava o meu rosto, me envolvendo com o cheiro doce da manhã. Eu sentia que estava em um recomeço, porque todo o peso que estava em minhas costas em relação aos sentimentos de Baekhyun, se foram. Estávamos podendo finalmente seguir em frente com nosso relacionamento.

Olhei para o lado visualizando Baekhyun deitado de modo relaxado com a barriga para baixo, e com uma das mãos próximas ao rosto, estava tão sereno. Os fios de seu cabelo se encontravam espalhados em sua testa, o deixando com um ar infantil, sua boca se matinha entreaberta de onde ressoava um som baixo, indicando que estava em um sono tranquilo e profundo. Não resisti em me aproximar de si, toquei em sua face suavemente para não acordá-lo, ele é tão bonito. Embora tenha ficado envergonhado em ter dormido com ele pela primeira vez, eu me sinto bem, porque ter seu corpo junto ao meu, sentindo seu calor e seu aroma amadeirado, embalou meu sono de modo que posso dizer com toda a certeza que eu tenho, fora uma das melhores noites da minha vida.

Após olhar Baekhyun por mais alguns uns minutos, fui para a cozinha ajudar Xiumin com o café da manhã, estava animado, realmente feliz. O encontrei descascando algumas cebolas, provavelmente para a sopa de carne de porco, pois já havia panelas no fogão. Resolvi ajudá-lo no que precisava.

O menor havia notado a minha animação, até me perguntou o motivo de estar tão alegre. Então contei que havia me confessado, e que Baekhyun também, Xiumin ficou feliz com a notícia, dizendo que já era hora de nos sentirmos mais íntimos, como um casal. E que agora poderíamos seguir o relacionamento com mais fluidez.

Eu preferi poupar Ximun dos detalhes da festa quando me fora perguntado, não queria estragar a manhã recordando daquele momento em que quase havia feito uma besteira. Então, resolvi dizer que foi uma festa legal e logo mudei o assunto, dizendo que queria fazer bulgogui*, o prato preferido de Baekhyun.  Xiumin se propôs a cortar as tiras de carne, já que eu ainda não tinha prática naquele tipo de corte.

— Sabe Chanyeol... Agora com vocês mais próximos, daqui a pouco vem um bebê. — Xiumin riu de modo sapeca para mim, eu senti na hora as minhas bochechas esquentarem.

— Xiumin! — eu lhe repreendi jogando uma casca de cebola. Mas ele desviou, e começou a rir e  eu não resisti em rir também.

Eu não tinha pensado ainda sobre filhos e essas coisas, e isso me deixava encabulado, será que seria um bom Appa? Fiquei imaginando como seria o nosso filho, se teria olhos amendoados como os meus, ou caidinhos como os de Baekhyun? Puxaria a altura do alfa, ou a minha? Sorri, só em pensar em todas as possibilidades de como seria o meu filho, ou filha, e isso fez com que eu sentisse um calorzinho gostoso no peito.

 

 

 

 

888

 

Quando cheguei ao quarto, Baekhyun já havia acordado e estava sentado esticando os braços, quando me viu sorriu com aquele sorriso retangular que tanto amo. Fechei a porta do quarto e fui ao seu lado, ele se afastou um pouco, me dando espaço para sentar-me ali.

— Dormiu bem? — ele perguntou se virando totalmente para mim, encostando na cabeceira da cama e encolhendo as pernas. Como queria apertar aquelas bochechas por ele estar tão fofo.

— Foi a melhor noite de sono que eu já tive, e você? — perguntei tocando de leve em seu rosto, logo subindo para os seus fios pretos o carinho, ele fechou os olhos. Era tão bom sentir sua pele geladinha, seu cabelo sedoso em minhas mãos, e o vê-lo tão receptivo com meus toques me fez sentir tão bem.

— Dormi muito bem. — respondeu abrindo os olhos e sorrindo sem mostrar os dentes. Fiz menção de retirar a minha mão, mas ele impediu. Fez um sinal de espera com a sua, e pegou um travesseiro pequeno, o  colocando em meu colo e deitando a cabeça ali antes de puxar a minha mão até seus cabelos novamente.

— Continua. — falou baixinho, e sorriu sapeca em seguida. Não resisti em acatar o seu pedido.

—  Baekhyun?

— Hum... — respondeu com os olhos fechados, aproveitando do carinho que eu fazia em sua cabeça.

— Você fica manhoso quando acorda. — falei baixinho, sentindo meu rosto esquentar. Eu tinha falado exatamente o que estava pensando, e ter essa liberdade de falar com ele mais intimamente me deixava acanhado ainda. Mesmo sendo em tom de brincadeira, espero que com o tempo eu consiga em soltar mais sem ter que me sentir estranhamente envergonhado.

— Acho que sim... — disse voltando a abrir os olhos, e me surpreendeu com um levantar rápido, aproximando-se de meu rosto com um olhar diferente de poucos minutos atrás, estava mais lascivo. — Agora que estamos mais próximos, quero mostrar todas as minhas facetas para você. — disse deixando seu foco descer e fitar os meus lábios, eu engoli em seco, já sentindo meu corpo esquentar e um leve tremor de ansiedade tomar posse do meu corpo, cada pelo se arrepiou com aquele olhar que parecia devorar-me. Estava inebriado pelo clima que tinha se formado, mas antes que ele me beijasse, saiu de perto em seguida riu.

— Desculpe-me, eu não escovei os dentes ainda, devo estar com mau hálito. — falou se levantando ao colocar a mão na boca. Eu não aguentei e tive que rir, ele andou de modo atrapalhado para o banheiro. Eu o acompanhei.

— Não está com mau hálito, não se preocupe. — ri do modo sem graça que ele me olhava do espelho do banheiro, enquanto escovava os dentes em um ritmo frenético. Ele realmente parecia constrangido.

Esperei que ele terminasse de escovar os dentes para chamá-lo para uma conversa. Como eu havia acordado mais cedo, tive tempo de sobra para pensar em tudo, claro, no que tinha ocorrido noite passada. E resolvi tomar uma atitude.

— Baekhyun antes de irmos tomar café da manhã, eu quero falar com você. — disse quando ele saiu do banheiro. Sua feição parecia preocupada, então resolvi suavizar a minha expressão, para que ele não pensasse que fosse algo tão pesado. Quando ele se sentou ao meu lado, comecei a contar.

— Eu estava pensando em voltar a me tratar com a minha antiga psicóloga, eu quero melhorar não só para ser um bom parceiro para você, como também uma pessoa melhor para mim mesmo. Sinto essa necessidade de amadurecer, de crescer. Eu quero poder ter controle sobre os meus pensamentos, não quero ser dominado por eles. — falei com certo pesar, porque a imagem da avenida com sinal preste a abrir e eu dando um passo para a morte, fez com que eu tivesse uma vontade de chorar. Mas segurei, eu estou cansado de chorar, eu quero mudar, não quero mais ter aqueles pensamentos ruins que tive na rua.  Respirei fundo e voltei a falar. — Também quero fazer um curso, até pensei em psicologia, ou na área de literatura, eu gostava de escrever quando estava no ensino médio, então, acho que seria legal. — falei mais animado.

— Se quiser posso ir pagando a faculdade que você preferir.

— Não, eu fico agradecido pela sua oferta. Mas eu quero tentar entrar na faculdade de Seul pela prova, quero ter orgulho de algo que me esforcei tanto para conseguir. Eu quero ter mais confiança em mim. Quando eu passar, e começar a estudar para ter uma profissão, vou me sentir mais forte, mais seguro de mim. — falei com toda a certeza que eu tinha. Vendo Baekhyun sorrir e segurar minha mão com firmeza.

— Eu tenho orgulho de você, eu te apoio no que precisar. Eu quero que se sinta bem. — disse, deixando um beijo em minha bochecha.

— Obrigado, Baekhyun. Saber que me apóia me deixa muito feliz. —  sorri para ele.

— Que isso, um casal sempre se apóia no que for. — disse com tom ameno, e não resisti em querer beijá-lo. Me virei totalmente para ele, sentindo nossos joelhos se encostarem. Ele sorriu divertido quando ajeitei as pernas na cama para tentar diminuir o espaço entre a gente, a princípio iria dar um beijo em sua bochecha assim como ele fez, mas ele se virou rápido e tomou os meus lábios.

Nosso beijo tinha sabor de recomeço, de vida nova. Eu sentia essa expectativa gostosa por estar finalmente me deixando levar pelos meus sentimentos, por me sentir mais decido sobre eles, e mais à vontade com Baekhyun. Tanto que quando recuperamos o fôlego de muitos beijos, ousei deixar em selar em seu pescoço, subindo até a sua orelha e sussurrando em segredo.

— Eu nunca te disse, mas eu amo o seu cheiro. — ouvi um ofegar vindo de Baekhyun, que segurou com firmeza em minha  cintura e com outra mão puxou o meu rosto na direção do seu.

— Eu também amo o seu cheiro. — beijou-me de modo lento, o pausando ao puxar meu lábio inferior. Quando ele fazia isso, me deixava tolamente mole, era incrível como o meu corpo reagia a cada toque, ou beijo de Baekhyun. Eu me sentia tão facilmente entregue, e eu gostava dessa sensação, porque sentia cada parte do meu corpo em brasa, arrepiada e com um frio bom na barriga, à qual eu encolhia a cada vez que sua mão encostava-se nela. Era um misto de sensações que eu adorava mergulhar. Baekhyun deixou leves selares em meus lábios, e foi descendo para meu pescoço, onde inspirou do meu aroma natural, ouvi sua boca soltar um gemido sôfrego. — Tão doce. — disse próximo a minha pele, seu tom de voz estava até mais grave.

Mas antes aquele clima se aprofundasse, ouvimos um barulho alto que acabou arrancando nossas risadas. A barriga de Baekhyun gritava.

— Vamos tomar café da manhã? Fiz algo especial para você... — eu disse em tom divertido, porque Baekhyun estava sem graça, outra vez nosso clima mais... Digamos, quente, foi cortado.

— É, acho melhor comermos. — falou envergonhado, já se levantando. — Hum... Tomara que seja o que estou pensando. — sorriu de modo infantil. — Um dia quero fazer algo para você também, embora eu não seja tão bom cozinhando, talvez saia algum cookie queimado. — disse sem jeito.

— Não importo de comer um cookie queimado, só o fato de ter se esforçado para fazer algo para mim, já me sentirei feliz.

Baekhyun sorriu timidamente, ver seu rosto corado era uma das mais belas visões que eu poderia ter nessa manhã. Fui até ele e deixei um beijinho em sua bochecha, depois peguei sua mão e desci com ele para irmos até a cozinha desfrutar do café da manhã farto que estava preparado.

 

Continua...


Notas Finais


*Bulgogi é um prato típico da cozinha coreana, preparado de carne marinada grelhada em molho de soja, alho picado e semente de gergelim, e servido com verduras.

O capitulo ficou mais curto, porque eu não queria encher de informação.. na segunda parte tem o casamento, então ia ficar muito extenso. Eu sei que prometi o casamento, me desculpem, é que eu tenho tendência a detalhar tudo e aí acaba ficando extenso...e eu prefiro dividir.
E como eu não queria deixar vocês sem capt por muito tempo, resolvi postar, e digamos que esse capt está mais para "capítulo transição" daqueles que vem antes de um grande acontecimento.

Eu fico muito feliz pelo crescimento da minha fanfic, eu não esperava, e eu AGRADEÇO muito a vocês por terem dado chance a minha história. ^^
Agradeço também a Jaque que me acompanhou no inicio, a Ana que é um anjo na minha vida, pessoas maravilhosas que me apoiaram nessa fanfic, eu sou muito agradecida a vocês, <3
Bom..
Até o próxima o/


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