História Meu Amado Encantado - Capítulo 15


Escrita por: ~ e ~Saraphine

Postado
Categorias Originais
Tags Bruxos, Encantado, Lemon, Lobos, Magos, Mpreg, Original, Rakshas, Sucubus, Yaoi
Exibições 75
Palavras 3.432
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Famí­lia, Fantasia, Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shounen, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Gomene a demora estou de férias aí vim para um lugar sem área. Hoje que consegui postar.

Capítulo 15 - Tensão


Nem dava para se dizer que aqueles três se conheciam a tão pouco tempo, Raphael  convidou Sebastian e Victor para jantar em sua casa, claro que Victor pulou de alegria por ser convidado de alguém. Fazia alguns minutos que haviam chegado na casa de Raphael, claro que ainda estavam espantados com o que ouviram de Kensuke…

 

“Raphael estava irado com aquilo, era um ultraje já que nunca antes o Rei de Toroshi precisou se locomover a outros reinos para tratar de problemas…

 

-Está me dizendo que eles nos convocaram… que isso não é um convite ? - Exclamou com raiva com tamanha ousadia de Armando em fazer tal convocação a seu rei. Se estivesse ali o ensinaria a ser mais cordial.

 

-Mantenha a calma Raphael, não podemos pensar na ousadia mas sim no motivo dessa convocação. - Kensuke parecia o mais calmo na sala o que era estranho.

 

-Pequeno encanto ouça Kensuke não devemos nos precipitar,  tem que levar em consideração que isso pode vir afetar Toroshi também…- Por mais que Kyuu  não pudesse fazer muito por eles, estava preocupado.

 

-Então iremos para Austri não para escoltar a noiva e sim a trabalho?  -Perguntou sebastian para confirmar que aquele casamento iria ser adiado.


 

-Sim, se teremos guerra… Um casamento está fora dos planos… - Ditou Kensuke tirando as dúvidas de Sebastian. - Amanhã iremos para Austri… mande arrumarem as coisas para a viagem. - Sebastian se sentiu aliviado ao saber que não haveria casamento quem sabe assim seu amigo tinha alguma chance com o rei.

 

-Já podemos ir ? - Raphael  estava impaciente já que havia saído e deixado a casa aberta. - Deixei minha casa aberta e já que iremos viajar preciso arrumar as coisas.

 

Kensuke achou estranho Raphael se referir aos dormitórios como casa.

 

- Casa? - Perguntou intrigado. Não sabia nada sobre Raphael ter uma casa, sempre era o primeiro a saber tudo sobre sobre o ruivo.

 

-Sim… Eu sai dos dormitórios, hoje mesmo encaminhei os papéis para sua majestade assinar. - Havia raiva em sua voz, Raphael não estava indo esquecer o que havia ouvido de kensuke só por estar fora daquele lugar.

 

-Porque? - Foi a única coisa que kensuke conseguiu pronunciar. Não esperava tal atitude de seu ruivo.

 

-Só quero ser mais livre. - Claro era um dos motivos mas não o verdadeiro. Já que estava sendo cobrado não iria guardar para si aquela raiva contida. - Não quero ser uma meretriz com benefícios, já que não passo de mais um em seus lençóis. - Raphael havia esquecido dos outros na sala, acabou soltando seu maior segredo sem pensar duas vezes.

 

Todos estavam abismados com aquela revelação, não esperavam que o general todo certinho diria algo assim na frente de outros. Estava todo respondão, era uma atitude que nem mesmo com raiva o fazia agir daquela maneira. Kyuu sem pedir permissão se retirou, sua presença não era mais necessária. Victor olhou de canto para sebastian em busca de ajuda naquela situação, o maior pegou sua mão e lentamente se retiraram da sala.

 

Raphael notando que todos se retiravam acabou se acalmando notando que havia falado demais… Não havia parado para pensar no que dizia nem nas pessoas que estavam presentes, havia feito burrada.

 

-Raphael sobre aquele dia… Me perdoe eu falei coisas que não devia, sei que não tem desculpa e nada que eu fale vai lhe fazer esquecer a ofensa que te fiz. Só que eu vi meu erro e estou aqui te pedindo desculpas.  -Kensuke sabia que havia errado com o ruivo ao dizer aquelas coisas para ele,mas o passado não tinha como mudar era assumir os erros e arcar com as consequências só pedia que não fosse algo ruim. - Sabe você não é uma meretriz muito menos uma foda, antes de pensar em te ter eu o tinha como um irmão foi errado o que fiz e disse… peço que esqueça  isso.

 

Raphael suspirou não estava esperando algo assim vindo do todo poderoso Kensuke.

 

- Eu te perdôo até mesmo esqueço, já era meu plano fazer isso mesmo… - Começou a falar já estava cansado daquele assunto. - Com uma condição Kensuke.

 

Sabia que havia algo por detrás de toda aquela aceitação.

 

-E seria ? -Perguntou mais brando.

 

- Finja que sou apenas um empregado do castelo, que nunca ficamos íntimos um do outro. Nem pelo nome me chame. Que de agora em diante sejamos apenas general e Rei, porque me doeu muito aquelas ofensas. - Kensuke notou a tristeza na voz do menor, queria se bater por ter feito o ruivos o frete sofrer. - Bom já que estamos conversados, agora me dê licença meu senhor estou voltando para casa...É minha folga e estou com fome.

 

Kensuke havia ficado magoado com aquele pedido, não tinha como esquecer a infância juntos, nem os momentos de corpo à corpo que haviam dividido.”

 

Raphael se retirou fechando a porta parando ali, seu coração doeu ao fazer aquele pedido mas estar junto do rei e ser tratado com antes só ia alimentar uma falsa esperança e ele não queria mais sofrer. Esperou se acalmar para se juntar a Victor e Sebastian  que estavam conversando animadamente.

 

- Er… querem jantar lá em casa? - perguntou envergonhado. Claro que os dois estavam animados ao aceita. “

 

Os três seguiam pelas ruas conversando animadamente sobre a viagem que iriam fazer juntos.

 

-Me desculpem pela cena que causei mais cedo… - Victor sorriu para Sebastian depois para Raphael.

 

-Você deve ser muito forte Raphael, enfrentar um Rakshas sem armas.  - Victor brincou, logo os três caíram na gargalhada. - Não tem que se envergonhar de sentir raiva de alguém.  E nós não podemos te julgar por nada, claro ficamos com medo de Kensuke te bater na bunda mas só isso. - Victor não tinha essa de modos quando se trata de amor, se aquilo o fizera feliz só poderia apoiar o ruivo.

 

-Olha Raphael eu meio que já sabia do envolvimento de vocês dois, mas não era minha conta e continua não sendo, você fez bem em mostrar para kensuke que não é  igual as outras pessoas que ele saia. - Sebastian disse dando um leve tapa em suas costas.

 

-Obrigado…- Sua voz saiu baixa, saber que sebastian sabia lhe deu um certo medo, poderia outros saberem também sobre seu envolvimento com o rei. - Chegamos… - Victor achou uma graça aquela casa toda cheia de flores era a cara de Raphael, o ruivo abriu abriu o portão dando espaço para os dois entrarem logo o fechando. - não liguem para a bagunça eu comecei uma faxina mas não terminei. - Ele abriu a porta vagarosamente, estava realmente uma bagunça de móveis novos materiais para reforma.

 

-Tudo bem nós  sabemos que estava de mudança.  -Sebastian admirava aquele lugar tão grande, ele adorava fazer reformas e ver que aquele lugar carecia de uma grande fez seu interior ficar agitado.

 

-Bom a cozinha tá melhor eu fiz compras então teremos um ótimo jantar. - Raphael seguia pelo escuro até a cozinha atrás de velas para iluminar o lugar. Após encontrar acendeu várias velas pela sala e cozinha. - Sente-se eu vou começar o jantar. - Estava todo atrapalhado era a primeira vez que convidava alguém para  comer em casa. Victor notando que Raphael estava nervoso levantou o ajudando a lavar as hortaliças já Sebastian foi fazer fazer o fogo. Raphael sorriu estava acostumado as ser sozinho que ter amigos o ajudando animava, ele havia comprado mais cedo uma lebre fresca para fazer, estava com uma enorme vontade daquela carne.

 

-Tem cebolinhas Raphael? - Victor estava fazendo uma salada de tomates com alface.

 

-Sim vou pegar. - Ele lavou as mãos seguindo para abrir a porta de trás, ele tirou a trava abrindo com dificuldade. Sebastian notando isso já se voluntariou para consertar. - Me desculpa acabou que vocês estão me ajudando.  - Ele trazia nas mãos cebolinhas e salsas.

 

-Que isso veja só sebby está está se divertindo. - Victor disse num sorriso o que não era .entra sebby estava amando aquilo. Raphael lavou os temperos os dando a Victor. Fizeram lebre cozida, arroz com batatas e uma torta de legumes secos. Victor fez as saladas, de sobremesa mousse de maracujá e o suco de limão, Sebastian consertou a porta e cortou mais lenhas para o ruivo, já que ele não poderia fazer força.

 

-Jantar. -Raphael  chamou chamou os dois após colocar a mesa a ajeitando para os três. O jantar foi regado a risos risos e piadas sem graça que Victor se esforçava para contar.

 

Após terminarem Victor ajudou Raphael a lavar a louça e Sebby a pedido de Raphael foi consertar o balanço da entrada onde tomariam o suco admirando a lua. Os três se sentaram ao balanço recém consertado curtindo aquele momento.

 

-Espero que não estejam tramando algo contra Toroshi. - Raphael quebrou aquele silêncio.

 

-Pelo conteúdo da carta é algo de irá beneficiar os três reinos, não acho que que eles usariam um motivo de guerra para nos emboscar. - Sebastian ditou pensativo, ainda tinha receio do futuro que aquela carta poderia trazer. Só que não iria fugir de uma guerra se caso viesse acontecer.

 

-Vamos parar de pensar nisso agora, sebby vamos está ficando tarde e manhã partiremos para Austri. - Victor se pôs de pé, puxando Sebastian para si. - Vê se descansa tá. - Victor deu um forte em Raphael, e Sebastian fez o mesmo logo saindo ao lado de Victor.

 

Amanhã seria o começo de muitos problemas para todos daquele reino.

 

        -ooooooOooooo-


 

Era madrugada em Amazon quando um barulho foi ouvido. A cela onde quatro corpos estavam a dormir, Hana que não conseguia dormir direito ouviu o barulho da cela que se abriu, era um homem desconhecido vestia roupas de soldado.

 

-Quem é você ? - Perguntou trêmulo seus olhos estavam fixados no desconhecido, para ele todos daquele reino eram inimigos.

 

-Vim atrás de um de vocês para satisfazer meu rei. - Aquele cara dava medo em Hana, ele puxou o menor para fora. - Você vem comigo. - Hugo que estava dormindo ao lado de Hana acordou com um chute do mesmo, estranhou aquele soldado ali.

 

-Solte ele seu idiota!  - Puxou Hana das mãos daquele homem tentando o proteger, mas só resultou em deixar o mesmo irritado, o soldado lhe deu uma pancada na cabeça o deixando desacordado.

 

Hana entrou em desespero, se soltou das mãos daquele homem indo de encontro ao corpo desacordado de Hugo.

 

-O que você fez! - Gritou com Hugo em seus braços. -Tem sangue…- ele não sabia o que fazer, era fraco e por estar debilitado não podia usar seu lado animal.

 

Naquela escuridão o maior pegou Hana pelos cabelos o tirando de perto do vampiro desacordado, Hana gritava de dor assim acordou os outros da cela mas já era tarde, o soldado levava Hana e não podiam sair daquele lugar. Ashley gritou por seu amigo na tentativa de ajudar, chorou por ser fraco secou as lágrimas e foi ajudar Hugo que precisava dele.

 

Hana se batia nas mãos daquele ser, seu animal sentia o perigo, estava com medo do que poderia ocorrer consigo.

 

-Me larga! - gritou mais uma vez na tentativa de se livrar, mas só recebia o silêncio. Andaram por longos corredores seus olhos marejados cresceram de tamanho diante de vários corpos sem vida daquele lugar, havia sangue seco por todos os lados e aquele cheiro podre que deixava Hana enjoado. Não demorou para chegarem a uma enorme porta negra, o soldado bateu duas vezes logo recebendo autorização para entrarem. A voz de Kenai causou calafrios em Hana que inutilmente tentava fugir do soldado, ele foi jogado no chão sem delicadeza logo vendo a porta atrás de si fechar. O quarto estava escuro havia várias coisas de torturas nas paredes e uma enorme cama no centro, Hana se levantou se virando para fugir mas foi segurado pelo braço por aquele soldado não não iria não iria deixar não iria deixar o não iria deixar o menor fugir, ele fincou as garras na mão do mesmo se soltando.

 

-Seu moleque maldito. - Ele gritou já levantando a mão fechada para socar Hana,  a fuinha fuinha se encolheu de medo na espera do soco que não veio. Levantou seus pequenos olhos marejados se deparando com o soldado morto e Artos limpando as mãos na roupa.

 

-Posso saber o que essa criança está fazendo aqui? - Artos perguntou mostrando sua raiva por ter sujado suas mãos com um imundo como aquele.

 

-Só quero me divertir um pouco. -Kenai respondeu com descaso.

 

Hana virou em direção a voz se assustando com Kenai que estava nu sobre a cama, seus cabelos curtos e loiro estavam dessarumados os olhos vermelhos estavam minados por luxúria, desejava um corpo para se satisfazer e o corpo musculoso trazia uma enorme tatuagem no quadril toda riscada em vermelho, o que deixou Hana desconcertado era o membro desperto ele corou fortemente era a primeira vez que via um viril nu. Ele tremeu ao ouvir que iria satisfazer o maior, ele era a diversão dele?

Artos notou o medo nos olhos da fuinha assim como Kenai que ria histericamente.

 

-Eu não….Não vou ser diver…- Não terminou de falar por porque Artos o cortou.


 

-Você está pensando em em se divertir enquanto aqueles Reis estão a se organizar contra nós? - Artos disse com raiva não estava indo deixar um inocente se machucar para satisfação de um louco. Ele pegou Hana pelos braços a levantar do chão, o menor estava tremendo com a possibilidade de ser molestado por um asqueroso como Kenai. -Pensei que fosse fiel ao Yuu, aquele se fez de coitado para ajudar nesse plano maluco que o mandou realizar. - tentaria de tudo para livrar a pele de Hana.

 

Kenai bufou com raiva daquele ser a sua frente.

 

- O açoite… - Kenai disse com desprezo por ter sua diversão estragada. Artos quis matar aquele Orc mas antes umas chicotadas do que um estupro pensou consigo. - vai demorar muito para começar cachorro? - Pelo jeito não teria como Hana escapar, viu nos olhos de Artos que lhe doía fazer o que lhe fora mandado.

 

Hana foi levado a uma parede onde Artos o colocou com as mãos para cima.

 

“-Me perdoe por isso pequena fuinha.” - Ouviu Artos cochichar baixo em seu ouvido.

 

Hana já estava acostumado com essas coisas, era sempre maltratado onde ia, não seria a primeira vez a apanhar. Quando foi amado? Não tinha pais, não tinha reino ou lugar para onde voltar… Ninguém sentiria sua falta.

 

Artos odiava fazer qualquer maldade aos fracos, aquilo era imperdoável. Sentia um ódio tão grande por aquele lixo que tinha que obedecer para que seu amado fosse poupado do mesmo destino de Hana.

 

Artos levantou o chicote estalando no pequeno corpo de Hana que se contorceu ao baque, mas não gritou não daria esse gosto aquele sádico. Vieram outras e mais outras, Artos admirou a determinação do pequeno que suportava tudo calado. Pequenas lágrimas estava a escapulir dos pequenos olhos do menor suas unhas cravaram naquela parede suportando cada uma das chicotadas que lhe era dado.

 

-Não escuto os pedidos de socorro nem mesmo um apelo de misericórdia Artos está batendo fraco ? - Kenai tinha a voz de tédio. Queria gritos, ouvir o menor implorando por misericórdia, mas nada disso foi ouvido.

 

-Quer levar umas para testar minha força senhor? - Perguntou rudemente não iria deixar aquele louco zombar da bravura de Hana.

 

-Chega estou entediado… - Disse com descaso, mesmo que tivesse aquele ser em suas mãos por causa do príncipe não podia ir contra ele. Não queria que seu adorado irmão surgisse por causa de uma trivialidade como aquela. -Leve esse animal daqui. - Levantou a sair do quarto já que não teria diversão iria dormir.

 

-Ele já foi pequeno pode sair daí. - Artos não teve resposta Hana estava desacordado se mantinha em pé por conta de suas unhas cravadas na parede.-você foi forte pequena fuinha. - retirou suas unhas com dificuldade da parede, suas costas sagraram estava fundo aqueles machucados. O colocou sobre os ombros para não o machucar mais o levando para o calabouço. Teria que aumentar a magia para selar aquela porta. Não queria que outro pequeno fosse levado para aquele tirano. Na cela Ashley estava acordado tentando acalmar Hugo que estava tremendo, ele sentia o que havia acontecido com Hana.

 

-Hana… - Ashley se levantou correndo em direção de Artos quando a que cela foi aberta. -O que houve com ele? -Perguntou apavorado com os machucou do pequeno.

-Aquele ser mandou açoitar ele, teria sido pior se eu não sentisse um intruso na minha barreira. - disse depositando o corpo de Hana sobre umas cobertas no chão. - Ele ia abusar dele, temo que poderia matar ele senão tivesse o feito mudar de idéia. -  ditou verificando o tamanho dos estragos no menor.  - vou pedir ao príncipe um remédio para ele. - Saiu fechando a cela logo desaparecendo.

 

Ashley chorava se sentindo fraco diante daquela cena queria ter o protegido mas não  era forte para isso. Seus poderes estavam selados até sua maioridade.  Passou as mãos sobre os cabelos de Hana,  Hugo estava afastado o cheiro de sangue o estava deixando sedento, e isso era ruim.

 

-Ashley me ajuda… eu vou ser malvado… - Sua voz saiu doida. Ashley o olhou penoso era aceitável que o menor sentisse fome estava a dias sem se alimentar.

 

-Calminha pequeno vou te ajudar. - pegou um pote que havia ali para tomarem água e uma faca artesanal cortando um pequeno risco em seu braço despejando o sangue no pote. Os caninos de Hugo doíam com aquele cheiro fresco de sangue. -Beba não é muito mais vai dar para saciar sua sede. - Ashley disse com um sorriso fraco para Hugo que com rapidez bebeu o sangue que lhe foi oferecido.

 

-Obrigado, se continuar desse jeito vou morrer ou até mesmo atacar alguém aqui dentro. Esse cara só deve ser maluco de não pensar nas consequências. - ditou Hugo com raiva, não queria atacar ninguém daquela cela.

 

-Acho que para ele tanto faz o que acontece com nós aqui,  ele só quer poder. - Ashley passava um pano úmido nos machucados de Hana.

 

Artos não demorou a voltar entregando um pano pano Ashley.

 

-É  uma escama de um Encantado que viveu aqui muito tempo atrás,  moa com água e de para ele tomar é a única coisa que Alec tem para ajudar vocês. - Ashley abriu o pano revelando uma escama prata com roxa brilhante, os olhos bicolor estavam admirados com aquela preciosidade, era a primeira vez que podia ter em mãos algo tão magnífico.

 

-Como conseguiram isso ? Eu escutei de meu pai que são poucos desta raça ainda vivos. - Perguntou curioso, aqueles seres eram raros tinha ouvido histórias sobre eles e suas magias.

 

-A mãe de Alec tinha algumas antes de Kenai vir a Amazon ela deu a Alec antes de morrer.- Artos havia testemunhado aquele momento, não havia entendido do porque aquelas escamas eram tão importante para uma rainha em seu leito de morte passar para seu filho até ter recebido uma daquelas em um momento que mais necessitava. Andrew que até aquele momento estava dormindo, acordou com as vozes altas ele não conseguia dormir então quando dormia ele apagava por horas e ninguém conseguia acordar.

 

-O que houve? Porque Hana está todo machucado ? - Perguntou em pânico mal havia acordado e viu seu amigo machucado. Se colocou ao lado de ashley não sabendo o que fazer.

 

-Aquele maldito mandou o Artos  o açoitar… - Ashley  respondeu já preparando o remédio para Hana. Andrew fincou as garras na palma da mão na tentativa de conter a raiva, Artos notou aquilo e não queria um lobo com problema com seu lado animal descontrolado.

 

-Calma lobinho temos que pensar na saúde da fuinha e não em perder o controlcontrole.  - O mestiço não era bom com nomes por isso sempre usava o lado animal para diferenciar eles.

 

Hugo puxou o lobo para um abraço acalmado o lado animal de Andrew, realmente não era hora de deixar os instintos falar mais alto que a razão.

 

-Vou matar aquele maldito! Quem ele pensa que é para machucar um amigo meu! - O lobo gritou contendo as lágrimas que não paravam de cair.

Os três estavam tristes pelo ocorrido, Ashley deu o remédio para Hana esperando que aquilo realmente o ajudasse.


Agora restava apenas rezar, os corações estavam doloridos e a jornada deles estava apenas começando.
Continua... 


Notas Finais


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