História Meu Amado Professor - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Amor, Bts, Imagine, Namjin, Taekook, Vkook, Yoonmin
Exibições 466
Palavras 2.236
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi, Olá, como tá do lado daí?

Bem... Não demorei muito, certo?

Esse capítulo me fez chorar mentalmente, sério. E só digo uma coisa, LEMON. MEU DEUS, não está tão bom, mas eu queria me redimir por fazerem vcs sofrerem.

Espero que gostem

Boa leitura^^

Capítulo 19 - Eu sempre estarei aqui


Meu Amado Professor

Capítulo 19- Eu sempre estarei aqui

 

[Narrador On]

 

Depois daquela noticia, Jungkook encontrara-se aos prantos, derramando litros de suas lagrimas. A situação não melhorava ao ver os noticiários, nos quais mostravam detalhadamente a morte de seus pais.

- Jungkook, você precisa comer. – A voz do mais velho soou na sala de estar, na qual encontrava-se mais bagunçada que o normal. O moreno havia garantido alguns dias de repouso, por palavras de seu diretor. Seu estado era deplorável, as olheiras sob seus olhos, os deixando tenebrosos, a palidez, além do estado de seu psicológico.

-“ Ontem, foi confirmada a morte do empresário Jeon Jungsoo e a esposa Jeon Yeon, devido ao trágico atentado terrorista, no hotel onde hospedavam-se. O exército americano, já constatou a família, e em alguns dias, os corpos das vítimas estará em Seul-capital. A família Jeon já foi constatada, e se reunirá para a divisão de bens. O juiz já afirmou que a maior parte dos bens do casal iriam para os filhos. Desejamos que esta família se recomponha rapidamente. Mais informações em nosso site. Boa tarde” – Mais uma vez, o noticiário havia dado exclusividade ao caso de seus pais, tirando apenas soluços do mais novo, já que não havia lágrimas o suficiente para encharcarem seus olhos – novamente.

- Eu nunca mais poderei assistir ao jogo com meu pai.... Ou sentir o sabor horrível da comida de minha mãe... – O Jeon lamentava-se, sentindo o peso em suas pernas, olhando para Taehyung, que sentara em cima de si.

- Até quando vai se lamentar? O Mundo é cheio de amor e ódio, aquilo. – O mais velho apontou para a televisão, que mostrava o prédio totalmente explodido. – Não podia ser previsto. Vá deitar, Park Jimin avisou que passaria aqui após o curso de hebraico.

- Desde quando ele faz curso de hebraico? – O mais novo perguntou, vendo Kim dar de ombros. De fato, a jeito que o amigo passara a agir havia tornado um tanto – muito – diferente.

Por que tinha que ser tão doloroso?

Jungkook sentia-se cada vez mais arrependido por deixar o creme dental aberto na noite antes de seus pais viajarem, levando um breve sermão de sua mãe. Jeon queria afundar-se em batatas chip’s e refrigerante diet, talvez o levando a obesidade. O garoto queria chorar, beber mais do que já havia bebido, queria esconder sua dor através das melodias melancólicas do piano da sala de música de sua escola.

Como passaria a viver sem seus pais? Seu irmão era casado, e esperava um filho, não teria espaço para outra pessoa. Ele tinha apenas dezessete anos – Pensara. Parte de seus devaneios, totalmente voltados para a dor de sua perda, sabendo que não poderia mais sentar-se com seu pai no sofá de sua sala e assistir ao jogo de baseball, enquanto seu irmão mais velho tentara ensinar sua mãe a cozinhas. Jeon Jungkook esquecera que tinha um lugar para ficar.

O moreno enrolou-se na manta que passara a arrastar pela casa, tirando um longo suspiro do acastanhado, que apenas tratou de ligar ao restaurante que Jungkook gostava, tentando ao máximo agradar seu aluno.

- Eu atendo. – Kook indicou-se para atender a porta ao escutar a campainha soar em seus ouvidos, causando-lhe pouquíssima dor. – Quem é você? – O mais novo assim que atendera a porta, deu visão a bela mulher que esperara.

- Eu quem pergunto. – A mulher retrucou em um tom orgulhoso. – Eu queria falar com Kim Taehyung, não com o filho dele.

- Eu não sou filho dele, sua... – Palavras faltaram em seu vocabulário ao sentir a mão de seu professor em seu ombro.

- Irene, podemos falar sobre isso depois, muitos problemas estão acontecendo. – Pediu o mais velho.

- Não Kim Taehyung, não dá! Você acha que pode marcar comigo para resolver os assuntos a respeito do nosso filho e me deixar plantada no meio daquele restaurante? – O tom mais elevado saiu do timbre feminino de sua voz, - talvez – deixando os vizinhos incomodados. Kim apenas tratou de esboçar um sorriso – indicando deboche – e fechar a porta de seu apartamento, deixando a mulher exclamando coisas sem contexto do lado de fora. – Eu ligarei amanhã para meu advogado e exigirei que assine este maldito papel!

- Jungkook, vá se deitar... – Taehyung pediu ao ver o olhar manejando do adolescente a sua frente. Kim sabia o quão Jung era frágil quando se tratava de seu passado ou presente, sabendo que a cada vez que seus atos imprudentes ganhavam realidade, a dor e sofrimento de Jeon aumentara, assim como seu amor.

- Tae... Dorme comigo. – Pediu manhoso. Ambos se direcionaram ao tapete felpudo sobre o chão, ali deitando-se, em um caloroso abraço.

Jeon Jungkook sabia que a qualquer minuto teria seu professor ao seu lado, mas a sensação de desespero e dor ainda era algo presente. Em segundos, o moreno havia perdido seus pais, quem garantiria que Kim Taehyung não desapareceria assim como os mais velhos? Dúvidas e dúvidas preenchiam sua mente.

Eu só não quero que tudo acabe. – Pensara. O barulho do cronometro de sua bomba relógio era cada vez mais frequente. Desistir de tudo e ir embora do país, somente com Kim Taehyung ao seu lado não lhe parecia má ideia.

- Está melhor? – O acastanhado lhe perguntou, apertando-o ainda mais em seus braços, o fazendo assentir sem graça. – Todos perdemos alguém.... Isso é uma fase na vida. Seus pais não podem ser substituídos, mas você tem uma família, você tem a mim, bem aqui a sua frente. – O mais velho selou seus lábios, sentindo a mão quente do menor passar por seu abdômen. – Jungkook, não...

- Por favor...

Jung selou novamente seus lábios, subindo em cima do escritor, que apenas continuou aquele pervertido ato sem quebrar o ósculo. Suas bocas faziam um som pervertido único, que soava como música para seus ouvidos, disto podiam ter certeza.

Ambas a camisas que usavam encontraram-se no chão. Parecera ter passado anos. – Pensaram. Aquilo era mais que nítido para ambos, aquela sensação de prazer parecia que não sentiam há anos. Taehyung quebrou o ósculo, passando a beijar o pescoço do moreno, deixando ali grandes marcas que – com certeza – deixaria marcas.

Jungkook apenas suspirava por conta do prazer, assim como Taehyung.

- Ahh..! – Jungkook gemeu alto ao sentir o espaço em seu pescoço entre os dentes de Kim. O escritor – um tanto impaciente – inverteu as posições, ficando, agora, por cima. Descendo sua língua pelo abdômen definido do moreno, deixava ali pequenos selares e mordiscando-o, percebendo o garoto abaixo de si segurar fortemente o tapete sob os próprios.

- Oh fuck. – O mais velho murmurou ao sentir sua intimidade rosar na de Jungkook, que arfou com tal ato. O mais velho colocou sua mão no cós da calça de Jeon, a descendo lentamente a peça do tecido, deixando uma bela visão de seu aluno seminu embaixo de si.

A expressão pervertida e inocente que Jungkook mantinha em sua expressão era algo que parecera o atingir profundamente, a ponto de gozar somente em escutar o moreno chamar seu nome manhoso.

Kook tateara suas mãos pelo tapete felpudo abaixo de si ao sentir os lábios de Kim em seus mamilos, os estimulando ao prazer – o que já havia atingido muito antes. Taehyung lambia os gominhos’ de seu peitoral, sentido o gosto doce de seu aluno – no qual pensara ter esquecido de como era seu sabor.

- TaeTae...! – O menor gemeu alto ao sentir suas nádegas serem apertadas. A mão boba de Jeon descia e subia pelo corpo de Taehyung, procurando sentir ainda mais o calor que seu escritor transmitia. O mais velho teve um sorriso malicioso em seus lábios, fazendo-o tirar totalmente a boxe escura que Jungkook vestira, deixando-o totalmente despido. O acastanhado passara a masturbar lentamente o órgão – ereto – do moreno, que gemia arrastado, tentando conter-se para não gritar de prazer.

Por um momento, Jeon Jungkook esquecera sua dor.

O pré-gozo escorria por sua mão, enquanto beijara Jeon, sem ao menos quebrar o ósculo, não se importando com a falta de ar na qual era presente. – I-isso não é jus-justo. – Reclamou o mais novo, tentando retirar sua calça, tendo a ajuda do mais velho, que ficara seminu.

- Diga o que você quer, Jeon Jungkook... – O acastanhado sussurrou em seu ouvido, em um tom timbre e sexy.

- Q-que você me foda, bem forte... – Murmurou respondendo-o.

- Só isso? – Insistiu Kim, o fazendo negar com a cabeça. – Diga o que realmente quer que eu faça, Jungkook.

- Que faça amor comigo... – Era tal resposta que Taehyung esperara. O mesmo tirou sua cueca, reparando as bochechas rubras e os olhos fechados com força do mais novo – talvez por vergonha. O moreno surpreendeu-se com o ato do mais velho, que o posicionou de bruços, deixando seu traseiro totalmente exposto para si.

Kim segurou fortemente seu membro, arfando com seu próprio toque, passando a masturbar-se, com o objetivo de espalhar seu pré-gozo na entrada – um tanto pulsante – afim de lubrifica-la. Pincelando lentamente sua glade inchada em Jungkook, que ainda se mantinha exposto, Taehyung adentrou-o sem aviso prévio, causando-lhe uma enorme dor.

- Está tudo bem? Faz tempo desde que fizemos isto da última vez. – A voz serena de Taehyung soou em seu ouvido, fazendo-o negar com sua cabeça, apertando fortemente o tapete.

- E-eu quero te sentir dentro de mim... Por favor... – O mais velho passou a mover-se lentamente, fazendo seu aluno sentir-se sendo rasgado ao meio. Os corpos chocavam-se levemente, tirando grunhidos bem audíveis por ambos.

A movimentação acelerada logo tornou-se presente, tendo gemidos e sons pervertidos de seus corpos escoando em todo o apartamento no qual dividiam.

 O som estava tão alto, que sua idosa vizinha tentara tampar os próprios ouvidos, tentando conter o som que irritara seus tímpanos.

[...]

 

Depois daquele momento, totalmente contra as regras que o médico que visitara naquela viagem recomendara, Jungkook havia dormido pela primeira vez em mais de vinte e quatro horas. Taehyung apenas observara-o, tendo seus olhos preenchidos pela beleza e a respiração serena e lenta do moreno. O acastanhado acariciara as madeixas lisas e sedosas de seu aluno, que estava somente com a manta que rodeava seu corpo, enquanto derramava lágrimas por sua perda.

Kim tinha um sorriso bobo em seus lábios, até escutar o som de seu telefone soar pelo cômodo, fazendo-o atender sem ao menos ler o contato que o ligara naquele momento.

- Alô?

- V? Sou eu, Jeon Kou. Queria perguntar com Jungkook está. Tentei ligar para ele, mas deu fora de área.

- Ele.... Está dormindo agora. – Respondeu-o, o que de fato era verdade.

- Eu e minha esposa decidimos ficar somente para o enterro de meus pais, já que o trabalho não me deu folga para ficar com Jungkook neste momento, espero que entenda.

- Eu estou adorando ficar com Jeon Jungkook, não há nada para se preocupar. – Respondeu calmamente, tirando um “Ah, que bom” do outro lado da chamada. – Se me permite, tenho um compromisso agora.

- Claro, diga ao meu irmão que o Hyung dele estará em Seul dentro de três dias. Tchau. – Taehyung apertara o botão de desligar, encerrando a ligação.

O acastanhado tratou de segurar Jeon em seus braços, o carregando em seus braços, sentindo seu peso sob si. Ajeitando-o calmamente com a ajuda de sua perna, o levou para o quarto, no qual encontrava-se totalmente bagunçado, deixando Kook ‘esparramado’ em sua cama, logo o cobrindo com o lençol branco jogada a ponta da cama.

- Eu sempre estarei aqui, para você... – Sussurrou calmamente, selando os lábios de ambos.

 

~~*~~ Meu Amado Professor ~~*~~

 

Naquela tarde, Park Jimin teve sua tão e odiada aula de hebraico agonizado, já que ao sair de sua escola, pôde ver o loiro encostado sobre a parede, atraindo a atenção de seus colegas, apenas tratando pôr o ignorar, seguindo em direção ao carro de seu pai, estacionado a frente do prédio.

- Espero que todos tenham entendido a conjugação do verbo ‘amar’, quero que tragam na próxima aula uma folha de caderno com todas as conjugações. É só isso, podem sair. – Apressadamente, o ruivo saiu sem ao menos despedir-se da mulher que lhe dava aulas, tentando ser o mais breve possível para encontrar seu melhor amigo.

- Jimin... – Antes de passar pelo portão da pequena escola – o que na verdade era uma casa – olhando atentamente as madeixas loiras do musico a sua frente. – Precisamos conversar.

- Não temos nada o que conversar... – Jimin tentara seguir em frente, tendo seu pulso puxado pelo mais velho.

- Então diga, alto e claro. Diga que as palavras que me disse naquele dia são falsas. – Insistiu Yoongi, fazendo-o ter seu corpo estremecido. – Diga...

- Não é questão de te amar ou não, que droga! Eu só não quero ver o amor da minha vida sofrer... É pedir demais? – Sua voz já encontrara-se falha, sendo seus olhos mais úmidos por conta das lágrimas que exigiam descer. – Entende? Eu te amo demais para ver minha vida problemática afetar a sua. – Min não teve nenhuma reação a não ser soltar o pulso do menor.

- Então vem morar comigo! – Aquela proposta fizera com que esboçasse um sorriso bobo em seus lábios.

- Eu te amo, mas agora eu preciso ir... Esse é definitivamente um adeus, Min Suga Yoongi. – O ruivo tentou não dar ouvidos as lágrimas do namorado atrás de si – o que era inevitável.

Ele sabia que para garantir a felicidade de Min Yoongi, era necessário sua maioridade e seu sofrimento.

 

 

 

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado ^.~

GENTE, eu ainda não sei o porquê de fazer o Jiminzinho e o Suguina sofrerem, sério, sérião.
Me digam o que acharam, e o que esperam para o futuro

É isso, not coments

P.S. Alguém percebeu a referencia do hebraico? (Desde quando eles falam hebraico?)

Bye Bye^^


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...