História Meu Amado Professor - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Amor, Bts, Imagine, Namjin, Taekook, Vkook, Yoonmin
Visualizações 1.310
Palavras 1.267
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi, Olá, Como tá do lado dai?

Bem, eu demorei uma semana bem longa, e cheia de provas, mas cá estou com um curto capítulo dizendo sobre o sofrimento do Chim Chim. Sério, eu meio que coloquei algumas coisas pessoais minhas nisso, e eu sinceramente acho que está bem emocional, mas fazer o que?

Eu espero que gostem

Boa leitura ^^

Capítulo 19 - Eu sou a porra de um masoquista


Meu Amado Professor

Capítulo 20- Eu sou a porra de um masoquista

 

 

Park Jimin encontrara-se frequentemente tomado por devaneios, estando completamente “desligado” do mundo a sua volta. O ruivo apenas mantinha os fones de ouvidos conectados em seu celular, escutando mais uma das músicas que o faziam lembrar de seu ex-namorado.

Mesmo com sua família a agir como seu nada houvesse acontecido, Jimin ainda tinha seu psicológico em um completo caos, que cada vez mais tentara pensar como seu pai ainda conseguira manter o mesmo sorriso em suas afeições, sem ao menos ligar para si.

O menor passou a olhar para a janela com mais frequência, percebendo a presença do loiro nos mesmos horários no portão central de sua escola, sempre se dando por vencido após quase três longas horas, sentado em frente à àquele prédio.

- As obras de romance sempre são chamativas por deixar o leitor intrigado com seu final, temos como um ótimo exemplo o autor John Green, já que em seus livros a amor nunca se une como uma massa homogenia. – Pela primeira vez, Park prestara atenção na aula de Kim Taehyung – o namorado de seu melhor amigo. – Mas o que de fato John Green quis dizer ao deixar Razel viva em “A culpa é das estrelas”? O que ele realmente quis dizer sobre o amor?

Nem mesmo Jimin conseguiria responder aquela pergunta. O garoto não poderia contar a quantidade de casos que já tivera com muitas pessoas, mas nenhuma delas poderia ser facilmente distinguida como o “Amor de Park Jimin”, no qual poderia entrar para a história.

- Teria algum significado para o amor?

Talvez, mas tal significado não poderia ser encontrado facilmente encontrado em simples dicionários comprados em uma barata livraria. Aquela poderia ser uma simples palavra, com diversos significados que a ligassem a diversas pessoas: Vícios, Dores, Lágrimas, Felicidade, Sentimentos, Min Yoongi.

- Eu quero que criem um texto, onde você pode explicar e ressaltar qualquer coisa sobre o amor, mesmo sendo algo longe de nossa matéria. – Assim que o professor terminara de ditar seu trabalho de casa, o sinal pode ser escutado em toda a escola, indicando o fim das aulas. – Quero este texto para a próxima aula terça-feira, espero que todos os tragam. – O ruivo levantara-se de seu lugar, percebendo os alunos saírem da classe, deixando-o sozinho arrumando seus materiais. – Park Jimin, gostaria de falar com o senhor.

- Se é sobre minhas notas, eu tenho uma grande justificativa. – Jimin havia entrado em pânico, não poderia contar a seus pais sobre as frequentes notas baixas que passou a manter após o termino de seu namoro.

- Não, longe disto. Yoongi me mandou te entregar isto. – O acastanhado tirou de seu bolso um grosso envelope, o estendendo ao aluno a sua frente, que mantinha uma expressão confusa em seu rosto.  

- Obrigado (?) – A voz do menor soou em um tom de pergunta, tirando um sorriso fraco do mais velho, que apenas deu de ombros e saiu da sala. O ruivo olhara atentamente para o envelope de cor amarela que segurava, percebendo a aparente assinatura do músico na parte traseira. Sem muita cerimonia, Park abriu o pedaço de papel, tirando dali a – enorme – carta dentro do mesmo.

 

 

 

“Querido Park Jimin,

É estranho estar te escrevendo uma carta, já que o tempo todo te ligava somente para perguntar se estava com fome, em pensar que minhas chamadas estão bloqueadas e que as palavras que saem de sua boca são gélidas como um enorme iceberg.

‘Por quê está escrevendo uma carta, Suga? ’ Aposto que é esta a pergunta que está a fazer para si mesmo a qual irei responder de forma mais breve e resumida possível, talvez assim sua pequenina mente consiga digerir tudo o que escreverei.

Talvez escrevo isto para matar a saudade, ou talvez para saciar meu desejo de trocar miseras palavras com você. De fato, apenas ficar ao seu lado, enquanto sua cabeça está sobre meu colo havia se tornado algo realmente comum em minha vida, o que agora não passa de uma simples e deliciosa memória.

Eu não quero gastar seu tempo, sem tornar suas lágrimas presentes. Por mais que você negue, eu sei que chora escondido de todos, até mesmo de mim. Deveria prestar mais atenção as pessoas a sua volta.

Se pudesse, perguntaria como está sua vida, mas sei que o tempo de demorará a responder-me será longo, então apenas irei dizer como minha vida caminha.

Acabei de produzir uma nova música, ela se trata de um amor que nunca mais voltaria. Está fazendo sucesso, fico pensando se ainda entendeu que ela fora feita para você. Eu realmente sinto sua falta, e não estou pronto para dizer ‘Adeus’.

Por que se tornou tão frio? Cada vez que te persigo, nenhum sorriso é notável em seu rosto, isto quebra meu coração. Eu só queria que soubesse que apesar de tudo, eu ainda sinto um pequeno resíduo de amor fluir em mim.

Eu vou te tirar dessa, pode ter certeza.

Afinal, de quantas maneiras um coração pode ser destroçado e continuar batendo? ”.

 

 

 

Park Jimin passou a derramar lágrimas ao ler a breve carta que recebera, mesmo sabendo que o fazia sofrer, aquela seria a única garantia de que um dia poderia ser realmente livre.

~~*~~

 

- Como foi a escola, querido? – A voz de sua mãe soou em seu quarto, apenas tirando um suspiro de si, junto a um “Legal...”.  – Oh, filho.... Não fique assim, se é por causa das aulas de hebraico, pode falar com seu pai, ele irá entender.

- Se ele entendesse, me deixaria ser feliz. – Disse Jimin, virando para o lado oposto de sua cama, evitando o contato visual com sua mãe.

- Ele não entende sobre essas coisas. Como sua prima diz, vivemos no século passado, querido. – A mais velha sentara ao seu lado, fazendo a cama ranger baixo, enquanto sua mão acariciava suas madeixas. – Mas estou do seu lado, está bem? – Sua mãe saíra de seu lado, logo saindo do cômodo em que se encontrara, deixando-o sozinho.

O que dizer sobre o amor?

Park não fazia ideia. Amor era uma coisa tão abstrata, que deixava sua mente mais e mais confusa, deixando-o embriagado e totalmente sem lucidez. Jimin não fazia ideia do que escrever para seu dever de casa, a folha sob um lápis preto estava completamente intacta e branca, sem qualquer resíduo de borracha ou lápis.

O que ele poderia ter certeza, era que pensar em Min Yoongi, o amor de sua vida, doía.

Min Yoongi doía. Amor doía. Talvez dizer sobre seu sofrimento fosse uma boa forma de passar a escrever seu texto de literatura romântica.

(...)

- O que eu poderia dizer sobre o amor? É que ele dói, como se seu corpo levasse tiros, enquanto pega fogo. Talvez eu goste de ser masoquista, eu amo amor, sendo assim, eu gosto de dor. – Park terminara de ditar o ultimo paragrafo de sua redação, tirando palmas de todos. O ruivo pode perceber seu professor de literatura ao fundo da sala de aula, com seu celular em mão, como se estivesse filmando algo, ou alguém.

- Foi ótimo, assim podemos dar continuidade ao nosso conteúdo. – O acastanhado disse, voltando à frente da sala. – Eu aposto que ele ficará orgulhoso, Park Jimin. – Kim sussurrou em seu ouvido, dando um sinal para que sentasse novamente em seu lugar. – Bem, o próximo conteúdo falaremos sobre William Shakespeare, alguém poderia falar um pouco sobre este grande romancista?

 

Pela primeira vez, Park Jimin poderia ter uma certeza que não se passara de um fato comprovado cientificamente, ele era a porra de um masoquista.

 

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado >.<

Eu gostaria de informar que estou produzindo um OneShot de Yoonmin, que realmente está mexendo comigo. Fiquem no aguardo.

É isso...
Bye Bye~~


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