História Meu Amado Professor - Capítulo 21


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Amor, Bts, Imagine, Namjin, Taekook, Vkook, Yoonmin
Exibições 214
Palavras 1.805
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi,Olá, Como tá do lado daí?
Eu fiquei com tanta saudade de você, sério. Minha fanfic primogênita um mês sem postar... Mas cá estou com um novo capítulo, que GENTE....
Me fez chorar :'(
Ele está na visão do Kookie, então espero que gostem dessa forma hoje :3

Boa Leitura^^

Capítulo 21 - Eu pensei que o conhecia


Fanfic / Fanfiction Meu Amado Professor - Capítulo 21 - Eu pensei que o conhecia

Meu Amado Professor

Capítulo 20

Eu pensei que o conhecia;

 

“Não complique

Não deixe o passado comandar

Tenho sido paciente, mas aos poucos eu estou perdendo a fé”

 

 

[...]

 

JUNGKOOK

 

Depois daquela tarde, todos os sentimentos e pensamentos, que junto traziam-me angustia e tristeza, haviam tornado-se apenas uma – das diversas – memórias ruins que possuía. Tudo ainda permanecia – aparentemente igual. As pessoas a minha volta, os sorrisos, as caricias, qualquer palavra poderia ser facilmente distinguida por meus olhos.

Não poderia dizer que, as poucas semanas sobrevivendo apenas com seus beijos, Kim Taehyung, escritor renomado – premiado pela quarta vez consecutiva como “Melhor escritor literário do ano” – professor nas horas vagas não havia mudado. O mais velho passava horas fora de casa, assim que saíra da escola. Ainda podiam-se perceber os audíveis múrmuros pelos funcionários e alunos discutindo sobre si.

Ele passou a sorrir de uma maneira que nunca pude ver em dias ou meses.

Eu sabia que houvera algo que realmente lhe deixara feliz, talvez fosse a caricias intensas que passamos a trocar, ou talvez fosse apenas algo que nunca lhe poderia dar, realmente.

(...)

 

O barulhento corredor da escola ainda fora algo que incomodava meus tímpanos. Por mais que estudasse ali há um ano, eu não poderia me acostumar com algo desconfortante como aquelas pessoas.

Eu passava pela sala 1-A (primeiro ano do ensino médio), percebendo os olhares repugnantes sobre mim. Park Sewon, por mais que lhe dissesse palavras o suficiente para entender que não a via como uma verdadeira mulher, a menor ainda esperneara com minha presença, apenas recebendo suspiros longos em resposta.

Por mais que eu tentasse, tornava-se cada vez mais difícil me encaixar no quebra-cabeça da sociedade sul-coreana. As pessoas a minha volta, reclamando de problemas tão insignificantes perto dos meus me davam dor de cabeça. Eu não tinha um remédio, apenas Kim TaeHyung.

Talvez fosse ele aquele que algum dia pudesse me aceitar devidamente.

Mesmo que todo seu passado viesse à tona, ele apenas teria que olhar para frente, respirar fundo e segurar minha mão. Apenas isso.

[...]

- É isso por hoje. Quero que façam o dever de casa da página 162, para a próxima aula. – Assim que o professor presente se pronunciara, os alunos levantaram, deixando audíveis as vozes felizes – por ser um dia de sexta-feira – assim como as cadeiras sendo arrastadas.

- Hey, JungKook! – Um de meus colegas parou a minha frente, tirando minha atenção de meus matérias, fazendo-me entreolhá-lo junto a outros garotos. – Vai ter um show de jazz em um bar no centro, quer ir?

- Não sei, Ren, tenho que ver com meu responsável. – Respondi, fechando o livro aberto sobre a mesa. – Mas qualquer coisa, eu mando uma mensagem.

- Só não esquece, sentimos falta de você nas festas. Muitas perguntam sobre você. – Eu sabia a quem Song Ren se referia, mas mesmo com tal fato em minha mente, que diversas mulheres ajoelhariam aos meus pés, seria mais fácil esconder tudo, de todos.

- Eu não irei. – Esbocei um sorriso em meus lábios, o vendo assentir e fazer um sinal aos garotos ao seu lado, logo ambos saindo da sala, não demorando muito para repetir o mesmo ato e sair da classe.

Lamenta-me mentalmente por minha sala estar tão distante da sala de música, desejando intensamente que não houvesse alguém presente na sala. Segurei firmemente as alças da mochila em minhas costas, descendo calmamente os degraus da escadaria, até o segundo andar, esperando não demorar tanto tempo para chegar à sala de música. Faltando poucos degraus para finalmente estar no segundo andar, o vejo a minha frente, segurando diversos livros – incluindo de sua autoria.

Fazia dias que não o via nos olhos como naquele momento.

- Boa tarde, Jeon Jungkook.

- Boa Tarde... – Dei uma pausa, pensando se realmente devesse dar o primeiro passo, o chamando por seu primeiro nome e lhe dizendo à falta que me fazia – Professor Kim TaeHyung. – Apenas respirei fundo mentalmente, terminando de descer o que faltava, a ponto de ficar ao seu lado, sentindo sua pesada respiração.

- E-eu chegarei mais tarde em casa hoje, não me espere, por favor. – Como sempre, as desculpas ainda continuavam as mesmas, sem ao menos dar-me satisfações de seu destino. O que eu sou? Um idiota?

- Como sempre... - Murmurei, dando de ombros para si, ignorando o sorriso de lado tristonho que esboçara, voltando a meu caminho. Eu sabia que seu tempo não teria mais espaço para mim.

- JungKook! – O ouvi chamar-me, tendo minha atenção voltada para si. Eu estarei para o jantar. – Naquele momento, não o respondi de imediato, apenas assenti, voltando ao meu caminho inicial.

Por mais que tentasse negar a mim mesmo, pude esboçar um sorriso em meus lábios, mesmo querendo odiá-lo por suas atitudes maduras o suficiente para irritar um adolescente de dezessete anos.

(...)

Não demorou muito para que estivesse à frente da porta – da sala de música – torcendo para que não houvesse alguém presente dentro daquele cômodo. Amava o som reproduzido por aquele piano, mesmo sendo algo que nunca pudera ter em minhas horas de sofrimento, sua sonoridade e melodia me acalmavam, faziam-me lembrar-me dele.

Apenas respirei fundo, tomando coragem, para assim ter minha mão destra sobre a maçaneta metálica, o que não demorara muito. A janela aberta, tendo as cortinas balançando por conta do suave vendo daquela tarde, dava-lhe um ar aconchegante. Deixei minha mochila ao lado de um dos bancos que havia ali, tateando meus dedos sobre as teclas monocromáticas do instrumento.

Assim que me sentara naquele pequeno banco, ajeitando minha postura, deixando-a totalmente ereta, fechando lentamente meus olhos, sentindo o vendo bater em minhas madeixas. Era suave e relaxante.

Eu apenas queria o esquecer por um minuto... Mas tal coisa seria possível?

Sequer seguia a pauta de notas em minha mente, apenas tocara livremente as teclas do piano, sentindo a cada nota a dor em meu peito. Teria que ser tão difícil ter uma vida perfeita? Popularidade, amigos, família, um amor?Talvez o universo conspirasse contra meu favor, ou apenas seria eu quem estragasse tudo a minha volta.

Eu estava cansado...

Cansado de simplesmente conseguir enxergar alguma luz nas pessoas que me julgam apenas por não conseguir seguir o caminho trilhado pela sociedade, de acreditar que algum dia o mundo mudaria, que ele mudaria.

Sem ao menos notar, as lágrimas mudas já haviam tornado-se presentes, assim como as notas que escoavam por toda a sala.

Eu ainda desejava aquilo tudo.

[...]

 

Mesmo que ainda tentasse manter meu orgulho acima de tudo, estava ansioso para o ver naquela noite. Desde a última vez em que havíamos transado, sentira falta de seus poucos toques, assim como poder sentar a sua frente em um simples jantar, como os ocorridos nos últimos meses.

Ele havia mudado, eu havia mudado.

Naquela mesma tarde, assim que me recompus psicologicamente, aproveitei para passar no mercado a caminho do apartamento, para assim comprar tudo o que precisara para preparar o jantar. Talvez estivesse cansado de apenas comer comidas congeladas. O relógio em meu celular marcavam, exatamente, 16h35, dando-me pouco tempo para preparar o jantar, saindo às pressas do mercado, pegando por fim um ônibus que me deixasse perto de nosso apartamento.

O sorriso em meu rosto era algo inevitável.

Não demorou mais que quinze minutos para que pudesse chegar ao bairro nobre onde passei a morar, dando atenção aos prédios altos a minha volta. Ainda sentia-me chocado ao ver a luxuria presente naquele bairro, por mais que já devesse me acostumar devidamente, ainda sim se tornava sempre algo novo.

Apertei o botão principal do elevador, segurando as sacolas em minha mão com certa força, ainda com um sorriso em meu rosto. A frustração se tornou presente em minhas emoções ao perceber que o elevador estava parado no último andar. Suspirei em resposta, deixando uma das sacolas em minhas mãos ao chão, apertando freneticamente o botão, notando que os números diminuíam a cada minuto.

Peguei novamente a sacola do chão, esperando ansioso para chegar ao sexto andar. O sino do elevador tornou-se presente, abrindo lentamente a porta de aço, dando-me passagem para adentrá-lo, e com pouca facilidade apertar o botão ‘seis’.

Com dificuldade, consegui tirar as chaves de meu bolso traseiro, logo abrindo a porta lentamente, tendo meus olhos reparados no pequeno sapato a minha frente, fazendo-me franzir o cenho.

- Papai... O Hyung irá gostar de mim? – Pude escutar uma voz fina soar pelo apartamento, somente com o áudio da televisão em um tom razoavelmente audível. Coloquei as comprar no chão, assim como minha mochila, andando lentamente até a sala, esperando que não fosse real.

Não poderia ser.

- TaeHyung...? – O chamei, entreolhando-o atentamente, reparando em sua expressão nervosa, logo engolindo em seco. Por um momento desviara meu olhar ao chão, reparando no garotinho sentado, tendo diversos bonecos de ação jogados ao chão.

- JungKook, e-eu quero te apresentar... – O acastanhado o pegara em seu colo, deixando-me ainda mais paralisado com tal momento. – Bae Yibo... Meu filho... – Apenas pude chorar naquele momento.

Kim TaeHyung havia dado lugar ao seu passado para seu presente, e futuro.

- E-eu vou fazer o jantar... – Apenas o ignorei, voltando atrás e pegando as sacolas presentes ao chão, ignorando o garoto lamentando-se por sua má impressão, direcionando-me até a cozinha, sentindo sua mão em meu ombro.

- JungKook, eu te amo, e você sabe disso... – Assenti em resposta. – Por isso que eu quis te apresentar meu filho, achei que depois de tudo, depois de dizer que fazemos amor, estivesse pronto...

- Mas eu não estou, Kim... Eu sou apenas um adolescente de dezessete anos. – Levantei meu tom de voz sem perceber, deixando com que os legumes que tirava da sacola caíssem em direção ao chão.

- Vá se banhar. Eu faço o jantar. – Não me atrevi a o responder, apenas deixando-o limpar a bagunça que havia feito, batendo meus pés em tristeza, sequer escolhendo uma peça de roupa confortável para mim, logo entrando no banheiro e batendo a porta com força. Arrastei minhas costas pela porta, logo me dando conta que sentara ao chão aos prantos. Kim TaeHyung olhara para seu passado. Aquele sim era seu desejo.

Pude escutar meu celular cair de meu bolso, fazendo com que o eco escoasse pelo cômodo, dando-me apenas uma opção. De fato, eu não tinha ninguém... Kim TaeHyung – talvez – conseguiria viver feliz sem a minha presença.

- Hyung... – Minha voz chorosa era mais que notável, assim como as lágrimas.

- JungKook? – Não o respondi de imediato, o ouvindo chamar meu nome diversas vezes. – JungKook, é você?

- H-hyung...!

- JungKook, o que houve? Está me deixando preocupado, me diga o que aconteceu,estou no hospital com HaNo agora...

- Hyung... – Engoli minhas próprias lágrimas, tentando criar coragem para citar tais palavras. – Hyung... Eu quero ir pra’ casa, eu quero ficar com minha família... Por favor, Hyung... Eu não quero mais amar...

 

 

 

 

 

CONTINUA...

 

 

 

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado ^^
#Taehyungvacilao
Coitadinho do Kook, só ta sofrendo no meio dessa confusão :'(

Gostaria de avisar que o pequeno Yibo aparecerá nos próximos capítulos, e que depois desse, entramos no arco final da fanfic.
Sim, a fanfic está acabando, mas ela ainda estará fixada eternamente no meu kokoro, assim como cada comentário. Mas vamos deixar a despedida pra depois.

Não deixe de acompanhar minhas outras fanfics:

Best Friend: https://spiritfanfics.com/historia/best-friend-6465681

Se eu morrer antes de você: https://spiritfanfics.com/historia/se-eu-morrer-antes-de-voce-7158341

Bye Bye^^


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