História Meu Amor Proibido... - Capítulo 15


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Comedia, Hentai, Originais, Romance
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 15 - Capítulo 15: Uma nova inimiga?.


              Meses se passam….


Já estava estranhando o fato do meu lindo pai estar criando um clima estranho entre nós, me deixando incomodada e irritada por ele estar agindo de um jeito estranho, me deixando curiosa diante do que está acontecendo com ele.


Não queria perguntar para ele o motivo daquilo, não queria deixá-lo ainda mais incomodado com seja lá o que esteja acontecendo com ele, mas uma coisa era que eu iria descobrir...Nem que seja por bem ou mal…Solto um longo suspiro que significava o quanto estava angustiada com aquela nossa situação, era como se ele gostasse de me ver sofrendo, como se ele fosse um sadista e eu uma simples masoquista que sofria para seu prazer mútuo. 


Eu acho que vocês estão cansados dessa minha ladainha, mas acho que se estivessem no meu lugar iriam saber o quanto é complicado se apaixonar por alguém que tem seu mesmo sangue, tudo bem que eu possa admitir que eu sou problemática….Minha vida é assim, o que eu posso fazer contra isso?..


Enfim, voltando ao meu problema principal, papai não parava de olhar seu bendito celular, me deixando curiosa de quem estava o deixando estranho daquela forma, solto outro suspiro aprisionado em meus pulmões tensos e observo seu jeito diante das mensagens que até agora eram desconhecidas.


Precisava do momento perfeito para pegar aquele celular e ver as mensagens misteriosas que afligiam meu querido e amado papai, assim eu poderia cortar aquele problema pela a raiz.


Como sempre papai iria trabalhar e eu como uma boa filhinha iria ficar em casa cuidando da mesma, iria aproveitar esse momento e pegar o celular dele, já que ele não levava o mesmo por medo de ser roubado, então ele levava o celular da empresa que era menos valioso e dava para ligar para mim caso ele ficasse até tarde em seu trabalho. E lá estava, papai se arrumando para seu trabalho enquanto eu varria e limpava as coisas de casa, ou seja, fazia meu trabalho de faxineira -3-....Enfim!...Ele termina de vestir aquele sexy terno me deixando babando naquele corpo maravilhoso esculpido pelos deuses celestiais, ele desce as escada com classe e deposita um beijo em minha testa como sempre, mas como estávamos mais íntimos dou um beijo curto em seus lábios, fazendo ele me fitar intensamente.


- Não me beije desse jeito - Fala ele enquanto limpava os lábios com o polegar, me deixando confusa com aquilo.


- Ficou com cu doce agora? - O olho furiosa com suas palavras e por pouco não tacava o cabo da vassoura na cabeça dele por tal coisa dita para mim.


- Cale sua boca! Não admito tal palavreado nessa residência e o que aconteceu entre nós foi…Acidental, nada além disso e está encerrado esse assunto!!! - Ele me diz com total frieza no olhar, fazendo meu coração se partir no meio, eu havia me entregado a ele e ele ainda me disse que me amava….Aquilo poderia doer mais?...


Fico em silêncio diante suas palavras visando ele indo pro trabalho me deixando ali, paralisada, com os olhos marejados fitando aquela maldita porta em que ele saiu….Aquelas palavras eram como facas atiradas e cravadas em meu coração judiado pelo “amor” do moreno.


Aquelas palavras me fizeram esquecer do meu motivo ideal para ver quem estava fazendo a cabeça dele, mesmo com a visão embaçada começo a procurar feito louca o celular do moreno, iria achar nem que aquele maldito aparelho esteja no quinto dos infernos, iria ver quem estava mexendo com a cabeça do meu amado pai!.


Alguns minutos procurando, finalmente acho aquele celular, mas o mesmo tinha senha, tento todas as senhas possíveis do mundo..Logo lembrando de uma senha que eu não havia tentado, a data de meu nascimento...Quando menos espero vejo o celular desbloqueado me deixando contente diante da minha conquista, começo a xeretar suas mensagens e até que chego num nome….Katy….Nome feminino ou nome de um traveco?...Não...Papai não curte esse tipo de fruta…..Começo a ler as conversas dos dois me deixando cabisbaixa, conversas e palavras de afeto.


Me sento no sofá se não iria desabar após aquilo, começo a chorar baixinho colocando a mão em minha boca tentando abafar aquele maldito choro inútil, que deixava meus olhos ardendo e minha garganta dolorida, sentia que meu mundo iria desabar comigo em cima do mesmo….Meu coração estava cada vez mais apertado, como se estivesse alguém o pressionando com seu palmo e o apertando fortemente para me deixar sem ar e ainda mais fraca do que já sou...Aquilo era maldade comigo….Era judiação com meu pobre coração que só queria amar uma pessoa que com certeza não me ama….Com toda certeza...Agora posso afirmar.


Por quê dói tanto amar?...

Por quê?....


Continua….



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