História Meu Anjo - Capítulo 7


Escrita por: ~ e ~TMJ

Postado
Categorias Turma da Mônica Jovem
Personagens Aninha, Carmem, Cascão, Cascuda, Cebola, Chikara Sasaki "Tikara", Denise, Do Contra, Dorinha, Eduardo "Dudu", Franjinha (Franja), Irene, Jeremias, Keika Takeda, Luca, Magali, Maria Cebolinha, Maria Mello, Marina, Mônica, Nimbus, Penha, Personagens Originais, Quim, Titi, Toni, Xabéu, Xaveco
Tags Romance, Tmj, Turma Da Mônica Jovem
Visualizações 40
Palavras 694
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Ficção, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá leitores. Estou aqui com mais um capítulo, espero que gostem.

Capítulo 7 - Arriscando Em Você


Fanfic / Fanfiction Meu Anjo - Capítulo 7 - Arriscando Em Você

Cebola


Há aquela garota. O que está fazendo comigo? Toda vez que a vejo sinto uma enorme vontade de atacar seus belos lábios vermelhos.



Tenho que ter um plano de tira-la daquele ninho de cobras. Sobe a uns dias atrás que Toni e seu pai são farinhas do mesmo saco.


Toni é meu principal rival no tráfico, e ele sempre quer está mas à frente de mim nos negócios. Também é um ladrão bem esperto, sei que estou na sua listinha de morte.



Agora estou com o meu carro escionado em um bar. Pensando no que realmente fazer.


Ainda me lembro da minha primeira troca de olhares com aquela garota. Eu havia eliminado um homem bem a sua frente naquele beco.


Seus belos olhos castanhos estavam tensos. Ela estava assustada. Poderia mata-la, mas algo naquele momento dizia que não, e que ao contrário deveria de protege-la. E é isso que vou fazer protege-la. Um sequestro talvez?



Tenho que vê-la outra vez. E agora.


Pego meu blazer e saio daquele local. Entro em meu carro e vou em alta velocidade até sua casa.



Mônica



Viro-me assustada, arregalo meus olhos o olhando de cima á baixo. Era aquele assassino.



Minha nossa o que ele estava fazendo no meu quarto... lógico ele disse que iria de voltar. Essa seria uma boa hora para se atirar dessa janela.



- Eu disse que iria de volta. - diz ele, e eu me distanceio me sentando em minha cama. Arregalo os olhos, e ele me encara.



- Por que está aqui? - pergunto. Minhas mãos estavam trêmulas, isso sim que é nervosismo.



- Para proteger você. - responde, e eu o encaro fundo.



- Sei me cuidar sozinha. Não preciso de um guarda-costas ou uma babá. - falo sacasticamente. Que tola eu estou falando desse jeito com um cara perigoso.



- Você não sabe o que á espera. Olha pra você, a garotinha que está realizando seu sonho andando com uma sociedade diferente. - fico de queixo caído.



- Como sabe da minha vida?! - exclamo. Que indecente, paranóico, psicopata. Argh! Que raiva desse fedelho. Ele vem em passos rápidos e tampa minha boca.



- Tá loca não grite. - sussura tirando sua mão de meus lábios.



- Me responde. - o encaro. Como ele estava com um lenço vermelho cobrindo metade de seu rosto e aquele mesmo casaco com capuz.


- Não é difícil de imaginar como é a sua vida. A garotinha simples, que quer ser algo na vida. Sua pobre mãe sustenta a casa. E seu pai só agora está lhe dando atenção. Isso tá meio misterioso não acha, afinal seu pai não é flor que se cheire, e só agora ele te procurou.



Se senta ao meu lado. Suspiro fechando os olhos.



- Então você sabe quem é meu pai? - fixo meu olhar no dele. Ele concorda. - Sabe eu quero saber quem realmente é você. - ele rir e eu não entendo.



- Se você descobrir quem eu sou, vai se apaixonar ainda mais. Não quero ferir corações. - dou uma gargalhada.



- Eu corro o risco. - chego mas perto do mesmo. Coloco minha mão em seu rosto e vou tirando aquele lento e tiro o capuz. Fico surpreendida ao ver quem era realmente. - Não acredito que seja você...



°•°•°•°•°•°



Estou nesse momento a tomar café da manhã como a minha nova família.


As palavras que Cebola usou. "Seu pai não é flor que se chere". Não estava com disposição para comer, acho que eles devem de está até estranhando meu comportamento.



- Está tão quieta Mônica. O que ouve com você minha querida? - pergunta Cátia com um pequeno sorriso no rosto.



- Estou apenas sem vontade de comer. - deveria ir embora hoje, mas iria arrisca a curiosidade de descobrir realmente quem é essa família.



- Mônica tenho amanhã receberemos um convidado. - fala meu pai. Minha atenção agora estava no mesmo.



- Que convidado meu pai? - pergunto sendo direta em minha pergunta.



- O nome dele é Toni. - responde. Então o que Cebola havia falado de madrugada a respeito de meu pai e desse homem, eram verdade.


Notas Finais


Até o próximo capítulo aonde teremos algumas relações.


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