História Meu anjo da guarda - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Carinha de Anjo
Personagens Personagens Originais
Visualizações 79
Palavras 1.648
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 14 - Em seus braços.


Os dias passaram incrívelmente rápidos, a tão esperada sexta – feira havia chegado, Cecília estava ansiosa, a semana inteira Gustavo fez mistério sobre onde a levaria, ela também resolveu impressionar, aproveitou que saiu mais cedo naquele dia e foi ao shopping, tinha um dinheiro sobrando e aproveitou pra comprar algo pra usar a noite. Após andar um pouco viu um lindo vestido, era todo preto de mangas longas e continha um pequeno decote na frente, o que a incomodara foi o tamanho, achou curto mas quando provou viu que ficara perfeito seu corpo, ele era colado na cintura e solto na parte de baixo, Cecília comprou. Quando chegou em casa sorridente encontrou Fátima, achava que a irmã ainda estava no trabalho.

 

- Chegou mais cedo?. – estranhou Cecília.

 

- Sim, posso saber que felicidade é essa e que sacola é essa?. – a mais velha apontou pro pacote na mão dela.

 

- Eu vou sair com o Gustavo hoje, e como ele disse que vai me levar num lugar diferente resolvi comprar um vestido novo.

 

- Olha que bom, eu fico tão feliz em te ver assim minha irmã. 

 

- Eu também. – sorriu Cecília. – agora vou tomar um banho e depois quero que você me ajude a usar a sua maquiagem.

 

Fátima concordou enquanto Cecília foi em direção ao quarto, a jovem tomou um belo banho, lavou os cabelos e saiu, secou as longas madeixas e fez cachos como Fátima ensinara, chamou a irmã que correu até o quarto, Fátima fez uma leve maquiagem em Cecília e passou um batom rosa, nada exagerado, Cecília era linda ao natural não precisava de muito. Por último a mais nova colocou o vestido e uma sandália de salto preta, se olhou no espelho e estranhou, nunca tinha se vestido assim.

 

- Você está maravilhosa Cecília. – elogiou Fátima.

 

- Não está muito curto?. – Cecília passou a mão pelo vestido e encarou Fátima.

 

- Claro que não, você só não está acostumada. – afirmou a mais velha. – você está linda.

 

Cecília sorriu em agradecimento e pegou sua bolsa, passou seu perfume e deu uma última olhada no espelho, ouviu a campainha tocar, só podia ser Gustavo, desceu pra não deixa – lo esperando.

 

(...)

 

Quando cheguei na casa de Cecília Fátima me recebeu e disse que a irmã já estava descendo, concordei e comecei a mexer em algo no meu celular, estava distraído e não percebi quando ela desceu, e Deus, quando a olhei queria guardar aquela imagem pra sempre, Cecília estava maravilhosa, aquele vestido deixava suas pernas a mostra e eu quase perdi o ar quando vi, ela sorriu envergonhada e veio até mim.

 

- Meu Deus Cecília...eu...você está maravilhosa. 

 

- Gustavo. – ela diz com as bochechas vermelhas. 

 

- Eu só tô falando a verdade meu amor, vamos.

 

Me despeço de Fátima e nós partimos, vou levar Cecília a um restaurante que eu costumava ir com Teresa, íamos lá quando ela queria dançar, o lugar continha duas partes, a de baixo o restaurante e a de cima que era quase uma boate onde as pessoas se divertiam e dançavam. Quando chegamos percebi seus olhos brilharem, abri a porta do carro pra ela e entreguei as chaves ao manobrista pra que ele estacionasse, tinha as reservas feitas então só entramos e fomos levados aos nossos lugares.

 

- Aqui é tão lindo Gustavo. – Cecília diz enquanto se senta.

 

- É mesmo, mas ainda tenho outra surpresa pra você. 

 

- Qual?. – ela perguntou curiosa.

 

- Depois do jantar. – digo, ela sorri e concorda. – o que vai querer?. – perguntou enquanto olho o cardápio.

 

- Eu não conheço nada, então pode escolher. – ela sorriu.

- Tá bom. – concordo.

 

Faço os pedidos e peço pro garçom trazer um vinho, Cecília me disse que nunca havia bebido nada alcoólico na vida e eu peço que ela experimente, de início vejo sua cara estranha e depois ela sorri e diz que o gosto é bom.

 

- Tem um gosto diferente. – ela diz virando a taça toda.

 

- Vai com calma mocinha, você não está acostumada. – ela concorda e sorri divertida.

 

Nosso jantar foi maravilhoso, conversamos sobre sua vida, sobre a minha e sobre a nossa, eu estava tão feliz que podia acreditar que aquilo era um sonho, depois que Teresa morreu eu me afundei numa tristeza profunda e jurei não amar mais ninguém, tive apenas aventuras e nada mais, mas quando Cecília apareceu em minha vida eu tive a certeza que era ela, mesmo quando ela estava no colégio eu sabia que era ela, e agora eu não queria mais ninguém.

 

- Vamos?. – perguntei.

 

- Já vamos embora?. – ela perguntou triste.

 

- Não, vou te levar em outro lugar, aqui mesmo. – seus olhos brilharam e ela sorriu.

 

Paguei o jantar e saímos, subimos alguns degraus que tinha num pequeno corredor e chegamos ao destino, estava cheio e tocava músicas eletrônicas, nos sentamos em uma mesa vazia que tinha e eu pude perceber o olhar de surpresa do meu amor.

 

- O que achou?. – perguntou próximo a ela.

 

- É tão diferente, e divertido. – ela sorri e me olha. – obrigada. 

 

- Não tem de quê senhorita. – pisco pra ela. – quer beber alguma coisa?.

 

- Uma água.

 

Chamo o garçom e peço duas águas, logo ele trás os pedidos, Cecília olha tudo a sua volta, ela parece estar encantada com aquilo, seus olhos brilham e eu sorrio ao ver que ela está feliz.

 

- Quer dançar?. – pergunto.

 

- Eu não sei dançar, melhor ficarmos aqui. – concordo com ela e lhe dou selinho. – você sempre vem aqui?. – seus olhos se viram pra mim.

 

- Eu costumava vir com a Teresa. 

 

- Me desculpe, eu não sabia. – ela diz sem jeito.

 

- Tudo bem meu amor.

 

- Eu queria ir ao banheiro. – ela diz mudando de assunto.

 

- É só virar a esquerda naquela corredor. – digo mostrando a ela.

 

- Eu já volto. – ela sorri e sai pela multidão. 

 

(...)

 

Passo por todas aquelas pessoas e chego ao banheiro, quando entro vejo que está vazio, uso e rápido e lavo as mãos, dou uma última olhada no espelho e saio, o corredor está pouco movimentado, voltei até Gustavo que mexia em algo no seu celular.

 

- Algum problema?. – pergunto.

 

- Não meu amor, só algumas mensagens de trabalho. – ele desliga o aparelho e me olha.

 

Continuamos curtindo mais um pouco daquele lugar e depois fomos embora, quando chegamos em frente a minha casa eu não queria me despedir.

 

- Chegamos. – ele diz desligando o carro.

 

- Que pena. – falo triste.

 

- Também acho, se eu pudesse não te largava nunca mais. – sorrio com sua afirmação e tenho uma ideia maluca.

 

- Você podia dormir comigo. – Gustavo ergue uma das sobrancelhas e me olha incrédulo.

 

- Dormir? Mas... Cecília...você tem certeza?. 

 

- Porque? Você não quer?. – pergunto.

 

- Claro que eu quero, mas você...você quer?. – ele pergunta sério.

 

- Quero Gustavo. – afirmo. – e além do mais eu sei que você me respeitaria.

 

- Claro meu amor, eu nunca faria nada sem que você permitisse. – ele tocou meu rosto e sorriu. – o problema é que não tenho roupa, e dormir de calça jeans não é tão bom assim.

 

- Eu posso dormir na sua casa. – sugeri. 

 

- Cecília Santos você largou mesmo o noviciado não é. – dou um tapa em seu ombro e gargalho.

 

- Bobo, vou avisar a Fátima e buscar umas coisas.

 

Sai do carro e adentrei a minha casa, arrumei uma pequena mochila com uma muda de roupa e minhas coisas de higiene e fui até o quarto de Fátima, Verônica estava num sono profundo, tentei fazer o menos barulho possível e toquei o braço de minha irmã.

 

- Irmã, eu vou dormir no Gustavo.

 

- Como assim?. – ela diz sonolenta.

 

- Vamos dormir juntos, eu quero saber como é acordar ao lado dele. – digo sorridente.

 

Ela sorri e concorda voltando a dormir em seguida, tranco a porta e corro de volta até o carro, Gustavo sorri quando me vê e da partida no carro, chegamos em sua casa em poucos minutos, estavam todos dormindo, subimos sem fazer barulho, passei pelo quarto de Dulce e minha pequena dormia feito um anjo, depositei um beijo suave em seu rosto e sai, Gustavo me levou até seu quarto e eu entrei, era a primeira que entrara ali e confesso que estava bem nervosa, era um lugar bem organizado com uma enorme cama.

 

- Eu vou tomar um banho amor, já volto. – assenti e me sentei na cama.

 

Continuei a olhar tudo aquilo quando meu amor saiu do banho, ele vestia um short e uma camiseta regata. 

 

- Eu não costumo dormir assim, mas como a senhorita está aqui hoje tenho que me comportar né.  – sorri sem graça e ele me disse que eu poderia tomar um banho, peguei minhas coisas e fui até o banheiro, era grande e limpo, prendi meus cabelos e liguei o chuveiro, a água quente escorria pelo meu rosto me fazendo relaxar, depois de vinte minutos desliguei a água, me sequei e coloquei meu pijama, era um short não tão curto e uma blusa confortável, escovei meus dentes e voltei ao quarto, Gustavo estava deitado e quando me viu sorriu.

 

- Está cheirosa meu amor. – ele diz.

 

- Obrigada. – digo.

 

- Deita aqui. – ele diz apontando pro lado vazio da cama.

 

Me aproximei lentamente e me deitei ao seu lado, não lembro de ter deitado numa cama tão confortável, estávamos de frente um pro outro, eu sentia meu corpo quente e meu coração acelerar.

 

- Não precisa ter medo, não vamos fazer nada. – suas acariciam meu rosto e eu fecho os olhos.

 

- Eu sei, é só que eu nunca dormi com nenhum homem. 

 

- E eu fico feliz em saber disso. – seu sorriso se iluminou. – vamos dormir.

 

- Vamos. – concordo.

 

Me aconchego em seu peito e nos cubro com o grande lençol, enquanto Gustavo acaricia meus cabelos eu fecho meus olhos e pego no sono.



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