História Meu anjo da guarda - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Carinha de Anjo
Personagens Personagens Originais
Visualizações 177
Palavras 1.065
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 17 - Furiosa


Havia se passado um mês desde que a vida de Cecília mudara completamente, o trabalho na clínica de doutor André estava muito bem, apesar das indiretas que o médico lhe dava, Verônica nunca mais falou com Cecília a respeito de Gustavo ou sobre o namoro dos dois é isso lhe deixava mais tranquila, e por falar em Gustavo, seu namoro com o dono da Rey Café estava cada dia melhor, sempre almoçavam juntos na semana e aos finais de semana eles saiam com Dulce Maria, essa por sinal não parava de falar o quanto queria que os dois casassem logo. Era um típico dia de sexta – feira, exceto pelo fato de que estava chovendo e fazia frio lá fora, Cecília estava pronta pra ir ao trabalho e ansiosa pra sábado, ia ao cinema pela primeira vez com Gustavo e estava muito feliz, quando desceu as escadas estranhou Verônica estar em casa, geralmente ela saia mais cedo pra trabalhar.

 

- Bom dia, não foi trabalhar hoje Verônica?. – questionou.

 

- Bom dia Ceci. – respondeu Fátima da cozinha.

 

- Bom dia Cecília, na verdade eu fui demitida. – afirmou a mulher.

 

- Poxa que pena. – Ceci disse.

 

- É, mas eu já estou com um emprego em vista, talvez de certo. 

 

- Que bom, eu vou indo, até mais.

 

Cecilia se despediu das duas e saiu, a chuva havia dado uma trégua e a jovem agradeceu por isso, chegou no trabalho dez minutos atrasada, nunca havia acontecido, mas com a chuva o trânsito se intensificou.

 

- Bom dia doutor. – ela disse para o homem que mexia distraído em algo no seu celular.

 

- Bom dia Cecília, achei que não viria. – ele sorriu.

 

- Me desculpa, é que com esse tempo chuvoso ficou tudo parado e...

 

- Calma. – ele a interrompeu. – eu só estava brincando, eu sei bem como é, além do mais você é uma ótima funcionária. 

- Obrigada, e mais uma vez desculpa. – André sorriu e foi pra sua sala, Cecília se pôs a sua mesa e organizou os papéis, a agenda não estava tão cheia o que significava que hoje teria pouco trabalho.

 

- Oi Ceci, você poderia ver minha agenda por favor. – Paula, a ajudante do doutor pediu, ela e Cecília haviam se tornado boas amigas.

 

- Claro. – a jovem sorriu. – três pacientes a tarde.

 

- Que maravilha, eu precisava mesmo de um descanso. – Paula disse divertida arrancando um sorriso da amiga. – planos para o final de semana?. – questionou.

 

- Vou ao cinema com o Gustavo amanhã.

 

- Hum, eu adorava ir ao cinema em começo de namoro, era bom pra namorar, escuro...

 

- Paula, eu não vou pra isso. – Cecília disse tímida.

 

- Ah esqueci que você não faz essas coisas. – a amiga gargalhou e Cecília a olhou vermelha. – vou indo, tchau.

 

Paula se dirigiu até sua sala e Cecília voltou ao trabalho, o dia foi normal, dessa vez não almoçara com Gustavo, ele tinha alguns compromissos na empresa e almoçaria por lá mesmo, naquele dia saiu mais cedo e agradeceu por isso, precisava mesmo de um banho e um bom tempo pra dormir.

 

(...)

 

Na Rey Café Gustavo lia atentamente uns papéis quando fora comunicado que tinha alguém que precisava urgente falar com ele. Ele estranhou, afinal de contas não lembrava de nenhuma reunião ou algo do tipo, como a curiosidade era grande mandou deixar entrar, se viu surpreso quando a figura de Verônica se pôs parada em sua frente com um sorriso discreto no rosto.

 

- Verônica?.

 

- Eu posso falar com você Gustavo?. 

 

- Pode...é...entra. – ele disse ainda estranhando. – algum problema? Com a Cecília?.

 

- Não, ela tá bem eu vim falar de mim. – a mulher se sentou a sua frente.

 

- Verônica olha...

 

- Gustavo, eu preciso de um emprego. – ela o interrompeu. – eu estava trabalhando numa empresa muito boa mas fui demitida, eles disseram que precisava cortar gastos, funcionários e sobrou para os mais novos, incluindo eu.

 

- Eu sinto muito Verônica, mas como posso te ajudar?. – ele perguntou confuso.

 

- Eu queria voltar a trabalhar aqui. – Gustavo se mexeu na cadeira e a encarou. 

 

- Eu não sei se seria uma boa ideia, nós já tivemos algo e agora eu tô com a Cecília...

 

- Gustavo, eu quero um emprego e não você de volta, eu tô morando com a Fátima e preciso ajudar ela com as despesas e eu sei que você não contratou ninguém pro meu lugar. – ela disse sorridente.

 

- Verônica...

 

- Por favor, eu sou uma mulher madura Gustavo, sei separar as coisas. – ela disse séria.

 

- Ok. – ele se deu por vencido. – você pode trazer seus documentos amanhã, eu não vou estar mas o Cristóvão sim, ele acerta tudo com você e na segunda você começa. 

 

- Obrigada, de verdade. 

 

Naquela tarde Verônica saiu sorridente, seria o primeiro passo pro seu plano de separar Gustavo de Cecília, já o empresário estava indeciso, não sabia se tinha sido uma boa ideia ter readmitido Verônica, não sabia como Cecília iria reagir.

(...)

 

Cecília se levantou por volta de sete da noite, a chuva já havia parado completamente e o frio tinha se intensificado, desceu até a cozinha e encontrou Verônica, ela cantarolava e sorria enquanto preparava um café.

 

- Cecília. 

 

- Oi Verônica, a Fátima ainda não chegou?. – perguntou a jovem.

 

- Não, quer um café?. – ofereceu a mulher.

 

- Não obrigada. – recusou a ex noviça. – o Gustavo ligou?. – Cecília perguntou se sentando no sofá e ligando a tv.

 

- Enquanto eu estava aqui não, mas acho que ele deve tá ocupado, hoje na empresa ele parecia ter bastante trabalho. 

 

Cecília tirou sua atenção da tv e se virou rápido pra Verônica, ela tinha um sorriso no rosto.

 

- O que você foi fazer na empresa do Gustavo?

 

- Fui pedir meu emprego de volta, eu não posso ficar sem trabalhar, preciso ajudar sua irmã com as contas. – afirmou ela lhe lançando um riso.

 

- E ele te aceitou?. – Cecília perguntou, estava insegura.

 

- Claro, o Gustavo sabe da minha competência...eu vou subir, preciso arrumar uns papéis pra levar amanhã na empresa, beijinhos Cecília.

 

Quando Verônica subiu Cecília sentiu vontade de chorar, se sentia tão insegura e agora com raiva, como pode Gustavo pode ter aceitado ela de volta? Queria falar com ele e foi o que fez, trocou de roupa e pegou sua bolsa, saiu sem dizer onde ia, estava furiosa e iria tirar satisfações.



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