História Meu anjo em um demônio. - Capítulo 63


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Categorias Originais
Tags Anjos, Demônio, Hot, Lésbica, Lesbicas, Mistério, Morte, Romance, Sangue, Terror
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Palavras 631
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 63 - Como ousa?


POV EMILY

Fico vendo a cena paralisada, a mulher que eu amo nos braços de outra. Vejo Estela interromper o beijo, e se levanta vindo em minha direção.

-Podemos conversar? – Pergunta, e sai do quarto.

Fico olhando para Alexa que não consegue manter seu olhar em mim, a cada segundo ela desvia.

-Por que? – Pergunto, mas não obtenho resposta. – Alexa... – Tento me aproximar.

-Não... – Sua voz sai em um sussurro.

Respiro fundo e de repente parece que o quarto ficou pequeno demais, e é como se eu estivesse sufocando. Saio do quarto o mais rápido possível, e encontro Estela conversando com a Paola, vou até ela.

-Sin... – Antes que ela falasse a pego pelo pescoço e a ergo do chão.

-Como ousa?! – Pergunto entre dentes.

-Emily... – Fala com dificuldades.

-Emily a solte. – Fala Paola tentando me impedir, mas a empurro a fazendo voar alguns metros de distância.  

-Você não tinha esse direito! – Falo apertando mais o seu pescoço.

-Solte a garota Emily! – Fala Paola se levantando.

-Ela... não.... é... – Estela tenta falar com dificuldades. – A Alexa....

- Escute o que ela tem a falar. – Fala Paola.

Respiro fundo e a Solto. Ela cai de joelhos e fica tentando recuperar a respiração.

-Pra... – Respira fundo. – Para começo de conversa eu não a beijei, ela me beijou.

Faço menção de ir para cima dela de novo, mas Paola segura em meu braço.

-Não a provoque Estela... – Repreende Paola.

- Você tem razão. – Diz se levantando. – Ela não é a mesma. – A olho confusa. – Qual é Emily todo mundo sabe que ela nunca faria isso, ela nunca me beijaria estando com você! E ainda mais na sua frente.

-Mas por um segundo eu....

-Eu sei. – Estela fala dando um sorriso sem humor. – Pensou que ela estivesse de volta e o desejo por mim foi maior, mas você estava errada.

Então tecnicamente não foi meu anjo que fez isso.

-Mas por que disso? – Pergunto tentando achar um motivo.  

-Eu não sei. – Estela diz se sentando.

-Teremos que perguntar a ela. – Fala Paola.

Dou as costas e vou a passos apresados até seu quarto, abro a porta e a fecho com força fazendo um barulho alto.

-POR QUE FEZ ISSO?! – Pergunto. 

-Emily eu sinto muito... Eu não sei... Mas a Estela me despertou algo. – Ela diz com uma voz inocente.

Por um segundo penso que é meu anjo, mas Alexa não faria isso certo? Mesmo que ela nutrisse sentimentos pela Estela ela não faria isso não é mesmo?

-MINHA Alexa nunca faria isso! – Falo tentando manter minha voz firme.

Alexa se levanta e vem até onde suas correntes permitem, me olha nos olhos e começa a rir.

-Emily... Emily.... Você realmente a ama. – Fala rindo. – Quer dizer, você realmente me ama. Você deveria ter visto sua cara, estava doendo não é mesmo? Vendo seu anjo nos braços de outra.

-Por que fez isso?! – Pergunto entre dentes.

-Pura diversão, aqui não tem muito o que fazer se não percebeu. – Fala balanço suas correntes.

Respiro fundo, minha Alexa está aí em algum lugar, ela em que estar.

-Meu anjo eu sei que você está ai, por favor volte para mim. – Falo, e ela ri.

-Desista Emily.

-Lembra do nosso primeiro encontro? – Pergunto sorrindo. – Bom eu nem ao menos sabia que teria que te chamar, e você me deu uma bronca por isso. – Falo rindo.

Seu olhar muda e da alguns passos para trás, parece pensar.

-Emily... – Sua voz é suave, e seu olhar diferente. Até que ela fecha os olhos com força – Eu irei te matar na primeira oportunidade! – Ela diz entre dentes, e abre os olhos.

Balanço a cabeça em negação e saio do quarto, mas eu sei que por um segundo eu vi meu anjo e isso me dá esperanças, eu sei que ela irá lutar. 



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