História Meu anjo em um demônio. - Capítulo 64


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Categorias Originais
Tags Anjos, Demônio, Hot, Lésbica, Lesbicas, Mistério, Morte, Romance, Sangue, Terror
Exibições 199
Palavras 558
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Sabe aquela parte do ombro onde você aperta para machucar o amiguinho? então é onde o Tomaz colocou. Caso alguém não entenda.

Capítulo 64 - Eu deveria ter ficado


POV OLIVIA.

Perdi as contas dos dias que estou aqui, meu dedo mindinho e o anelar da mão já se foram, e os mindinhos dos pés também, a dor fica a cada dia pior, a cada dia que se passa o Tomaz se torna mais sádico e cruel. Ele saiu por alguns minutos e é quando eu tenho que suporta minhas dores e pensar já nas próximas.  Escuto passos, parece que meu ‘’sossego’’ acabou.

-Olivia.... – Escuto uma voz feminina, e Jessica aparece em minha frente.

-Ei... – Minha voz sai fraca. – Você está viva.

-Não foi dessa vez. – Ela fala dando um sorriso torto. – Mas sua amiga me machucou bastante. – Fala puxando a gola de sua blusa mostrando a grande cicatriz no pescoço.

-Parece que ela te pegou de jeito.

-Os humanos me salvaram, e depois o Robert chegou e me ajudou.

Ficamos em um silencio constrangedor, ela respira fundo.

-Jessica? – Ela me olha com atenção.

-Sim?

-Naquele dia você disse que veio nos ajudar, isso é verdade?

Ela olha meio desconfiada e chega mais perto.

-Sim. – Sussurra.

-Por que?

-Eu estava lá quando a Bianca morreu... Bom eu não lutei contra a Emily, eu não poderia, eu vi o quanto a menina fez bem a ela. Eu sei o quanto o Tomaz pode ser traiçoeiro, então eu fui para confirmar para que ele não aprontasse contra ela, mas a menina realmente era uma caçadora, e vi que a Emily não desistiria dela e eu não lutaria contra ela, então quando aquilo iria virar uma luta eu simplesmente dei as costas e fui embora. – Ela suspirou. – Eu deviria ter ficado e ajudado ela, mas eu dei as costas a pessoa que nunca me deu as costas. – Fala e realmente a tristeza em suas palavras.

-Você tem notícias delas? – Pergunto.

-Não. – Ela diz e sorri.

-Isso é bom. – Retribuo seu sorriso.

-Eu vou.. – Sua frase é interrompida por Tomaz.

-Está conversando com a minha convidada Jess? – Ele pergunta já ao seu lado.

-Pelo menos com o resto que sobrou dela. – Ela diz.

-Quer me ajudar? – Ele pergunta indo até uma mesa que ele guarda seus objetos de tortura.

-Você está nisso a dias Tomaz, ela não irá falar. Por que...

-Quer protege-la Jessica?! – Ele diz sem paciência.

Fecho que em sua mão ele aciona um maçarico portátil, esquentando um ferro de mais o menos 30 centímetros, e assim que o objeto fica quente a ponto de ficar meio alaranjado ele vem e fica em minha frente, e coloca a ponta no meu ombro queimando.

-Argh AAAAAAAA... – Grito de dor assim que ele empurra o ferro quente lentamente perfurando minha pele, até chegar do outro lado. – AAAAAAAAAAAAAAAA. – O cheiro da minha pele queimada atingi minhas narinas.

Ele vai até o balcão e começa esquenta outro ferro, assim que ele termina vem e fica na minha frente novamente, mas antes de colocar o objeto no meu outro ombro ele olha para Jessica.

-Quer ter a honra? – Ele pergunta sorrindo.

Ela simplesmente o olha e dá as costas saindo. E então ele perfura meu ombro só que dessa vez de forma rápida.

-AAAAAAAAAAA!!!

E deixa os dois ferros um em cada ombro e a dor se alastra cada vez mais. 



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