História Meu anjo em um demônio. - Capítulo 69


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Categorias Originais
Tags Anjos, Demônio, Hot, Lésbica, Lesbicas, Mistério, Morte, Romance, Sangue, Terror
Exibições 228
Palavras 655
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eu iria voltar só amanhã. Mas esse capitulo ficou tão amorzinho <3
Espero que gostem.

Capítulo 69 - Obrigada


Pov Alexa

Ficamos na cama, abraçadas sem pronunciar uma única palavra. É tantas coisas para processar.

-Emy? – Ela faz um som nasal. – Me desculpa.

-Não peça desculpas por nada.

-Eu te amo muito.

Levanto a cabeça e tomo seus lábios, começa um beijo calmo e lento, mas a saudades é tanta que vira um beijo desesperado. Emily me afasta delicadamente sem afasta nossos lábios e fica por cima, agarro seus cabelos, uma de suas mãos vai descendo lentamente na lateral do meu corpo. Ela desce o beijo para o meu pescoço e meu corpo se arrepia, ela vai subindo entre beijos e lambidas até minha orelha, e dá uma mordida leve, fazendo escapar um gemido involuntário.

-Eu estou morrendo de saudades. – Respira pesado, e meu corpo volta arrepiar. – Mas temos que ir, e mostrar que você está bem, antes que a Paola....

Então um barulho alto, nos assusta. E olhamos em direção a porta se podemos chama-la de porta agora, e entra uma Paola determinada.

-MAS QUE PORRA?! – Ela pergunta nos olhando confusas.

Emily sai de cima de mim, e eu me sento ajeitado minha roupa.

-Como eu estava dizendo. Temos que ir antes que a Paola arrebente a porta. – Fala Emily

-Oh então está tudo bem...? – Ela pergunta ainda confusa.

-Sim! – Falamos juntas.

-Oh sinto muito. – Ela diz sem graça.  

Logo em atrás vejo minha mãe, me levanto e saio correndo em sua direção e a abraço forte. E escuto seu soluço e logo em seguida ela começa a chorar e eu não fico atrás. Lembrando de cada vez que ela foi ao quarto e eu a ignorei ou a xinguei.

 

Pov Narrador.

Assim que a Jessica terminou de limpa cada ferimento e da Olivia, ela limpou o corpo dela delicadamente.

-Eu posso te tirar? – Jessica pergunta assim que a água começa a ficar fria.

-Por favor. – Fala Olivia sorrindo.

Então Jessica a pega, sem se importa de molhar sua própria roupa e a leva até o quarto. E a seca. Então Olivia dá uma pequena tremida.

-Te machuquei? – Jessica pergunta preocupada.

-Não... é que meu corpo está frágil, então estou com um pouco de frio.

Então Jessica se amaldiçoa pois ela esqueceu de compra roupas. E como Olivia foi extremamente torturada, seu corpo está sensível, como se fosse um corpo humano normal. E já era noite e fazia bastante frio.

Pelo menos o chalé veio com mantas e cobertores, ela vai até um dos armários e pega uma coberta e cobre Olivia, que lhe lança um sorrio de agradecimento.

-Espera aí, eu já volto. – Jessica fala.

-Não é como se eu pudesse sair andando por aí. – Olivia fala, e Jessica ri e sai do quarto.

Ela vai até a sala, e acende a lareira. Volta para o quarto e pega um outro cobertor, e leva até a sala e o estica em frente a lareira, e deixa a manta que já estava lá em cima da coberta. E vai novamente para o quarto.

-Posso? – Ela pergunta se posicionando para pegar Olivia, mas só a pega quando a mesma lhe da permissão.

Então a pega no colo, e a leva para a sala. E a senta em frente a lareira, e senta atrás dela a para dá apoio para ficar sentada. Pega a manta e jogo por cima do corpo da Olivia.

-Obrigada. – Fala Olivia.

- Está melhor? – Ela pergunta realmente querendo saber. – Aquecida?

-Sim. – Olivia fala sincera. – Mas obrigada por me salvar. Pela primeira em toda minha existência, eu nunca desejei tanto morrer. A única coisa que eu pedi todos os dias, era que ele descobrisse um modo de me matar. - Jessica sente a dor nas palavras da Olivia e involuntariamente a abraça forte. – Obrigada.

-Agora você está bem. E vai se recuperar. – Jessica fala. – Agora descanse. 

Olivia coloca a cabeça para trás no ombro da Jessica, e fecha os olhos se permitindo descansar, sabendo que quando acordar não haverá mais dor.



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