História Meu Bombeiro - Capítulo 13


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Categorias Ariana Grande, Justin Bieber
Personagens Personagens Originais
Tags Ariana Grande, Bombeiro, Drama, Justin Bieber, Romance
Exibições 453
Palavras 1.728
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


BOA LEITURA 📖✌

Capítulo 13 - I Walk the Line


Fanfic / Fanfiction Meu Bombeiro - Capítulo 13 - I Walk the Line

“Todos gostam de se entregar ao pecado. De se afogar nas linhas do perigo e da perdição. A sensação é sempre indescritível” - Autora.

           POV’s Katrina Hemitton

Seu olhar era soturno e intenso, e avaliava-me sem pudores. Me senti enrubescer, eu havia gostado daquele olhar e das sensações que causava. Um suspiro deleitoso acabou me escapando involuntariamente. Justin beijou-me o pescoço, fechei os olhos e mantive a cabeça para trás, apoiada sobre minha almofada. Seus lábios continuaram trilhando caminhos por minha pele, em um local tão sensível, que me fazia estremecer. Eu queria que ele continuasse me tocando, me sentia incapaz de pensar sobre o que estávamos fazendo, eu só queria experimentar aquelas sensações.

Senti o tecido do vestido se afrouxar em meu corpo, o que me fez abrir os olhos e perceber que Justin havia aberto o zíper. Fui atingida por um frio na barriga, estávamos indo longe e eu ainda me sentia intimidar por sua postura firme e arrogante, mas havia tanta expetativa e tanto… Tesão. A peça fora ao chão sem que eu relutasse, estava minimamente vestida, sentindo sua mão áspera e grande agarrar as laterias da minha cintura, erguendo meu tronco e me colocando sentada sob seu colo. Minhas mãos correram livremente para a sua nuca, enquanto suas mãos percorriam minha pele envolvendo cada centímetro exposto. E então Justin me beijou, violentamente, sua língua moveu-se para dentro da minha boca com fervor. Seus dedos abriram sem dificuldades o feixe frontal do sutiã que usava, meus seios logo foram descobertos e entregues a ele. Somente quando o beijou chegou ao fim, que percebi que já estava deitada no sofá novamente, Justin encontrava-se ofegante, os olhos inundados em desejo, enquanto abria minhas pernas com as suas, para poder pairar sobre meu corpo. Inspirei fundo, absorvendo seu perfume e o cheiro natural de sua pele. Aquilo era tão bom. Suas mãos e lábios tocaram os meus seios de uma forma alucinante, parecia venerá-los, deixando-me atordoada e absurdamente perdida.

Minha respiração chegou a falhar quando o senti chegar próximo das minhas coxas se encontravam. O único tecido que o impedia de me ver integramente nua, fora tirado lentamente, até passar pelos meus pés e ser esquecido em algum canto do quarto. Justin respirou ruidosamente ao percorrer seus olhos por mim, totalmente a mercê dele, em meu sofá. Suas próprias mãos alcançaram o botão de sua bermuda, meu peito elevou-se um pouco mais forte quando suas entradas começaram a ficar visíveis, eram perfeitas, pareciam ter sido lapidadas.

Assistir o zíper de sua bermuda abrir, e no segundo seguinte, suas mãos se livraram da camiseta e da cueca que trajava, deixando-o livre, e, inteiramente nu. Não existia calma dentro de mim, meu coração batia forte, minha respiração estava desregular, e eu quase não conseguia acreditar no que via. Ele não era apenas lindo, era… Fascinante. O tipo de cara que faz uma mulher querer abrir sua camisa com um único puxão e ver os botões irem abaixo junto com as inibições. Era como se eu estivesse sendo atraída por ele, como se houvesse uma corda em torno da minha cintura me arrastando de forma lenta em sua direção.

Seus braços foram apoiados ao redor da minha cabeça quando ele finalmente voltou a ficar por cima de mim. Eu o observei por cima dos cílios, tentando achar uma mínima imperfeição, qualquer coisa que me fizesse sentir menos atraída por ele. Mas não havia.

Bieber, era apaixonante como o pecado.

— Tem certeza que é o você quer? - sussurrou roucamente, roçando seus lábios em meu maxilar. — Uma vez que eu começar, não serei capaz de parar.

Só me sinto capaz de assentir; não é como se eu fosse uma virgem. Por um instante, queria lhe mostrar o que eu sabia, provar o quão perigosa e sexy, eu poderia ser. Mas me contive. Não é como se eu pudesse exercer algum controle sobre mim naquele momento.

Ele sorriu de canto, mordiscando o lábio inferior no momento em que se empurrou para dentro de mim. Minhas mãos firmaram um aperto em seus ombros, enquanto eu soltava um suspiro de satisfação. Justin havia entrado em mim de uma só vez, me fazendo acolher sua grandeza por inteiro. Ele observou-me por breves segundos, e então moveu-se para fora. Suas investidas mantinham um ritmo constante, abrindo-me, tocando-me fundo e sensualmente. Fiquei concentrada em sua expressão de prazer, e pelos gemidos roucos que escapavam do fundo de sua garganta.

— Quero ouvi-la, Kath - soprou, beijando-me ao pé do ouvido. — geme para mim.

Olhei no fundo de seus olhos antes dele diferir uma estocada mais forte para que meus gemidos finalmente soasse de forma lenta e prazerosa. Enrosquei meus dedos por entre deus fios, e enlaço sua cintura com minhas pernas. Estava ficando bom… hmm… muito bom. Ele aumentou o ritmo, meu corpo parecia que querer explodir como fogos de artifícios, seu membro preenchia-me com intensidade, enquanto ele me observava deleitar em seus braços. Tudo parecia fora de controle; Justin me invadia e eu só conseguia me sentir pronta, infinitamente saciada. Meu corpo vibrou com a chegada do meu primeiro orgasmo. Isso não o impediu de continuar se movimentando, eu quase transbordava em prazer, estava certa de que desmancharia em seus braços se aquilo durasse por mais alguns segundos. Mas a chegada do seu ápice veio ao meu favor, seus cabelos estavam caídos em sua testa, sua expressão de satisfação me fazia levitar.

Levou algum tempo para minha respiração se regularizar, Justin já havia vestido suas roupas, calado, talvez pensativo. Eu queria que ele compartilhasse comigo, mas seu olhar estava longe, vagando por algum canto da sala. Massageio minhas têmporas, cansada demais para iniciar um diálogo de confronto que se arquitetava em minha cabeça. Abandonado não muito longe do sofá, encontrei meu vestido. Preparei meus calcanhares para girarem rumo a ele, porém o puxão que recebi em meu braço, resultou no baque entre minhas costas e o seu peitoral.

— Onde você vai? - perguntou, próximo do meu ouvido enquanto sussurrava. — o sexo não foi bom?

Fiquei de frente para ele, sem me importar com à ausência de roupas em meu corpo.

— É claro que foi! - falei, encarando-o diretamente nos olhos. — Para ser sincera, foi uma das melhores transas que já tive.

Ele arqueou as sobrancelhas, surpreso com minha confissão. Acredite, até eu estava.

— O problema, Justin, é que eu nunca sei o que esperar de você. - completei, desviando o olhar antes que ele percebesse meus olhos marejados. — Quando estava internada no hospital, você deixou bem claro que seria melhor não haver vínculos entre nós. O que mudou?

Justin suspirou, relaxando os ombros e demonstrando que aquela situação o incomodava.

— Eu não sei.

Balancei a cabeça, reprimindo os lábios enquanto encarava-o sem demonstrar nada.

— Preciso de uma resposta melhor do que o seu “Eu não sei” - enfatizei sua frase, finalmente colocando o meu vestido. — porquê desse jeito, não tem como continuar.

— Por que tocar nesse assunto justamente agora?

— Não posso mais esperar por uma resposta - confessei, e ele negou com a cabeça, jogando-se em cima do meu sofá. — Por favor… Diga-me, o que mudou?

Justin sustentou meu olhar, fitando-me como se quisesse entender onde eu queria chegar. Até que por fim respondeu.

— Há uma conexão entre você e eu, Katrina, e acho que sabe do que estou falando. Nunca me envolvo com às vítimas, é minha única regra. Mas desde o dia em que salvei você daquele incêndio, sinto como se tudo aquilo que me prendeu nesses últimos três anos, tivessem desaparecido. Sucumbindo à um buraco nego repentino e assustador. - disse ele, franzindo o cenho mostrando-se pouco à vontade com aquele assunto.

— Tem alguma coisa contra aprofundar laços com às suas vítimas? - a surpresa em meu tom fora inevitável, continuei a observa-lo, vendo-o mover o queixo aflito por não conseguir compreender o que eu pretendia.

— É complicado -- não havia nenhum indício de emoção em sua resposta.

— Talvez. Ou, então você só não confie em mim -- me aproximei, ele abriu um sorriso fraco, sentando-se no sofá.

— Já parou para pensar que, há uma probabilidade de eu apenas não querer falar sobre isso? Remexer no passado é uma atitude perigosa, às vezes, é melhor esquecer. Mas a verdade é que eu nunca tive o propósito de quebrar essa regra querida, aconteceu. E não me atrevo dizer que não sou grato a isso. - não pude conter o arrepio que me percorreu perante a forma como seus olhos queimaram nos meus.

— Esse é motivo de você ser assim, não é? Achei que tivesse alguma importância.

Sua expressão se fecha no segundo seguinte, pondo-se de pé e caminhando até mim, seus olhos vagam pelo meu corpo. Ele acaricia minhas curvas, apertando-a no quadril e na cintura. Minhas bochechas arderam violentamente, seu toque era tão quente, mas não páreo para o seu olhar sensual, preenchido pelo pecado; o pecado que ele adoraria cometer comigo.

— Você fica maravilhosa quando está tímida - disse, suas pálpebras estavam pesadas enquanto passava os olhos por cada centímetro do meu rosto. — Vamos continuar o que estávamos fazendo?

Com a cabeça girando em torno de suas palavras e o corpo rendido ao dele, me mantive intacta desfrutando do deleite que suas mãos provocavam por onde passavam.

— De novo? - sussurrei, enlaçando seu pescoço com meus braços, inebriada com o cheiro dele.

— Sim. À noite toda, até o sol nascer pela manhã.

Justin soprou ao pé do meu ouvido, passando a língua pela linha do meu lóbulo e descendo até o maxilar, deixando um rastro quente e úmido. Naquele momento, eu internamente me questionei se conseguia resistir a ele. Se havia alguma parte dentro de mim capaz de deter aquela atração desenfreada que apossava do meu corpo quando o mesmo se encontrava no domínio do calor dos seus braços. Mas ao invés disso, deixei Justin contemplar o meu corpo e faze-lo dele um templo proibido, estava ciente de que eu pagaria por isso depois.

             “Estou tão a fim de você

            Que eu mal posso respirar

             E tudo que eu quero fazer

                É me jogar com tudo

   Mas perto não é perto suficiente, até cruzarmos a linha, querido” - Into You, Ariana Grande.


Notas Finais


Eu espero que vocês tenham gostado da primeira vez do casal, já deixo avisado que isso ainda vai acontecer muito, porque finalmente decidi que tipo de relacionamento eles vão ter. Obrigada pelos 180 FAVORITOS, sério, é incrível ver o crescimento da fanfic. No capítulo anterior, eu estava com pressa e esqueci de dizer que há um motivo pro Justin ter aparecido na casa da Katrina com o Ryan. Ele será explicado no próximo e será fundamental para o enredo.

Espero que tenham gostado, beijos e até semana que vem 💮😘


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