História Meu boneco inflável ganhou vida - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol
Tags Baekhyun, Baekyeol, Chanbaek, Chanyeol
Exibições 1.271
Palavras 2.048
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Ficção, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Cheguei hihihhihihihii
Não demorei tanto né? Ia sair mais rápido, mas como é o último capítulo eu não consegui deixar de ficar nervosa e atrasar mais um pouco, tô no mesmo esquema com Apaixonado pelo gêmeo errado kkkkkkk
Enfim, antes de deixar vocês lerem, quero dizer que quase todo mundo acertou um dedinho na teoria, mas no final, vão perceber que ninguém chegou nem perto do que te fato era. Eu pensei nesse final desde o começo da fic, então espero não decepcionar. Essa história virou meu xodó junto com encontros no elevador e não sei se vou superar algum dia. q
Obrigado pelos mais de 600 favoritos, por todos os comentários que me estimularam, vocês são os melhores leitores do mundo <3

Capítulo 6 - Encontrei meu BaekHyunnie!


Se o meu ChanYeol do passado me visse nesse momento, provavelmente estaria me xingando por estar tão na bad quanto eu estava, e pior ainda, durava quase um mês. Ninguém a minha volta mais suportava meu cheiro porque desisti de tomar banho, me chamavam de mendigo por vestir a mesma roupa por muito tempo, e só ainda me aguentavam meu trabalho por ser a única coisa que eu ainda fazia direito.

Até meu chefe um dia desses me jogou no laguinho do observatório para me obrigar a tomar um banho. Eles não entendiam o que era amar alguém que nunca existiu e pior ainda, aparecer nesse estado depois de uma festa na praia, o que fez com que deduzissem que eu estava usando drogas.

- Você está acabado, cara... – O melhor jeito de deixar um fodido da vida bem é começar o dia ouvindo isso. E olhe que eu até havia tomado banho para ir trabalhar, mas saí sem comer, eu não estava com fome e isso me deixava realmente com uma cara horrível de dona morte de Sobrenatural. Só pele e osso, e não estava mais tão bonito quanto antes.

- Bom dia para você também, SuHo. – Murmurei ao jogar minha maleta no canto da mesa do laboratório, me jogando logo em seguida na banqueta que havia ali para refletir no quanto eu era idiota por ainda amar meu namorado imaginário.

- Me chamando pelo nome e não de senhor humanas? Tá na bad mesmo, hein, amigo. – Brincou e eu notei que ele apenas queria ajudar, mas não resolveu em nada, eu já sabia o que era a bad e não queria ninguém falando por mim. – Acho que você deveria pedir transferência ou se deixar descansar longe dessa cidade.

- Meu problema não é os lugares onde estou e sim a minha cabeça. – Comecei já bicudo, eu não queria falar com ninguém sobre aquilo, não mesmo, era vergonho aceitar aquilo em voz alta, mas simplesmente saiu. – Eu estou sofrendo de amores por um namorado imaginário que foi embora junto com uma cigana, acredita?

Sabe quando você olha para a cara de alguém e ela está com aquela cara de puta lambida se segurando para rir da sua desgraça? Aquele toco de amarrar jegue estava me encarando daquele jeito, mas eu estava mal o suficiente apenas para bufar e jogar um balão volumétrico na cara dele, mas o desgraçado fugiu e só ficou caco espalhado pelo chão.

Foda-se também essa porra, já estou na merda mesmo, descontar uns trocados do meu salário não vai fazer diferença.

Bom, não faria se o chefão não tivesse entrado no laboratório logo em seguida com uma cara nada amigável enquanto olhava os pedacinhos de vidro espatifados no chão. Mas como eu disse, foda-se. Me mandem embora que assim eu passo meus dias assistindo tv e quando o dinheiro acabar, eu morro de fome.

Era um pensamento bem depressivo, mas eu estava à beira de um colapso mental.

MAS CARA, EU ESTAVA APAIXONADO POR UM BONECO INFLÁVEL, ACHEI QUE ELE TINHA GANHADO VIDA E AGORA SOU UM FODIDO DA CABEÇA QUE NEM PODE MAIS SE AMAR NO ESPELHO PORQUE UMA SENHORA DONA CIGANA DISSE QUE ERA ERRADO EU ME IDOLATRAR.

- Senhor Park, me acompanhe por favor. – Senti um gelo na espinha quando ele saiu e me arrastou com ele por uma corrente magnética como se eu fosse um pedacinho de ferro e ele um imã gigante.

Quando entramos em sua sala, ele fez questão de me olhar de cima a baixo, me julgando e claramente perguntando em pensamentos quando eu voltaria a ser o senhor fodão que lhe dava lucros e largaria o meu estado deprimente atual. Mas aquilo estava longe de acontecer, tão longe quanto o limite do espaço.

- Não me chamou aqui para dizer o quanto eu sou lindo e gostoso... – Comecei ao me jogar na cadeira estofada que tinha a frente da mesa dele, aquilo seria maravilhoso para tirar um cochilo depois do almoço e, se eu não fosse demitido, iria dar um jeito de fazer um quilinho de vez em quando por ali, ou pediria para que colocassem uma no meu laboratório.

- Não, seus dias de glória aparentemente acabaram. Te chamei aqui para avisar que estou te transferindo para a central de Bucheon, estão fazendo alguns estudos por lá que são mais importantes que os que vem acontecendo por aqui. Lá tem um gênio tão bom quanto você e querem os melhores trabalhando por lá. Então, Park, arrume suas malas, dentro de uma semana você vai se mudar e ocupar sua cabeça com coisas uteis além do seu namorado imaginário. – Voltou para a direção da porta e a abriu, claramente me expulsando dali. – E não precisa terminar o turno de hoje, vá para casa, faça a barba, pinte o cabelo e por favor use um desodorante.

Eu não tinha pensado com clareza o que aquilo significava quando saí da sala confortável do meu chefe. Mas não sei porquê, senti uma onda de felicidade me atingindo e quando me despedi de SuHo, decidi que precisava dar um up antes dessa mudança.

Pensei em vários salões de beleza, algum pronto socorro de estética para minha salvação de uma semana e tudo o que pudesse me deixar lindo e maravilhoso de novo, mas, antes de tudo, primordialmente, eu queria me entupir de bolo de chocolate e um café extra gigante para colocar meu corpo em ordem de novo.

No final do dia eu estava lindo, maravilhoso, glamoroso e tesudo como sempre fui. E ainda acompanhado de uma sensação gostosa que me encheu de felicidade. E eu sentia que essa felicidade tinha a ver com BaekHyun. Não me perguntem o motivo, mas eu estava feliz e crente que encontraria ele por lá.

Quando cheguei em casa, a primeira coisa que fiz foi arrumar minhas malas, mas antes joguei todos os trapos que usei no último mês fora, porque nem uma boa lavada tirava o sebo de cc ou de saco mal lavado que tinha, aquilo só podia ir para o lixo. Arrumei minhas melhores roupas, enfiei meus perfumes por ali do jeito que dava, e quando era 11 da noite, eu estava esticadinho na minha cama, peladinho e lindo até para dormir.

Porém, entretanto, todavia, o mundo não colaborava comigo. Foi só eu apagar as luzes e deixar o silencio tomar conta, a adrenalina abaixou e com ela veio a absurda vontade de chorar. Motivo? Eu me toquei que havia feito isso na esperança de encontrar BaekHyun, o seu inexistente dos meus sonhos. E o pior disso era a lembrança da cigana dizendo que meu amor poderia ser outra pessoa.

Não

Não

E não

Eu queria aquela coisinha miúda, fofa, de coxas gostosas e sorriso bonito. Eu queria o meu BaekHyunnie.

Fim.

Tomei uns bons goles de whisky quando vi que o sono não viria, eu não iria trabalhar amanhã, então não teria problema ficar de ressaca ou não. Então quando enchi a cara o suficiente, capotei que foi uma delícia, teria sido melhor se tivesse um remédio pra dormir junto, mas ainda não queria vestir o terno de madeira, então aquilo foi só o suficiente para apagar e dormir gostoso por pelo menos uma semana inteira, vai que sonho com aquela coisa linda de novo.

Doce ilusão.

Era quatro da manhã quando um carro começou a buzinar na porta da minha casa, estava tão alto quanto as sirenes de toque de recolher de filmes pós apocalípticos e aquilo entrou tão dolorido em mim quando pau fodendo cu a seco e sem preparação. Sim, eu sei a sensação. Sim eu já fui passivo várias vezes. Me julgue, mas gosto de dar de vez em quando.

Abri a janela com uma faca na mão, ameaçando seja lá quem fosse que se aquilo continuasse, iria rolar um banho de sangue de madrugada.

Cerrei os olhos tentando enxergar melhor quem era no meio daquele breu e só percebi que era SuHo quando ele mostrou aqueles dentes brilhantes de puta mal lambida dele, sério, aquilo poderia cegar alguém algum dia.

- QUE FOI, SEU PUTO? – Gritei da janela mesmo com o meu pior tom de desagrado, mas nem isso afetou aquele sorrisinho dele. Só fez um sinal para que eu descesse e mesmo contra minha vontade, eu fiz, com a cara de assassino mais podre que eu conseguia fazer.

- Suas malas estão prontas? Vamos para Bucheon, você vai hoje mesmo para lá e vai começar ainda hoje quando chegar. – Ele estava tão animado para o horário que estava me chamando que eu me perguntei se sentia sonho, porque olha, não era normal. – Ah, eu tenho aspirinas para a sua ressaca, suba e pegue suas coisas que já vamos.

X

Quinze minutos foi o suficiente para ele entrar na minha casa, pegar tudo o que achou necessário para ficar uns bons dias fora. Eu fiquei dormindo no carro dele enquanto isso, babando mais que velho desdentado, mas num soninho que me levou no céu.

Nem vi a viagem começar, muito menos me toquei se fomos de carro ou de avião. Eu estava completamente bêbado e desligado do mundo, o que facilitou os esquemas dele já que não teve trabalho nenhum comigo.

Eu não me recordava da distância de Seul para Bucheon, mas pareceu tão rápido que eu quis que fosse uma viajem mais longa para dormir mais.

Sair do carro e me entupir de café para ir trabalhar me pareceu a tarefa mais impossível do dia, e só piorou pelo fato de que eu comecei a chorar no meio de uma padaria feito uma criança mimada querendo doce, mas eu só queria BaekHyun e isso fez a situação ficar ainda mais ridícula.

Mas depois de algumas xicaras e as aspirinas que o bff levou, eu me senti melhor e mais desperto, pronto para encarar seja lá o que estivesse me esperando por ali.

Respirei fundo, me levantei e tentei buscar a animação que tinha encontrado ontem, mas só achei o fundo da minha alma gritando que eu era trouxa. Pois é, amigos, nada fácil a minha vida. Mas o fato de ser trouxa não mudava o fato de que eu tinha que ir trabalhar no emprego novo, na cidade nova, com esquemas novos.

Por fim, com a cara de mau humor mais tranqueira que eu tinha, deixei SuHo me levar ao observatório de Bucheon, recebi as informações de que algum cara inferior a mim me esperava e por fim, quando ele me deixou na porta eu só pude suspirar em alto e bom som.

Realmente, eu não estava com saco. Mas fiz mesmo assim.

Me guiei diretamente para a sala onde o tal rapaz estava, deixaria o tour pelo local para um dia que eu estivesse com bom humor para pelo menos dar bom dia para alguém.

Eu não ia bater ao entrar, muito menos ser educado com quem me tirou de casa as quatro da manhã. Mas a porta estava aberta e uma cabecinha loira bagunçada estava bem diante dos meus olhos, de costas, é claro.

Ele parecia tão pequeno ali que não tive coragem de ser grosso mesmo sem saber quem era. O jeito que rolava para lá e para cá com a banqueta de rodinhas me deixou com um formigamento na barriga. Era tão fofinho que eu achei que fosse morrer.

Mas então eu entrei, pigarreei e tive sua atenção para mim. E se meu coração quisesse parar ali, seria completamente compreensível.

Era ele.

- Olá, eu sou BaekHyun, seu novo chefe. Espero que se sinta bem com a minha presença pois você vai morar na minha casa até se estabilizar e...

E eu parei de prestar atenção ali.

Eu

Encontrei

Meu

BaekHyunnie

 

MITEI, MEU NAMORADO IMAGINÁRIO EXISTIA, EU NÃO ERA LOUCO.

Bom, era e deixei isso claro quando corri até ele e o abracei com toda a minha força, enchi seu rosto de beijos, fiquei dizendo que estava com saudades e o mais estranho foi o fato de que ele retribuiu tudo em meio a risadas e sorrisos que facilmente me tirariam o coração do peito.

Era estranho, mas eu não me importava, não quando eu o tinha em meus braços e tudo fez ainda mais sentido quando vi uma pulseira de miçangas em seu braço.

BaekHyun era a cigana. 


Notas Finais


Esperavam por isso? Não né kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk bom, o final é esse a minha intenção com algo desse tipo é deixar em aberto para teorias, deixar a cabecinha de vocês pirando e imaginando os motivos para essa porra toda.
Bom, deixa eu correr pq agora sinto que receberei pedradas e pessoas querendo mais q
beijinhos de fini e deem amor a essa fic ainda mais. <3
Twitter @byunbibu


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