História Meu brinquedo - Capítulo 24


Escrita por: ~ e ~Sonhadora_Kook

Postado
Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Reiji Sakamaki, Ruki Mukami, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Yuma Mukami
Tags Diabolik Lovers, Kanatoxazusa, Lemon, Sadomasoquismo, Yaoi
Visualizações 23
Palavras 1.685
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Escolar, Ficção, Fluffy, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olha eu aqui... Estou postando da escola... Então não revisei e espero que gostem... A propósito, gostariam de que eu fizesse um capítulo só do Kanato no hospital nessa uma semana?

Aproveitem o capítulo ^-^

Capítulo 24 - E-Estava endereçado... a você!


Fanfic / Fanfiction Meu brinquedo - Capítulo 24 - E-Estava endereçado... a você!

Era já de dia quando Kanato foi despertado de seu sono com a luz do sol em sua cara. Ele abriu os olhos tentando se lembrar do que havia acontecido e o que fazia ali. Levou uma mão até seu rosto e encostou no mesmo sentindo a pele gelada de seu rosto, olhou ao redor do lugar aonde se encontrava e percebeu que era um quarto branco de hospital. Tinha uma cama de solteiro com a cabeceira de ferro e lençóis brancos -assim como tudo naquele quarto-, o piso e as paredes eram lisas, acompanhadas de apenas uma janela alta com grades e uma cortina branca, no canto do quarto uma cômoda e uma porta de cor branca. Ele se levantou da cama ou melhor, tentou pois correntes de ferro o prendia naquela cama. Seus pulsos estavam presos em Algemas e suas pernas presas em correntes na cama. A única posição que permitiam a ficar era sentado, ele tocou a cama em tentativa de achar seus ursinho que nunca largava mas não conseguiu. Kanato então entrou em desespero e começou a forçar as correntes e algemas, sua sanidade estava sumindo e não era bom quando isso acontecia. Kanato começou a respirar com dificuldade e lágrimas começaram a rolar por sua face desesperadamente e sem controle, tentou gritar mas não deu certo ,pois estava com uma mordaça na boca, ele se debateu e forçou as correntes para se soltar. Kanato então levou uma mão ao ouvido e começou a apertar murmurando coisas sem sentidos. Do outro lado da porta uma menina se encontrava observando tudo com um pedaço de chocolate na boca enquanto fazia algumas anotações.

-Número 2... Venha cá...

A voz infantil da garota se fez presente naquela sala até aquele momento em silêncio. O rapaz apelidado de "número 2" a seguiu e ao chegar perto dela curvou sua cabeça em sinônimo de respeito para com a menina a sua frente.

-Quero que consiga todos os detalhes com ele... Quero o culpado pela minha morte!

Ela disse rindo baixo olhando o rapaz que estava ajoelhado naquele momento a sua frente.

"Sua hora chegou Kanato-kun"

-Com certeza minha mestra...

O rapaz disse saindo da sala e andando pelos corredores do hospital.

Quebra de tempo de tempo 17h30min

Kanato realmente não se lembrava de nada apenas de surtar e sentir as vistas escurecerem. Onde ele estava? Como chegou lá? Não se lembrava de nada apenas de seu nome e o ursinho que sempre carregava consigo. Repetiu consigo mesmo: “Me chamo Kanato Sakamaki, tenho 17 anos e meu ursinho se chama Teddy...” Sua mente dava voltas e voltas processando a ideia de ter amnésia e não se lembrar de nada. Logo a sala foi aberta e um rapaz entrou, no crachá estava escrito “Numero dois”. A pessoa a sua frente tinha cabelos vermelhos cor fogo e olhos azius, Kanato sentiu como se já conhecesse a pessoa a sua frente. Ele se sentou na frente de Kanato e o olhou confuso e disse:

-Não se lembra de mim?

Ele tinha a voz falha e sua expressão era confusa, o rapaz olhou para baixo quando o arroxeado balançou a cabeça em negativo apertando o ursinho e logo depois se deitando.

-Para ser sincero... Não me lembro de nada... Só meu nome...

O arroxeado disse abraçando mais forte o ursinho e fechando os olhos. “Eu estou tão confuso... O que vim fazer aqui? Eu tenho uma família?” Perguntas e mais perguntas rondavam na cabeça de Kanato e sentiu seus olhos encherem de lagrimas ao lembrar-se do nome “Azusa Mukami”.

-De todo modo não vem ao caso... Estou aqui para fazer algumas perguntas... Quanto mais cedo responder, mais cedo te soltamos.

O ruivo disse impaciente batucando os dedos na mesa segurando uma prancheta próxima do corpo.

-Se me ajudar a sair daqui... Vamos logo!

O arroxeado disse se sentando e virando para o ruivo que lhe entregou uma foto de uma garota, o coração de Kanato acelerou e sua respiração ficou falha. "Não... não pode ser... Meu passado está me alcançando"

-Infelizmente eu não posso ajudar porque não me lembro de nenhuma garota dessa foto.

Ele disse olhando para o ursinho de novo e desviando o olhar para o ruivo a sua frente que o encarava sem expressão.

-Nesse caso... Terei que te punir...

Kanato não percebeu nada, mas o “numero dois” pegou uma agulha e ejetou em seu pescoço.

-Boa tortura

Quebra de tempo uma semana depois

Azusa ainda não havia superado a falta de Kanato e só aumentava mais e mais com o passar dos dias. Ele havia parado de comer e de fazer qualquer outra coisa, apenas ficava encarando o canto do quarto, a única coisa boa era que agora seus irmãos estavam ao seu lado em sua casa. Mas a falta que Kanato fazia era insurportavelmente dolorosa.

-Azusa? Tem cartas para você... Estavam numa caixa na porta...

A voz manhosa de Kou dizia ao bater na porta. Logo depois saiu de lá suspirando e segurando o celular na mão. "ah... que merda..." Pensou Kou ao ver várias chamadas perdidas saindo do local. Depois que Kou saiu Azusa se levantou e abriu a porta com cuidado e sem barulho pegando o embrulho que estava com um cartão endereçado a ele. Logo que o pegou fechou a porta e se sentou na cama deixando o ambrulho de cor marrom na cama ponderando se abria ou não. A curiosidade foi maior do que seu medo e ele rasgou o embrulho com mãos trêmulas. Havia uma caixa de madeira de um tamanho médio e uma fechadura no centro da caixa, logo dependurado na caixa uma chave em forma de nota musical. Azusa olhou aquilo com curiosidade e pegou a chave em sua mão, logo abrindo a mesma e vendo que dentro tinha algumas cartas e várias outras coisas, uma arma, um porta retrato, várias cartas, uma chave e uma caixinha pequena roxa. Azusa contraiu os lábios e mordeu o mesmo com força olhando tudo dentro da caixa com as mãos trêmulas. A primeira coisa que fez foi sentir o cheiro que vinha da caixa, um cheiro doce, de baunilha e chocolate. O cheiro era nostálgico e o lembrava Kanato, Azusa sorriu ladino e logo percebeu que as coisas eram do Kanato, com rapidez retirou as cartas de dentro da caixa e pegou uma aleatória abrindo e reparando na data 28 de dezembro de 2006.

"Olá, tudo bem? É o Kanato... Sei que não faz meu tipo mas... Eu ando sentindo coisas estranhas, sabe eu fico muito nervoso com qualquer coisa e as vozes da minha cabeça voltaram, elas me dizem para matar as pessoas, mas eu não quero fazer isso! O meu ursinho, posso jurar que ele fala comigo, também me diz para fazer coisas, eu estou desesperado, mamãe me diz que tudo bem...mas a vontade de matar é cada vez maior...."

Junto da carta havia uma outra que era supostamente da pessoa endereçada a carta.

"Calma Kanato-kun, sabe que pode contar comigo para tudo. Olha você anda tomando seus remédios? Eles vão te ajudar a acabar com sua vontade de matar. Sei que o médico lhe disse que deveria ir a um psiquiátrica, pois sua esquizofrenia está ficando pior, por que você não vai? Papai é dono de um hospital"

A carta a partir daí estava manchada de tinta preta e completamente ilegível. Azusa jogou a carta longe e achou um diário no meio das coisas logo reparou numa fechadura em forma de de ursinho, "Tinha que ser o Kanato mesmo" pensou ele. Azusa pegou um grampo e se pôs a trabalhar para abrir a fechadura, depois de alguns minutos o mesmo conseguiu abrir e segurou o diário em suas mãos o abrindo com delicadeza. "5 de janeiro de 2008" era a data que estava.

"Hoje foi tão divertido, mamãe me deu um homem que segundo ela não servia mais para o transformar em boneca. Ah como ele gritou quando eu perfurei seus olhos e depois abri seu estômago, eu me senti muito bem com isso! Ele gritava e esperneava pedindo para parar e eu custurei sua boca com linha e agulha para calar a voz insuportável do rapaz. Eu me diverti muito! Ri como nunca, mas tem um porém um garoto chamado Azusa apareceu aqui em casa basicamente morto, eu chutei ele e ele só riu pedindo mais, acho que encontrei meu brinquedo masoquista!"

"Eu não me lembro disso" Azusa pensou colocando uma mão na boca para prender o soluço involuntário que insistia em sair forçou a continuar um pouco mais e largou às cartas de lado. Olhou atentamente e pegou a caixinha pequena roxa que se encontrava no canto da caixa de madeira. Ao abrir Azusa teve uma surpresa, dentro da caixinha tinha duas alianças com os nomes Kanato e Azusa e um bilhete ao lado escrito. "Apenas entregar a Azusa no pedido de casamento que irei fazer"

Foi a gota d'gua para Azusa deixar às lágrimas caírem pelo rosto. A culpa que o assolava era grande, ele se sentia tão péssimo que suas mãos tremiam e suas pernas não se moviam. Próximo da cama a arma se encontrava com o gatinho acionado, do lado da arma estava uma pulseira de pedrinhas coloridas. Azusa não pensou em nada apenas suspirou e segurou a pulseira próximo do corpo soluçando. Chorava pela falta de Kanato, chorava por ter entregado o seu amor e o pior, chorava pelo tanto de coisas ruins que causou para Kanato. Ele não desejava mais nada apenas morrer, sim... o suicídio era a melhor opção, iria ser rápido e acabaria com a dor de seu coração. Ele pegou a arma com as mãos trêmulas tentando tirar coragem para atirar em sua cabeça.

"Eu estou tão cansado, eu quero parar com isso, eu tenho que parar com isso, mas não quero... Confuso!"

Ele tremia e soluçava tentando normalizar sua respiração falha, então ele pegou a arma e levou a cabeça.

-1...2... 3

O gatilho foi apertado e o tiro ecoou no quarto até então em silêncio, mas não atirou em si mesmo, foi na parede ao lado da cama. A porta estava aberta e kou se encontrava ofegante na porta trazendo um Kanato palido e machucado em seus braços.

-A-Azusa... Estava... Dentro de uma caixa... E-Estava... Endereçado a você...


Notas Finais


Então o que acharam do capítulo? Leia as notas do incio é muito importante... não se esqueçam de comentar os shipps que querem no capítulo anterior e também as perguntas do Talk show ^-^

Boa noite/Bom dia/Boa tarde

Bye.


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