História Meu Chefe - Imagine Park Jimin - HIATUS - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias 50 Tons de Cinza, Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, V
Exibições 420
Palavras 1.825
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Chegay bolinhos :3 Este capítulo era pra sair somente no natal, mas cá estou eu. Resolvi postar antes.
Eu espero que tenha muitos comentários, como o capítulo anterior, tivemos 27 comentários e isso me deixou muito feliz.
Conto com a avaliação de vocês.

Capítulo 17 - Capítulo Dezessete


SeuNome On


Jimin foi tão direto que foi como se eu tivesse levado um soco (no bom sentido). Mas o que mais me impressionava é que ele, ELE! desejava-me. Pego a taça de vinho novamente e dessa vez bebo tudo de vez não me importando nem um pouco com o sabor.


Era demais para ser assimilado. Ele me desejava, me queria, como mulher. Na sua cama... Ou em qualquer superfície plana! Era óbvio que eu o desejava também, tinha deixado bem claro hoje. Mas, mesmo assim eu não esperava isso.
Ele me encarava esperando uma resposta pacientemente, fiquei um bom tempo calada, apenas digerindo as palavras – ou pelo menos tentando. Mas conforme o tempo passava, Jimin começava a ficar apreensível – isso era notável. O garçom volta e me serve outra taça de vinho.


— Jimin... Eu não sei o que dizer... Eu... Não esperava isso. — falei tão baixo que fiquei com medo dele não ter ouvido. E isso não era nada bom, nada bom, eu estava com dificuldades até pra falar direito. Jimin me olhava de uma forma tão quente. Eu podia até ver as engrenagens girando em sua cabeça. Bebo novamente o meu vinho.


Estou nervosa. E sinto toda a coragem que até pouco tempo atrás eu tinha escorrer pelas minhas pernas, ao mesmo tempo em que sinto o álcool correr pelas minhas veias.


— Basta dizer que me deseja também. — sorriu de lado, como se fosse a coisa mais simples do mundo.


— Não é tão simples assim...


— O quê não é tão fácil assim? Quero possuí-la. Desde o momento que você colocou os pés dentro do meu escritório para fazer aquela maldita entrevista eu a desejei. Linda e meiga, mas tão firme nas respostas. Não há dúvida que essa fragilidade que aparentas ter é apenas fisicamente. E eu simplesmente adoro isso...  Sei que me deseja, deixastes bem claro hoje. Não pode dizer que não gostou do que aconteceu na minha sala hoje mais cedo. Aquilo foi só uma pequena demonstração do que eu posso fazer com você... Na verdade, aquilo não demonstrou exatamente nada. Vais dizer que não sente vontade de me ter? Sentiu o que eu senti, eu sei disso. O seu corpo mostrou isso. Sei que agora acabou de lembrar porque apertou as coxas uma na outra. O pano da mesa se mexeu senhorita _____. Por que negar algo tão evidente? — ele soou tão convencido e ao mesmo tempo tão perversamente certo do que estava falando, como se fosse o dono da verdade! E o pior o de tudo é que ele estava certo. Droga!


Eu me lembrei de hoje, apertei as minhas coxas, desejava-o na mesma intensidade. Ele não estava errado em nada, mas a forma como expôs isso... Deixou-me tão furiosa. Apertei a taça com mais força com a coragem recém recuperada por causa do álcool e olhei para ele com toda a fúria que corria pelas minhas veias estampada nos meus olhos.


— Da forma que falas, é como se não fosse novidade, como se já esperasse isso... Está brincando comigo senhor Park? Pensa que eu sou burra? Homens como o senhor só querem brincar... Eu o desejo sim, não nego, e nem nunca neguei. Mas não pense que sou como as outras que o senhor já trepou! Não pense que comigo vai ser da mesma forma... Que é só estralar os dedos e eu irei correndo pra ti com o rabo entre as pernas! Um homem pra ficar comigo tem que soar a camisa! —digo enfurecida e corada.


Jimin arregala os olhos com a minha repentina fúria, mas logo volta a demonstrar sua expressão inabalável. Ficamos nos encarando e eu tenho certeza que durante todo esse tempo eu fiquei corada, não era só de vergonha que eu estava vermelha, mas também por causa da raiva.


— Você cora com tanta facilidade... — murmura. — Sempre com manias de gatinha, mas hoje no meu escritório... Hmmm. ― gemeu. Ele realmente gemeu com a lembrança de hoje, não foi minha imaginação. ― Eu já estava disposto a mostrá-la minhas intenções. Estava disposto a dizer-te tudo isso hoje no escritório, mas fiquei... Receoso que você levasse como desaforo ou falta de respeito, apesar de ser uma forma de demonstrar o quanto a admiro, como fez agora. ― começou a explicar a situação, como se isso fosse me acalmar. ― E quando dei início ao plano, flertando com você de forma discreta, mas persistente, não esperava que você se juntasse a mim. Porém, foi exatamente isso que você fez! Mostrou que o meu jogo era um jogo para dois, e _____... Você não sabe o quanto fiquei excitado com suas ações... ― Nesse momento Louis voltou para anotar o pedido.


Eu não estava em condições para responder e Jimin percebeu isso, chamando a atenção do maitre perguntando sobre sua família e os negócios. Quando notou que eu já podia falar novamente sem gaguejar parou a conversa educadamente.


— E tu mia cara? Che cosa chiedere di oggi? (E tu minha querida? O que vais querer hoje?) ― Louis me pergunta.


― La tua migliore carne! (Tua melhor carne!) ― dou o meu melhor sorriso.


Louis saí nos deixando a sós novamente e eu apresso-me a falar:


― Jimin.. ― ele me interrompe.


― Deixe-me terminar de falar. Tu tens ideia do quanto és bela e desejada? Acho que não, se tivesses certamente andaria com seguranças por aí. — ele balança cabeça em negativa como se não acreditasse que eu andava por aí desprotegida. — Olha, sei que parece brincadeira, como você mesma já disse, mas eu realmente quero você. Nunca desejei tanto uma mulher, como a desejo. Por isso, eu tenho uma proposta para você. — ele pela primeira vez na noite toca na taça de vinho, depois de dar um gole, que pelo amor, foi uma das coisas mais quentes que ele já fez essa noite.


— Que proposta? — pergunto ansiosa para terminar aquela noite. Estava cansada psicologicamente demais para suportar ficar aqui até tarde. Era demais pra ser assimilado.


O garçom trouxe nossos pedidos, Jimin me esperou provar, eu gemi de prazer. A carne não tinha mudado nem um pouco, continuava suculenta e macia. Jimin sorriu ao perceber que eu tinha gostado. Enquanto ele provava do seu prato eu fiz uma lista mentalmente do que eu tinha nas mãos.


Primeiro: Jimin me queria.


Segundo: Eu o queria de volta.


Terceiro: Mesmo que eu o quisesse desesperadamente, ainda tinha muita coisa pelo caminho.


Quarto: Tenho certeza que a proposta dele vai ser para termos uma transa casual.


Quinto: Eu quero um relacionamento sério.


— ______? A carne não está boa? — pergunta-me preocupado. Só então eu percebi que tinha parado de comer e ele agora estava me observando.


— Ahh... N-Não. Eu só estou pensando no que me disse, aliás! Ainda não me disse a sua proposta. — explico.


— Sempre tão ansiosa... Pensei que gostaria de terminar de comer sua refeição antes de...


— Não. Como o senhor mesmo disse, estou ansiosa demais para esperar terminarmos de comer. Por favor, vá direto ao ponto. — interrompo-o.


— ______... — pronuncia o meu nome e eu me arrepio. Era como se a boca dele desenhasse o meu nome. — Tão ousada, gosto disso. Estou ansioso para saber se é assim entre quatro paredes também.


Arregalo os olhos e por pouco não me engasgo. Levo a taça nervosamente até os lábios e bebo um gole.


— Mas como a Srta. quer saber sobre minha proposta... — ele passou o dedo na borda da taça, e só com esse gesto! Esse simples e maldito e gesto!! Eu senti o meu ventre se contrair. — Vamos lá então. Eu vou ser grosso, direto e cirúrgico... Eu quero comê-la, e preciso saber se tem alguém no meu caminho. — eu arquejei com essa palavra. Olhei para ele descrente.


Ele levantou um dedo me pedindo para esperar.


— Sei que parece rude, mas me entenda. Tenho gostos muito singulares, e não posso dizer que quero fazer amor com você, ou outra coisa do gênero. Porque eu nunca vou poder lhe oferecer corações e flores. Mas em troca te ofereço todo o prazer do mundo em infinitas formas, pode ter todas às gozadas que quiser, e prometo-lhe nunca dizer não. Eu só preciso que diga sim... — ele foi tão rude e ao mesmo tempo tão perversamente delicioso. Só de saber que ele nunca iria me dizer não caso eu aceitasse a proposta me deixou flutuante.


Afinal, ter um homem como o Sr. Park a disposição não era pra qualquer um.


— E devo presumir que essa é a sua proposta... Ter-me em sua cama. — digo limpando os lábios com o guardanapo. — E quais são os termos, ou esse é o único? — pergunto-lhe.


— Esse e mais alguns. Mas posso lhe adiantar um deles: Monogamia. Não compartilho o que é meu, senhorita _____. — ele disse. Sério até demais. — Não precisa dizer a resposta agora. Aliás, já que terminou, quer a sobremesa? — pergunta-me com um sorriso nos lábios.


A mudança de assunto foi tão brusca que eu tive que piscar várias vezes para clarear as ideias. Percebi que ele queria encerrar esse assunto por hoje.


— Não, quero apenas ir para casa. — olho pra cima. E encontro seus olhos. Já estava ficando um pouco zonza por causa do álcool.


Não sou de beber e só essas duas taças de vinho foram o suficiente para mim.


— Claro. — ele pede a conta e após pagar com o cartão levanta-se e me dá o braço. Louis vem até nós e após uma despedida calorosa saímos do restaurante.


Entramos no carro e eu sento o mais elegante possível, mas a minha cabeça estava começando a doer.


— Não é muito de beber, não é? Só com duas taças já ficou balançada. — ele desfivela o cinto e chega mais perto. — No quê está pensando? — sussurra no meu ouvido me fazendo arrepiar.


— Em você. — decido falar a verdade e sussurro de volta. — Estou pensando no que me disse hoje no restaurante. — falo constrangida.


— Confesso que estou ansioso pela sua resposta amanhã. — ele pega minha mão e beija dentro da palma. Eu sabia o significado daquele gesto, só não sabia se podia levar em conta.


O carro para e ele se ajeita. Taylor abre a porta, me estende a mão e eu saiu. Jimin me segue e eu já estou pronta para subi quando Jimin pega na minha mão.


 — Eu posso lhe acompanhar até lá em cima? —pergunta-me esperançoso. Nesse momento Mark chega até nós com um sorriso enorme.


— Acho que não, cowboy. A noite se encerra aqui. — como sempre um estraga prazeres.


Jimin arqueia uma das sobrancelhas. Solta um riso maroto, enfia a mão nos bolsos.


— Tuudo bem! Vejo que está em boas mãos. Vejo-te amanhã na empresa. Tenha uma boa noite Srta. ____. — e volta pra dentro do carro. Taylor arranca e eu olho para Mark com raiva.


— O quê?! Não me diga que eu agi como um empata foda. — dou risada e viro para o edifício. Paul abre a porta e eu e Mark entramos dentro do elevador. — Me conta tudo, gata!
 

 


Notas Finais


Eu fiz este capítulo escutando Lu do Luhan, e sinceramente, subiu uns fire..

Bom..É isso, Bye

Sumi.


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