História Meu Chefe Dominador - Capítulo 28


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Ambre, Castiel, Debrah, Kentin, Leigh, Lysandre, Melody, Nathaniel
Tags Nathaniel
Exibições 621
Palavras 1.798
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Comecinho do capitulo é tirado do livro.

~~ Crédito a autora maravilhosa Sylvia Day. <3

O resto do capitulo é todo de minha autoria, espero que gostem, eu estou sem inspiração nos últimos dias, por isso a demora para Atualizar a fanfic. Espero que entendam ! <3

Boa Leitura e desculpem qualquer erro.

OBS: Vou responder todos os comentários que ainda não respondi. Desculpem, além de falta de inspiração estou sem tempo.

Capítulo 28 - Planos para o futuro


A primeira coisa que vi quando acordei de manhã no domingo foi uma garrafinha cor de âmbar com um rótulo com os dizeres CURA RESSACA em letras desenhadas à moda antiga. Um laço feito de ráfia enfeitava o gargalo, e uma rolha mantinha a integridade de seu conteúdo de virar o estômago. A tal cura funcionava, um fato que eu tinha comprovado pessoalmente na primeira vez em que saí com as meninas, mas a visão da garrafinha tinha o efeito desagradável de me lembrar da quantidade de álcool ingerida na noite anterior.

Fechando os olhos com força, gemi e enterrei a cabeça no travesseiro com a intenção de voltar a dormir. Algo se mexeu sobre a cama. Lábios firmes e quentes desceram pelas minhas costas nuas.

- Bom dia, meu anjo.

- Pelo jeito você está feliz da vida. – Murmurei.

- Sim, mas só por sua causa.

- Tarado. Eu estava me referindo à sua capacidade de gerenciar crises, mas, claro, o sexo foi sensacional, como sempre.

Ele enfiou a mão por baixo do lençol, contornou minha cintura e apertou minha bunda. Ergui a cabeça e vi que ele estava encostado à cabeceira do meu lado, com o laptop no colo. Estava lindo como sempre, completamente à vontade, vestindo apenas uma calça larga. Eu com certeza não devia estar tão atraente.

Fui embora de limusine com as meninas, e depois encontrei com Nathaniel em sua casa. Já estava quase amanhecendo quando fomos dormir, e eu estava tão cansada que despenquei na cama ainda com os cabelos molhados depois de uma ducha rápida. Uma sensação de prazer se espalhou pelo meu corpo quando o vi ao meu lado. Ele podia muito bem ter ido trabalhar no escritório. O fato de ter escolhido a cama em que eu estava dormindo significava que preferia ficar comigo, mesmo quando eu estava inconsciente. Eu me virei para olhar no relógio do criado-mudo, mas algo no meu pulso chamou a minha atenção.

- Nathaniel...

Um relógio havia sido colocado no meu braço enquanto eu dormia, uma peça de inspiração art déco cravejada de pequenos diamantes. A pulseira era creme, e no mostrador de madrepérola liam-se as marcas Patek Philippe e Tiffany & Co.

- É lindo.

- Existem vinte e cinco como esses no mundo. Não é uma coisa tão singular como você, mas pensando bem nada no mundo seria. – Ele sorriu para mim.

- Eu amei. – Falei e fiquei de joelhos. – E amo você. – Ele deixou o laptop de lado, permitindo que eu montasse nele e o abraçasse. – Obrigada. – Murmurei, emocionada por sua demonstração de consideração.

- Humm. Me diga o que eu preciso fazer para ganhar um desses abraços sem roupa todos os dias.

- Basta ser você mesmo. – Eu acariciei o rosto dele com o meu. – Você é tudo de que eu preciso.

Desci da cama e fui até o banheiro com a garrafinha na mão. Estremeci ao beber todo o conteúdo, e depois lavei o rosto. Vesti um robe, voltei para o quarto e vi que Nathaniel havia saído da cama, deixando o laptop por lá. Eu o encontrei em seu escritório, de pé com os braços cruzados, virado para a janela. A cidade se estendia diante dele. Não era uma vista distante como a da sua empresa ou a de sua cobertura.

- Isso não me preocupa. – Ele falou no headphone. – Estou consciente dos riscos... já chega. Não estou pedindo sugestões. Proponha o acordo conforme o especificado. – Reconheci seu tom implacável de homem de negócios e passei direto. Eu não sabia o que tinha naquela garrafa, mas imaginava que eram vitaminas e algum tipo de bebida alcoólica. O líquido esquentou minha barriga e me deixou um tanto letárgica, o que me motivou a ir até a cozinha preparar um café.

Tudo na casa de Nathaniel era bem prático, o café era expresso direto da cafeteira e eu me sentia feliz, ainda mais por estar preguiçosa. Meu corpo doía por inteiro lembrando da noite louca que eu havia tido com as meninas e o sexo incrível depois com Nathaniel, a felicidade era nítida em meu rosto, eu sorria de minutos em minutos lembrando de como tudo havia sido perfeito.

Tirar Nathaniel do seu conforto só para ele me foder me dar uma sensação de poder, mas lembrar que eu era a submissa dele me excitava ainda mais, eu é quem estava sobre os comandos dele e eu amava isso.

A tarde inteirinha Nathaniel ficou trancado em seu escritório para resolver os assuntos de trabalhos pendentes de ontem, eu fiquei jogada no sofá colocando minhas séries em dia. Estava entediada, queria fazer algo, e decidi por fim provocar Nathaniel.

A tarde estava muito quieta e eu precisava esquentar as coisas.

Abri a porta do escritório e vi Nathaniel sentado e bastante concentrado em seus papeis enquanto falava com alguém pelo headphone, fechei a porta devagar e fui caminhando como uma felina até ele. Seu olhar se levantou e parou em meus olhos.

Em seus olhos eu pude ver o desejo que eu queria a tarde inteira, mordi o lábio inferior só de pensar no que poderíamos fazer naquela mesa. Nathaniel afastou a cadeira para trás e só com o olhar pediu para que eu sentasse em seu colo, me aproximei e sentei em seu colo de costas para ele.

Olhei na mesa em que ele trabalhava, pelo notebook tinha uma nota dizendo que as cinco e meia entraria em uma conversa internacional com os investidores da Itália, me inclinei para frente e empinei minha bunda em cima de seu colo, comecei a rebolar lentamente enquanto o ouvia conversar.

- Seria uma boa investir nessas cidades, você como meu sócio está ciente disso. – Dizia com em italiano.

A voz de Nathaniel falando italiano me fez arrepiar da cabeça aos pés o que resultou em me esfregar ainda mais sobre seu colo, para cima e para baixo fazendo movimentos sincronizados e bastante sensuais assim como sua voz soava agora bem próximo ao meu ouvido.

Peguei sua mão esquerda que se encontrava no braço da cadeira e coloquei em minha barriga fazendo ele subir até meu seio e apertar a sua mão contra ele, minha respiração já estava ofegante e eu sentia Nathaniel duro como pedra em baixo de mim.

Peguei sua outra mão e a coloquei no meio das minhas coxas, rebolei ainda mais e senti ele apertar minha coxa fortemente me fazendo deixar um gemido sair de meus lábios, mordi o lábio inferior e saí de seu colo.

Rapidamente abri sua calça e puxei seu pau para fora, passei a língua da base até a ponta e olhei em seus olhos o provocando, comecei a chupa-lo mais e mais, os movimentos começaram a ficar intensos e Nathaniel contraiu a musculatura da sua coxa, sabia que ele estava quase perto de gozar.

Sua conversa com o investidor parecia não ter fim e eu queria escutar ele gemer e chamar o meu nome, escutei um barulho sobre a mesa e logo a mão de Nathaniel puxou meu cabelo me fazendo levantar e beijá-lo.

Ele tinha terminado a conversa rapidamente para poder me dar o prazer que queria, rapidamente me soltei e agachei novamente, o chupei mais forte que podia.

- Caralho Luna ... – Ele grunhiu e senti jatos quentes saindo de seu pau em direção a minha boca.

Continuei a chupar até não sobrar nem uma gota, o peito de Nathaniel subia e descia rapidamente, ele pegou seu pau e guardou dentro da calça em um gesto brusco me colocou sentada na cadeira e abriu meu robe, um sorriso se abriu quando ele descobriu que eu não tinha nada vestido além dele.

Durantes as duas horas que passou Nathaniel me fez gozar várias vezes seguidas, eu não aguentava nem me levantar da mesa em que estava deitada, o seu corpo descansava por cima do meu e sua respiração ainda estava bastante rápida.

Seu peito subia e descia, tentava recuperar o folego e sair de cima de mim, minutos depois Nathaniel se levantou e pegou suas roupas saindo do escritório sem dizer nada. Fiquei ali parada olhando para o teto tentando recobrar minha consciência, flash dos momentos que tivemos a pouco passavam na minha cabeça fazendo meu baixo ventre formigar e eu sorri automaticamente.

Era incrível o efeito que Nathaniel tinha sobre mim, eu poderia gozar inúmeras vezes e ficar cansada quase não aguentando dar um passo sequer, mas quando eu me recuperava o mínimo que fosse eu queria mais e mais.

Ninfomaníaca? Talvez.

Mas só de pensar Nathaniel e seu pau enorme entrando em saindo de mim era torturante, me fazia sentir tesão novamente, o que fez eu soltar um gemido sôfrego e nem notar que Nathaniel estava de volta só quando ele riu baixo.

- Pensando em que Luna?

- Em como você é gostoso. – Sorri. – Meu Deus ... eu tenho muita sorte.

- Acho que eu que tenho sorte de ter uma mulher que não cansa nunca de sexo. – Riu me fazendo rir. – E que me ama do jeito que eu sou.

- Estou tão cansada, mas ao mesmo tempo quero você de novo. – Sorri sonolenta, o sono já estava me pegando.

- Quem sabe amanhã?

- E quando eu acordar? Poderíamos fazer como um pedido de boa noite? Ou bom dia?

Nathaniel sorriu e me pegou no colo, ele caminhou pelos corredores da sua luxuosa casa de campo e me levou até a sua suíte, me colocou na banheira que já estava cheia e começou a me banhar, apenas relaxei e deitei minha cabeça na borda da banheira. Como eu amava ele.

Nathaniel se transformava na cama era o tipo de homem que toda mulher quer, a mistura certa de romântico, sedutor, perigoso e sexy não posso esquecer o quanto sexy esse homem é.

Observando ele me dar um banho tranquilamente com bastante paciência minha mente viajou para Tyler, como seria Nathaniel dando banho nele? Ele com certeza seria um ótimo pai, imagino ele cuidando de uma filha ou um filho nosso, dando banho, almoço e brincando. Sorri automaticamente.

- O que está pensando?

- Em como seria um filho nosso. – Sorri. – Ele puxaria sua beleza e esse teu sorriso de galanteador.

- Se fosse uma menina iria parecer com você, loira, olhos claros e uma boca irresistível. – Sorriu passando os dedos em meus lábios. – Eu iria ter que prender ela em casa.

- Porque? – Ri.

- Eu ia bancar o pai ciumento, só namoraria com a minha permissão.

- E se fosse menino?

- Eu deixaria ele namorar. – Deu de ombros. – Meninos podem.

- Meninas também. – Ri.

- Mas não minha filha. – Sorri vendo ele falar minha filha, passei a mão molhada pelo seu cabelo e o puxei para um beijo.

- Eu te amo.

- Eu também amo você...



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