História Meu Completo Idiota - Capítulo 60


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Categorias Originais
Tags Amizades, Amor, Brigas, Ciumes, Companheirismos, Drama, Gustavo Santos, Ilusões, Romance
Visualizações 37
Palavras 1.331
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Festa
Avisos: Álcool, Drogas, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


OI, OI CURICAS LINDA DO MEU COREEEE!

Capítulo 60 - Capítulo Cinquenta e Seis


O dia naquela tarde ia de mal para pior. Sem contar que teria que conviver com mais duas garotas. As inúmeras perguntas que  se passavam na minha cabeça era: quem são elas? Como são? Serão tão amigável como Maia? Ou só serão daquelas garotas que adoram chamar atenção e metidas?

E para completar, Maia não ajudava em nada. Ela estava colocando pressão dizendo que não gostava nenhum aluno novo, muito menos nossas colegas – isso porque nem tínhamos conhecido as individuas.

— Poxa, Maia, vai saber elas são legais? – Tentava argumentar, enquanto caminhávamos lado a lado pelo corredor de volta para os quartos. – Dá uma chance de fazer novas amizades!

— Cala boquinha, bebê.

— Odeio você.

Ela revira os olhos e abre a porta. Ficamos olhando em silêncio. Não tinha ninguém. Um completo vazio e silêncio. Nós duas trocamos olhares surpresos e abrimos sorrisos largos.

— Porra, não tem ninguém – ela comemora. – Deus, é um sinal? – ela entra e eu fecho a porta, enquanto diz irônica.

— Miga, vai com calma, vai saber elas ainda não chegaram.

— Vai a merda, Violetta. — ela resmunga. — Pensar positivo, disgraça.

Levanto as mãos na defensiva e vou até a porta do banheiro.

— Eu só disse uma hipótese, isso não significa... — Calo minha boca quando abro a porta do banheiro e vejo uma garota baixinha, de cabelos pretos e longos, na frente do espelho.

— O gato comeu sua língua foi? Ou Deus realmente fez um milagre e a cortou por nós... — Maia também cala a boca quando se aproxima de mim e encara a garota na sua frente.

— Olá! — A japonesa diz abrindo um largo sorriso.

Eu e Maia ficamos caladas, sem dizer nada. Até eu tinha esperança dessas meninas não vim.

— Oi — digo sem graça e ela se aproxima, estendendo a mão.

— Me chamo, Elisa, e vocês? Sou sua nova colega de quarto! — A garota dizia num tom tão empolgado que dava até vontade de sorrir junto dela.

— Você e sua boca grande — Maia sussurra no meu ouvido e dá as costas. Reviro os olhos.

— Sou Violetta, essa é a Maia. — digo e pego na mão da garota.

— Gostei do seu nome. Violetta. Bem exótico.

Sorrio sem graça. Exótico? Ninguém tinha falado isso antes.

— Que merda — Maia continua resmungando.

— Então, como funciona as coisas aqui? — Vou saindo do banheiro acompanhada da garota dos olhos puxados e os cabelos lisos e longos. Eles eram tão brilhantes que dava inveja.

— Bom, até agora nada de mal — digo e me sento na cadeira de rodinhas, olhando pra Maia que se jogou na cama e ficou jogando sua bolinha pra cima. — As aulas começam amanhã, e eles não passaram nenhuma atividade ou coisa do tipo.

— Hm. Andei pesquisando e vi que essa é uma das melhores escolas da região.

— Mais uma pra falar difícil. — Maia resmunga.

— Falou comigo, docinho? — Elisa, se vira pra ela.

— Que isso, flor!

— Então... — entro no meio. — Me fala um pouco de você... Elise?

— Elisa — ela corrige. — Não tenho muito o que falar.

— Você é japonesa?

— Sim. Na verdade, sou mista. Meu pai é japonês, mas minha mãe é brasileira. Ele a conheceu quando veio pra uma viagem e acabou conhecendo minha mamis, e logo depois veio euuu — ela diz empolgada, já sentada no puff rosa, que do nada apareceu no quarto, animada.

— Bem louco. — Maia diz e joga mais alto a bolinha, batendo com força na cama de cima.

— E vocês?

Fico em silêncio. Maia também. Digamos que nenhuma de nós duas gostamos de falar da nossa família. Tão louca e complicada.

— Então, gente? — ela abre um sorriso esperançoso. Maia e eu trocamos olhares rápido.

— A gente somos irmãs, e somos adotadas. Nossos pais morreu e viemos pra cá — Maia diz rápido.

— Desculpas perguntar.

Seguro uma risada.

— É verdade. Não sinta muito, isso já foi a um ano — digo.

— E quem está pagando pra vocês ficarem aqui? Quero dizer, quem são seus responsáveis?

— Nossa avó, mas ela não gosta da gente — Maia se levanta e me olha com malicia.

— Sim, Elise.

— Elisa.

— Elisa, ela colocou a gente aqui porque acha que somos problemas demais, então não quer nós duas por perto.

— Meu Deus, que mulher horrível.

— Sim, ela é!

— Voces não se importam?

— Não.

— Nenhum um pouco — Maia completa.

Demos um sorriso cumplice quando Elisa se levantava.

— Deve ser horrível viver sem os pais. Acho que morreria sem os meus.

Maia e eu reviramos os olhos. Quanto drama, Deus.

— A gente aprendeu a conviver com a dor.

Ela nós dá um sorriso meio boca e entra no banheiro e continua a tagarelar. Corro até a Maia e me deito do seu lado.

— Você tinha razão. Vai ser horrível aguentar mais um dessa daí.

— Te falei.

— O que vamos fazer?

— Por enquanto investigar cada uma delas. E depois dar o bote. Precisamos reconhecer o território que estamos pisando. Ainda não conhecemos a segunda inimiga. — Maia me dá um sorriso presunçoso.

— Já basta meus próprios dramas, mais um eu morro.

— Miga, temos que exterminar o inimigo.

— Temos que fechar a boca dessa menina. Ela tá catando! Tu ouviu? A voz dela irrita.

— Violetta? — me viro pra ela e a mesma abre um largo sorriso. — Te amo, garota.

— Tem algum plano em mente?

E quando Maia estava preste a responder, a porta é aberta bruscamente e uma jorrada de malas avança pra dentro.

— Alguém me ajuda aqui — uma voz fina firme soa do outro lado do corredor.

Me levanto e pulo por cima da minha cama, de longe vejo uma cabeleira castanha e um vestido azul marinho brilhar de longe.

— Ah graça a Cristo — a garota levanta seu rosto e me encara com seus intensos olhos. Sorrio para ela, que devolve com um olhar nervoso. — Me ajuda por favor, me enrolei toda com tanta coisa!

Vou até ela e pego uma de suas malas pretas e grandes. Ela entrou logo depois puxando um carrinho também da cor preta.

— Uffa, não aguentava puxar tanta mala — ela diz e solta os ombros quando coloca sua maleta no chão e solta o carrinho de rodinhas. — Achei que não ia conseguir achar meu quarto.

— Não veio ninguém te ajudar achar? — pergunto.

— Tinha apenas um garoto de capuz bem arrogante na recepção, mas ele não ajudou em nada. Só atrasar ainda mais.

Seguro uma risada.

— Alicia não presta pra nada mesmo.

— Quem é ela? — A garota do olhar doce e voz suave se vira pra Maia.

— Uma imprestável.

— De imprestável já basta o garoto que não prestou pra merda nenhuma. — ela se senta em cima de uma das malas e nos encara. — Apesar de ser bem bonitinho, uma pena.

Estava faltando. Bonitinho? Francamente.

Vejo Maia sorrir e se levantar.

— Concordo. Ele é caladão e tem cara de lezado.

Gente? Tudo bom?

— Você conhece ele, Maia?

— Conheço, miga. É aquele que jogou bola com a gente aquele dia.

— Ah, não me lembro.

Puta merda!

— Tadinha, depois me chama de lerda.

— Hahahaha — a menina ri, balançando a cabeça. — Quero tomar um banho, tem alguém no banheiro?

— Uma vaca serve?

— Que vaca? Do que vocês estão falando? — Elisa sai do banheiro enrolada num roupão branco e uma toalha da mesma cor na cabeça.

— Ata — A menina ri, pegando a referência.

— Oi, como se chama? — Elisa vai até a garota nova.

— Rubi! E vocês, até agora não se apresentaram. — Ela ignora a mão de Elisa e se levanta.

— Sou...

— Ela é a Violetta. Sou a Maia, e essa aqui... Natalia? — Maia me corta, e se vira rindo na direção de Elisa.

— Não, é E-l-i-s-a — Elisa praticamente soletra.

— Isso mesmo.

— Bom, vou tomar banho, meninas, estou morta. — Rubi arrasta sua mala para o banheiro e fecha a porta.

— Que droga, nem terminei de me troca. — Elisa resmunga.

Olho pra Maia que sorri de lado e volta a jogar sua bolinha pra cima.

Puxo meu celular do bolso, junto do fone, e vou pra cama. Começo a escrever uma mensagem pro Gustavo, e para meu pai. Fazia dias que não falava com o senhor Alberto, e já estava sentindo saudades do meu garanhão. 


Notas Finais


Bom, amores, cá estou eu de volta. Perdi perdão vai suprir minha falta em postar cap pra vcs? NÃO SUA TONTA! Mas vou pedir mesmo assim, perdooom, curicas! Só estava sem tempo e ideias, e vim aqui porque vi os comentários de vcs e vi que tem leitoras novas, bom, já amo! (não sei quando sai o próximo, nem vou dar esperança que vou postar nessa semana ainda, mas assim que der eu volto a dar a luz da minha graça aquiiii).


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