História Meu coração é seu - Capítulo 8


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Categorias Harry Potter
Personagens Alice Longbottom, Alvo Dumbledore, Angelina Johnson, Bellatrix Lestrange, Carlinhos Weasley, Draco Malfoy, Franco Longbottom, Fred Weasley, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Nymphadora Tonks, Percy Weasley, Personagens Originais, Remo Lupin, Rodolfo Lestrange, Ronald Weasley, Sirius Black, Ted Lupin, Tiago Potter
Tags Aventura, Drama, Magia, Remus Lupin, Romance, Sirius Black
Visualizações 302
Palavras 1.574
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Magia, Romance e Novela, Saga
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gente! sei que prometi um capítulo com mais ação, mas no meio do caminho surgiu esse aqui, surgiu esse aqui no meio do caminho, no meio do caminho surgiu esse aqui. entaaaaão... eu tive que postar. pra quem não via a hora de um momento romântico!

Capítulo 8 - Bônus: Ouro Derretido


Fanfic / Fanfiction Meu coração é seu - Capítulo 8 - Bônus: Ouro Derretido

 

Na manhã seguinte, eu acordei bem cedo como havia feito nos últimos dois dias. Tomei banho me arrumei e fui para a cozinha ajudar Monstro om o Café. Às Seis horas em ponto eu estava em frente à Lareira. Era a última noite de lua cheia do mês. Logo, os dois homens apareceram pela lareira, e me encontraram na mesma posição dos últimos dois dias. Indiquei para os dois sentarem, mas logo vi que o clima estava estranho, nenhum dos dois se mexeu e nem sequer encostaram na comida.

- O que foi que aconteceu? – eu perguntei rapidamente.

Sirius foi mais rápido e disse: - um acidente Eady, só isso. Mas tá tudo bem agora. – ao fim da frase Remus desabou no sofá, enterrou a cabeça nas mãos e começou a murmurar.

- Eu sou um monstro, não posso ter amigos, eu sou um monstro, não posso ter amigos…

- Remus John Lupin, chega! – Sirius falou alto dessa vez e eu vi que ele estava com dor.

A compreensão chegou rápido, Remus deve ter machucado Sirius hoje. Olhei para o segundo que tentava controlar a expressão de dor no rosto, não só pelo ferimento, mas também pelo sofrimento do amigo. Caminhei até Sirius e pedi para cuidar do ferimento. Primeiro ele se mostrou relutante, mas depois cedeu. Acredito que estava doendo.

- sente aqui! - Indiquei uma cadeira ao lado do sofá. – onde foi? – e Sirius já estava tirando a camisa, não posso negar que ele tinha um corpo muito bonito. Uma cicatriz cortava o peito do homem. Ainda sangrava um pouco, então eu teria que limpar primeiro – Accio Primeiros socorros. – segundos depois a maleta trouxa estava na minha mão, peguei algodão e um unguento usado para limpezas e comecei a passar delicadamente sobre o ferimento. Assim que terminei fui analisar o corte pra ver a gravidade, mas não era tão profundo não. Facilmente curável com um pouco de magia. Virei-me para Remus que continuava na mesma posição. – EI! Você pode comer a sua comida agora. Fiz com todo amor e carinho pra vocês, e você vai comer. E nem discute comigo. – peguei um prato e enfiei em suas mãos. – depois nós conversamos sobre isso. – fim um carinho em seus cabelos sujos e voltei minha atenção a Sirius.  Feitiços apontando a varinha para a grande cicatriz que lentamente foi se fechando.

- Você vai ficar bem, Sirius, não foi nada grave. Vai doer pouco para cicatrizar, mas logo passa.

Comecei a murmurar feitiços, apontando com a varinha para o corte que lentamente foi se fechando, até virar apenas uma leve cicatriz rosada. Sirius olhou para mim e murmurou:

- Ele gosta de você! – olhei para ele sem entender, e ele repetiu – Remus gosta de você. Mas ele tem medo do “monstro” que ele diz ser.

Corei na mesma hora. Sirius percebeu por que deu uma risadinha, meio latido e disse – e acho que você também gosta dele. Hahahha. – quando parou de rir, ele levantou meu rosto e disse – ele tá se sentindo muito mal com isso, ele odeia machucar as pessoas, ainda mais um amigo. Tentei argumentar com ele, mas você sabe como esse lobo consegue ser teimoso às vezes.

Eu assenti com a cabeça, e disse – não se preocupe, vou conversar com ele agora mesmo. – ele assentiu e subiu para tomar um banho e vestir uma roupa limpa. Recolhi as bandejas quase intocadas e deixei a de Sirius em seu quarto enquanto ele estava no banho. Depois segui para o quarto de Remus, bati, mas ninguém atendeu então eu entrei. O som da água caindo no banheiro indicava que ele ainda estava no banho. Coloquei a bandeja na mesinha de cabeceira e me sentei na beira da cama para esperar por ele. Alguns minutos depois, ele apareceu com uma toalha enrolada na cintura. Fiquei vermelha na hora e desviei o olhar.

- O que você está fazendo aqui Eadlyn? – perguntou ríspido e triste ao mesmo tempo.

- Eu… é… vim conversar… com você…,- desviei o olhar de seu peito e continuei - acho que isso é bem lógico. Mas se você pudesse vestir uma roupa antes, eu com certeza me concentraria melhor. – se ele reparou alguma coisa em minhas palavras fingiu bem, porque ele simplesmente se virou foi até a cômoda e pegou uma calça de moletom cinza e uma camiseta branca. Voltou ao banheiro e saiu de lá 2 minutos depois completamente vestido. Sentou na beira da cama oposto a onde eu estava.

- O que você quer Eadlyn? – ele perguntou ríspido, aquele tom de voz me magoou muito, mas eu fingi que não. E respondi calmamente:

- Eu vim porque você não comeu quase nada, da sua bandeja. E eu estou preocupada com você, a cada dia que passa te vejo mais magro. Remus? Você é muito importante para mim, não pode simplesmente decidir parar de comer,

- Eu não parei de comer Eadlyn, só tinha outras coisas em mente que me impediam de comer direito. – ele continuou ainda frio e distante. Me aproximei um pouco dele, peguei sua mão direita e a segurei entre as  minhas. Depois levei até os lábios e dei um beijo em uma cicatriz na sua palma. Ele puxou a mão com força.

Apesar da rigidez, esse ato pareceu quebrar a barreira que impedia suas emoções de saírem, e lágrimas escorreram de seus olhos. Ele já havia se levantado e agora falava alto do outro lado doo cômodo. Discretamente lancei um abafiatto silencioso.

 – Como você consegue pegar em mim assim, encostar seus lábios em uma cicatriz horrível como essa? Como você consegue me olhar sem nojo? Por Merlin eu sou um monstro Eadlyn, um monstro.  Machuquei meu melhor amigo.

Esperei que ele desabafasse, depois o chamei com calma e pausadamente, no entanto muito séria. – Remus John Lupin, vem até aqui agora. – ele se aproximou e eu indiquei que se sentasse na cama a minha frente e ele assim o fez. – Você é um dos homens mais maravilhosos que eu conheço – ele fez menção de me interromper, mas eu não deixei. – Você é bom, corajoso, educado, e leal a seus amigos. Mas Lupin, você não tomou a poção mata cão hoje, então não tem culpa do que aconteceu. – fiz uma pausa depois eu disse – todos nós Remos, temos uma versão de nós que queremos esconder, o nosso próprio monstro interior. Mas ele existe e sempre nos momentos mais inoportunos ele pode aflorar. Você não! Você é um homem completamente bom, você não tem sentimentos ruins. Você só teve a infelicidade de cruzar o caminho daquele desgraçado do Greyback. E eu juro pra você que se eu encontrar com ele, vou mata-lo com minhas própria mãos.

                Envolvi suas mãos novamente. E olhei em seus olhos – você é um dos homens mais incríveis que conheço. E eu sei disso desde muito tempo. – tive a impressão que seus olhos dourados brilharam ainda mais. – agora, por favor! Não me chama de Eadlyn, pessoas que não me conhecem me chamam assim. E eu não gosto nem da possibilidade de não te conhecer. – nos encaramos por mais alguns segundos, quando lembrei da comida. – agora espera ai, - me virei, peguei a bandeja, coloquei na frente dele e fiz um feitiço para esquentar a comida. – coma, por favor, eu só vou sossegar depois que você comer. – ele me deu um sorriso, mas começou a comer. Depois de algum tempo ele já havia terminado. Sorri para ele. – Sabia que estava com fome. – peguei a bandeja e ia me levantar quando resolvi dizer mais uma coisa sabia que era idiota, mas eu ia dizer. – ah Remus, além de todas as qualidades que te falei a pouco. Eu também te acho muito bonito.

Senti meu rosto corar. E me preparei para levantar e sair em disparada, mas ele pegou minha mão e me puxou de volta. Perdi o equilíbrio e caí exatamente e seus braços. Ele era forte, não tanto quanto Sirius, mas conseguia sentir os músculos por baixo da camisa fina. Nossos rostos ficaram a centímetros de distância, e então e não aguentei e selei o espaço entre nossos lábios. O beijo começou calmo e doce, mas foi se intensificando cada vez mais, eu não conseguia parar, fui assaltada de novo por aquela sensação de estar em casa. E quando percebi já estávamos deitados na cama dele eu já tentava tirar sua camisa, mas ele foi mais rápido prendendo meus pulsos atrás das costas. Ele beijava meus lábios e quando o ar faltava, ele passava para o pescoço. De repente ele parou. Sentou-se e me olhou.

- Por mais que eu quisesse continuar, talvez seja muito cedo. – olhei-o com cara de decepção.

- Você não pode vir aqui, me provocar e achar que vai ficar por isso mesmo. – ele riu da minha cara. Depois disse:

- Repito, eu quero muito, mas não agora, não é a hora certa. – eu assenti e peguei a bandeja, me preparando para sair. Mas antes eu pudesse chegar à porta ele me puxou para mais um beijo carinhoso e apaixonado. Daqueles que faziam eu me sentir ouro derretido. Quando nos afastamos, eu disse:

- Melhor eu ir para que você possa dormir. Deve estar cansado. Mais tarde venho te ver. – ele assentiu.

Desci as escadas no meu melhor humor possível, até entrei cantarolando na cozinha e dando bom dia pra todos. Alguns estranharam, mas ninguém perguntou nada. Daqui a algumas horas teremos uma reunião da ordem. E coisas sérias seriam discutidas. 



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