História Meu delegado - Capítulo 21


Escrita por: ~ e ~NoemyMc

Postado
Categorias Sou Luna
Tags Ruggarol
Visualizações 1.252
Palavras 4.433
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura 😘

Capítulo 21 - Capítulo 12 - Karol


Karol



Suas mãos passavam lentamente, mas ao mesmo tempo com precisão sobre minha coxa esquerda, enquanto sua boca estava colada na minha em um beijo carnal, necessitado, deliciosamente bom.

Ele desgruda sua boca da minha e desce distribuindo beijos molhados e mordidas pelo meu pescoço até chegar aos meus seios. Ruggero retira sua mão de minha coxa e leva até a beirada da minha blusa a levantando lentamente. Seus olhos brilham assim que vê meus seios expostos pra ele.


- Sem sutiã... Como eu amo isso. Facilitando o meu trabalho.


Abocanha o meu seio direito e aperta o esquerdo com força, mas nada que me machucasse e sim que me fizesse ficar ainda mais encharcada. Ele muda e passa a sugar o meu seio esquerdo e apertar o direito na mesma intensidade. Gemidos contidos saiam de minha boca. Ruggero solta os meus seios e desce distribuindo beijos por toda a minha barriga. Em momento nenhum ele desgrudava aqueles maravilhosos olhos negros dos meus. Quando chega na minha cintura ele coloca suas mãos uma em cada parte do meu shorts e o arranca. Posiciona o seu rosto entre minhas pernas e passa o seu rosto de leve na minha intimidade sem a tocar de fato.


Eu já não aguentava mais. Eu queria que ele tirasse toda essa agonia de dentro de mim, eu queria que ele me tocasse. Eu queria senti-lo.


- Ruggero... Por favor!


- Por favor, o quê? Fala o que você quer.


- Eu quero você... Quero... Agora.


- Seu pedido é uma ordem, meu amor.


Ele leva sua boca até a minha cintura e tira a minha calcinha com a mesma. Merda! Por que ele tem que ficar me olhando desse jeito enquanto faz isso? Eu acho que não vou aguentar muito tempo se ele não...


_

_

_

_

_


Acordo com minha respiração acelerada, suada e... Molhada.

Que droga! Eu não acredito nisso. Não acredito que tive um sonho erótico com ele. Isso é praga dele, só pode. Que vergonha.


Olho no relógio em cima do criado mudo e vejo que ainda é 08h00min. Ninguém merece acordar a essa hora da manhã em um domingo. Ninguém merece mesmo.

Aproveito que o Matt ainda está dormindo e vou direto para o banheiro, do quarto mesmo.

Rapidamente tiro minha roupa e me enfio debaixo da água gelada.

Ainda posso sentir o seu toque em cada parte do meu corpo, foi tão real, as sensações eram tão reais. Fico imaginando como ele realmente deve ser nessas horas. Se for igual ao meu sonho eu já sei que é maravilhoso Quando dou por mim, estou apertando os meus seios da mesma forma que o Ruggero os apertava no meu sonho. Não acredito que estou fazendo isso.

Me tocando pensando nele! Tudo bem que agora somos namorados, mas é estranho.

Ele vive dizendo que eu o mudei. Mas ele me mudou mais ainda. Olha só o que eu estava fazendo.


Resolvo sair do banho quando vejo que o meu fogo já tinha abaixado. Esse homem vai ser minha perdição. Eu sei que vai. Saio do banheiro enrolada na toalha, quando chego ao quarto vejo o Matteo sentado na cama coçando os olhinhos e resmungando algo.


- Já acordou meu filho. – o pego no meu colo, deixo um beijo em sua bochecha e ele me retribui.


O coloco novamente sentado na cama e vou até as minhas malas, que ainda estão espalhadas pelo quarto, pego um sutiã, calcinha, um shorts jeans e uma regata. Me visto e pego o Matteo, retiro sua fralda e dou um banho rápido nele.


Vou para a cozinha e o Matt vem andando atrás de mim. Chega a ser engraçado a forma como ele anda, tombando para os lados. Vou até a porta que dar acesso a enorme varanda e a fecho. Não quero correr o risco do Matt ir pra lá e se machucar. Ligo a TV no desenho que ele gosta e vou para a cozinha deixando-o lá atento ao desenho. Faço o seu leite e depois volto para a sala o encontrando agora em pé de frente para a TV dançando a musiquinha do programa. É a coisa mais fofa do mundo.


Ok! Eu admito. Sou uma mãe muito babona.


Me sento no sofá e fico assistindo ele dançando, até que ele cansa e vem até a mim pedindo a mamadeira. Dei na mão dele, e com muito sacrifício ele senta do meu lado no sofá e começa a bebê-la.


É impressionante como ele está grande. O tempo passou tão rápido. Ele está tão esperto.

Ficamos a manhã inteira apenas assistindo televisão. Depois de um tempo minha mãe chegou e fomos tomar o café da manhã. Na parte da tarde ela foi fazer o almoço e eu continuei na sala brincando com o Matteo.


A campainha toca e eu estranho um pouco, pois o porteiro não avisou que estava subindo alguém. Me levanto do chão e vou abrir a porta, dando de cara com aquele homem maravilhoso que me fez acordar toda molhada hoje.


Que merda! Já sinto meu rosto queimar. Ele vem até a mim, pega pela minha cintura e me dá um beijo longo deixando-me sem ar.


- Senti falta disso. – diz ainda com sua boca próxima a minha e deposita um rápido selinho.

Ele me solta e entra no apartamento indo até o Matteo que nos olhava com uma expressão interrogativa. Tranco a porta e vou para perto deles, me sentando no sofá.


- Fala ai garotão. – diz o Ruggero pegando ele no colo e depositando um beijo em sua cabeça.


O Matteo, não muito diferente, passa os braços em volta do pescoço do Ruggero e deposita um beijo carinhoso em sua bochecha.


- Papai. Binca, papai. – diz o Matteo se mexendo no colo do Ruggero para que ele o descesse.


Antes que eu possa repreendê-lo, o Ruggero me impede.


- Claro meu filho. – diz com um sorriso de orelha a orelha.


- Ruggero... – o repreendo.


Eu já disse que não quero isso. Não quero que ele se sinta na obrigação de ocupar essa vaga de pai do Matteo. Eu sei que o meu filho sente falta de uma presença paterna, mas eu não quero que o Ruggero se responsabilize por algo que ele não é obrigado.


- Já disse que não me importo, Karol. – se volta novamente para o Matteo e diz. – Vamos brincar de quê?


- Cainho.


- Ok. Escolhe o seu carro então. – diz se sentado no chão e colocando o Matt do seu lado.

Levanto-me do sofá, deixando os dois sozinhos e vou para a cozinha.


- Quem chegou, Karol?


- Ruggero.


- Que cara é essa?


- Nada. – me encosto ao lado dela na bancada da pia e cruzo os meus braços.


- Mas mal começaram a namorar e já brigaram?


- Não mãe. Nós não brigamos. É só que eu não gosto quando o Matteo chama o Ruggero de pai. Eu não quero que o Ruggero pense que eu quero me aproveitar dessa situação pra jogar a responsabilidade do Matteo pra cima dele. E eu também não quero que o meu filho se iluda achando que o Ruggero é o pai dele, porque não é. Eu não quero que o meu filho sofra com isso.


- É complicado, Karol. Mas você tem que conversar com o Ruggero.



- E a senhora acha que eu já não fiz isso? Mas ele diz que não se importa.


- Então se ele não se importa com isso, filha, não vejo problema nenhum.


- Acontece mãe, que eu não sei quanto tempo vai durar isso tudo que eu e o Ruggero estamos vivendo. Uma coisa sou eu sair machucada dessa história toda. Outra coisa bem diferente é o meu filho sair machucado disso.


- Mas ele parece gostar tanto de vocês.


- Eu sei mãe, mas sei lá. A gente nunca sabe o que pode acontecer.


- Não fica pensando no que pode acontecer, Karol. Foca no que vocês estão vivendo agora, no presente.


- Eu vou tentar... Quer ajuda ai com alguma coisa?


- Descasca essas batatas pra mim, por favor.


Faço o que minha mãe pediu e a ajudo com o resto do almoço. Não voltei mais para a sala, deixei os dois lá sozinhos. De vez em quando eu ouvia a risada gostosa do Matteo e eu sabia que não deveria me preocupar, pois ele estava sendo muito bem vigiado pelo Ruggero.

Quando o almoço estava ficando quase pronto, eu peguei os talheres e os pratos e levei para a enorme mesa na sala. Passo perto dos meninos que estão muito entretidos ainda brincando.


Quem diria que o Matteo derreteria o coração de gelo desse ogro!


Arrumo a mesa para três pessoas e volto para a cozinha para ajudar minha mãe a trazer a comida. Ela já estava terminando de fazer a papinha do Matteo, então eu voltei para a sala.

Me sento no sofá e o Ruggero se levanta do chão e se senta ao meu lado. Ele passa suas mãos pela minha cintura e me beija, levo minhas mãos para a sua nuca e arranho de leve fazendo-o soltar um baixo gemido em minha boca.


- Matt, vamos almoçar.


Minha mãe chega na sala, fazendo com que nós parássemos de nos beijar. O Matteo vai até ela que o dirige até a mesa.


- Vem, vamos almoçar. – Pego na mão do Ruggero e o dirijo até a mesa.


Ele se senta ao meu lado e minha mãe faz o Matteo sentar em uma cadeira ao seu lado. Sirvo o Ruggero e logo depois a mim. Minha mãe dividia sua atenção em tentar dar comida ao Matteo e se alimentar. Eu até disse pra ela que eu poderia fazer isso, mas ela não quis.

Almoçamos todos em silêncios, hora ou outra, trocávamos algumas poucas palavras, mas nada que engatasse de fato em uma conversa.


Assim que terminamos de almoçar, eu me levanto e começo a recolher as louças de cima da mesa e o Matteo como sempre, foi atrás do Ruggero.


- Pode ir descansar mãe, eu arrumo aqui. Eu sei que seu joelho está doendo.


- Pior que está mesmo, Karol.


Ela vai para o quarto e eu continuo recolhendo as louças de cima da mesa e levando-as para a cozinha. Numa dessas idas e vindas, vejo o Matteo subindo no sofá, onde o Ruggero está sentado. Ele se senta do colo do Ruggero e encosta a cabeça no peito dele. Ele vai dormir.



- Ele vai dormir. – aviso e entro na cozinha.


Lavo toda a louça e quando estava secando-as, sinto braços fortes envolvendo a minha cintura. Ele coloca o seu rosto na curvatura do meu pescoço cheirando-o profundamente e logo em seguida depositando um beijo no local.


- Não fica brava comigo. – diz ao pé do meu ouvido.


- Eu não estou brava com você, Ruggero. – coloco o prato em cima da pia e ele me vira de frente pra ele.


- Karol, eu não posso fazer nada se ele me quer como pai dele. Eu sei que você não gosta disso...


- Eu já te expliquei o porquê de eu não gostar.


- E eu também já disse que não me importo e que eu te conheço. Eu sei muito bem que nunca se aproveitaria dessa situação pra arranjar um pai pro seu filho... Karol, se tem uma coisa que eu sei, é reconhecer uma pessoa mau caráter. E você não é uma.


- Mas as pessoas, elas vão falar.


Logo eu que nunca me importei com o que pensariam de mim, agora estou me importando.


- Foda-se o que as pessoas irão falar disso, Karol... O que importa é que eu sei o que eu sinto por aquele garoto e pelo o que ele sente por mim.


- Eu só não quero que ele sofra depois.


- Como assim?


- Ruggero, eu não sei quanto tempo vai durar isso que a gente está vivendo. Eu não quero que o meu filho saia machucado dessa história,


Ele leva suas mãos para o meu rosto os segurando firmemente, fazendo com que eu o encare.


- Se depender de mim, vocês nunca sairão machucados de história nenhuma, porque eu não vou deixar vocês saírem da minha vida.


Diz e toma a minha boca em um beijo calmo. Suas mãos descem para a minha cintura me grudando mais nele, sua língua toma conta de minha boca lentamente excitante. Levo minhas mãos rodeando o seu pescoço, ele me prensa na pia e as imagens do sonho que eu tive essa noite, toma conta de mim, fazendo com que aquele calor muito conhecido por mim volte. Antes de separar nossas bocas ele morde de leve meu lábio inferior chupando-o logo em seguida.


- Você vai ser a porra da minha perdição, Karol. – sua voz sai ainda mais rouca que o normal.


- Eu digo o mesmo, Delegado.


Ele gruda nossas bocas novamente sem pensar duas vezes em um beijo mais quente...



[...]



Acordo com o som irritante do despertador. Arrasto-me para o banheiro e tomo um banho bem rápido, coloco uma calça jeans e uma blusa preta de manga curta. Dou um beijo no Matteo, que dorme tranquilamente.


Pego o meu celular, minha bolsa e saio do quarto. Vou para a cozinha, como uma fruta e depois vou até o quarto da minha mãe avisando-a que já estou indo para a casa do Ruggero e que provavelmente tentaria aparecer durante a semana para vê-los. Não resisto e passo novamente no meu quarto e encho o Matt de beijo para depois, enfim, sair de casa.

Vou andando até um ponto de ônibus que tem próximo ao prédio e não demora muito para meu ônibus passar e rapidamente já havia chegado ao ponto de ônibus próximo ao condomínio do Ruggero. Vou andando tranquilamente até lá. Quando chego à portaria, passo sem sacrifício nenhum. Vinte minutos depois já tinha chegado à casa do Ruggero. E meu Deus do céu! O que esse homem fez com essa casa? Nem parece que eu a deixei impecável quando saí daqui, no sábado.

Tem caixas de pizza jogadas pela cozinha. Ele deve ter comido pizza em todas as refeições.

Louças sujas dentro da pia... Se a cozinha que é um lugar que ele pouco frequenta, está assim, eu imagino o seu quarto.

Vou até o meu quartinho e troco a minha roupa pelo uniforme. Começo a arrumar a cozinha, que foi até mais rápido do que eu imaginei. Surpreendentemente a sala está intacta, só passei pano nos móveis e dei uma varrida de leve, assim como os outros cômodos. Só não posso falar o mesmo do quarto do Ruggero, está uma zona. Parecia que passou um furacão aqui. Roupas jogadas para todos os lugares, sapato sujo de terra. Só de ver me dá nervoso.


Demoro um tempo a mais limpando o quarto. Alguns minutos depois o Ruggero me liga e diz que não viria almoçar em casa, pois tinha que terminar uma missão. Não entendi muito bem do que se tratava. Ele disse algo sobre prender algum deputado que estava envolvido em desvio de dinheiro público. Não entendi muito bem. Mas ele me disse que viria para o jantar.


14h00min marca no relógio e eu já havia terminado de fazer tudo o que tinha que fazer. Passei o resto tarde entediada, sem ter nada para fazer. Fiz uma pequena porção de macarrão, apenas para eu comer e depois dormi. Sim. Dormi no trabalho. Estou começando a ficar muito mal acostumada com essa história de namorar o meu chefe.

Acordo exatamente na hora que eu costumo começar a preparar o jantar. Vou até o banheiro, tomo um banho bem rápido e deixo o uniforme de lado, colocando uma bermuda e uma regata rosa.

Não demora muito e o Jantar já está pronto. E minutos depois o Ruggero chega.


- Oi minha linda. – diz e me dá um beijo.


- Oi. – digo e sorrio, com o seus lábios ainda próximos aos meus. – O jantar já está pronto. Quer que eu te sirva agora?


- Vou tomar banho primeiro. – passa pela porta e logo depois volta. – E coloca mais um lugar na mesa.


Diz e sai da cozinha sem falar mais nada. Quem será que vai jantar aqui hoje com ele? Faço o que me pede e um tempo depois ele aparece na cozinha. Seus cabelos molhados pelo banho recém-tomado e o seu cheiro maravilhoso tomou conta de toda a cozinha. Meu Deus! Como eu amo esse cheiro.


Ele envolve seus braços na minha cintura e diz com sua boca bem próxima a minha orelha, fazendo-me arrepiar completamente.


- Ah se você soubesse como me deixa, quando me olha assim. – deposita um beijo no meu pescoço e um gemido involuntário saia de minha boca.


- E eu posso saber como? – me atrevo a perguntar.


- Me deixa louco pra te fazer minha aqui mesmo nessa cozinha, em cima dessa mesa. – Arfo e sinto o meu rosto pegar fogo e minha intimidade pulsar.


QUE MERDA!


Afasto-me de leve, ele me puxa novamente para perto dele e esfrega de leve sua ereção em mim.


- Está vendo como eu te desejo?


- Ru-Ruggero.. Não faz…


Ele me cala com um beijo. Suas mãos seguram possessivamente minha cintura. Não me afasto. Não consigo e não quero. Sua mão desce e aperta de leve, mas com precisão a minha bunda contra ele. O que me faz soltar um gemido baixo.

Afasto-me dele, mantendo uma distância considerável. Minha respiração está acelerada e posso sentir minha boca levemente inchada pelo beijo. Ele se aproxima de mim novamente, desta vez, mais calmo. Suas mãos estão mais suaves em mim, sua testa agora grudada a minha e seus olhos presos aos meus.


- Desculpa. Eu não queria te assustar.



- Mas você não me assustou. É só que...


- Só que o quê? – ele leva sua mão ao meu rosto e retira os poucos fios de cabelos que estavam caídos sobre o meu rosto.


- E-eu tenho um pouco de medo... Não por você. Eu sei que você nunca me machucaria. Mas eu não sei o que, e como, fazer. Eu não sei se eu realmente estou preparada pra isso.


- Você quer?


- Si-sim. Mas é estranho... Eu...


- Você confia em mim?


- Como eu nunca confiei em alguém, em toda a minha vida.


- Então não precisa se preocupar. – seus lábios roçam no meu, conforme as palavras saem de sua boca. – Deixa que eu te ensino como se faz.


Ruggero me beija e suas mãos descem novamente para a minha cintura levantando-me, fazendo com que eu enrole minhas pernas em sua cintura.

Sem desgrudar sua boca da minha ele começa a caminhar para fora da cozinha.


- E a sua visita? – digo separando os nossos lábios por um momento.


- Que visita? – ele enruga a testa e tomba a cabeça um pouco para o lado direito, parecendo não entender o que eu quis dizer.


- Você disse pra colocar mais um prato na mesa.


- Pra você, bobinha.


Ele sorri por um segundo e logo depois cola as nossas bocas novamente. Agarro com força o seu pescoço, seus beijos descem pela minha nuca, fazendo todo o meu corpo se arrepiar.

Ruggero sobe a escada ainda comigo em seus braços e assim que chega ao seu quarto, ele bate a porta fechando-a. Ele se senta na cama, ainda comigo no seu colo. Suas mãos exploram todo o meu corpo que estava fervendo de desejo. Ainda com as minhas pernas envolta a sua cintura, me sento completamente em seu colo, ele solta um breve gemido e consigo sentir sua ereção roçando de leve em minha intimidade. Isso me faz desejá-lo mais ainda. Suas fortes mãos, sobem e descem pela lateral do meu corpo e para quando chega na barra da blusa. Por um momento ele desgruda nossas bocas e levanta a blusa tirando-a de mim. Seu braço passa forte pela minha cintura me apertando ainda mais contra ele, novamente.


Quando dou por mim, suas mãos ágeis, já subiram até o fecho do meu sutiã, abrindo-o. Ele arranca o meu sutiã delicadamente jogando-o no chão.Eu fecho os meus olhos rapidamente, pois a vergonha de encará-lo neste momento, me atinge.

Sinto sua boca colar rapidamente na minha em um beijo rápido.


Ele logo diz no seu modo mandão.


- Abre os olhos. – seu tom autoritário, mas ao mesmo tempo tão carinhoso fez com que eu fizesse rapidamente o que ele me disse. Assim que os abro, dou de cara com a profundeza de seus olhos pretos, que agora - se fosse possível - estão ainda mais escuros... Transbordando desejo.


- Eu quero que você esteja de olhos abertos, vendo tudo que estou fazendo com você. – ele leva sua boca próximo ao meu ouvido. – A não ser quando estiver gozando intensamente. Aí sim, você não vai conseguir mantê-los abertos.


Não me dá chances nenhuma e me beija novamente. Suas mãos agora seguram firme e excitantemente os meus seios. Ele desce sua boca para os meus seios chupando-os com força. Os gemidos saem de minha boca sem pedir licença. Posso sentir seu membro endurecendo cada vez mais embaixo de mim. E senti-lo me deixa ainda mais sedenta e... Necessitada dele.

Ele se levanta comigo ainda em seu colo e me deposita na cama. Captura a minha boca em um beijo rápido e desce distribuindo-os pelo o meu corpo. Desabotoa o meu short e o desce lentamente, jogando-o no chão, assim que o tem fora do meu corpo. Ruggero sobe beijando minhas pernas e quando chega entre elas... Próximo ao meu ponto mais sensível neste momento, ele segura uma perna de cada lado do seu rosto e deposita um beijo sobre minha intimidade, ainda coberta pela calcinha.


- O seu cheiro é maravilhoso. – Diz e leva suas mãos até a minha cintura rasgando-a.


Ele começa a distribuir beijos por toda a minha intimidade e quando eu menos espero, sinto sua língua passando por ela toda. Um gemido alto, até demais, sai de minha boca e eu mordo o meu lábio inferior na tentativa de contê-lo. O meu rosto está pegando fogo.


Sinto-o enfiar um dedo em mim e fazer movimentos de vai e vem. De início o seu toque me causou um pequeno incômodo, mas com o passar do tempo, ficou muito prazeroso. Sua língua rodeando o meu clitóris, deixando fortes chupadas no mesmo ajudava bastante para isso. Os movimentos que sua língua faz em minha intimidade estão me deixando louca. A cada minuto que passa, fica cada vez mais gostoso. Não quero que ele pare. Um gemido alto sai de minha boca, eu mordo os meus lábios e aperto com força as almofadas do meu lado.


Involuntariamente minhas pernas tentam se fechar, mas sou impedida pelo Ruggero, que ainda se mantém no meio delas. Ele retira o seu dedo de dentro de mim e passa a sua língua por toda a minha intimidade.

Não tenho coragem de abrir os olhos e encará-lo agora. Sinto o meu corpo relaxado em um nível...

Ruggero sobe em cima de mim mas não deixa o seu peso cair por completo. Ele gruda a sua boca na minha e posso sentir o meu gosto em sua língua.


- Você é maravilhosa, Karol. – sua voz sai extremamente rouca e isso fez todo o fogo reacender novamente dentro de mim.


Passo minhas mãos por todo o seu abdômen, enquanto ele me beija novamente. Ele esfrega sua ereção na minha barriga e segura com força as minhas coxas.


Ele se levanta por um momento, arranca sua calça e com ela a boxer vai junto fazendo com o seu enorme membro pule para fora. Não consigo disfarçar a minha surpresa ao olhá-lo nu. Meu Deus ele é enorme. Será que isso tudo vai caber?


Ele vai até o criado mudo, pega uma camisinha, rasga e coloca em seu membro. Vem para a cama, se deita novamente sobre mim e busca a minha boca. Parecendo ter lido os meus pensamentos ele diz olhando fundo nos meus olhos, o que me deixa um pouco envergonhada...


- Pode ficar tranquila que cabe. E se não der a gente dá um jeitinho... – meu rosto queima de vergonha. – Você me deixa ainda mais excitado quando fica envergonhada.


Beija-me novamente. Sua mão passa levemente sobre minha intimidade e o sinto direcionar o seu membro para a minha entrada. O meu coração começa a acelerar, o nervosismo aumenta e um frio toma conta da minha barriga. Ele parecendo perceber o meu estado de nervosismo e para o que estava prestes a fazer e me obriga a olhá-lo.


- Fica calma. Eu não quero e nem vou te machucar. Só que pra você sentir prazer, tem que relaxar.


Aceno minha cabeça e ele me beija novamente. Suas mãos sobem e desce lentamente pelo meu corpo. Ele desce deixando os seus beijos no meu pescoço e depois sobe novamente distribuindo-os carinhosamente por todo o meu rosto. Sinto-o se posicionando novamente na minha entrada e respiro fundo. Ele para de distribuir seus beijos pelo meu rosto, sobe uma de suas mãos e segura o meu rosto de leve mantendo-me fixa ao seu olhar. Sinto-o me penetrar devagar. Levo minhas mãos para a suas costas e arranho de leve, numa forma de fazer com que a dor que estou sentindo amenize. Ele para um pouco, deixa um beijo na minha testa e depois de um tempinho acariciando o meu cabelo e dizendo-me que a dor passaria, ele penetra mais um pouco e para. Sei que ainda não deu tudo. Eu sabia que não daria. Ele espera que eu me acostume com o seu tamanho e logo depois começa a estocar. A dor de antes, deu lugar ao prazer enorme que se apossou do meu corpo. Percebendo isso, ele começou a estocar com mais força e um pouco mais rápido. Gemidos altos saiam de nossas bocas. Ele sai de dentro de mim e se senta na cama trazendo-me pra cima dele, fazendo com que eu ficasse sobre o seu membro, mas sem me penetrar ainda. Minha respiração estava acelerada, minha intimidade estava pulsando, necessitada de contato.


Ruggero leva suas mãos para a minha cintura e fez com que eu desça devagar. Conforme ele ia me preenchendo o prazer e o alívio por finalmente tê-lo, era maior ainda.


Quando o sinto, desta vez por completo, dentro de mim, ele pega minha cintura e começa a fazer movimentos de subir e descer, sempre distribuindo beijos pelos meus seios e rosto.


Começo a pegar o ritmo dele e faço os movimentos, sozinha.


- Deliciosa demais.


Sua voz sai rouca e sexy ao pé do meu ouvido. Ele aperta forte a minha bunda me prendendo mais nele, fazendo-me parar os meus movimentos por um tempo.

O receio e vergonha que eu sentia há minutos atrás foram embora.

Eu me entreguei. Entreguei-me de corpo e alma pra ele. E não me arrependo.

Aquelas mesmas sensações de anteriormente consome o meu corpo. Só que agora, ainda mais forte.


- Porra Karol! Goza pra mim.


Dou mais algumas estocadas e sinto o meu corpo amolecer sobre o dele. Seu nome sai roucamente de minha boca.


- Ruggero!


Isso fez com que ele também se liberasse dentro de mim, enchendo a camisinha.


- Karol! – meu nome sai quase inaudível.


Nossos corpos suados e ofegantes. Um colado ao outro. Ele ainda dentro de mim. Isso tudo é tão bom, tão novo e tão estranho ao mesmo tempo.


Eu nunca me imaginei assim. Muito menos com o Ruggero.


E hoje eu vejo que se não fosse com ele, não seria com mais ninguém.


Notas Finais


E aí? O que acharam?

Daqui a pouco tem mais


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...