História Meu Destino - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jin, Jungyeon, Ken, Personagens Originais, Ravi
Tags Comedia, One Shot Jin Do Bts, Romance Fuffly
Exibições 33
Palavras 7.921
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Fluffy, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, estou aqui com o presente de aniversário que prometi a uma leitora muito fofinha. Peço desculpas a ela pela demora, mas enfim está aqui. Peço desculpas também por ser longo, mas sei que vai gostar.

PS: Coloquei no tempo presente pois estu treinando isso ^^ por isso, não estranhem. E também não sou muito boa com romances e escritas com sentimentos.

BOA LEITURA.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Meu Destino - Capítulo 1 - Capítulo Único

 

Kim Seok Jin é um rapaz que não gosta de bagunça e poeira - ele tem alergia à poeira; e principalmente estar sujo; ele odeia. É fresco em tudo, até nos copos que a pessoa usa e não lava. Sua mania é trocar roupa de cama toda semana, e toalha duas vezes na semana.

É persistente, arrogante, fresco e organizado demais. Suas qualidades? Inteligente, educado... “Educado?” Sim, por mais que seja fresco em pessoa, é educado com as pessoas. Continuando... Além dessas qualidades citadas, também é romântico - pra quem o conhece muito bem - e cozinha bem.

“Tá, você disse que ele gosta de cozinhar, o que mais ele gosta de fazer?” Na história você vai descobrir. [risos]

“Do que ele trabalha?” Ele é professor do curso da Gastronomia, nem parece, não é?! [risos] Mas não é só isso, você vai descobrir mais coisas sobre ele. Vamos lá?

***

Jin desce escadas da pensão onde atualmente mora com amigos. Notou que os mesmos, grupo de três pessoas, estavam curiosos, fazendo perguntas ao dono da casa; senhor Yoo. 

Jin, se aproxima deles:

–– O que está havendo?

–– Virá uma moradora estrangeira morar aqui com a gente –– respondeu sua considera irmã, Jungyeon.

–– Ah... Por causa disso? Nosso país já esta acostumado com estrangeiros, por que estão animados?

–– Por que é a primeira vez que recebemos um estrangeiro na pensão.

–– Hum. –– parece que Jin não está se importando com a novidade.  Se afasta dos amigos e sai de casa.

No caminho, percebe uma americana, de cabelos negros e médios; pele bronzeada e bem arrumada, vindo em sua direção; não ligou muito pra isso já que está acostumado ver rostos ocidentais em sua cidade. De repente, acidentalmente, ela se esbarra nele, sujando sua camisa de café gelado. Ele não sabe que ela estava apressada.

–– Nossa! –– exclama a mulher, tapando suas sua boca com as mãos. –– Me desculpe. –– Jin se irrita por estar sujo e olha para sua roupa. –– Juro que foi por acidente.  

–– Olha pra onde anda, por favor! –– a ignora, continua andando.

–– Nossa que grosso. Mas eu já me desculpei... –– diz para si mesmo. Revira os olhos pela ignorância e continua andando pelo caminho oposto dele.  

Para essa mulher, se esbarrou em um homem muito lindo e sofisticado, mas um pouco arrogante. 

SeokJin chega no curso e veste seu avental, seus alunos o esperavam. Começa a ensinar a nova receita e seus alunos os acompanham. Ele é serio no que faz, mas também sorri pra eles.

OBS: Jin passou no banheiro antes e tentou limpar a mancha do café, mas foi impossível. Pelo menos quando ele chegou à sala, seus colegas não o perguntaram sobre a camisa manchada. 

Mais tarde depois do serviço, foi convidado por um amigo para ir à festa de aniversário. O aniversariante são amigos dos dois, mas o Jin não estava muito a fim de ir, já que não é muito próximo do aniversariante, mas já o presenteou adiantado. 

Chegam à festa e viram que está rolando convidados dançando uma boa balada. O espaço para festa há também piscina e bebida gratuita. Jin e seu amigo Ken, chegam ao balcão e pede uma bebida ao garçom; que festa em.

–– Hanna, qual bebida você quer? –– Jin ouviu esta conversa, mas não teve curiosidade de olhar para o lado e saber quem se aproximou. Mas seu amigo Ken, sim.

–– Oi Lim, você por aqui –– sorriu Ken.

–– Essa é a minha amiga Hanna, ela veio do Brasil.

Ken e Hanna apertam as mãos. Hanna tem um olhar misterioso. Seus vestes estão incríveis; um traje de calça preta de cintura alta, camisa rosa presa na cintura e salto baixo e cor clara. Seus cabelos soltos destacaram muito bem o rosto bronzeado dela; isso o Ken achou lindo nela.

–– Você pode me chamar de Kauanin –– disse ela, sorrindo.

–– Posso chamá-la de Kauanin-ah?

–– Sim.

O garçom serve refrigerante no copo do Jin.

–– O que vão beber? –– pergunta Lim.

–– Cerveja –– Responde Ken e olha para o Jin. –– ei Jin-ah, achei que você pediu cerveja.

–– Não estou a fim de beber hoje –– responde e engole o líquido saboroso.

Hanna olha para o rosto do Jin e o reconhece. Ela resolve ficar quieta, na dela, e mesmo se o rapaz se aproximar dela, fingiria não o reconhecer.

–– Lim –– Hanna a chama –– vamos beber em outro lugar? –– Lim hesita.

–– Vamos sim. –– pega dois copos de cerveja que garçom serviu para elas –– Ken-ah, qualquer coisa estaremos perto da piscina –– se afastam dos homens.

Ken teve uma brilhante ideia; vai apresentar seu amigo Jin à Hanna.

–– Ei Jin-ah, vamos curtir a música.

–– Você sabe que eu não queria estar aqui, mas...

–– Ei, vamos lá man, temos que se divertir, hoje é sexta-feira. –– Jin hesita e concorda com o pedido.

–– Está bem, não vou ser chato com você –– sorri de leve e se afastam do balcão.

Eles dançam um pouco e Ken percebe uma coreana muito linda, dançando perto de si. Se aproxima com disfarce até a mesma o perceber. A mulher não percebe, mas Ken não desiste. Jin percebe o que seu amigo está fazendo e começa achar engraçado. Poderia fazer o mesmo? Não estava a fim disso também.

Jin começa a se cansar, sentindo que está dançando sozinho mesmo ao lado do amigo.

–– Ken, vou sair. –– disse e imediatamente saiu da pista de dança.

Finalmente a mulher percebe o Ken, mas a mesma não reagiu muito bem, não reagiu positivamente, então se afasta e começa a dançar com outras mulheres. Ken desiste e vai atrás do Jin.

O encontra e o direciona para o lado da piscina onde estão Lim e Hanna. Elas estavam a pés, conversando com o aniversariante Ravi; literalmente o baladeiro. Ele percebe aproximação do Ken e Jin.

–– Amigos –– sorriu. –– Que bom que vieram.

Jin se aproximou mais e percebeu a presença daquela mulher que o esbarrou mais cedo. Ao olhar para o rosto dela, continuou olhando, sem acreditar na coincidência. Sério, continuou olhando a, imaginando o como ela é desastrada; ainda não sentiu algo de estranho ao vê-la.

OBS: Eu disse “ainda?” sim, exatamente; AINDA.

Ken aproveitou a oportunidade de seus amigos estarem reunidos e disse: 

–– Jin-ah, essa é a Kauanin, mas podemos a chamar de Hanna.

Hanna se assustou, pois nunca passou pela sua cabeça que seria apresentada para o rapaz chato e grosso.

–– Hanna, esse é meu amigo Seok Jin.

Jin e Hanna apertaram as mãos, mas Jin não estava animado mesmo recebendo a simpatia dela.

Pouco depois; Jin, sozinho, esperando seu amigo trazer bebidas, começa a olhar para águas movimentadas da piscina; estava com pensamentos sobre a nova receita para segunda-feira.

Hanna ainda está próxima dele, mas estava com sua amiga Lim. De repente chega um maníaco bêbado querendo agarrar a estrangeira, que no caso, a Hanna.

Jin olha para trás e vê tudo, pensou em tirar o homem de perto, mas não queria se intrometer; está em cima do muro. Hanna tentando escapar das mãos do bêbado, se descontrola e encosta brutamente no Jin, fazendo o cair na piscina.

Jin viu tudo e não tinha tempo de escapar, mas caiu.

Se sentindo culpada, oferece a mão para o rapaz sair, mas o mesmo a rejeita; estava irritado com a situação. Sabendo que a culpa não foi dela, mostrou que estava intrigado com ela. O bêbado ri e é empurrado por Hanna; caiu no chão e ficou tonto. Jin quer ir embora, mesmo molhado. Pega seu carro e vai.

No outro dia, Jin desce escadas e ouve campainha sendo tocada; uma visita.

–– Jin Oppa –– Jungyeon o chama, da cozinha –– Abra a porta, por favor.

Jin se aproxima da porta e puxa para si, para descobrir quem é a visita. Mas é a pessoa quem ele menos esperava; aquela mulher, a tal de Hanna.

Hanna olha trás e seu sorriso falha, também se impressiona por ser aquele homem chato e grosso.

–– O que precisa? –– pergunta ele, sério.

–– Preciso entrar –– força o sorriso. Ele nota a mala de quatro rodas que a moça segura.

–– Você é a pessoa que vai morar aqui na pensão?

–– Sim. –– Jin tenta fechar a porta, mas Hanna segura. –– O que está fazendo? Não vai me deixar entrar?

–– Pra quê? Pra me sujar de novo? Não! Por que tinha que ser logo a minha pensão?

Eles continuam a fazer guerra de segurar a porta e fechar. Mas Jin, desiste de puxar a porta e faz com que Hanna empurre acidentalmente, com isso, Hanna caiu em cima do Jin ao chão.

–– Hanna chegou –– disse Jungyeon se aproximando da porta. Ficou feliz pela chega da estrangeira.

–– Que isso gente, não é lugar de namorar –– essa pessoa que brincou, é o namorado da Jungyeon.

Depois dessa frase, Hanna e Jin se levantam apressados e ajeitam as vestes que possivelmente ficaram amassados.

Intrigada com o que aconteceu, pega sua mala que está na porta e sobe escadas sem olhar para o Jin. Ela subiu com a Jungyeon.

Mais tarde, Jin aparece em casa com algumas compras da casa.

Deixe me colocar uma observação. Cada um dos moradores deve contribuir com a alimentação e gastos da energia e gás, além do aluguel, é claro. Óbvio que eu já programei isso também, juntamente com Jungyeon e o dono da pensão, o dono gente boa.

Voltando...

Jin entra em casa com algumas sacolas na não e vai para cozinha. Chegando lá, encontra Hanna preparando o lanche. Coloca compras na mesa e se aproxima dela que está no fogão, mexendo a panela frigideira. Olha para a pia descobrindo algumas panelas que não foram lavadas. 

–– Aigoo, por que eles não lavam o que sujam?! –– Hanna o olha.

–– Eu sujei essas panelas.

–– Eu não vou lavar o que você sujou.

–– A casa vai me ajudar a organizar a cozinha depois do lanche, ta?

“Que chato em” pensou ela.

–– Pode deixar que eu faça o lanche –– disse ele, lavando as mãos.

–– Não se preocupe, comecei, vou terminar.

–– Mas eu quero cozinhar!

–– Então me ajude.

–– Não. Eu quero cozinhar sozinho, não quero ajuda de ninguém. –– Hanna revira os olhos.

–– Então termina o que comecei! Aish! –– Joga o pano nele e se afasta do fogão.

Jin joga o pano na pesa e percebe Hanna o encarando. De certo ela espera que o mesmo deixe a comida queimar. Mas isso o Jin não quer.

Quando ele olha para a panela, percebe que é uma farinha branca que cobriu o fundo da panela.

–– O que é isso aqui?

–– Já que você quer cozinhar, se vire –– se aproxima do fogão, observa ele tentando descobrir.

–– Mas que farinha é essa?

–– Polvilho. –– levanta a frigideira pra mexer, mas ela protesta. –– Ei, vai quebrar! –– ele joga a massa pra cima pra poder virar, mas não estava pronto pra fazerem isso, por isso, a farinha se espalhou sobre eles.

Jin se preocupa por estar sujo de farinha, mas felizmente para ele, um quase finalmente, a mulher também está suja. Como a pele dela é do tom bronzeado, parece que ela exagerou no pó branco.

Isso ele acha engraçado, por isso, começa a segurar risos. Hanna não aceita que ele ri dela, portanto, pega o polvilho do saco e joga nele.

Ele pausa o sorriso e faz o mesmo com ela. Vingativa, pega água da torneira da pia e joga nele para que sua próxima ação seja melhor; pega novamente a farinha e joga nele, a farinha literalmente grudou.

Eles ficam com a guerra da sujeira, de jogar a farinha no outro.

Até que Jungyeon e seu namorado, aparecem.

–– Mas que bagunça é essa?

Jin percebe o que fizeram e culpa a estrangeira.

–– Foi a Hanna que começou!

–– Ele estragou o lanche –– se defende.

–– Vocês dois... –– Jung, estranha no que viu –– Jin Oppa, eu não sabia que gostava de se sujar.

Por causa desse comentário, Jin percebe que agiu de forma que nunca imaginou agir. Realmente por causa dessa mulher, está agindo estranho de como se permitir sujar e se divertido um pouco.

Ele não admite que se divertiu, isso quer guardar somente pra ele. Orgulhoso? De fato.

–– Isso foi uma briga –– disse ele e subiu para o quarto se limpar.

Hanna se sente culpada, desliga o fogão e sobe atrás dele.

–– Seok Jin. –– ele continuou andando –– Espere! –– parou e a olhou.

–– Depois conversamos –– educadamente disse isso, entra no quarto e fecha a porta. Ela suspira desanimada.

Jin começa a se coçar e vai direto para o seu banheiro do quarto tomar um delicioso banho para refrescar o calor do dia.

Sim, estão na estação do verão.

Hanna volta à cozinha e termina de preparar o lanche. Durante sua preparação, Jungyeon revela a estrangeira, sua nova amiga que seu considerado irmão, Jin, é alérgico a poeira.

Por causa dessa revelação, presumiu que atitudes dele querer ser limpo e manter a casa limpa, sejam pela alergia que tem.

Jin desce escadas e é avisado por todos.

–– Ei Jin, venha pra cozinha, a Hanna fez um lanche.

Jin obedece o pedido dos amigos e se aproxima da mesa. Todos elogiam o lanche dela. O chato Kim nota o prato que há uma coisa branca enrolada, como um pequeno cano de farinha.

–– O que é isso?

–– É uma comida do meu país, lá se chama tapioca, aqui não sei como se chama. Tem de sal e de doce. Recheio de queijo e outro o recheio de geléia.

–– Eu gostei –– disse Jungyeon.

–– Eu também –– disse o dono da casa, o senhor Choi.

Jin ainda nota a mesa organizada por Hanna, não somente tapioca, mas também frutas e sucos naturais. Também há chá em um pequeno jarro para o fim do lanche.

OBS: Sobre o chá é tipo, nós brasileiros que temos a mania de tomar café depois do almoço. [risos] Mas eu gostei de me fazer uma nutricionista da casa.

–– Onde você arrumou esse leite natural? –– pergunta o dono. 

–– Eu tenho uma amiga que vive na fazenda no interior de Seul e ela me deu o leite direto da vaca, então eu fervi.

–– Ohhhhh –– se impressionam.

Jin ainda está pensando, até que chega a conclusão:

–– Não estou com fome –– mente e volta pro quarto.

–– Mas oppa...

–– Hyong.

–– Ei Seok Jin-ssi.

Jin continuou os ignorando.

–– Aish, que chato –– resmunga Jungyeon. –– Vamos comer.

Hanna fica em silêncio também comendo o lanche.

Depois que todos comeram e ficaram satisfeitos, Hanna se vê sozinha na cozinha e resolve colocar sua ideia em prática.

Jin em seu quarto estudando a receita ouve alguém bater na sua porta. Se levanta e se aproxima da porta. Imaginou que seriam sua irmã de consideração ou o dono da casa para dar lhe sermões.

Ao abrir a porta, não encontrou alguém, mas olhou para baixo e descobriu uma pequena bandeja de lanche. Agachou, apanhou a bandeja e viu um pequeno papel grudado em um copo de suco dizendo:

“Este lanche pertence ao conzinhero Jin, então não mecxam, pois eu cuspi no lanche, pluft pluft”

Essa letra não é da sua irmã, então por alguns erros nos vogais presumiu que seja a Hanna que tenha deixado o lanche em sua porta. Sorrindo, entra com o lanche e fecha a porta. Ele estava doido pra comer, mas por orgulho, voltou para o quarto. Depois que fechou a porta, corre para a cama e rapidamente experimenta a famosa tapioca. 

Admitiu que está uma delicia. O que tinha na bandeja? Duas tapiocas com sabores diferentes, um copo de suco e uma pequena vasilha de frutas que eram morangos e kiwi.

OBS: As frutas mais comuns de serem comidas são morangos e kiwi, já aqui é banana. Me desculpem, vamos voltar à história. 

Outro dia de manhã, Jin sai do seu quarto e vai para cozinha tomar café da manhã. Não viu alguém, pegou o chá de erva cidreira pronta e serviu em sua xícara. Tomando, sua irmã de consideração, Jungyeon, aparece. 

–– Oppa, acho que está no tempo de colher morangos.

–– Vamos lá ver. –– deu mais um gole e deixou a xícara na mesa para depois voltar. Chegando no quintal que há plantas e algumas plantações de morangos, e cebolinhas, percebeu Hanna aguando as plantas através da mangueira.  

–– A Hanna onni gosta de jogar água nas plantas –– comentou a jungyeon.

Jin apenas ouve e fica calado; olha os morangos e decide:

–– Vamos esperar mais um dia até ficar maduros completamente.

Hanna sabe que os dois estão olhando morangos, mas não viu Jin se aproximar dela para olhar cebolinhas.

Ela virou para o lado junto com a mangueira para molhar outras plantas e acabou molhando um pouco, sem querer, o enjoado do Jin.

–– Ya! –– resmunga Jin e se levanta.

–– Juro, eu não te vi aí.

–– Você tem algo contra mim, não é? Me dê essa mangueira aqui. –– tenta tomar das mãos dela, ainda ligado.

–– Não –– tenta desviar, mas ele pega e ela segura –– Não terminei essa tarefa.

–– Solta.

–– Não!

Até que acidentalmente ela o molha inteiro.  Raivoso, toma de uma vez a mangueira e joga água nela também. Ela foge e ele vai atrás.

Admitiu que está começando a se divertir, por isso, ele está sorrindo. Ela começa a rir também e ambos começam guerra de água.

Jungyeon vendo toda aquela cena, começa a estranhar atitudes de seu irmão de consideração, ele nunca faria isso mesmo se fosse com a bias dele, a Sunny de Girls’ Generation.

Hanna estava esquecendo seus compromissos, por isso parou a brincadeira e disse que precisava se apressar.

Trinta minutos depois, Jin sai do seu quarto limpo e seco. Hanna também sai do quarto, o quarto que fica no mesmo corredor que o quarto do Jin. Kauanin estava de roupas folgadas e cabelo molhado, preso na toalha; ela está engraçada.

Ela traja roupas folgadas que parecem roupas masculinas; esse tipo de roupa é confortável para ela de se usar em casa.

Jin vê que sua nova colega da casa, está apressada por sair desse jeito do quarto, o que será?

*toca a campainha*

–– Pode deixar que eu atendo –– disse Hanna e corre para a porta principal receber a visita.

“Ela vai receber visita desse jeito? Deve ser alguma amiga dela” Pensou Jin.

Desde escadas e consegue vê quem é a visita; inacreditável... Ravi?

“Ravi? Aqui? Qual a relação dele com a desastrada da Hanna?” Pensou Jin, de novo.

–– Oi –– sorri ela –– Entre. 

–– Com licença –– disse o loiro do Ravi e percebe Jin na sala –– E aí brother.

–– Que surpresa você por aqui –– disse Jin e Ravi se aproxima dele para ambos cumprimentarem com o toque das mãos.

–– Você espera eu trocar de roupa? Esta manhã eu fiquei muito atarefada, me desculpe –– disse Hanna.

–– Eu espero sim –– sorri Ravi.

Hanna sobe correndo de volta para o quarto.

Ravi e Jin vão para a cozinha. Jin ainda não tomou café da manhã, então abre a geladeira para pegar o jarro de leite para tomar com café feito por sua irmã.

–– Foi embora mais cedo da minha festa –– comentou Ravi a Jin.

–– Eu tinha trabalho pra fazer –– mentiu, não exatamente mentiu, pois tinha mesmo trabalho, mas o verdadeiro motivo de ter ido embora cedo, foi por causa da Hanna que o empurrou acidentalmente na piscina.

–– Entendi. –– Ravi se senta na cadeira e Jin coloca o leite no copo.

–– Você não tem costume de vir aqui, qual a sua relação com a Hanna? –– colocou café no leite.

–– Você não sabe? –– Jin o olha no rosto do amigo e da o gole no leite –– Ela é minha namorada –– Jin engasga.

–– Impossível! –– tosse –– Desastrada como ela? –– Ravi fica desentendido –– Sério mesmo?

–– Sério. Eu vim aqui buscar ela para um passeio.

Jin começa a estranhar.

–– Desde quando são namorados?

–– Desde ano passado, a namorada que eu disse que ia vim, é ela. Lembra? Eu disse “Jin, minha namorada vai morar na pensão daqui dois meses”, mas parece que você nem ligou.

–– Eu lembro, mas nunca passou pela minha cabeça que é ela. Aliás Won Shik, eu achei que você estava com a Lim.

–– Como assim cara?

–– Na festa, eu vi você beijando a Lim. Hanna é sua namorada, mas beijou a melhor amiga dela. –– Ravi suspira.

–– As pessoas erram. 

–– Isso não foi um erro –– disse Hanna que ouviu tudo. Jin e Ravi se assustam e olham para ela –– Isso foi uma escolha.

Jin não sabia que ela estava escutando a conversa; por um momento se sentiu culpado por tocar no assunto.

Ravi travou a voz.

Hanna pede por explicação, mas por Ravi não conseguir responder, ela afasta da cozinha e o namorado vai atrás.

–– Kauanin! –– continuou o ignorando. Ele puxa o braço dela e consegue a parar. –– Pare de drama

–– Você não entendeu? Eu estou te ignorando porque não consigo mais olhar pra sua cara. Você sabe que foi difícil eu chegar aqui e trabalhar no curso que eu quero. Você sabe que eu acreditei em você. Mas você... Me fez de trouxa, pegou minha melhor amiga e ainda por cima pensou em casar comigo. Você acha que depois de casado você vai quietar sua bunda? Se queria terminar, era só ter feito isso antes do que ter me enrolado.

–– Hanna –– ela apenas o olha rancorosamente

–– Mas agora sou eu quem termina, acabou! –– sobe para o quarto.

Ravi fica sem palavras e a deixa ir.  Hanna sentiu uma horrível decepção e não quis acreditar mais se algum dia, ele a amou. 

Mais tarde, Jin volta do passeio que aproveitou o dia de folga com o Ken e chega em casa. Jungyeon já o avisa.

–– Oppa, até agora não vi Hanna sair do quarto, estou preocupada com ela.

Jin, silencioso, observa a preocupação da irmã e olha para cima, para a porta do quarto da estrangeira.

Depois que subiu escadas, bate na porta do quarto dela.

–– Hanna, você está bem? Hanna, abra a porta.

–– Estou bem, Jin.

–– Se estivesse bem, já teria saído do quarto do que ficar aí chorando.

–– Eu tenho direito disso ok?

–– Por favor abra!

Ela fica em silêncio e poucos segundos depois, ela abre. Ela está com olhar triste, mas não dava pra perceber se chorou bastante, pois ainda está maquiada.

–– O que você quer.

–– Quero conversar com você. Vamos pra sala.

–– Não quero ir pra sala, não percebeu como estou arrasada?

–– Quero conversar por aqui mesmo então?

Ela abre a porta e o deixa entrar.

Depois que Jin entrou, nota o quarto da moça. Ela senta no chão e ele faz o mesmo.

–– Por que de repente quer conversar comigo? Está por seu amigo Won Shik?

–– Não vim por ele, eu só me... –– pigarreia –– me preocupei, Jungyeon já passou por isso.

–– Que estranho, você parece o tipo de pessoa que se importa com você mesmo, mas... Acho que me enganei?

–– Enganou sim –– sorri fraco e ela sorri também.

Hanna, abraça os joelhos. 

–– Eu não gosto de ficar desse jeito, por que não vamos sair?

–– Sair, nós dois? –– parece que Jin está se preocupando com a proposta dela.

–– Vamos chamar sua irmã também.

–– Ah... –– olha no relógio do pulso dele; marcava ainda às 08 da noite. –– Se ela concordar...

Jungyeon, namorado dela o Moon Bin; Seok Jin e Kauanin. Eles estão em uma barraca de rua, comendo e bebendo.

Jung e seu namorado resolveram deixá-los a sós com desculpas que o casal, teria de fazer uma visita familiar.

Hanna vendo que está a sós com o Jin, resolve quebrar o orgulho e contar tudo a ele de como parou na Coreia.

–– Então você fez a faculdade de Museologia? –– pergunta Jin.

–– Sim. Primeira vez que eu vim, eu conheci o Ravi, mantemos o contato. Eu me interessei muito pelo país e decidi morar aqui. Então eu estudei muito a língua coreana em São Paulo com coreanos nativos, vim pra cá já como aluna na faculdade de museologia e agora estou aqui, trabalhando. 

–– Entendi.

–– Então assim que vim pra cá, fiz a faculdade e aceitei o namoro do Ravi.

–– Sinto muito pelo o que aconteceu.

–– A culpa não é sua, na verdade fico grata por você ter falado aquilo.

–– Está bem –– sorri –– Vamos beber.

–– Vamos.

Depois que eles acabaram com mais de 5 garrafas de soju, não caíram a ficha que já estavam bêbados.

Jin tira da carteira dele notas de wons e da à senhora responsável o pagamento.

–– Ei rapaz –– disse ela –– Você está me dando conta errada –– devolve o troco à ele, mas o Jin não guardou dinheiro. Ela guarda dinheiro pra ele. –– Vão, vão. Aigoo, vou chamar o taxi. Aigoo eu não sei onde eles moram.

Ela pegou o celular dele e fez uma ligação para o contato que estava escrito “Jungyeon dongseng” que também estava na lista de chamados.

Por causa desta ligação que a senhora da barraca fez, Jungyeon e Moon Bin, pegam o táxi para voltar ao local; se preocuparam por saber que seu irmão de consideração e sua amiga, estão bêbados.

Por ser corrido demais para a senhora, não viu os bêbados saírem da barraca.

–– Olha, vamos fazer a corrida –– disse Hanna, tonta. Jin sorri tonto e vão ao parque na próxima rua.

Eles agacham e contam.

–– 1...2...3... Já!

Eles apostam a corrida e pulam juntos, como se estivesse alguma cerca para pularem; uma placa. Mas aí chegam à pequena cerca de verdade, e tentam atravessar, mas para eles está impossível.

–– Ah eu vou tirar –– disse Jin e faz o que disse.

Hanna continua correr e toca na árvore em sua frente primeiro.

–– Ganhei –– Ri que nem uma doida e Jin a abraça comemorando junto.

Eles viram um boneco de comercial e começam a fazer loucuras. Eles andam abraçados de lado, tontos.

Meu Deus! Foi a maior vergonha que passei!

Jin liga a música animada no seu celular e começa a rir como doido também, junto com Hanna; além de dançar, também cantam. 

O boneco é apenas um boneco e não de verdade, mas eles conversam com ele também.

–– Vamos tirar uma self –– disse Jin

–– Vamos –– Jin abre a câmera frontal e tiram fotos dos dois juntos, ambos com cara de sono. Qualquer um podia julgar que estavam bêbados se verem a foto, mas a foto que marcou a amizade.

Enquanto isso...

Jungyeon e seu namorado saem da barraca.

–– Moon Bin-ah, onde será que eles estão? –– disse olhando para os lados.

–– Não faço ideia, mas vamos procurá-los. –– tentam mais uma vez falar com o irmão pelo telefone, mas só chama e não atende.

Andando próximo, conseguem encontrar o casal mais doido da rua, dançando com um boneco.

Jung e seu namorado, correm até eles.

–– Jin Oppa, o que está fazendo? –– Moon Bin segura o seu “cunhado”. Jung tenta segurar a Hanna, mas ela cai sentada no chão, rindo. –– Hanna, se levanta –– Hanna engatinha.

Jin percebe seu cunhado o segurando

–– Ah, você veio? Agora já pode voltar! –– ele vê Kauanin no chão –– Ei Hanna –– disse Jin –– Por que está engatinhando? Você não é gato! –– também ri, mas ri dela –– Acho que vou engatinhar também. –– agacha, mas Moon o segura.

–– Ei ei cunhado, o que está fazendo, você está doido.

–– Vamos levá-los embora.

O casal normal, seguram o casal doido.

Assim que chegaram na casa pelo carro do Moon Bin; com dificuldade, sua namorada e ele, levam os bêbados para a sala, mas Hanna cai no chão.

Jin vê que amiga da bebida cai e também cai por conta própria.

–– Vem cá Hannazinha, vou te consolar –– disse Jin e fica de barriga pra cima para ela deitar em seu peito.

–– Ah sério? Ok –– disse Kaua e deita no peito dele.

Jungyeon e Moonbin, ficam intrigados com a situação, eles não esperavam isso acontecer, principalmente Jin, beber e ficar desse jeito.

–– Será que eles vão se lembrar depois que acordar? –– pergunta o namorado.

–– Eu pensei nisso, então tive uma boa ideia –– sorri maldosa, tira o celular do bolso e tira a foto dos dois, que já estão apagados.

No outro dia, Jin acorda sentindo a cabeça pesada e percebe Hanna deitada em seu peitoral. Sentiu cabelos perfumados e ao mesmo tempo cheirando álcool. Ele se lembra tudo da noite anterior e se sente envergonhado. Estão no meio da sala, no chão.

–– Hanna –– a chama para a mesma acordar. –– Kauanin, acorde!

Ela acorda e sente corpo dolorido e cabeça pesada também. Percebe que está deitada no Jin.

–– OMO! –– se levanta apressadamente e sente tontura –– Ah minha cabeça. –– olha assustada para o Jin que não parecia tão surpreso por acordar assim, já que se lembra tudo. –– Por que estamos aqui?

Jin aproxima seu rosto no dela, desentendido de sua pergunta.

–– Você não se lembra? –– ela recua e nega com cabeça. Jin ri debochado –– Logo logo se lembrará e sentirá um horrível sentimento. –– Se levanta e sente seu estomago revirar. Corre ao banheiro de baixo.

Hanna se lembra pouco, mas não quer dizer que não se lembrará do resto. Se levanta e com dificuldades de subir escadas por causa da dor no corpo e cabeça, consegue chegar ao destino, o seu quarto.

Eles, arrumados, saem ao mesmo tempo do quarto e se encaram. Hanna está envergonhada, ele também. Se aproximam da escada e se olham; Jin pigarreia e permite que ela desça primeiro.

Chegam à cozinha recebendo a reação maliciosa dos amigos que os esperam na mesa para tomarem café da manhã.

–– Bom dia –– disse Jungyeon, ironicamente –– Dormiram bem?

Eles ficam calados, ainda envergonhados.

O café da manhã foi preparado por Jungyeon. Jin se senta ao lado da irmã que fica de frente à Hanna.

Ela e Jin pegam a carne no mesmo tempo, com hashi e, se olham. Eles competem quem pega primeiro a carne. Jungyeon percebe atitudes infantis dos dois.

–– JIN OPPA! –– Jin e Hanna, olham para ela e param. –– Aigoo –– nega com cabeça, leva com seu hashi e da dois pedaços de carne e coloca no prato da Hanna.

Kauanin pega kimchi e coloca no prato da amiga.

–– Galera, foque aqui –– disse Moon Bin e se levanta –– Quero atenção de todos pra eu dizer algo importante hoje.

–– O que foi? –– disse o dono da pensão.

–– Jungyeon –– olha pra ela –– Tenho algo pra te confessar –– ela se assusta, olhando pra ele.

–– Confessar o quê?

–– Eu... Não aguento mais essa vida...

Jin se assusta por imaginar que o cunhado, quer terminar o namoro.

–– O que está dizendo? –– pergunta Jin

–– Jungyeon... Não quero mais essa vida de namoro... –– tira algo do bolso com mãos fechadas –– Quero a vida de casado –– sorri aberto e abre as mãos revelando duas alianças. –– Aceita se casar comigo?

Jin suspira intrigado e concentra na sua comiga. Jungyeon, surpresa, deixa seus olhos lacrimejarem e abraça seu noivo.

–– Aceito sim.

–– Omo, parabéns –– felicita Hanna batendo palmas.

–– Todos vocês, serão nossos padrinhos –– disse Moon.

–– De acordo –– disse Jung.

O tempo foi passando e Jin e Hanna foram se aproximando mais.

Jin chega do trabalho à noite e encontra Hanna em frente pra TV, comendo um pote inteiro de sorvete; olhos delas estavam borrados de rimel e lápis, possivelmente tenha chorado por Ravi.

–– Que isso Hanna, ainda sofrendo por Won Shik?

–– Não estou sofrendo por ele. –– respira fundo por causa do choro. Jin vai à cozinha, pega colher e volta pra sala; ele se senta ao lado dela.

–– Então por que está fazendo papel de trouxa? –– pega o sorvete com sua colher.

Hanna o olha incrédulo.

–– Estou com saudade dos meus pais, é isso!

–– Mesmo?

–– Sim. –– realmente ela falou a verdade.

–– Mesmo?

–– Sai daqui –– toma o pote somente pra ela.

–– Ei, você tem que aprender a dividir! –– resmunga.

–– E você tem que aprender a acreditar em minhas palavras.

–– Eu só tirei onda com a sua cara, qual é em?! Você pode brincar comigo e eu não posso com você? Me da o pote! –– toma pote dela.

–– YAAAA.

–– Vamos comer nós dois, você vai acabar ficando diabética comendo sozinha.

Eles quietam e concentram no dorama que passa. Eles assistem Moon Lovers. A cena que está passando, é a parte que a mocinha, machucada, é deixada por oitavo príncipe.

–– Omo! Que vadio! –– resmunga Hanna.

–– Que bastardo louco!

–– Tomara que apareça o primeiro príncipe.

–– Tomara que ela arranque cabelos dele.

–– Tomara que ela dê o coise no meio das pernas dele. –– Jin a olha com sobrancelhas franzidas.

–– Que maldosa!

–– Claro, é nessas horas que a mulher deve agir. –– Jin bufa e termina de comer todo sorvete que restou. Hanna pega, mas percebe que acabou. –– Aigoo, como você come.

–– Você comeu mais que eu!

–– Foi você!

Depois da pequena discussão, decidem ver o filme e no meio do filme de ação, eles adormecem. Hanna adormece nos ombros dele; ele adormece em cima da cabeça dela. Ficou fofa esta cena.

Ele acorda e percebe sua amiga no seu ombro. Abraça-a de lado e a pega no colo; ele a leva para o quarto dela.

A deita na cama e admite o como fofa está, dormindo. Primeira vez que a vê dormir.

–– Não, não não pode isso –– nega pra si mesmo sobre estar gostando dela. –– Impossível!

Estende cobertor nela e sai do quarto.

Chegou o grande dia, o casamento da Jungyeon e Moonbin; foi uma festa. Como Hanna é brasileira, Jung pediu que ela ajudasse a organizar o evento e que as madrinhas possam usar vestidos longos do modelo que quiser, contanto que entre com a noiva para apresentar serem madrinhas.

Jin está ajudando o noivo a se manter a calmo, pois está bastante nervoso.

–– Calma cara –– disse Jin –– Está mais nervoso que a noiva.

–– É meu casamento cunhado, aigoo.

–– Vou no salão saber como está organização, não tenho paciência pra te aguentar até a cerimônia.

Jin chega primeiro no salão notando que algumas pessoas estavam recebendo convidados e direcionando convidados da família para a mesa reservada. Ele vê uma mulher de vestido longo com mangas de rendas, um vestido da sua cor preferida que é rosa; ela está de costa. Presumiu ser Hanna pela cor de sua pele e pelos cabelos escuros soltos. Ela olha para trás, mas não para o Jin. Seokjin... Fica boquiaberto, admirando a beleza dela, a beleza que ele não reparou que tem.          Tudo para ele está em câmera lenta; ela está deslumbrante.

Ken se aproxima do amigo e percebe o que está acontecendo.

–– Humm –– faz cara de malícia ao amigo. –– HANNA –– Jin dá sermões ao amigo, por chamá-la. Hanna, sorrindo, se aproxima.

–– Me chamou?

–– Sim –– disse Ken –– Só queríamos dizer que você está muito bonita. –– olha pro Jin que não olha direito pra Kaua –– Não é Jin-ah –– esbarra nele.

–– Hã? Ah... Você está –– disse Jin –– Eu tenho que ver como está o noivo, vejo vocês agorinha –– encarou ameaçadamente ao amigo, dá soco no braço dele e se afasta.

–– O que foi? –– resmunga Ken pro Jin que está saindo. –– Aish que chato.

–– Deixa ele, quer me ajudar a espalhar pétalas de rosa? –– sorri

–– Onde?

Hanna e Ken andam vagamente na passarela da noiva, jogando pétalas de rosas para completar o enfeite do grande dia da Jungyeon. Sobre isso, Jungyeon não sabe, e isso é uma surpresa que Kauanin, preparou.

Está tudo organizado, começando a cerimônia. Hanna e mais duas madrinhas são únicas a usarem vestidos longos; mas entre convidadas.

Jungyeon fica impressionada por tapete vermelho está cheio de rosas, felicitada, sorriu e agradeceu mentalmente à Hanna.

Por ordem; a noiva está na frente e as três madrinhas atrás.

A noiva está linda que fez seu noivo encher os olhos de lágrimas, pela felicidade.

Depois da cerimônia, acontece a festa em outro salão, onde há mesas e cadeiras para serem servidos de bebidas e alguns salgados.

Jin resolve se sentar na mesa que está Hanna, que não para de conversar com uma das madrinhas e o Ken.

–– Então foi isso, eu arrumei algumas pétalas de rosas e com ajuda do Ken, espalhamos pelo tapete vermelho –– disse Hanna.

–– Eu vi como a noiva ficou surpresa quando viu isso –– disse Ken.

Jin decide entrar na conversa e Hanna puxa papos com ele junto com os outros, e sem perceber, acaba que no meio da conversa, Jin e Kaua começam com jogo de palavras, riem toda hora do sotaque engraçado de Hanna e acabam bebendo também.

Que lesado do Jin não perceber que Hanna foi primeira mulher o fazer rir a toa.

Jungyeon vê seu irmão e Hanna beberem.

–– Nãaaaaaaao –– corre até a mesa que eles estavam, mas já é tarde; o casal anormal, estão bêbados. –– Bem no meu casamento? EU VOU MATAR JIN OPPA.

–– Calma querida –– disse seu marido –– Não fique nervosa com isso, vamos aproveitar o dia, hã?

No outro dia, Jin e Hanna acordam com o barulho do carro buzinando. Eles percebem estar na mesma cama, debaixo do cobertor no quarto dela. Eles se olham e se assustam; se levantam e percebe que Jin está apenas de cueca Box e ela apenas de camisola.

–– Ah! –– Os dois exclamam impressionados e se cobrem com a coberta.

–– O que aconteceu? –– pergunta Jin

–– O que você está fazendo aqui? –– resmunga –– Por que isso está acontecendo?

–– Estamos no seu quarto, você me arrastou aqui!

–– Você enlouqueceu? Não sou esse tipo de mulher AISH! Temos que sair daqui antes que nos vejam!

–– Verdade.

–– Sai, vá rápido.

Jin se levanta e agacha, pega roupas dela e joga pra ela e fica com o dele. Abre a porta e ve o dono da casa subindo escadas; fecha a porta.

–– Está impossível a gente sair daqui agora –– avisa.

–– Saia pela janela! –– Jin regala os olhos.

–– Enlouqueceu? Estamos no primeiro andar, louca!

–– Não me chame de louca, anda logo!

–– Você num tem ideia melhor não?! 

–– Você está me distraindo com esse seu ABS, não tem como pensar na ideia melhor!

–– Troque de roupa e vai primeiro, daí você me dá cobertura.

–– Não posso trocar de roupa na sua frente.

–– Você acha que não sei que você tem uma pinta no meio da sua cocha?

Hanna fica boquiaberta pelo comentário dele.

–– Seu pervertido, você ficou olhando pras minhas cochas? –– joga travesseiro nele.

–– Ya, acha que não me lembro de nada ontem? –– ela fica de olhos regalados, impressionada.

–– Quer dizer que... –– Imagina tudo o que poderia ter acontecido –– Nós...

–– Acho que não. –– cruza os braços –– Não tenho memória disso! Troque de roupa logo, aish!

–– Então fique de costas! –– Jin revira os olhos e faz o que ela mandou.

Assim que terminou de trocar de roupa, sai do quarto e observa o corredor e a parte de baixo da casa, como não há ninguém, dá sinal pro Jin sair e correr pro quarto dele. 

Mais tarde, Hanna que está no sofá, lendo sobre histórias de museu, começa a se lembrar da noite passada. Ela se lembrou que Jin e ela, chegaram da festa e decidiram para no quarto dela. Jin confessou a ela o porquê é tão fresco e chato com as mulheres, pois ele também já se decepcionou com uma. Portanto, Hanna decidiu fazê-lo esquecer da mulher e se esquecer do Ravi também.

Por isso, Jin tirou a roupa e ficou de Box. Ela bateu palmas e trocou de roupa, colocou camisola preta. Com isso, Jin viu uma pinta na cocha esquerda dela. Ela apontou pra ele e disse, do jeito tonta de bêbado: “Olha, Jin, tome cuidado comigo que não vou deixar você me usar”. Riu e caiu na cama. Seok riu também e pegou a coberta e deitou com ela. Olhou pro rosto risonho dela percebendo o como é lindo o sorriso dela. Disse: “você é louca, mas eu gosto disso” Se cobriram e apagaram.

Depois que Hanna se lembrou, começa a se sentir envergonhada.

O dono da pensão, o senhor Choi, resolve fazer convite para Hanna:

–– Kauanin... Vamos ao karaokê com meus filhos e Jin?! –– ela hesita: “Se o Jin for, vou ficar bem desconfortável com ele”

–– Ah senhor Choi... Não acho que estou com clima pra isso.

–– Por que não? Karaokê é o lugar onde você queria ir muito com a gente.

–– Por minha causa, é? –– intromete Jin.

–– Não é...

–– Acho que é sim! Mas acho que você não está a fim de ir comigo, pois eu ia te chamar pra ir no show do Huh Gak, comigo. –– mostra dois convites.

Ela abre a boca impressionada. Show de Huh Gak sempre foi o desejo dela.

Ela pigarreia e diz:

–– Está bem, não pensa que está me subordinando, é porque temos que aproveitar a oportunidade, o ingresso do show dele é caro. –– Jin sorri.

Eles chegam à karaokê e convidam Hanna começar a cantar. Jin está a provocando dizendo que não se diverte.

Ela começa a cantar, mas cantar super mal. Jin começa a ficar assustado e Kaua o irrita dessa maneira.

Jin toma o microfone dela e começa a cantar awake. Por causa da voz magnífica dele, Hanna o observa por um longo instante, está admirada pela voz dele.

“Yeah, is my true... Is my true. Ontong sangcheotuseongigessji. But is my fate, is fate. Geuraedo balbeodungchigo sipeo. Maybe I, I can never fly…”

Deu a hora e Jin avisou que está na hora de ir para o ginásio assistir o show do Huh Gak.  

–– Por que você não me disse que era hoje? Como estou horrível! –– reclama Hanna.

–– Pra quê? Pra demorar horas pra se arrumar? É só um show. Vamos ou não?

–– Vamos! –– o puxa para fora do karaokê; está ansiosa pra chegar logo.

Os ingressos são da pista que do meio, onde há cadeiras. Ingresso para esta pista, foi limitada, portanto, Moon Bin foi rápido para comprar.

O quê? Moon Bin?

Sim, Moonbin comprou dois ingressos para irem ao evento, mas pensou bastante e deu para Jin, convidar Hanna. De todo jeito ele e sua esposa não iriam para este evento, por causa da lua de mel que Jungyeon reservou para este dia.

Eles acham duas cadeiras disponíveis e sentam. Hanna fica cada vez mais apaixonada pela musica e Jin percebe que ela tem bom gosto. Admite que está se divertindo com ela mesmo que pra ele, é louca e estranha, mas de alguma maneira, ela o faz bem.

Huh Gak começou a cantar sua música One Person e a letra dizia:

“Eu estarei até mesmo com sua dor. A única pessoa que me fez sorrir neste mundo difícil. Se vir para mim é muito difícil, então fique aí parada, porque eu vou para você”.

Esta letra, está fazendo sentido pra sua vida. 

–– Hanna –– a chama perto do ouvido dela –– Este refrão, combinou muito com a minha vida.

–– Hum? –– olha pra ele.

–– Quer dizer –– continua olhando pra ela; o coração dos ambos, estão acelerados, os deixam nervosos por estarem de rosto perto assim, simplesmente para conversar –– A nossa vida.

Ela não entende, e isso Jin percebe. Se aproxima do rosto dela, olha nos lábios dela e a beija. Ela não rompeu o beijo, o correspondeu. Jin segura o rosto dela e continua com o beijo.

Eles se afastam.

–– Por que estou nervosa? –– pergunta Hanna.

–– Também não sei.

–– Você também está nervoso?

–– Também não sei se você está nervosa –– brinca, ela bate nele.

O show acabou e eles caminham de volta para pensão. Hanna fica bastante pensativa, isso foi muito rápido para ela, mas os dois já se conhecem há meses.

Durante o caminho, ele pega na mão dela e revela.

–– Será que estou gostando de você?

–– E se isso passar?

Ele pára a caminha.

–– Eu não quero que isso passe. Não quero esconder isso dos outros, quero namorar você livremente.

–– Sério? –– ela está preocupada –– Sou estrangeira.

–– E quem disse que amor precisa de lei? –– sorri. –– Você já namorou um coreano.

–– E não deu certo.

–– Eu não sou Ravi, eu sou quem eu sou.

–– Parece que tudo está acontecendo rapidamente –– sorri ela.

–– Não pense que estou aproveitando de você, você sabe que sou um cara fresco e chato, porque eu estaria brincando com seus sentimentos?!

–– Você está certo, você já sabe o que é se decepcionar, não vou questionar sobre isso.

–– Você é estranha!

–– O quê?

–– Mas eu gosto! –– riu.

–– Idiota –– ri e bate de leve nele e corre. Jin corre atrás.

–– Ei, está fugindo pra onde?

–– Se conseguir me pegar, eu namoro você.

–– Serio? Então volte aqui!

Eles estão perto da pensão, andando de mãos dadas, felizes. Até que...

–– Jin? Hanna? –– o casal olha para trás e descobre o Ravi, confuso por vê-los de mãos dadas. –– Não me digam...

–– Sim, estamos namorando –– confirma Jin, sem soltar a mão da Hanna. –– Kauanin, entre, eu preciso conversar com Won Shik.

Hanna suspira cheio de dúvidas e vai primeiro para pensão, que só faltam poucos metros.

–– Que história é essa Seok Jin? Somos amigos, vai namorar ex de amigo?

–– Qual é o problema eu namorar a pessoa que eu gosto?

–– Mas ela?

–– Você nunca gostou dela –– Ravi suspira indignado –– Aliás, você devia estar feliz por ela estar com a pessoa que a faça feliz.

–– Eu gosto dela sim! Não venha me provocar –– se aproxima do Jin e o encara –– Mesmo assim, não é certo o amigo pegar o resto do outro.

–– O que disse? –– Jin começa a ficar raivoso –– “resto”? É assim que você trata as mulheres quem você mesmo não as valoriza?!

–– Você não tem nada haver com isso, eu sei que errei, mas eu ainda a amo!

–– Mentiroso!

–– Me chamou de quê?

–– Mentiroso e hipócrita. Diz que ama a garota, mas a menciona como resto, você não presta! –– dá soco nele.

Ravi desequilibra, fica com raiva e revida. Eles começam a brigar sem parar. Um derrubando o outro e ficando por cima do outro.

Eles se cansam e resolvem parar a briga, vendo que estão com rosto machucados.

–– Você acha que Hanna te merece? –– disse Ravi

–– Ela merece o homem que a ame, e que não a troque por melhor amiga –– disse sentindo dores na barriga por causa da briga.

Jin chega na pensão e todos se preocupam quando o vê ferido.

–– Ei Seok Jin-ssi, o que aconteceu? –– pergunta o senhor Choi.

–– Tive uma briga.

Hanna não consegue dizer uma palavra, já sabe que foi briga com Ravi, mas não tem certeza do motivo. Ela pega a caixa de primeiro socorros e cuida dos ferimentos dele, na sala mesmo.

Eles conversam e Jin abre o jogo, enquanto a namorada está cuidado de suas feridas.

–– Eu sei que você ainda está com um pé atrás, Kauanin... Mas sinceramente, quero muito me dar certo com você. –– disse olhando pro rosto dela. –– Não vai dizer nada?

–– É só com o tempo, Jin. Você sabe o que passamos e não queremos que isso se repita.

–– Eu sei. Vai dar certo, confie –– sorri fazendo a sorrir junto. 

E assim aconteceu, saímos muitas vezes; tomamos sorvete, compartilhamos algodão doce, fomos ao parque de diversões; viajamos e se divertimos bastante colhendo repolhos, que nossa, estavam pesados. [risos] Fomos parceiros em tudo, qualquer um diria que éramos casal de melhores amigos casados. Esta semana de viagem para conhecermos melhor o outro, foi uma das melhores viagens da minha vida; tivemos a oportunidade de descobrir defeitos e qualidades. Admitimos que o destino nos fez cruzar o caminho do outro para aproveitarmos a felicidade. É isso... Ele está no meu destino. 

Ele é o melhor parceiro que tive e me fez muito feliz, ops, ainda me faz feliz, me desculpe Jin. [risos] Se sou melhor parceira pra ele? Claro que sim, e se ele não acha isso, eu acho! Ele disse para eu parar de brincar, pois quer comer logo.

Ah, onde estamos? Estamos nas ilhas de Jeju, sabe onde é isso? Fica na Coréia mesmo, só que é uma ilha. É um lugar maravilhoso e recomendo passarem por aqui caso irem à Coréia.

Bom, meu marido está me chamando...

[risos] brincadeirinha, ele ainda não é meu marido, pois pela frescura e chatice dele, estamos no côrte. Mas Hanna, o que é “corte”? É o período de conhecer a pessoa antes de se casar, por isso ele fala “corte” ao invés de “namoro”. Entenderam?

Então deixe me indo e foi um prazer contar a história pra vocês, até mais. 


Notas Finais


Gostou Hanna? Gostaram? Não esqueçam de comentar, please ^^

Vestido que a Hanna usou na festa (finge que tem manga de renda)
http://adworks.pk/wp-content/uploads/2014/05/pink-Long-party-dress-for-women-wear.jpg

Até mais ;**


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...