História Meu destino é diferente - Capítulo 13


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Categorias Originais
Tags Anjos, Aventura, Fantasia, Ficção, Universo Alternativo
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Palavras 1.239
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpa a demora, tava sem tempo.
Vou tentar posta de três em três dias ou dois.
Boa leitura !

Capítulo 13 - Persseguição e armas


No momento estou escorada na parede, enquanto Rilam e Gabi discutem como foi bem dada a surra que dei no Francis, que por sinal saiu mancando enquanto era carregado por dois outros garotos.
 - Lia - chama Cas - vai mesmo ficar ai enquanto o a baile segue, ou vai vir dança logo com migo ?
   Ele tem rasão, pego sua mão e vamos para a pista, a musica que esta tocando é lenta, coloco os braços ao redor de seu pescoço e ele em minha cintura, começamos a balançar ao ritmo da musica, confesso que essa proximidade é ótima, descanso a cabeça em seu ombro sentindo o cheiro de seu perfume masculino suave.
 - já disse que você esta linda ? - pergunta.
 - sim - digo.
 - Lia, o que esta achando disso tudo ?
   Tiro a cabeça do seu ombro e o olho.
 - confuso, é muita coisa pra absolver.
 - não se preocupe, vou sempre esta a seu lado - diz.
   Tudo aconteceu meio rápido em um segundo estou olhando seu olhos negro e no outro ele me beija, fecho os olhos e correspondo, ele me trás pra mais perto de se. É uma sensação ótima ser beijada por Castiel, é como se tudo de repente desaparecesse ... eu gosto dele. nos separamos e mantemos as testa coladas, abro os olhos e encontro um par de olhos negros me observando com um certo brilho.
 - Lia eu ...
 - não estrague o momento com palavras - digo.
   Ele sorri e me beija novamente, porém uma explosão nos faz parar, as luzes se apagam e grunhidos estranhos são ouvidos.
 - Lia, hora de ir - diz e me pucha pela multidão pra porta, as pessoas ao nosso redor perecem não esta ouvindo os grunhidos, pois só estão reclamando, vejo o que parece gárgulas cinzas voando sobre a multidão procurando algo, que tenho certeza que é por mim. Fora do ginásio outros seres de olhos brilhantes estão escondidos na escuridão do telhado. Encontramos Rilam e Gabi no estacionamento.
 - eles nos acharam - diz Rilam.
 - tire a Gabi da que, vou levar Lia de volta - diz Castiel.
   Rilam concorda e leva uma Gabi sem entender nada pra o carro. Eu e Castiel entramos no carro e ele acelera, pelo retrovisor vejo ... o que é aquilo ?! bichos enormes no formato de cachorros , negros e com rastreadores em sima perseguindo o carro, suas bocas espumando mostrando dentes pontiagudos, estremeci.
 - Castiel o que é aquilo ? - pergunto.
 - se eu ti contar você não dorme essa noite - diz.
   Algo bate no carro o fazendo rodopiar, Castiel recupera o controle , no momento estou encolhida , ele vira o volante fazendo uma curva fechada, se não foce o sinto não estaria consciente agora. Após fazer mais algumas corvas de suicídio, despistamos os bestas , Castiel dirige ate a encosta de um rio e sai do carro, o sigo.
 - por que estamos aqui ? - pergunto.
 - precisamos abandonar o carro - responde.
 - e como iremos pra casa ?
   Ele sorri, tira o bleizer e me entrega.
 - Lia esqueceu que sou um anjo - diz - vista o bleizre hoje esta fio.
   Eu não admito mas por um segundo tinha esquecido, visto o bleizer e Castiel libera as asas rasgando a parte de trás de sua camisa social, ele joga a gravata de lado, e se aproxima de mim, me pega pela cintura e alça voo, acima das nuvens esta maio frio e Cas me aperta contra se me fazendo ficar com as costas emprençada em seu peito quente, me aconchego em seus braços.
  

   Assim que aterrissamos , entramos rapidamente em casa , a mesma que esta em silencio total, acho que a Mari ainda não voltou, vou para meu quarto e tiro o vestido, a maquiagem e solto o resto do cabelo, tomo um banho quente e visto meu pijama. Desso pra cozinha , onde Castiel esta comendo uma fatia de pizza.
 - tem no microondas - diz.
   Pego uma fatia e suco na geladeira, me sento na mesa.
 - Lia, em dois dias vamos para outro lugar - diz Castiel.
 - porque?, aqui é seguro - digo.
 - em pouco tempo é seu aniversario e precisamos esta la antes.
 - porque meu aniversario é tão importante ?
 - Lia - suspira -  quanto mais sabe, mais perigoso é, por isso precisamos ir a um lugar mais seguro para te explicar e executa tudo sem interrupções.
   E novamente não vou saber mais nada,termino de comer e Castiel se levanta.
 - a Mari chegou e preciso te explicar umas coisas na sala de treinamento, vem.
   Ele me leva ate o porão onde todas aquelas armas estão.
 - sente-se - obedeço - nós meio-mundo, que são mundos pela metade e que são muito pequenos mas existe vários dele, armas são transportadas por eles constantemente, vários artesões vivem neles , seja pela lava ou minérios, la eles fazem armas que são encantadas ou não , para todo tipo de ser que page o preço. 
   Ele vai ate a parede e pega uma lança,uma espada e uma adaga, e as coloca na minha frente, todas parecem ser de ouro ou um metal parecido.
 - existe três tipos de armas, as feitas por homens, as por artesões na lava do rio do meio-mundo bolha - que criatividade - ou em outro, e as enfeitiçadas, essas armas são divididas nas classes E,F e R e cores vermelha e azul que são as ouras dessas armas.
 - as armas tem aura ? - pergunto cada vez mais interessada.
 - sim, agora escolha entre essas três a que acha ser a mais mortal.
   Olho atentamente para cada uma, e a escolha mais obvia é a espada , mas algo na adaga e na lança me chama a atenção, vejo um brilho de relance na lança , o que me assustou, que estranho.
 - a lança - digo, e Castiel sorri.
 - por que não escolheu a espada ? - pergunta.
 - algo na lança me chamou a atenção.
 - mas um sinal de que você não é humana - diz - a espada foi feita por humanos e não tem efeito em especies de outros mundos, já a lança pra nos é como uma faca pra humanos perigosa , mas não seria fácil matar um anjo , já um monstro teria que acertar em cantos específicos, já a adaga que é encantada é mortal , com um unica corte faz um estrago enorme.
   É impressionante como uma arma tão pequena pode ser tão mortal.
 - se você se esforçar e se concentra vai vê a aura ou um vislumbre dela , vermelha da lança e azul da adaga.
   Me concentro olhando atentamente para as duas armas e consigo ver relances de cor como se estivessem piscando, ai a vista dói.
 - vai com calma Lia, é a primeira vez que tenta ver a aura de algo, com o tempo vai ser tão normal quanto respirar - diz.
   Castiel recolhe as armas e as coloca no mesmo lugar, ela vem ate mim e me de um beijo na testa , aproveito a sensação.
 - vá dormir Lia, amanhã vai ser cansativo - diz.
    Ele se afasta e vai ate o altar do outro lado da sala , se sentando como se fosse meditar. Bocejo e vou para meu quarto.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Ate o próximo !


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