História Meu destino é diferente - Capítulo 14


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Categorias Originais
Tags Anjos, Aventura, Fantasia, Ficção, Universo Alternativo
Exibições 9
Palavras 1.182
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


AVISO !
em breve farei um cap com o Castiel narrando uma parte .
Boa leitura !

Capítulo 14 - Mãe ....


No dia seguinte, após o café da manhã , Castiel, Mari e eu estamos na sala de treinamento, cas disse que ia me ensinar algo.
 - Lia, hoje é nosso penúltimo dia aqui e eu quero te ensinar a imobilizar o oponente, e quem sabe a lutar, vem Mari, ela vai demonstra o que fazer.
   Castiel vai ate Mari que esta de costas pra ele e coloca a mão no ombro dela, a mesma que pega seu braço e o joga no chão.
 - essa foi boa maninha - diz.
 - eu sou a mais velha.
   Cas levanta e a abraça por trás , Mari da uma cotovelada nas costelas dele,um pisão no pé e uma cabeçada no queixo, deve ter machucado, e pega seu braço girando pra trás e o derrubando, sentando em sima de suas costas em quanto segura seu braço, do nada a Mari olha pra sima e sai de sima de Castiel indo pra fora da sala, estranho.
 - o que deu nela ? -pergunto.
 - chamada dos anciões - responde.
   Ele senta segurando o pulso, vou ate ele e me ajoelho ao seu lado.
 - o que ouve ?
 - só a Mari que usou força de mais e o seu anel de noivado, que é encantado podendo dissolver coisas - responde e mostra o braço ... meu deus ! parte da carne e da pele foi dissolvida ou ficou verde, e esta aparecendo uma parte do osso, que horror.
 - onde esta a caixa de primeiros socorros, cas ? - pergunto preocupada.
 - ali no canto, Lia não se preocupe em poucas horas vai esta curado.
   Ignoro ele e enfaixo seu pulso cuidadosamente... nossa proximidade me fez lembrar de ontem, balanço a cabeça e empurro esse pensamento para o fundo da mente antes que eu fique vermelha.
   Mesmo com o braço enfaixado cas se pós a me ensinar alguns ataque e defesas, que após muito treinar consegui aprender e deixar castiel nos chão, já toda suada cas encerra o treino. Subo pra meu quarto e tomo um banho pra relaxar.
   

    Na cozinha, estamos almoçando quando Mari diz.
 - amanhã de manha vamos embora não da mais pra esperar.
 - o que aconteceu ? - pergunta Castiel.
 - muitos monstros , em todos os lugares, rastreadores, kills e bestas, estão procurando fora da cidade, é questão de tempo ate que nos encontrem.
 - e pra onde vamos ? - pergunto.
 - para ilha enfeitiçada, nada que la abita pode sair e só anjos podem entrar, e digamos que é uma ilha de ferias pra nossa família - explica Castiel.
   Após o almoço Mari vai avisar a nossos amigos onde vamos, sobrando eu e Castiel pra lavar a louça, enquanto eu lavo e ele seca o silencio reina e incomoda, trazendo os pensamentos do baile a tona, é muito desconfortável guarda pra se.Não aguento mais o silencio e explodo.
 - o que significou aquilo no baile ?
 - depende do que esta falando - diz dando um sorriso de lado, serio isso !-brincadeira, acho que significa que eu gosto de você, mais que minha obrigação.
 - e isso é normal entre ham ... protegida e guardião ?
 - pra falar a verdade não, só 5 casais na historia escolheram ficar juntos.
   O quê eu digo agora ? meu deus me ajude, ele acabou de dizer que gosta de mim ?, ou que não sabe se vai da certo ?
 - o que você quer dizer com isso ? - pergunto.
   Ele se vira pra mim e coloca a mão no meu rosto.
 - o que eu quero dizer é, quero ser um dos poucos a ficarem juntos, mas quem tem que decidir é você.
   Eu não escutei mais nada depois do "quero ser um dos poucos a ficarem juntos" e o que eu quero ? posso dizer que ele me encanta e posso esta gostando dele de verdade, dou um selinho nele .
 - pode ser sedo, mas pode dar certo - digo terminando a louça e saindo da cozinha, deixando um Castiel sorridente pra trás.

   
   A tarde segue com treinamento e explicações sobre armas, descobri que os livros que tem aqui são a maioria em Latim, e que a ilha que vamos é fora do mapa, no oceano em um lugar paralelo entre meio-mundos desabitados.

   A noite após o treino e as explicações , Castiel ma chama para pela ultima vez antes do meu aniversario ver as luzes da cidade de onde moro rio grande do sul, já nas nuvens vejo as luzes da cidade, tento memorizar a linda imagem já que de acordo com Castiel não voltarei tão cedo, me pergunto se verei meus amigos novamente, a Gabi que pelo que cas disse verei em algumas ocasiões.
 - Cas, você sabe da Sasha ?- pergunto olhando pra ele.
 - sim, ela esta no caribe tirando umas ferias, mas que não deixa de incomodar os anciões querendo noticias suas todos os dias - responde.
   Solto um risada, é bem a cara dela, sinto saudades, ela foi a unica mãe que conheci por 17 anos, o carinho que sinto por ela é enorme, sinto muito sua falta.
 - ei - chama cas, com dois dedos levanta minha cabeça, olho pra ele - não fique triste, você ainda vera a Sasha tenho certeza, é só ter paciência.
   Suas palavras são esperançosas, me perco na dimensão negra que são seus olhos, estamos tão perto ...
 - gente , desculpa atrapalhar - do nada Rilam aparece a poucos metros de distancia de cabeça baixa - temos um problema.
   Voltamos para a casa onde Mari esta aparentemente nervosa, me sento em uma poltrona e observo a discussão dos três.
 - qual o problema ? - pergunta Castiel.
 - a líder do esquadrão do sub-mundo esta no pé da montanha querendo falar com ela - Rilam aponta pra mim, pera é minha mãe !
 - você a trouxe aqui ?- Cas esta irritado.
 - eu nem sabia onde vocês estavam, ela que me trouxe- explica.
 - É verdade - diz Mari- mas não sabemos o que ela veio fazer, ela pode querer a Lia.
 - não podemos permitir,é perigoso - diz Cas.
 - mas ela disse que esta desarmada e se Lia não desse ela vai subir - diz Rilam.
 - já chega ! - digo me levantando - a escolha é minha.
 - mas pode ser perigoso - se opôs Castiel.
 - venha comigo, mas eu vou, ela é minha família a que nunca conheci e agora tenho a chance, e ninguém vai mi impedir - digo pondo fim a essa discussão sem sentido.
   Saio em direção a porta, em questão de segundos Cas esta ao meu lado, e segura minha mão indo comigo, o olho e digo um obrigado sem som. Dessemos a montanha, no solo  se encontra uma mulher de longos cabelos pretos como os meus, de olhos castanhos e armadura negra de couro, seu olhar se ilumina ao mi ver, a olho atentamente e meus olhos lacrimejam.
 - Lídia - diz.
 - Mãe ... - digo correndo ate ela.


Notas Finais


Ate o próximo !
Vou colocar mas emoção nos próximos caps rsrsrs.


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