História Meu Doce Anjo, Mau - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias 50 Tons de Cinza, A Feia Mais Bela
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Brincadeiras, Desejo, Dor, Prazer, Submissão
Exibições 492
Palavras 1.678
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiii amores. Perdão não responder os comentários anteriores, mas os destes vou sim. Eu li todos heim. Obg 😍😍
Espero que gostem, e vocês que não estão gostando do comportamento da nossa anjinho, nesse capítulo tem uma pista. Acho que da pra perceber algo kkk

-Boa Leitura

Capítulo 15 - Rendido


Estávamos todos sentado a mesa de jantar e Márcia estava de cara fechada porque Letícia sentou ao meu lado, tendo assim que sentar com mamãe já que papai estava do outro. Ela estava com uma bermuda e uma blusinha que mostrava parte de sua barriga. Suspirei tentando parar de imaginar seu corpo, seus gemidos ao fode-la sem pena. Quem eu queria enganar? Estou a evitando de todas as maneiras possíveis. Se existe alguém capaz de acabar com tudo o que consegui desde que voltei essa pessoa se chama Letícia Cristie. Ela pode acabar com meu casamento, com o bom comportamento que meu pai acha que estou tendo. Ela pode me fuder ainda mais, pois não paro de pensar em comê-la. Não consigo crer que ela continua a mesma inocente, afinal de contas, devorei isso que ela possuía. Não consigo crer que fique assim nos meus pés depois de quase um ano.

Parei de refletir e vi que Márcia me fitava em aviso. Ignorei voltando a comer. Foi quando senti uma mão em minha coxa. Parei de respirar e segurei a mão pequena de Letícia tirando-a de mim. Essa garota está demais. Depois de tirar suas mãos de mim limpei minha boca com o guardanapo e comecei a conversar. Puta que pariu. Ela pôs a mão em cima do meu pau e apertou fasendo ficar duro. Massageou bem, aproveitando o tempo que usei para disfarçar e responder outra pergunta para colocar minha mão debaixo da mesa. Antes de apertar a sua ela pegou a minha e levou até a sua intimidade. Isso fez eu sentir um choque de excitação percorrer pelo meu corpo. Ela empurrou bem meus dedos pelo buraco frouxo da perna de sua bermuda. Estava sem calcinha. Eu quase gemi. Porra. Assim fica difícil ignorá-la. Acariciei de leve sua intimidade. Como queria minha boca ali, chupa-la sentindo seu delicioso gosto mais uma vez. Besliquei sua intimidade e ela levantou uma perna com a surpresa. Sorte que ninguém notou. Meti um dedo. Foi ela quem pediu, ela que aguente. Comecei a masturba-la. Ela curvou a cabeça escondendo sua feição de prazer com seus longos cabelos negros. Sua mão ainda estava em cima da minha e quando fora gozar tirei minha mão levando os dois dedos a boca.
Eu sou viciado nessa pirralha. Por isso fugi antes,  mas não contava com sua volta, depois de quase um ano.

Depois do jantar ficamos conversando e Letícia subiu. Márcia ficou mais tranquila,  porém, não deixou ausente seus comentários desnecessários sobre a roupa e o modo ao qual estava sentada. Disse que parecia uma múmia corcunda. Se ela soubesse que ela estava era gozando dos meus dedos...  Melhor dizendo, que ela não saiba, não posso estragar as coisas com papai. Ouvi os passos de Letícia descendo a escada e vi Márcia ir ao seu encontro na cozinha. Ataque de ciúmes, vai bem ameaçar a garota. Pena eu não poder ouvir, estou fingindo escutar meu pai.
Depois de um tempo Letícia sobe as escadas correndo e logo Márcia aparece com um sorriso.

Letícia Cristie

Não conseguia esquecer os dedos dele em mim. Ao menos consegui isso, depois de ser ignorada e afastada. Desci as escadas indo para a cozinha. Mexi a gaveta procurando o que eu precisava e encontrei. Peguei um copo com suco e fim. Decedi ir a sala mas para minha surpresa a noiva de Fernando apareceu.

–Olá barrenta...

A olhei. Estava com o copo de suco nas mãos.

–Você acha que me engana fazendo esse papel de pobre coitada não é?  Caipira!  Devia ter vergonha na cara, não devia estar aqui a não ser para servir.

Ela tomou meu copo de bebeu. A observei e sai correndo subindo as escadas.

Letícia off

Eu e Márcia subimos para o quarto. Precisava foder nem que fosse a Márcia. Ela ficou se trocando no quarto enquanto eu fui tomar banho. Tentei relaxar mais só conseguia pensar no que meu doce anjo fez a mesa. Meus dedos em sua vagina. Ainda consigo sentir o contato.
Sai do banheiro me enxugando e quando entrei no quarto vi Márcia deitada na cama. O caralho dormiu?  Não acredito nisso.

Me aproximei da cama e ela estava dormindo. Só podia estar de brincadeira comigo. Ouvi um trovão lá fora e abaixei as cortinas. Quando me virei vi Leticia nua abraçando um urso. Salivei respirando fundo. Suas pernas estavam mais grossas, mais peito e quadril. Estava tão mais gostosa. Fechei meu semblante e com a mão fiz sinal pra ela sair. Me deitei na cama e ele entrou fechando a porta. Porra de garota. Se aproximou da cama. Só podia estar maluca, Márcia dormia de costas pra mim.

–Saia já daqui. Vá para o seu quarto.

–Estou com medo Senhor Mendiola.

Engoli a seco vendo seu corpo bem perto.

–Saia daqui. Ouvi um trovão e ela gemer.

–Não vou fazer barulho.

–Se você não sair daqui vou castiga-la. Está me ouvindo?

Ela afirmou com a cabeça e veio pra cima de mim. Sentou na minha virilha soltando o urso no chão. Agora via perfeitamente os seus seios. Ela se deitou sobre mim e apertei seu braço encarando-a.

–Sei que quer me castigar tanto quanto desejo que me castigue, que me foda senhor Mendiola.  Ainda tenho medo de tempestades. Deixa eu dormi com o senhor?

–Você só pode estar maluca. Não está vendo Márcia aqui do lado?!

–Ela não vai acordar senhor Mendiola...  Não se ficarmos bem quietinhos. Disse rebolando sobre meu pau deixando petrificado.     

Respirei fundo e calibrando minha mão lhe dei um tapa em sua cara. Sentia -me de certo modo ameaçado. Enrolei seu cabelo em minha mão e o puxei fazendo-a gemer. –Qual é o propósito desse seu joguinho. Hum?  Me diz agora sua puta. Fala!

Ela suspirou. –Foder com o senhor. Eu ainda o amo senhor Mendiola. Mesmo sendo abandonada, eu quis te esquecer,  mas o senhor me fodeu literalmente. Não consegui. Tive que vir. Não vamos mais adiar isso sim? Vamos brincar como antigamente.

Olhei para Márcia.

Quero que me foda aqui. Com ela ao seu lado.

A encarei e ela riu baixo como uma criança que estava aprontando. –Ela está dormindo como pedra. Tomou meu remédio quando arrancou meu suco das minhas mãos. Megera. Gritou comigo e me humilhou sem eu ter feito nada. Eu não gosto dela sabia senhor Mendiola. Sei que também não gosta. E fico feliz por isso.   

Puxei ainda mais os seus cabelos e a beijei não suportando mais. Ela gemeu em minha boca enquanto rebolava. Desci meus beijos por seu pescoço e clavícula. E suguei seus seios ouvindo-a tentar conter seus gemidos. 

–Shhh...  Senhor Mendiola...  Ai.. 

Senti sua mão travessa tirar meu membro de minha calça. Ela sentou lentamente.  Estava recostado nos varios traveseiros. Ela colocou suas mãos nos meus ombros.

–aiii...  Senhor Mendiola... Finalmente... Resmungou se movimentando.

A seguerei e ajeitando minhas pernas comecei a penetra-la com urgência.

–Assim..  Ai.. assim..  Shi...  Senhor Mendiola não faz..  Ai! Barulho.

A segurei pelos cabelos e a beijei. Estava louco tendo-a gemendo em cima de mim. Apertei seu pescoço e  me aproximei do seu ouvido. –Mentindo pra mim anjinho?  Hum?

A empurrei no chão e ela caiu sentada. Levantou o rosto e seus cabelos cairam para o lado. A puxei pelos cabelos e ela tentou se levantar enquanto eu a arrastava. Entrei no seu quarto trancando a porta. Puxei seu braço e a lancei na cama. Ela caiu aberta e a puxei calibrando minha mão e dando-lhe um tapa na cara. Ela tocou seu rosto e depois de um tempo começou a chorar. –Desculpa senhor Mendiola. Mas eu dei sim. Eu tomou sim meu remédio pra dormir. Era melhor do que ouvir vocês fodendo a noite. Eu não ia poder.   Ela se ergueu ficando de joelhos e me abraçou choramingando.

–O que o senhor quer de prova?  Que eu o amo e que não vou fazer nada para prejudicá-lo. Eu não me importo se vai se casar. Pode continuar brincando comigo. O senhor não a ama. Posso ser sua amante senhor Mendiola...

Ele me puxou fazendo-me cair por cima de si. Senti seus lábios me beijarem e levei minha mão ao seu pescoço. O acariciei e o apertei de leve e logo mais forte assustando-a. –Cuidado anjinho...  Não brinque com o papai porque pode se machucar. Entendeu?

Ela afirmou com a cabeça e sorri de canto lhe dando um selinho violento. A beijei com força lhe ferindo os lábios e lhe mordi o pescoço apertando forte seu seio. Judiei do seu biquinho ouvindo-a resmungar de dor. Letícia já sabia que eu gostava da dor. E eu podia fazer o que quisesse.
Desci mordendo sua pele e lhe abrindo as pernas comecei a chupa-la.

–Céus!!!  Ela gritou abafado. Ri. Continuei lhe golpeando até sentir seu delicioso gozo. A fiz virar de quatro e lhe dei um tapa forte em sua nádega ouvindo um gritinho dela. Não podia bater, faria barulho. Porra. Como queria bater nela. Mordi com força sua nádega esquerda e logo a direita. Ficou vermelho e roxo. Ouvia seu choramingo. Me posicionei e toquei sua entrado no meu pau. Ela começou a se mexer rossando. Fiquei observando e quando ela menos esperava soquei meu pau nela com força ouvindo-a reprimir um grunhido. Uma coisa não podia negar, tínhamos uma ligação e sempre fazíamos o que o outro queria mesmo sem pedir. A puxei pelo pescoço e comecei a fode-la como tanto desejava. Fazia muito barulho, mas não me incomodava, preferia ouvir seus resmungos e gemidos.  Gozei bastante na sua buceta e fiquei parado de joelhos. Ela mesmo ofegante se virou e pegou meu pau o chupando. A observei. Não era a mesma ingênua e torpe, porém, ainda me enlouquecia. Quando fiquei duro de novo ela levantou o rosto.  –Deixa eu montar no senhor...

Veio pra cima de mim me fazendo deitar e se posicionou movimentando-se. Eu criei uma pervertida que fode muito bem. Sei que agora ela faz de tudo para me satisfazer.
  Comecei a me movimentar com ela. Estavamos começando a suar, mas foi só o começo naquela noite.


Notas Finais


Desculpa os erros não deu pra corrigir devido ao tempo.

Bjus


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