História Meu Doce Desejo - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Girls' Generation
Personagens Jessica, Seohyun, Sooyoung, Taeyeon, Tiffany, Yoona, Yuri
Tags Drama, Incesto, Snsd, Taeny
Visualizações 791
Palavras 3.096
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Visual Novel, Yuri
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


olá pessoassssss

eu sei que vcs vão querer minha cabeça no final MAS NÉ

boa leitura bebês<333

Capítulo 15 - Barreiras quebradas


Fanfic / Fanfiction Meu Doce Desejo - Capítulo 15 - Barreiras quebradas

Taeyeon



 

Era quase nove e meia da noite, Jessica e eu estávamos em seu quarto enquanto minha irmã mais velha estava preparando a mamadeira da Soojung. Não entendi até agora porque tiveram a ideia de chamar Tiffany para ficar de olho em mim e na minha prima enquanto meus tios passam a noite fora. Para ser sincera, eu não tive muito entendimento das coisas desde que Jessica ligou lá em casa e me pediu para dormir na sua casa, e claro que eu aceitei, mas não esperava que iria chegar aqui e dar de cara com Tiffany.

Frustração, raiva, angústia. Eram os três sentimentos que melhor me definiram nos quatro dias que se passaram desde a última vez que eu estive com Tiffany até agora. A lembrança da sua boca na minha não parava de me atormentar por nada nesse mundo, tanto que comecei a cogitar a possibilidade de ela não ter me impedido justamente por saber que eu me sentiria assim mais tarde.

Droga Tiffany.

Apesar de ter sentido sua falta, eu simplesmente cansei de ficar sempre nesse estado de culpa e saudade quando tudo o que ela fazia era ir e voltar diversas vezes, sempre me deixando para trás sem uma resposta. Estava claro que meus sentimentos pela minha irmã mais velha já estavam deixando tanto ela quanto à mim, loucas com a situação, eu pude sentir naquele beijo quente que ela tinha a vontade de continuar, mas preferiu usar o modo racional de pensar nas coisas e por isso me impediu quando tentei.

Tudo o que eu mais queria, era que Tiffany entendesse que não sou nenhuma criança indefesa, sei que meu conhecimento em certas coisas é limitado, mas não significa que eu seja uma cega em determinados assuntos como sexo por exemplo. Até hoje eu me lembro de quando escutei uma conversa das enfermeiras da clínica em que fiquei internada, eu deveria ter quase dezessete anos e elas, como tinham apenas alguns anos a mais do que eu, provavelmente não viram problemas em falar sobre sexo. Como se fossem adolescentes ninfomaníacas.

Algo como abrir as pernas e sentir a língua da outra pessoa no meio delas, ou a introdução de alguns dedos e até mesmo objetos apropriados para isso. Era uma coisa bem erótica e pesada demais, lembro-me de ter ficado um pouco assustada no começo, mas nada que uma pesquisa no meu notebook novinho em folha não tenha me ajudado. Contanto que ninguém veja o histórico da internet, tudo ficará bem.

Mas voltando ao meu problema atual, essa situação toda me deixava mais irritada do que aborrecida ou triste, mas se Tiffany quer agir como se não sentisse nada e de bônus quer bancar a politicamente correta, então tudo bem. Quase me mordi de raiva quando cheguei na casa da minha prima e nem na minha cara ela olhou direito, apenas me cumprimentou de longe e disse que Jessica estaria lá em cima.

Sinceramente, Tiffany já pode ser uma mulher feita na vida. Com emprego fixo, marido e o que tivesse direito, mas às vezes minha vontade era de socá-la.

Eu só não resolvi criar uma discussão com ela por causa de Jessica, eu vim até aqui para ficar com ela e Tiffany foi chamada por motivos que só fui entender quando meus tios apareceram, dizendo que precisavam de um tempo sozinhos e que não o tinham desde que Soojung nasceu. Logo entendi do que se tratava e desejei internamente não ter perguntado sobre. Depois disso toda a minha atenção que seria dedicada a Tiffany, foi embora e eu tratei de subir logo para o quarto da minha prima, até porque eu tenho um segredo peculiar e que ela, em situação alguma, poderia ficar sabendo. E por acaso, ele envolvia a pessoa que acabou me introduzindo nisso sem mais nem menos: Jessica.

E por outro acaso, eu estava deitada no colo dela nesse exato momento.

— Taengo? — Ela me chamou.

— Sim?

— Você ainda não me contou como aprendeu a usar o computador.

— Ah sim, para ser sincera eu fui pela sorte mesmo, porque sempre que o papai estava trabalhando com o dele, eu meio que ficava observando e acabei decorando passo a passo. — Respondi. — Entrar no google e pesquisar alguma coisa ali eu sei, já é meio caminho andado né?

— Sim, na faculdade nós vamos precisar muito disso. Melhor aprimorar seu conhecimento. — Jessica parecia entender muita coisa que me seria útil mais tarde, por isso não arrisco de pedir para outra pessoa que não seja ela, me ensinar o que preciso saber atualmente.

— Hum, Sica, por que seus pais chamaram a Fany para dormir aqui mesmo? — Perguntei como quem não queria nada.

— Por causa da Krystal, eles não iriam levá-la junto para o motel… Ou sei lá para onde aqueles dois foram. Infelizmente ainda não aprendi a trocar fraldas, é a única coisa relacionada a bebês que eu não sei fazer, mas caso soubesse provavelmente só ficaríamos nós duas aqui. — Sorri com a última frase e ela acabou percebendo. — Você adoraria né?

Devagar, eu me levantei tomando cuidado com o braço engessado e a encarei com um sorriso divertido. Mesmo estando afetada sentimentalmente por Tiffany, eu não havia parado de beijar Jessica escondido de todos, principalmente da própria Tiffany.

— Não seria má ideia… — Minha prima riu e se inclinou na minha direção para me roubar um selinho demorado. — Ei, minha irmã está aqui.

— Sim, mas está lá na cozinha, provavelmente dando mamadeira para a Krystal. Enquanto nós estamos aqui no meu quarto e sozinhas. — Jessica sussurrou cada palavra. — Vamos Taeyeon, me dê um beijo de verdade. — Não pensei duas vezes em fechar os olhos e tocar seus lábios com os meus, e não demorou nada para que ela segurasse minha nuca com a mão.

Eu realmente não sabia até que ponto aquilo poderia ser errado, mesmo sabendo beijar, quando se tratava de relações eu era uma completa boba no assunto. Acontece que naquele momento, me deixei ser levada por um sentimento similar à vingança, porque enquanto eu beijava Jessica, por puro instinto vingativo, imaginei Tiffany presenciando a cena sem poder fazer nada.

A minha mágoa com ela surgiu justamente na segunda vez que nós duas nos beijamos, porque era tão fácil ela me beijar enquanto enfiava as mãos por baixo da minha camiseta, e depois falar que é casada e apaixonada pelo marido. E para ser sincera comigo mesma, a única pessoa que faz eu me sentir mal de verdade, é Seungri, porque ele é uma ótima pessoa e não merecia esse tipo de coisa vindo da esposa e da cunhada.

Jessica e eu paramos de nos beijar quando o ar se fez necessário, e só nos separamos de verdade assim que o barulho de alguém subindo as escadas chegou aos nossos ouvidos. Tiffany abriu a porta do quarto com uma cara de poucos amigos, mas não teve nenhum comportamento furioso.

— Vocês não vão jantar? — Ela perguntou.

— Eu já comi. — Respondi sem olhar para ela.

— Já vou descer e preparar alguma coisa Fany. A Krystal já dormiu? — Jessica disse levantando apenas sua cabeça.

— Faz alguns minutos e eu já a coloquei no berço. Vou tomar um banho e dormir porque acordo cedo amanhã. — Tiffany parou de falar e naquele momento, não resisti em olhar de relance para ela, só que me assustei ao perceber que ela estava olhando diretamente para mim. — Taeyeon, venha aqui comigo, por favor. Quero conversar com você.

Só por birra, bufei e revirei os olhos antes de levantar da cama, para fazer questão que ela notasse meu comportamento. Jessica parecia ter ficado alheia a tudo porque antes de fechar a porta de seu quarto, vi que ela estava ocupada com o celular. Mas no que eu fechei a porta, Tiffany me puxou pelo pulso até o quarto de casal onde ela dormiria e praticamente me jogou ali dentro, trancando nós duas naquele cômodo.

— O que você-

— Você não vai dormir com a Jessica! — Ela disparou sem nem me deixar falar.

— Por quê?

— Acha que não sei que vocês duas se beijaram? — Arregalei os olhos quando ela falou sobre termos nos beijado. Como ela descobriu? — Foi ela quem enfiou isso na sua cabeça não é? Por isso que você me beijou achando que não tinha problema nenhum. Qual é a sua Taeyeon? Acha que pode ficar me usando para os seus experimentos estúpidos de adolescente?

Eu não estava entendo uma única palavra do que Tiffany estava falando, sério. Tudo o que ela dizia não fazia o menor sentido possível, então ela pensava que eu a beijei apenas para experimentar? Pelo amor de Deus, de onde ela tirava essas ideias sem fundamento?

Pisquei algumas vezes e lhe ofereci o meu olhar mais indignado possível. Eu não iria discutir em gritos com ela outra vez pelo simples fato de que não estamos em casa, e tem um bebê dormindo no quarto ao lado. Fui até a cama e me sentei, Tiffany parecia confusa demais com a minha reação porque provavelmente ela esperava que eu abrisse a boca para protestar. Agora foi a sua vez de me olhar com indignação.

— O que foi? — Perguntei.

— Como assim “o que foi”? — Ela disse. — Não vai negar que beijou nossa prima então?

— Não Tiffany, eu não vou. E se quer saber, quem me ensinou a beijar foi ela. — Minha irmã arregalou os olhos como se eu tivesse acabado de lhe dizer que estou esperando um filho. — Diferente de você, ela não me beija e depois fica se lamentando como se tivesse cometido um crime.

— Ela nem deveria estar te beijando, para começo de todas as conversas! — Seus dentes estavam cerrados, ela estava com vontade de gritar e eu sabia disso. — O que vocês duas tem na cabeça? Vocês são primas, inferno.

Tiffany cuspia as palavras para fora como se estivesse morrendo de ódio de mim. Não duvido nada que ela esteja, mas não vejo motivos para tal. A menos que isso esteja lhe incomodando de alguma forma, e disso posso ter total certeza.

De repente, me senti cansada demais para continuar com aquilo. Eu sabia que a tendência dessa discussão era só aumentar ou se estender até que a situação piorasse e muito. Senti uma dor no peito que me fez querer chorar de tão agoniante, não era algo físico, mas sim sentimental. Uma dor que me machucava e poderia deixar marcas. Tiffany é minha irmã e querendo ou não, as coisas que sinto por ela são uma grande loucura. Embora eu não saiba bem explicar o que são esses sentimentos tão complexos e intensos.

— Tudo bem, eu durmo no sofá ou peço para Jessica me emprestar o quarto dela. — Respondi por fim e me levantei da cama para sair do quarto.

Quando eu estava prestes a abrir a porta, Tiffany segurou meu ombro e me puxou para ela. Minha cintura foi envolvida por seus braços e logo eles me prendiam a ela, senti seu nariz na minha nuca e pude ouvir um resmungo vindo da mesma. Como se estivesse reclamando de alguma coisa.

— Durma aqui comigo. — Ela sussurrou no meu ouvido e me fez arrepiar da cabeça aos pés.

 

 

 

Tiffany

 

 

 

 

Já passava da meia-noite, Krystal estava dormindo tranquilamente em seu berço e Jessica já deveria estar no décimo sono. Taeyeon acabou lhe fazendo companhia no jantar e as duas conversaram por tempo demais no quarto da minha prima, e sempre com a porta fechada. Se eu disser que não me senti incomodada, estarei mentindo. Para a minha estranha felicidade, Taeyeon não ficou mais do que vinte minutos lá dentro e logo apareceu no meu quarto para dormirmos. O problema é que nenhuma de nós duas, que estamos deitadas lado a lado na cama de casal, dormia. Era impossível dormir com aquela tensão pairando no ar.

Eu já estava prestes a ter um surto, porque escutar a respiração calma e leve da minha irmã começou a me deixar ansiosa por motivos desconhecidos. Hora ou outra, eu olhava de canto para o lado e via que Taeyeon continuava acordada e olhando para o teto.

— Você também está acordada, Fany-ah? — Escutei ela sussurrar, então me virei para o lado e encarei minha irmã.

— Não tem como Taetae, eu estou sem um pingo de sono.

Nós duas voltamos a ficar em silêncio novamente, ouvindo apenas o som das nossas respirações. Parecia que minha ansiedade por alguma coisa não iria passar nunca, isto estava ficando cada vez pior.

— Você se arrepende? — Ela perguntou de repente.

— Me arrependo do que?

— Do beijo. — Olhei para Taeyeon e ela mordia seu lábio discretamente, o que me fez encarar sua boca até que seus dentes a soltassem.

A verdade é que eu não conseguia esquecer isso de jeito nenhum, eu realmente fiquei muito puta com ela por ter beijado Jessica, e ainda tem esse ciúme dentro de mim que não sou capaz de explicar nem para mim mesma. Mas não conseguia me sentir arrependida de termos nos beijado, sempre que me lembro daquele momento, acabo pensando no que não deveria. E a aproximação dos nossos corpos um do outro não estava ajudando nem um pouco, seria impossível me manter sã. Maldita hora em que pedi para ela dormir comigo, ao invés de eu tomar a frente e dormir no sofá.

— Eu deveria, mas não me arrependo. — Sussurrei de volta, olhando para Taeyeon no escuro, e conseguindo identificar muito pouco de sua figura, engolida pelas trevas dos meus pensamentos. — Vocês duas por acaso, fizeram algo a mais?

Taeyeon arregalou os olhos, mostrando que ela havia entendido onde eu queria chegar e ao quê eu me referia.

— Não. — Ela respondeu baixinho. — Nem vou te perguntar se você já fez porque isso é muito óbvio. — Precisei rir do biquinho que ela formou nos lábios, nunca vou me cansar de achar fofo o modo como ela fica ciumenta tão facilmente.

— Taeyeon. — Lhe chamei e ela olhou para mim. — Nós somos irmãs, não crescemos juntas e talvez seja por isso que estamos agindo dessa forma uma com a outra.

— Agindo de que forma? — Ela perguntou e eu mordi meus lábios em resposta.

— Como se estivéssemos nos apaixonando.

Eu sentia que precisávamos ter aquela conversa o quanto antes, não podia simplesmente terminar tudo em cada uma indo para cada canto, eu sinto que não suportaria ter minha irmã afastada de mim novamente. E bem, Taeyeon ter se aproximado do meu corpo, quase encostando os nossos rostos não estava me ajudando a controlar minha respiração e ainda ficava difícil não encarar seus lábios.

— Você me ama? — Sua pergunta tinha outras intenções e esperava por uma resposta diferente da que eu lhe dei.

— Sabe que amo.

— E por que estamos brigando tanto?  — Eu podia ver uma confusão imensa no seu olhar, Taeyeon estava atordoada com algo estava vindo diretamente de mim.

— Porque isso não é certo. — Respondi sussurrando, não queria assustar ela outra vez. — Nós temos o mesmo sangue, é isso o que você parece não entender.

— Eu entendo Tiffany, já falei que não sou mais criança. — Minha respiração começou a virar um incômodo para mim, tanto que diversas vezes precisei contar até dez mentalmente e respirar fundo. — Eu sei que isso é errado, pra você e pra mim, mas o que você sugere se sente por mim o que sinto por você?

O que eu sinto por Taeyeon, afinal de contas? É isso o que não está me deixando dormir, que está tirando todo o meu sossego e minha paz. Não aguento mais esse termo de não entender o que são essas coisas que ela está me causando.

— O que você sente por mim Taeyeon?

Nós ficamos em um silêncio torturante, eu esperava por sua resposta como se precisasse dela para continuar existindo nesse mundo. Por longos seguidos, Taeyeon continuou a me deixar esperando, até finalmente me responder.

— Eu te amo. — Sua mão segurou a minha e ela se inclinou para meus lábios rapidamente, e depois se afastou. — Mas não como uma irmã.

Aquelas palavras pareciam facas que cortaram nossas lembranças ao meio, Taeyeon não era mais a criança que dormia no meu colo e assistia desenhos comigo. Eu não sei como isso surgiu dentro dela ou de mim, mas sinto que estou prestes a entrar em um inferno sem volta, e não faço a mínima ideia do que fazer para escapar disso.

Porque talvez, eu realmente não queira fugir.

— Isso é... Está me matando aos poucos. — Seus olhos estavam atentos às minhas palavras, parecia que estávamos tendo a última conversa de nossas vidas. Era agoniante. — Não sei o que fazer.

— Eu estou fazendo um inferno na sua cabeça, não é? — Vi seus olhos começarem a brilhar, eles estavam lacrimejados. — Tiffany, eu sei que isso não é tão simples quanto parece. Nós duas estamos na linha de fogo, porque você tem um marido e é casada, não quero estragar a sua vida.

Não consegui mais continuar escutando aquilo, por mais que pela primeira vez, ela estivesse com toda a razão. Puxei seu rosto para um beijo calmo em seus lábios, se não fosse seu gesso – que eu não via a hora de ela tirar de uma vez por todas – eu poderia abraça-la como tenho vontade. Taeyeon mordiscou meu lábio inferior e nossas línguas acabaram se cruzando, não havia desespero naquele beijo, mas muita urgência tanto da minha parte quanto da dela.

E me dando a confirmação que eu temia.

Beijar ela, basicamente, era como assinar minha própria sentença de morte, era cometer o pior dos pecados e fazia de mim uma pessoa impura. Mas seus lábios pareciam uma droga, me faziam de dependente química e me deixavam cada vez mais viciada no seu sabor.

Eu de fato, vou para o inferno.

— Sinceramente, já não me importo mais com isso. — Confessei, sendo sincera não só com ela, mas comigo também. Senti sua mão acariciar minha cintura de leve e em movimentos um tanto provocantes. — Não existe mais tempo para se arrepender, nem eu e nem você.

De repente, Taeyeon me olhou séria e segurou minha cintura.

— Tiffany, nós podemos tentar? — Ela sussurrou contra o meu rosto e eu pude sentir o hálito quente dela tocar minha pele, o que me fez tremer.

— Tentar o que, Tae? — Perguntei arregalando os meus olhos, já sabendo qual seria sua resposta.

— A-aquilo, podemos fazer aquilo? — Taeyeon falou com cautela e mesmo estando escuro, pude ver suas bochechas corarem.

Tentei me recompor a todo custo, mas não conseguia enquanto aqueles olhinhos esperançosos me encaravam esperando por uma resposta positiva. Eu não aguentava mais Taeyeon mexendo tanto comigo, e talvez isso pudesse ajudar a eliminar qualquer coisa que exista de incerta entre mim e ela.

— Sim, podemos. 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...