História Meu doce limão 🍋 - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Citrus, Yahari Ore no Seishun Love Comedy wa Machigatteiru
Personagens Personagens Originais
Tags Amor Entre Garotas, Revelaçoes, Romance
Visualizações 104
Palavras 2.531
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Fluffy, Hentai, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha eu aqui trazendo um capítulo novinho para vocês, esse foi mais rápido hehe! Espero que vocês gostem. ^_^

Capítulo 24 - A infância que eu esqueci.


Fanfic / Fanfiction Meu doce limão 🍋 - Capítulo 24 - A infância que eu esqueci.

Mei se despertava de seu cochilo, olhou para o lado e viu que Haruki ainda estava dirigindo, olhou pela janela do carro e viu que estava sendo levada para um lugar que conhecia bastante, tinha passado a sua infância nesse lugar, para ela era um lugar um pouco triste, não podia sair e brincar com as outras crianças, sempre sozinha e sem ninguém para fazer companhia a ela. Até que lhe veio à mente um menino que sempre brincava com ela, aliás era a única companhia que a aquela garotinha tinha naquele terreno enorme e fechado, Mei sorriu e se perguntava a onde aquele garotinho que ajudava seu pai a cuidar do grande jardim daquele grande lugar estava hoje em dia.

- Senhorita Aihara? - Kayo chamou atenção da morena que foi tirada de seus pensamentos, que estavam bem longe naquele momento.

- O que? - Mei voltava para dura realidade. - porque você me trouxe aqui?

- Seu avô pediu que a trouxesse para cá. - o jovem parou em frente a um grande portão e esperou que um dos seguranças viesse falar com ele.

- Boa tarde? O que… - o rapaz travou ao ver Mei no banco do carona. - Senhorita Aihara seu avô está esperando no jardim. - o jovem concluiu e falou em seu comunicador para abrir o portão.

 O grande portão foi aberto e o carro passou, pegando um corredor bem extenso de árvores, até que finalmente chegou à frente da enorme mansão dos Aiharas.

 Mei saiu do carro e respirou fundo o ar puro daquele local, mesmo sendo a onde ficou sozinha na sua infância, a morena gostava daquele lugar, gostava da entrada com as árvores, gostava da grande casa mesmo parecendo exagerado, e tinha um local que sempre amou e para lá que estava indo, e logo atrás um Haruki meio impressionado a seguia.

 A presidente chegou ao jardim e pode admirar as flores que sempre gostou, respirou sentindo o perfume doce que pairava pelo ar, e andou até onde um senhor de cabelos  brancos estava sentado tomando chá em uma mesa no meio do jardim.

- Boa tarde avô? - a morena sorriu singelamente, e seu avô percebeu sua tristeza.

- Mei não precisa se forçar a sorrir. - o mais velho levantou e abraçou a sua neta querida. - eu já sei o que está acontecendo. 


Mei não podia chorar, não naquele momento, mas sentiu a grande vontade de fazê-lo, não na frente de seu avô, a pessoa que ela mais admirava, mais estava difícil de conter suas lágrimas.

- Pode chorar minha neta! - As palavras de seu avô, pegou a morena de surpresa, não conseguindo controlar suas lágrimas, elas caíram mais uma vez, e dessa vez sendo reconfortada pela sua segunda pessoa favorita no mundo. - Você vai ficar bem! - dizia o homem para sua neta, acariciando aqueles fios negros.

- Avô eu fui enganada! - a morena dizia se soltando do abraço. - Eu magoei a pessoa que eu mais amo no mundo e sem querer.

- Haruki-san você pode pedir uma água com açúcar para um dos empregados? - o senhor sentou Mei em uma das cadeiras ao redor da mesa.

- Sim senhor! - o jovem se retirou e foi atender ao pedido do senhor Aihara.

 Logo o rapaz voltou com o copo e entregou a Mei, ela bebeu e pôs o copo na mesa. Por um tempo todos ali ficaram em silêncio, ninguém se atrevia a quebrar aquele silêncio, Mei parecia está mergulhada em seus pensamentos, o Aihara mais velho a encarava tentando desvendar o'que sua neta estava pensando, Kayo uma vez ou outra olhava para o seu relógio, parecia estar preocupado com a hora.

- Então minha neta? - o mais velho quebrou aquele maldito silêncio e Haruki parecia estar mais aliviado. - como você pretende reconquistar a Yuzu? - Mei quase engasgou, por nunca ter contado sobre a loira para ele e mesmo assim ele saber sobre ela. - ou você pensava que eu não sabia que você está com ela?

- Desde quando o senhor sabe? - Mei levantou uma sobrancelha e encarou seu avô. - e como o senhor sabe que é ela?

- Desde a adolescência de vocês minha neta. - o velho riu e Mei bebeu mais um gole da água com açúcar. - não é todo mundo que faz aquelas loucuras, que ela fez por você!

- Nessa época, eu era muito cabeça dura e não tinha percebido que ela já me amava. - Mei abaixou a cabeça e sorriu dolorosamente se lembrando que teve que ser enganada e sofrer para se da conta que Yuzu era o amor da sua vida.

- É por isso que você não deve deixá-la escapar. - O senhor colocou a mão no ombro de Mei, a fazendo encara-lo. - estou do seu lado e farei de tudo para te ver feliz. - a morena sorriu e sentiu, que se podia contar com alguém, esse alguém era seu avô. - e não se preocupe eu já estou investigando quem tirou aquelas fotos.

- Você pode contar comigo também Mei-san. - Haruki sorriu e para a presidente parecia sincero. - mesmo que você ainda duvide de mim, eu estarei do seu lado e provarei minha inocência.

- Obrigada você também! - a morena olhou para o rapaz e sorriu, pensou e decidiu dar uma chance dele provar que não era o culpado.

- Avô você pode me deixar ciente de toda investigação?

- Claro, pode ficar tranquila. - o senhor pegou uma caixinha e entregou para Mei. - Seu novo celular, e ver se não quebra esse também. - o velho riu e Kayo fez o mesmo. - já pedi que fizessem algumas modificações, para você receber toda informação que precisa. - o senhor colocou as mãos sobre a da morena. - e mais uma coisa, ele não é à prova de Mei, então tome cuidado com ele. 

- Sim avô! Vou tentar ter mais cuidado com esse. - Haruki se levantou e mais uma vez olhou para o relógio em seu braço. - já marcavam 18:00 da tarde.

- A conversa está ótima, mas eu tenho que ir! - o rapaz olha para Mei e seu avô. - tenho uma reunião para às oito horas, e é uma hora daqui até meu apartamento. O

- Obrigado por achar minha neta? - o senhor de idade sorria para o jovem.

- Não foi nada senhor e faria de novo, para evitar que ela cometesse qualquer erro. - o jovem tocou o ombro da morena.

- Obrigada Kayo-kun! - Mei agradeceu. - espero contar com você.

- Pode contar. - ele disse com toda firmeza. - até mais.

 - Até - seu avô e Mei falaram juntos.

 O rapaz andou até seu carro e mais uma vez se preparou para pegar estrada até seu apartamento, onde se trocaria e ia para sua reunião “importante”.

 Mei e seu avô conversaram mais um pouco, até que as luzes do jardim foram acesas. A morena se despediu de seu avô e se retirou para o seu quarto, quando chegou ao mesmo sentou em sua cama e parecia que seu corpo tinha se tornado um chumbo de tão pesado que estava, ela abriu a caixinha onde estava o seu novo refém (Celular) e olhou seus contatos, viu que tinha vários números novos, e se perguntava se seu avô conhecia todo mundo, porque haviam nomes importantes no mundo inteiro, como o ministro de segurança do país que aliás já conhecia, o diretor da CIA e o diretor da Interpol e esses nomes lhe chamavam a atenção.

- Meu avô não nem uma mafioso né? - falava para si e riu de seu comentário absurdo.

 Mei decidiu tomar um banho quente para relaxar seus músculos que mais pareciam ter sido atropelado pelo caminhão-san, depois do banho desceu para jantar com seu avô, na hora do jantar Mei falava para seu avô sobre suas ideias para o grupo Aihara e com um grande sorriso e com bastante orgulho de sua neta ele concordava o que parecia grandes ideias.

- Avô o senhor se lembra de um garotinho que brincava comigo quando eu era criança? - Mei decidiu tocar no assunto que pensava quando chegou a casa. 


- Garotinho? - o senhor tentava se lembrar de quem a morena falava.

- Sim! Daquele que ajudava seu pai a cuidar do jardim? - o senhor fazia uma cara de que tentava se lembrar.

- Ah?! Sim, aquele que  você disse que  casaria com ele quando crescesse! - o senhor rio e Mei corou. - como você o chamava mesmo?Y-chan não era?

- Sim! E eu não me lembro de ter falado isso. - a morena tentava esconder o rosto e o seu avô ria de sua atitude. - Ele só era meu único amigo naquela época.

- Você quis dizer amiga! - A presidente encarou seu avô e não entendeu o comentário. - Ela era uma menina.

- Eeeeeeeh?! - Mei não poderia imaginar que era uma menina, que se vestia de menino, com o cabelo cortado de cor castanhos e seu olhos verdes. - como pode ser uma menina. - Meu primeiro beijo foi com uma menina? A morena se questionava se desde essa época já gostava de garotas.

- Me pergunto onde foi para essa garotinha que corria junto com você pelo jardim e alegrava a todos. - o senhor tentava relembrar o tempo que Mei se deixava levar por aquela garotinha.

- Eu também queria saber? - a morena relembrava sua infância e sorria com cada memória. - vou procurar por ela avô! - o senhor ficou surpreso com o comentário da presidente, mais logo sorriu.

- Se precisar de ajuda, terei a maior honrar em ajudar a encontrar aquela garotinha que alegrava a todos nessa casa. 


- Então está decidido. - Mei encarou seu avô. - vou primeiro reconquistar a minha loira e depois procurar a garotinha da minha infância.

 Depois do jantar Mei se despediu de seu avô e foi para o seu quarto, chegando no mesmo a morena se jogou sobre a cama e por alguns instantes ficou encarando o teto do cômodo. Não gostava de ficar muito tempo parada, porque logo vinham pensamentos tristes que a faziam imaginar em cometer alguma idiotice. Sentou na cama e pegou seu celular, procurou por um certo número e quando achou, decidiu chamar, esperou por um tempo até ser atendida. 

Ligação on

- Ora! Ora! Se não é nossa querida presidente. - a voz do outro lado falou sarcasticamente.

 - Cala a boca e escuta oque eu tenho pra falar. - a morena respirou fundo e voltou a falar. - Eu preciso da sua ajuda?

- Nossa gente! A grande presidente Aihara está pedindo a minha ajuda. - a voz mais uma vez era sarcástica.


- É sobre a Yuzu e por ela eu faço qualquer coisa, até  pedir ajuda a você Yukinoshita Yukino. - Mei revirou os olhos.

- O que posso fazer para ajudar? 

- Preciso que você rastreie um certo fotógrafo, ele tirou umas fotos que fizeram Yuzu me odiar. - a morena se levantou e foi até a janela, que olhou para o jardim e viu que ele estava bem iluminado e parecia muito bonito.

- Tá! Me de o nome que eu procuro.

- Esse é o problema eu não sei o nome, mais tentarei achar, já que ele deixou as fotos no trabalho de Yuzu e acho que posso começar investigando por lá.

- Você tá ferrada mesmo.

- Eu sei, e aí você vai me ajudar?

- Tá, eu ajudo.

- Obrigada, prometo te ajudar quando você estiver com problemas com a Yui.

- Espero mesmo.

 - Até mais.

- Até.

 “Ligação off

 Mei desligou e voltou para cama, decidiu pedir ajuda a Yukino, porque achava que não devia incomodar a CIA ou a Interpol para uma coisa como essa, as vezes achava que seu avô exagerava demais, mais esse lado dele que mostrava o quanto um avô poderia amar sua neta. A morena por um tempo tentava formular seu plano para tentar reconquistar sua amada, mas logo pegou no sono e finalmente poderia dormir um pouco melhor.

 Em um outro lugar uma jovem loira, tinha uma grande dúvida para escolher o vestido para o jantar com seu amigo, não sabia se escolhia o verde de alcinhas que dava até a metade de suas coxas e realçava seus olhos verdes, ou o vermelho longo com decote e um corte do lado. Como ainda faltava umas três horas para o jantar decidiu experimentar os dois, primeiro colocou o vermelho, se olhou no espelho que era praticamente maior do que ela própria, por algum tempo ficou se olhando, achou interessante, ficaria ótimo com o sapato de bico fino alto que tinha, mais achava o vestido muito extravagante para conhecer o namorado do seu amigo. Então colocou o verde era mais simples, mas se sentiu confortável com ele e a cor de seus olhos se sobressai mais.


 E se decidiu era o vestido que iria para o Jantar era só colocar um salto menor que ficaria ótimo. Tirou o vestido e entrou no banho, por algum tempo ficou dentro da banheira, a água estava bastante agradável e precisava relaxar pelo menos um pouco depois de todo o estresse que passou, quando saiu do banho foi para o seu quarto e se vestiu, colocou o vestido que escolheu e fez uma maquiagem leve, uma pulseira dourada e um cordão com um Pedrinha brilhante de pingente, um salto um pouco baixo e pôs brincos brilhantes, o cabelo deixou o solto, pegou uma bolsa de mão e saiu de seu quarto, desceu a escada e esperou que seu amigo Haranda viesse a busca às oito e eram quase isso, não demorou muito tempo e ele logo chegou, se despediu de seus pais e de sua irmãzinha, saiu da casa e entrou no carro do rapaz.

- Boa noite Yuzu? Você está muito bonita! - Haranda a comprimentou e sorriu para ela, logo dando partida no carro.

- Obrigada Haranda-kun e boa noite! - a loira retribuiu o sorriso do rapaz. - e vejo que você também está muito bonito, isso tudo é para o Keta-Kun. - ela bate no braço do rapaz que cora um pouco.

- Sim! E você vai gostar dele, você vai ver. - ele falava animado e sem tirar os olhos da rua.

 Não demorou muito para chegarem até o restaurante, eles saíram do carro e Haranda entregou a chave para um dos caras que estacionavam os carros na garagem. (NT: esqueci os nomes que se dar a esses caras.) E logo o rapaz que trabalhava no local pegou a chave e deixou o carro na garagem.

 Os dois entraram no lugar e parecia bastante chique, Haranda foi até o balcão de atendimento e falou que tinha reserva para três pessoas, o atendente já tinha atendido a primeira pessoa que estava os esperando na mesa reservada e o atendente pediu que eles os acompanha-se e os mesmos o fizeram, quando chegaram até a mesa o rapaz que estava sentado se levantou e estendeu as mãos para comprimentar Yuzu com um sorriso no rosto, só que a loira parecia ter congelado.

- Vo-você é o K-Ke-ta-kun? - Yuzu parecia que tinha visto um fantasma e paralisou com o jovem a sua frente lhe encarando. 

Cont... 


Notas Finais


E aí o que acharam do capítulo? Comentem e me digam o que vocês acharam eu irei ler e responder todos.

Se vocês perceberam esse capítulo saiu mais rápido do que de costume, bom eu vou tentar lança mais rápido os capítulos, só que vai ter dias que vai demorar já que as férias acabaram e eu tenho que voltar para escola.

Até mais ^_^


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