História Meu Erro Favorito - Capítulo 31


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Justin Bieber, Meu Erro Favorito, Romance
Exibições 71
Palavras 2.973
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Visual Novel
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Desculpe, esse capitulo não vou incluir o gif, pois escrevi no computador, já que estou sem celular. Espero que gostem. (:

Capítulo 31 - You're the only father I have left


Izzy piscou os olhos algumas vezes antes de abri-los realmente. Ela encarava o teto branco, reconhecendo-o, mas sem saber como chegara lá. Ela buscou em sua mente, mas a ultima lembrança concreta que tinha era de estar na área para fumantes da balada com os amigos e Justin, fumando maconha. Hmmm. Nunca lhe acontecera nenhum apagão desse. Além disso, ela se sentia um lixo. Seu corpo todo doia, como se tivesse sido atingida por um caminhão, sua cabeça então nem se fale, era como se havia uma banda de havy metal tocando sua música mais pesada e sem pausa.

Ela se sentou e gemeu com a dor do esforço.

-Bom dia, luz do dia. - ela ouviu Justin dizer e virou a cabeça para vê-lo sentado em uma poltrona perto da janela. Ele se inclinou para a frente, apoiando os cotovelos nos joelhos, a expressão era indecifravel - Como está se sentindo?

Izzy suspirou e franziu a testa.

-Acabada. - riu sem humor algum e balançou a cabeça - Caramba, como fui parar aqui?

Justin sorriu e de repente, seu dia ficara bem melhor. Mais iluminado.

-Eu trouxe, com a ajuda de Rebecca. - ele riu - Você sabe se divertir, Izzy.

Izzy ficou o encarando, sem entender. Deus, ela queria saber?

-Qual a parte que eu não me lembro?

-Qual a ultima parte que se lembra?

-Bem, de fumar aquele negócio com vocês. - franziu o cenho ao se lembrar.

-Sim, bem, acho que aquilo foi demais para você. - ele riu - Teve briga e acho que nunca mais vão nos deixar entrar naquela boate. - ele riu.

Izzy balançou a cabeça.

-Esclareça, por favor.

-Bom, você realmente não se lembra de ter dançado em cima do palco? - ele sorriu com a lembrança - Foi hilário, porque você estava tão louca que seus movimentos era completamente aleatórios e desordenados. O que mais? Ah, sim, Chris brigou com Chaz por estar pegando a Cait em publico. Sinceramente, não precisava ver aquilo. Os dois fizeram uma cena, com a Caitlin montada nas costas do Chris para ele soltar o Chaz. Eu me meti no meio, Ryan, Rebecca e você também. Nossa, foi uma bagunça. Então você começou a passar mal, sentou no chão no meio da balada com todos brigando e apagou, dormiu. 

Caramba. Izzy riu, principalmente porque, apesar de não se lembrar de nada sabia que o que ele dizia era verdade. Era como se havia os fantasmas das lembranças rondando sua mente.

-Ontem deu ruim, então. De verdade.

-Sim, pode-se dizer que sim. - Justin concordou.

-E você? Não está nem um poquinho mal?

-Ah, morrendo de sono, mas não consigui dormir. - ele freanziu o cenho - Surgiu uma... Coisa.

Deu para perceber que ele não queria falar no assunto nem do que o assunto se tratava. Izzy não queria pressioná-lo, mas estava muito curiosa. Mil coisas passaram em sua mente sobre o que poderia ser e o porque dele não querer falar.

-Então, o três estão de boa?

-Ah sim, foi só a loucura da bebida agindo, mas já fizeram as pazes.

Izzy assentiu.

-Que horas são? - perguntou lembrando-se que ainda era sexta e tinha que ir pra faculdade.

-Uma e pouco. - disse ele se levantando e indo até ela - Se está pensando em ir pra USM esqueça, já passou a hora.

Izzy suspirou. Desse jeito ela ia acabar repetindo o ano. Ela se levantou também, se espreguiçando e foi até Justin, abraçando-o e sentindo seu cheiro que era sempre tão delicioso e reconfortante. Ele a envolveu em seus braços, apoiando o queixo em sua cabeça, apertando-a. Ela se afastou um pouco, sem se soltar do abraço e o olhou.

-Eu preciso de um banho. Tô me sentindo como uma mendiga.

-Você está cheirando como uma também. - ele respondeu rindo.

Ela se afastou abruptamente.

-Serio? Oh, Deus. - pegou uma mecha de cabelo para cheirar.

Ele riu, balançando a cabeça.

-Tô brincando com você.

Ela o fuzilou com os olhos e foi em direção a seu closet, procurando alguma roupa dele que lhe fosse util por enquanto.

-Eu vou acabar roubando todas as suas roupas, amor. - disse sorrindo.

-Você devia deixar algumas roupas suas aqui, Iz, já que dorme mais aqui que em sua casa. 

Ela se virou para ele, os olhos brilhando de emoção.

-Oh, você vai me dar uma gaveta? Sabe o que isso significa, não sabe?

Sentando na cama, com o violão nas mãos, arriscando algumas notas, ele ergueu a cabeça e a olhou. Seu sorriso era simplesmente incrivel.

-Sim.

Ela escolheu uma camisa xadrez vermelha, e pegou um cinto. Realmente, por mais que ela amasse usar as roupas dele, era bom usar as própias que lhe serviam bem melhor. 

 

Izzy se olhou no espelho, colocando o cinto ao redor da cintura para prender a camisa, improvisando um vestido. Até que não ficou ruim, mas ela sentia falta das suas roupas mesmo.

-Vem, vou te preparar alguma coisa para comer. - disse Justin, pegando sua mão e a arrastando para a cozinha.

Ela se sentou no banquinho, de frente para o balcão de marmore, observando Justin lhe preparar alguma coisa. Ele abriu a geladeira e lhe fez um sanduiche. Estava muito bom. O garoto se sentou ao seu lado, comendo outro lanche também.

-Então - ela disse depois de acabar de comer, virando-se no banquinho para olhá-lo de frente - Vai me dizer o que te incomoda?

Justin tomou um gole de seu suco.

-Era meu investigador. - ele disse direto - Ele disse que descobriu algumas coisas sobre o Russo e vai vir aqui amanhã. Você já pensou se quer fazer o teste de DNA?

-Não sei ainda, quero dizer, o que ele ganharia mentindo com essa história? Não consigo pensar em nada que ele teria vantagem sobre.

Justin refletiu por um momento.

-Bem, eu não sei aonde ele quer chegar, mas alguma coisa não me parece certa nessa história. Você se importaria se eu verificasse?

Izzy deu de ombros, pensativa.

-Não vejo um motivo para ser contra também. - disse - Sabe, eu estava pensando sobre isso e... Meu pai sempre vai ser meu pai, mas já que ganhei outro pai... Seria... Errado, querer conhecê-lo melhor?

Justin segurou seu rosto com ambas as mãos, olhando fundo em seus olhos. 

-Não, claro que não. - ele beijou sua testa - Só vá com cuidado. Eu não confio nessa cara.

-Você nem o conhece.

-Minha intuição me diz alguma coisa. E se algo acontecer com você, que Deus ajude, porque eu não sei do que seria capaz.

Izzy sentiu seu coração bater tão forte, que parecia que seu peito ia explodir. Ela simplesmente adorava quando ele dizia essas coisas. Ela o beijou.

-Eu te amo. - ela sussurrou em seus lábios.

Ele sorriu.

-Te amo, Isabelle.

Seu celular tocou em cima da bancada e ela leu com desconfiança o nome de sua irmã na tela. O que Alison queria? Sua irmã raramente ligava para ela. Ela deslizou o botão verde na tela, atendendo.

-Alison? O que foi?

-É a mamãe, Iz.- ela parecia nervosa do outro lado da linha - Ela, hm, acho melhor você vir para casa e conversar com ela. 

Izzy suspirou. De novo. 

-Tudo bem, eu já estou a caminho. - desligou.

Justin a olhava preocupado. Ela sorriu despreocupada, tentando controlar o nervosismo e o cansaço. Ele já lidava com tantos problemas dela... Ela não queria o preocupar ainda mais, talvez nem fosse algo tão sério assim.

-Eu preciso ir para casa - explicou - É algo com minha mãe.

-Tudo bem, eu a levo. É algo grave?

-Ah não se preocupe, não deve ser nada.

Só algum ataque que ela teria que lidar de novo.

O caminho todo até sua casa ela ficou pensativa, revirando a cabeça no que poderia ser agora. Deus, quando que esses problemas com sua mãe iria acabar? Ela já conseguia pressentir as lágrimas que derramaria de novo, como sempre acontecia quando brigava com a mãe. Justin parecia muito preocupado, apesar dela tentar lhe dizer que não era nada. Quando o carro estacionou em frente a sua casa, Izzy respirou fundo, tomando coragem.

-Quer que eu espere por você? - ofecereu ele.

Ela sorriu.

-Não precisa, eu cuido disso. - disse fingindo uma coragem que não tinha - Eu ligo se precisar. Além do mais, você deve ter coisas mais importantes para fazer.

-Nada é mais importante para mim do que você, Isabelle. - ele disse baixinho, olhando-a intensamente.

Eram frases como essa que faziam Izzy se apaixonar ainda mais por ele. Ela sentia a verdade em cada palavra que ele dizia e acreditava nelas. Seu coração estava tão inchado de amor em seu peito que ela se perguntou se era possivel ter um ataque cardiaco por amor.

Ela se aproximou dele. Olhando em seus olhos, bem fundo, olhando além, para as palavras não ditas. Havia algo tão íntimo nisso, mais que qualquer beijo ou outras coisas. Ela o beijo, profunda e apaixonadamente. Sem pressa alguma, saboreando os lábios dele, tomando tudo. Ela se afastou ofegante antes que mudasse de ideia e pedisse para ele levá-la embora e fizesse indecências com ela.

-Tchau, baby. - Justin disse.

-A gente se vê mais tarde, amor. - ela lhe deu um ultimo beijo rápido antes de sair do carro com suas coisas.

Viu o carro ir embora, se distanciando pela rua antes de entrar em casa. Lá dentro estava um caos. A casa estava bagunçada, estava tudo espalhado pela sala, e havia muita gritaria lá em cima. Izzy subiu as escadas. Annie estava na porta de seu quarto, chorando alto. Alison tentava conversar com a mãe enquanto a mesma arrumava as coisas de Izzy numa mala. O que diabos?

-Mãe?! - chamou exasperada.

Alison se virou, parecendo aliviada em vê-la. Andou até ela, pegando Annie no colo.

-Ah, Iz, que bom! A mãe enlouqueceu! Ela acordou e viu que você não dormiu em casa de novo e começou a arrumar suas coisas numa mala! Ela não me escuta! Converse com ela! - a irmã parecia desesperada - Ela não pode fazer isso! Não pode te expulsar de casa! Você não é nem de maior ainda, pelo amor de Deus!

Karen parou um momento o que fazia para olhar Izzy. Ela ainda vestia camisola, os cabelos amarrados num rabo de cavalo bagunçado, mas o pior era seu olhar. Izzy sentiu um medo verdadeiro pela mãe. Seus olhos estavam tão vazios, não havia mais luto neles, nem tristeza, apenas um terrível vazio. Deus, o que estava acontecendo com sua mãe?

-Resolveu voltar para casa, Isabelle? - sua voz era fria, desprovida de emoção - Você não tem mais que se preocupar com isso, em voltar para casa, porque você não tem mais uma casa.

A mulher endoidou?

-Quê? Mãe, que diabos?

-Não, Isabelle, não vou permitir uma coisa dessas. Olhe para si mesma - ela apontou para Izzy - você não usa nem as próprias roupas. Você é um mal exemplo para suas irmãs!

Izzy franziu o cenho, não acreditando nas bobagens que ouvia. Sua mãe surtou?

-Como um mal exemplo? - ela perguntou - Elas são mais velha que eu! Sabem muito bem o que fazem. - ela deu dois passos para dentro do quarto - Você está me expulsando de casa? Sério?

Karen se exasperou.

-Eu nem te conheço mais. Não sei o que fica fazendo o dia todo, a noite toda!

-Aha, olha só quem fala sobre conhecer alguém! - gritou perdendo o controle - Você já contou para as meninas sobre seus segredinhos, mãe? 

Karen arregalou os olhos, o vazio dando espaço para o medo, a incerteza.

-Isabelle... - sua voz era um tom de advertência, de suplica.

-Não me venha com essa! Quer me expulsar de casa? Ótimo! Porque eu cansei de você! Cansei das suas besteiras, mãe! Fica sempre bagunçando a minha vida! Sabe o tanto que deixei de viver por você? - lágrimas desciam por seu rosto, uma atrás da outra - Você é doente, Karen. Devia procurar ajuda. - ela balançou a cabeça e saiu do quarto.

-Não me dê as costas! - Karen foi atras dela - Eu estou falando com você!

Izzy parou, se virando para a mãe.

-Agora você quer falar? Agora?! - gritou brava, irrompendo em um soluço - Então me explica como pode Brandon Russo ser meu pai! Como? Como pode mentir para mim minha vida inteira!

Alison que assistia tudo de longe, segurando Annie firme em seus braços, a cabecinha da criança contra seu peito, alargou os olhos em surpresa. Confusão tomou os olhos da irmã.

-Mãe, do que ela está falando?

-Isabelle... - Karen tentou.

-Não, mãe, não! Eu tentei tanto ser a filha que a senhora tanto queria! Mas não sou ela, eu não sou! E quer saber? Você não merece. Não merece sequer o meu esforço. - ela limpou com raiva uma lágrima que escorria - Você mente, manipula, e pra quê? Sequer consegue contar a verdade para mim! E agora? Agora está me expulsando de casa! - ela semicerrou os olhos, a cabeça pendendo para um lado - Não, quer saber? Eu não vou sair. 

Karen parou, olhando para a filha. Izzy se aproximou da mãe.

-Quando que você ia me contar a verdade, mãe? - perguntou baixinho, a voz tão quebradiça quanto ela sentia que seu coração estava.

Karen suspirou, os olhos vermelhos, lagrimas descento incessantes por seu rosto.

-Eu não ia. Eu nunca tive coragem para te contar.

-Então tudo que ele me disse está certo? - Izzy respirou fundo - Você realmente me mantinha longe dele por puro egoismo? Você o manipulava? Extorquia? Me usava contra ele?

Karen começou a chorar. A chorar de verdade, chorar como Izzy em toda a sua vida nunca tinha visto. Mas ela não conseguia sentir pena da mãe, só um ressentimento tão grande, uma mágoa tão grande, que ela não sabia se um dia conseguiria superar. Ela se afastou, erguendo as mãos. Ela não podia suportar mais disso.

-Você não entende, Isabelle. - Karen disse entre as lágrimas - Ele não é o que diz ser. Você não o conhece!

-E é culpa de quem isso? - Izzy disse, secando os olhos, cansada das lagrimas.

Lançando um último olhar para a irmã, Izzy saiu de casa. Não aguentava mais continuar ali. Não conseguia sequer olhar para sua mãe. Ela queria se afastar. Saiu desolada de casa, sem pensar para onde ia. Não podia levar esse problema para os amigos, já levara tantos! Ela só precisava ficar sozinha, pensar.

Andou por tanto tempo, sem saber aonde ia até que finalmente estava lá. Ela mal percebera que estava diante da lápide de seu pai, James Lovegood. Ela desabou sobre a terra, e chorou toda a sua dor e confusão.

Ela ficou lá por tanto tampo, que assistiu o sol se por e o dia dar lugar a noite. Não conseguia reunir forças para se levantar, ela sabia que devia, claro. Mas não sabia onde deveria ir agora. Sua casa não lhe parecia mais um lar. 

-É perigoso ficar sozinha uma hora dessas da noite - a voz forte surgiu atrás dela - filha.

Izzy ergueu os olhos dos joelhos. O quê? Ela se virou parcialmente no chão e olhou para o sujeito de terno caro. Brandon Russo. Ela se levantou, limpando os olhos e a sujeira da roupa.

-Russo. - ela suspirou - O que faz aqui? Como me achou?

Ele deu o que poderia ser descrito como um meio sorriso, as mãos no bolso da calça.

-Eu estou sempre de olho em você, Isabelle. - disse simplesmente.

-Você está me vigiando?

Ele a olhou por um momento.

-Eu só cuido do que é meu. - disse - E você é minha filha. Queira ou não.

"Minha filha". Ela não sabia como se sentir em relação á isso ainda. Deus, que maldita confusão.

-Acho que isso significa um sim. - ela murmurouk, cruzando os braços.

-Venha, eu te levo para casa.

Izzy se afastou um passo. 

-Eu não quero ir para lá.

Ele ergueu uma sobrancelha.

-Tudo bem, eu te levo para outro lugar. - ofecereu.

Izzy se calou, olhando além de Russo, pensando.

-Eu não sei aonde ir. - admitiu baixinho, olhando-o novamente.

Russo ficou em silêncio, observando a garota. Ele podia não falar muito, mas seus olhos demonstavam. Seus olhos escuros demonstravam compaixão e... Algo a mais, que ela não conseguia decifrar. Seria amor?

-Eu posso te levar para minha casa, se quiser. - ofereceu ele, pegando de dentro do terno um cigarro e um isqueiro, acendendo-o.

Izzy assentiu, afinal ele era seu pai. Russo se aproximou, ficando ao lado dela, olhando para a lápide de James.

-Eu sinto muito por seu pai. Eu sei que não posso e nem quero ocupar o lugar dele, mas quero ter um espaço em sua vida Isabelle. - ele soava sincero - James era um bom homem, afinal.

Izzy deu uma última olhada na lápide do pai.

-Sim, ele era. - ela fungou - Tudo bem.

-Tudo bem?

-Sim, se você é meu pai biológico, eu quero conhecê-lo melhor. - ela deu um sorriso triste - Você é o único pai que me resta.

Russo tragou e soltou a fumaça.

-Sinto muito por sua vida estar essa bagunça, não imagino como deve estar sua cabeça apos a perda de seu pai e a verdade sobre mim.

Izzy deu de ombros.

-Não é facil, mas tenho que seguir em frente.

Russo fumou o resto de seu cigarro e jogou a bituca longe. Ele colocou uma mão no ombro da filha.

-Venha, vamos.

No carro ele perguntou se ela queria ligar para alguém, avisando onde estava e se estava bem. Afinal, ela sumira quase o dia inteiro. 

-Não, eu só preciso dormir um pouco.


Notas Finais


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