História Meu eterno herói (Imagine Jun) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Seventeen
Personagens Personagens Originais, Wen Junhui "JUN"
Tags Jun, Pequenoninja, Você
Visualizações 200
Palavras 2.277
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Hentai, Luta, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom como já esperava uma de minhas fanfics de imagine foi excluída porque estava fora das regras, já devem ter noção o que era. Então para que os imagines não sejam perdidos irei posta-los separadamente. Beijos.
Está aí o primeiro deles.

Capítulo 1 - Pequeno ninja - Jun


Fanfic / Fanfiction Meu eterno herói (Imagine Jun) - Capítulo 1 - Pequeno ninja - Jun

Imagine Jun seventeen

Eu não estava acreditando no que meus olhos estavam vendo e nem no que os meus ouvidos estavam ouvindo. Meus olhos ardem, minha visão já está embaçada não sei o que virá a seguir. Ver minha mãe se afogar no próprio sangue após um “desconhecido” entrar em casa e esfaqueá-la, isso é o que todos dizem. Mas eu vi, vi tudo! Alguém que dizia que a amava e que estaria pra sempre a protegendo. Eu vi meu tio ao qual eu tanto amava, matando a minha mãe.

A próxima seria eu se um senhor no qual eu conhecia como o jardineiro, me salvando do triste fim, digamos que ele manjava dos paranaués.

Hoje depois de anos estou em uma clínica, sim ninguém acreditou em mim, mas não estou aqui por motivos mentais e sim porque é mais seguro, afinal meu tio não contava que meus avós e minha mãe havia deixado um testamento deixando tudo pra mim. Já haviam até passado pro meu nome. Mas isso só foi feito porque minha avó antes de morrer (envenenada) alertou minha mãe e meu avô, que também morreu, logo seria eu, mais o destino resolveu que ali não seria meu fim.

E como gratidão ajuda na administração, ás vezes, faço algumas atividades recreativas com os pacientes. Ainda tenho medo meu tio está á solta, só terá fim quando ele for pego. De longe administro as empresas e claro que o mandei embora.

Sentado no banco olhando o sol se por vejo um rapaz se aproximar do portão e conversar algo com os guardas. Ele me lembra de alguém mais agora não me recordo quem. Ele entrou e seguiu com suas malas, pra cabana que é separada da clínica. Continuei a observa-lo, e as moças da clínica irão ao céu com esse pedaço de mau caminho.

Ele virou em minha direção acenou e sorriu, fiz o mesmo de volta. Ele veio em minha direção quando chegou sentou-se.

-- Olá.

-- Oi! Tudo bem? – por mais que minha história me obrigaria a ser rude e afastar as pessoas, é bem sociável.

-- Sim, como pode ver acabei de chegar sou o novo jardineiro me chamo Jun e vc?

-- (seu nome), já gostei de vc! – sorri simpática.

-- Acabou de me conhecer, sou tão irresistível assim? – perguntou risonho em tom de brincadeira.

-- Talvez, mas não é isso. – fiquei um tempo atônito. Apenas olhando o céu.

-- O que é?

-- O fato de vc ser um jardineiro. – sou bem verdadeira com a minha história afinal fingir que nada aconteceu não é saudável.

-- Ah entendi, gosta de flores? – também pensei, mas no interior sei qual o verdadeiro motivo.

-- Também Jun, mas hoje estou viva graças há um jardineiro, sou muito grata. – sorri tentando mostrar o quanto sou agradecida.

-- E por isso gosta de todos que se dizem Jardineiros? Há muitas pessoas ruins.

-- Vai por mim eu sei disso, mas é que você tem uma aura não sei. Sua presença é tão boa, acho impossível vc ser mal.

-- Então é um risco a se correr (seu nome). – a que (fofo) querendo prevenir, sei bem como as pessoas podem ser cruéis. E meu coração diz que ele não é.

-- Por quê? Vc me faria mal? – perguntei em tom desafiador.

-- Há muitas coisas que quero fazer com vc, e nenhuma delas envolve lhe fazer mal.

-- O que vc quer?

-- Por enquanto ser seu fiel amigo. – amigo uma palavra tão forte á anos não tenho amigos, aqui tenho conhecidos.

-- Fechado. – ergui minha mão em sua direção, pra ele apertar, assim foi feito. Agora somos amigos.

Levantei e o deixei ali, entrei fui fazer minha higiene pra poder dormir, mas já deitada não consegui, afinal logo chegaria há época em que mais fico vulnerável. Todo ano a um mês que “todos” da clínica podem ir pra casa dos seus parentes, como um teste, e a saída e entrada delas, deixa a clínica a quem quiser entrar. Eu sei meu tio não desistiu, agora é questão de vingança pra ele, por que se eu morrer, vai tudo para o estado e pensando nisso adormeci.

<><><><><><><> 

Estava colocando musicas para os pacientes ouvirem, os deixa mais calmos. Alguns até dançam outros dormem, poucos vem conversar comigo, nos interagimos por ações, eles mostram que gostam do que faço, e eu sempre tento fazer algo bom, agora novamente um sentimento de perigo rondava meu coração, senti dedos na minha testa desfazendo minhas rugas de preocupação, era o Jun sorri ao vê-lo.

-- Agora sim está melhor. – sorri em resposta.

-- Já terminou? – perguntei referindo ao seu trabalho.

-- Já sim e vc?

-- Só mais alguns minutinhos. - Terminei e fui encontra-lo sentado no mesmo banco que conversamos a primeira vez. Cheguei sentando ao lado dele.

-- Vc parece preocupada o que foi? – bem perceptivo. Seja breve, dizia pra mim mesmo.

-- Pesadelos do passado só isso. – passou se um tempo em silencio e nesse tempo por diversas vezes tive vontade de contar o que realmente ouve desabafar. Mas não posso, não é justo esse fardo é meu.

-- Entendo todos nós temos, mais o que determina tudo é como agir e vc está fazendo um ótimo trabalho apesar de tudo.

-- Obrigada.

-- Okay. – sorri ele é do tipo que não força, isso é bom, ele é tão lindo que dá vontade de abraçar, corei com essa ideia, afinal mal lembro qual foi a ultima vez que estive em contato tão intimamente com um homem.  

-- Por que está corando? Em que está pensando? – disse rindo, mais com os olhos avaliativos em mim.

-- A só que eu gostaria de ti abraçar. – a qual é adoro paga micão, obvio que ele não vai me abraçar.

-- Vc quer um abraço? Então pede. – a mais nunca, pedir? Esqueci não quero mais. Olhei pra ele com aquele olhar de não mesmo. Ele está rindo, belo amigo fiel preciso de um cachorro.

-- Que tal um piquenique?

-- Que dia? – perguntei interessada.

-- Agora. – ele pirou só pode.

-- Mais logo vai escurecer. – falei o obvio.

-- É aí que fica mais interessante hora. – sinceramente tenho medo de ficar zanzando á noite pela clínica. É sombrio de mais.

-- A vamos, prometo que vai ser legal. Prometo lhe proteger também. – disse colocando a mão acima da cabeça com a palma aberta.

-- Okay. Mais e o lugar.

-- Segredo curiosa segredo. – disse rindo pegando minha mão e caminha em direção da área inutilizada.

-- Ei aonde vamos? De mãos vazias?

-- Não seja inocente, já está tudo pronto lá. – disse rindo, aff bobão.

-- Então já sabia que eu ia aceitar? E se eu dissesse não? – cruzei os braços em frustração.

-- Lembra? Eu sou irresistível. – garoto vc se acha demais, mais não é pra menos, apenas soltei uma risada sem graça. Andamos mais um pouco.

-- É aqui. – fiquei impressionada com o lugar, desde quando havia um lago aqui? E arvore gigantesca? Nunca pensei em vir aqui, mais eu deveria ter pensado. Ele levou-me pra de baixo da arvore que ficava de frente para o lago, e embaixo da arvore havia tudo pronto. Aí que fofo, sentamos sorrindo um pro outro, quem visse diria que somos namorados, corei novamente.

-- Vc está corando demais, o que quer agora? Morder uma parte do meu corpinho? – soltou uma gargalhada gostosa, mais confesso que não pude rir junto, só fiquei mais vermelha. Ele quer provocar.

Comemos em meio as brincadeiras, quando o lanchinho acabou ficamos em silencio só apreciando o lago.

-- (seu nome)

-- Humm? – apenas continuei a olhar o lago, a noite estava tão bonito a lua iluminando a água.

-- Não quero mais ser seu amigo. – virei pra ele surpresa. Abaixei a cabeça.

-- Por quê? Foi algo que fiz? Ou disse? – confesso que estou angustiada com isso. Tão pouco tempo de “amizade” e ele já quer acaba-la.  

-- Posso confessar algo?

-- Se quiser. – não sei aonde ele quer chegar.

-- Não gosto de ficar na friendzone. – ele está jogando comigo só pode.

-- Não entendo.

-- Ahhh (seu nome) entende sim, quis ser apenas seu amigo, apenas pra não ser um estranho, por que na realidade eu lhe desejo. – desejo? Algo que não tive contato. Estou suando frio.

-- Deseja como? – engoli em seco, ao ver seu olhar pegando fogo em mim. Ele deitou no pano, colocando as mãos atrás da cabeça. Suspirando.

-- Por onde começar? Vc nua seria um bom começo! – eu estava de costas pra ele, mais senti meu corpo dar sinais em resposta, aquela voz está seduzem-te demais. Apenas ofeguei, o que foi suficiente pra ele continuar com as palavras. Palavras que tão tendo um controle sobre o meu corpo que nunca experimentei.

-- Sua boca na minha, suas mãos em meu corpo, sinto arrepios por todo meu corpo só de imaginar. – minha respiração já estava descompassada, agora eu queria beijar sua boca e passar minhas mãos por todo seu corpo.

-- Ahh (seu nome) mais não para por aí, sinto inveja das gotas de água que escorrem pelo seu corpo, inveja mortal do sabonete que passeia pelo seu corpo. Mais não me leve a mal, não é apenas seu corpo que desejo, quero ser o motivo dos seus sorrisos, quero estar na mente 24 horas assim como vc está na minha. – comecei a sentir calor por todo meu corpo, eu não ia pedir que parasse e que me beijasse logo.

-- Já imaginei vc de em diversas posições, gostaria tanto da sua boca em mim. Não aguento mais imaginar e me masturbar pensando em vc, mais não irei obriga-la a nada, então agora é a hora de escolher, se me quer também, tome uma atitude pelo menos uma vez, se não me quer assim, apenas vai embora e me deixe terminar o serviço. – ohh o que faço? Respire e tome a decisão, vamos. Olhei pra ele seu cenho franzido, mordendo os lábios olhei descaradamente seu volume, eu também queria, estou latejando de desejo por esse garoto, porque não? Estamos a sós aqui. Levantei, ouvi um suspiro de decepção sair dele ele não abriu os olhos é minha deixa, sentei sem dó nenhuma encima de seu membro, fazendo nossas intimidades ter um contato um tanto bruto.

Um gemido alto escapou dos seus lábios, suas mãos logo correram pra minha cintura fazendo uma leve pressão. Abriu os olhos, luxuria desejo, estava queimando.

-- É o que quer? – levou uma das mãos em meus cabelos desfazendo o rabo de cavalo. Me remexi em seu colo em forma de resposta, não estou afim de palavras agora, senti o aberto nos cabelos aumentar, fechou os olhos pra sentir, quando vi o que provoquei continuei.

-- Não faça assim, vai me deixar mais louco por vc. – as mãos que estava na cintura logo trataram de arrancar minha blusa, fiz o mesmo com a dele, deslizei minhas unhas pela sua barriga peito queria tocar tudo, mais uma coisa que eu queria era seus lábios, avancei na sua boca com vontade, gememos quando nossas línguas se encontraram para uma dança. Morde seus lábios com vontade, todas essas novas sensações, estou amando. Não demorou muito pra estarmos sem roupa alguma, pele na pele, nossos gemidos e toques, eram todos apenas observados pela lua, onde me tocava deixava um rastro de fogo, nesse momento até minha alma está em chamas. Senti por diversas vezes um liquido entre minhas pernas, já não aguentava mais aquela tortura, dos beijos de perde o folego, sem nem dar tempo dele pensar, encachei seu membro em minha entrada e desci de uma vez, ele me apertou em um abraço, senti apenas um desconforto, eu queria logo o prazer que viria.

-- Se mova, por favor.  – disse deitando, e com a respiração falha.

Comecei um sobe desse devagar apreciando o rosto de Jun se contorcer de prazer, mais nem eu estava aguentado, aumentei a velocidade, nesse momento estava gemendo alto, muito alto, joguei a cabeça pra trás quando senti as mãos dele em volta de meus seios. Minhas forças estavam se esvaindo tamanha sensação que estava me preenchendo vendo isso, ele ficou por cima, estocando mais rápido e fundo, arranhei as costas dele em forma de aliviar, nos pegamos em um beijo avassalador, enquanto tentava soltar a voz, tentativa falha, estávamos tão juntos, parecíamos apenas um. Soltei um gritinho de dor e prazer pelo chupão que ele deixou em meus seios.

Estávamos próximos do ápice dava para sentir. Senti meu corpo contraindo por dentro e logo em seguida se derramando amoleci, mais as estocadas estavam mais rápidas e mais fáceis de sair e entra, logo ouvi Jun urrar de prazer, mais antes que se derramasse dentro de mim, o retirou e gozou na toalha, logo em seguida me dando um selinho, ficamos deitados esperando a adrenalina passar. Puxou para seu corpo em um abraço.

-- Esperei tanto por esse momento.

-- Mas vc não conhece á muito tempo.

-- Aí que vc se engana lhe conheço desde criança. – voltei minha cabeça em sua direção para olhar em seus olhos, apenas acenei para continuar.

-- Eu sou o filho do jardineiro que lhe salvou. Também sou aquele menininho que lhe seguia pra todo lado. Quando foi embora, chorei tanto, demorei tanto pra lhe encontrar, finalmente consegui. – finalizou me abraçando mais, por isso que ele era familiar, agora lembro, eu tinha medo dele, mais depois foi mais curiosidade, nunca nos falamos.

-- Ainda bem que vc encontrou pequeno ninja. – era assim que eu o via, o vi rir. Fiquei feliz, e completa e sem medo como a tempos não ficava.


Notas Finais


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