História Meu Gatinho - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Abuso, Doença, Família, Gato, Híbrido
Exibições 17
Palavras 676
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Mais uma! Espero do fundo do coração que gostem! Caso gostem ou não, avaliem.

Capítulo 1 - Resultado do exame


Fanfic / Fanfiction Meu Gatinho - Capítulo 1 - Resultado do exame

Acordo com toda a disposição do mundo! Sinto que o trabalho hoje renderá e será proveitoso. E... Sem esquecer, estressante e apreensivo também. Me apronto e vou para a empresa trabalhar. Horas depois finalmente chega o meu horário de almoço. Vou mais uma vez ao consultório do geneticista da família. Imagino que tudo saia como eu planejo, mas, não irei ficar com muita expectativa e cheia de emoção como da ultima vez. Mas.... Não é muito fácil permanecer assim. No caminho de carro, da empresa até o consultório penso que.... Que seja dessa vez. Pois, se não for, eu desisto. Estaciono o carro em frente a clínica, desço e a cada passo é como se meu coração palpitasse tanto ao ponto de sair do meu peito. Vou até o consultório do Dr. Ryan imaginando ouvir uma notícia diferente da última e diferente de tantas outras.
-Olá Dr. Ryan, como vai? *o cumprimento com um meio sorriso*
-Olá Carolline... Estou bem e você? Nervosa ou tranquila?
-Nem eu mesma sei ao certo. Mas, acho que o tremor responde a pergunta. *falei estendendo minhas mãos a frente e elas tremiam mais do que qualquer outra coisa*
-Sabemos que o resultado do exame já esta pronto e está em minha mãos. Eu ainda não o abri pois queria que fosse pra você, esse momento é seu e nem eu como médico responsável tenho o direito de tira-lo.
-Fico satisfeita e muito confortável em saber... Pode abrir agora... *o peço e minha voz entoa muito nervosismo e muito trêmula também.*
-Tudo bem.
*Ele abri o envelope e retira a folha de papel. Meu coração a essas alturas já estava do tamanho de um grão de mostarda e famoso nó na garganta já se formava a ponto de doer.*
-O resultado é... É o mesmo. Você não pode engravidar devido ao seu problema nas trompas e no ovário, mesmo com todo o tratamento, nada pode ser feito. Sinto muito...
*A cada palavra que ele dizia, gotas de lágrimas grossas pingavam ferozmente dos meus olhos caindo em minhas mãos, é como de fossem desferidas facadas contra mim, acredito que facas doeriam muito menos. De novo, de novo isso! Desisto, desisto de tudo. Meu sonho de ser mãe foi ao chão. Não sei porque nem pra quê ainda alimentei esse sonho idiota e bobo! *
-Eu... *soluço* Eu... Eu já imaginava que não seria muito animador, mas... Nem outro tratamento pode ser realizado? Eu pago o preço que for!
-Eu entendo você e... Não, não existe outro tratamento que possa ser feito. Esgotamos todos. E eu sei que era e é seu sonho ser mãe. Não é porque você não pode ter o SEU, que você não possa ser mãe de uma criança. Existe tantas que estão precisando de uma, você é perfeita, vai dar muito amor, carinho e atenção a uma criança que precisa de uma mãe. Pense nisso....
-Tudo bem... E... Muito obrigado Dr. Ryan. Muito obrigado mesmo. Não sei o que seria sem você. *apertamos nossas mãos e fui embora. Não tinha condição nenhuma de voltar ao trabalho, desvio o caminho e vou para casa. Nada melhor no momento do que a minha casa. Estaciono na garagem e deixo tudo em cima da mesa, subo para o meu quarto e vou tomar um banho relaxante e demorado na banheira. Tentar processar tudo o que acabará de ouvir. Na banheira, as palavras do Dr. sobre outra criança precisar de uma mãe e eu ser perfeita para ela, não saem da minha mente. Será que eu poderia adotar uma criança? Mas ela vai ser minha?. Perguntas que insistem em permanecer martelando minha cabeça.
Saio da banheira e vou para o quarto me arrumar. Desço para preparar algo para comer, quando termino, pego meu MacBook e vou pesquisar tudo sobre adoção pra entender. Não é tão fácil, não sei se posso fazer isso. Mas... Eu sei que alguma criança precisa de mim, e eu preciso dela.
Semanas se passaram e finalmente eu agendei uma visita a um orfanato, vou ver as crianças hoje.



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