História Meu Gatinho (NamJin Hybrid) - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Fluffy, Hybrid, Jikook, Jin, Kim Namjoon, Kookmin, Namjin, Ommajin, Vkook, Vkookmin, Vmin, Yoonseok
Exibições 593
Palavras 1.037
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Fluffy, Lemon, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei
Obrigado pelos favoritos e comentários, to muito feliz ❤
Até lá embaixo.

Capítulo 2 - Capítulo 1


Era aproximadamente duas horas da manhã, a operação estava chegando ao fim, haviam conseguido invadir o laboratório, render os guardas e capturado eles e dois cientistas. Ouve pouquíssimas perdas, mataram apenas dois guardas.

No lado de fora do prédio, ambulâncias posicionadas esperavam as vítimas, que haviam sofrido nas mãos dos cientistas. Conforme eles iam saindo, podia-se facilmente perceber o quanto estavam assustados. Os paramédicos eram na grande maioria mulheres, que usavam o tom mais suave possível para falar com eles.

Não importava quantas vezes Namjoon já tinha visto cenas como aquelas, nunca se acostumaria. Ódio queimava em seu interior. Desejava poder matar cada desgraçado que ousou maltratar aquelas pessoas inocentes.

– Chefe?

Desviando os olhos das ambulâncias, Namjoon voltou sua atenção para o inquieto policial ao seu lado.

– O que houve? – Perguntou intrigado – Problemas?

– Há um hibrido... – Pausou – Não quer sair de jeito nenhum do sótão, quando nos aproximamos ele começa a chorar. Não sabemos o que fazer para acalmá-lo.

– Me leve até onde ele está. – Suspirou.

Entraram dentro da casa de dois andares, caminhando pelos corredores estreitos, com pouquíssima iluminação. Afastada da cidade, centralizada no meio de uma fazenda, quem olhava a casa pelo lado de fora pensaria que era apenas uma bonita casa comum, não dava para ver que ali dentro coisas realmente ruins aconteciam.

Eles subiram para o segundo andar, percorreram rapidamente o corredor – que tinha as paredes pintadas de bege, cheias de marcas de mão - no final eles entraram numa enorme sala sem moveis, onde dois policiais esperavam.

O policial branco – até demais – tinha uma carranca no rosto, estava aborrecido com algo.

– Até que fim. – Grunhiu irritado.

– Que bicho te mordeu Suga? – Perguntou Namjoon, parando em frente aos seus homens.

– Ele ficou ofendido, porque o hibrido não gostou dele. – Zombou o outro policial.

– Cala a boca idiota. – Suga fuzilou o parceiro com os olhos – Eu só quero ir logo para casa, mas, o gatinho lá em cima não quer sair.

– Gatinho? – Namjoon franziu a testa.

– Pelo que vimos ele é um hibrido de gato, eu acho, não temos certeza. – Disse o policial Jackson, que tinha ido buscar Namjoon lá embaixo.

– Me esperem aqui, já volto. – Falou firmemente, recebendo um aceno afirmativo dos homens.

Andou até a escada de madeira, que descia do teto, subiu cuidadosamente os degraus estreitos. No momento que sua cabeça entrou no buraco, piscou várias vezes, ajustando a sua visão a quase escuridão total do lugar. A única luz no sótão vinha de uma lamparina antiga, que estava em cima de uma caixa velha de madeira.

Percorreu os olhos pelo lugar, tentando achar o hibrido no meio do amontoado de caixas, livros e lixos. As vistas dele pararam, quando viu o hibrido no canto esquerda, encostado contra uma caixa de madeira, com o rosto escondido entre os joelhos. As orelhinhas pretas levantadas, significava que ele sabia que não estava sozinho.

– Oi. – Murmurou baixinho, sem mover-se, para não assustar o gato – Sabe quem somos?

Silêncio.

– Viemos tirar vocês daqui e leva-los para um lugar melhor, onde ninguém irá machucá-los. – As orelhinhas se mexeram – Não gostaria de ir para um lugar bom? Prometo que não deixarei ninguém o machucar, nunca mais.

Namjoon prendeu a respiração, quando o hibrido ergueu um pouco a cabeça e um par de olhos amarelos focaram nele. Merda. O gatinho era lindo, disto Namjoon não tinha dúvida, assim como também não tinha dúvida do quanto ele estava assustado.

– Que tal descer comigo. – Xingou-se mentalmente ao ver o hibrido tremer – Ei, prometo que nada de ruim irá acontecer. Só vamos para um lugar melhor que este, imagino que não gosta daqui.

Os olhos amarelos piscaram.

– Então. – Namjoon estendeu o braço direito, com a palma da mão aberta – Vem comigo, vou te levar para um lugar agradável. Pode confiar em mim.

Namjoon não contou, mas, tinha quase certeza que ficou cerca de cinco minutos com o braço estendido, começou a senti-lo adormecer. Ele estava para desistir, já tentando pensar em outra maneira de tirar o gato de lá de cima, quando de repente o gato mexeu-se.

A respiração de Namjoon falhou, enquanto observava o hibrido apoiar as mãozinhas no chão e engatinhar devagar na sua direção. Ele vestia um short preto rasgado e uma camiseta preta com manchas amarelas, além de estar descalço. O hibrido se movia tão lentamente, fitando desconfiado e assustado Namjoon, como se esperado ser a qualquer momento atacado. Kim Namjoon precisou juntar toda paciência que pensava não ter, para esperar pacientemente o garoto aproximar-se.

Quando estava perto o suficiente, o híbrido sentou-se nas próprias pernas, levantou a mão, hesitando por um segundo antes de apoiá-la na mão morena. Namjoon sorriu suavemente, contente que o gatinho tinha confiado nele, mas, não fechou a mão, para não assustar ainda mais o hibrido.

– Bom garoto. – Falou manso – Vamos descer?

Durou quase uma eternidade – pelo menos foi o que pareceu para Namjoon – para o garoto acenar com a cabeça. Sorrindo e esforçando-se para manter uma posição relaxada, olhando para o hibrido o tempo todo, Namjoon começou a descer devagar as escadas.

– Vem. – Falou suavemente.

O garoto seguiu ele, os pés se apoiando no degrau, descendo lentamente, porém, quando ele viu os outros policias na sala, congelou, o rosto empalidecendo. Prevendo o próximo movimento do hibrido, Namjoon segurou com firmeza a mãozinha macia, forçando-o a lhe encarar.

– Tudo bem. – Disse o mais suave possível – Ninguém vai te machucar, não vou permitir.

Namjoon ficou grato que nenhum dos seus homens abriu a boca, todos ficaram calados, fitando compassivo o hibrido. A mão suada, o rabo peludo entre as pernas, os olhinhos amarelos assustados e as orelhinhas abaixadas, despertaram o instinto de proteção de Namjoon. Não era apenas palavras jogados ao vento, quando disse que não permitiria ninguém o machucar, era uma promessa, que ele pretendia cumprir.

Depois de um minuto o garoto apertou a mão dele, como se estivesse dizendo que estava tudo bem, que podiam prosseguir. Novamente voltaram a descer as escadas até alcançarem o chão.

Quando finalmente desceram, Namjoon virou-se para seus homens, franzindo o cenho, quando o garoto se escondeu atrás dele, ficando fora da vista dos outros. Pode sentir os olhares especulativos sobre si, assim como o obvio interesse deles.

“No que acabei de meter? ” – Pensou intrigado. 


Notas Finais


Gostaram? Espero que sim.
Obrigado por lerem
XOXO


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