História Meu guarda costas diferente - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan, Bangtanboys, Boyxboy, Bts, Hoseok, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin, Lemon, Namjoon, Seokjin, Taehyung, Yaoi, Yoongi, Yoonseok
Exibições 314
Palavras 3.073
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Lemon, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oie~

Minha primeira fanfic que vou postar e não desistir, eu acho, mentira vou desistir não.

Alguns avisos.

*Essa fanfic também está sendo postada no Wattapad por mim.

*Essa fanfic eu estou fazendo com uma amiga, mas ela só tem conta lá no Wattapad então não pude colocá-la como coautora aqui.

*Essa fic é gay, viado, homossexual se não gosta não leia.

*O Jimin é Tops por motivos de: MINHA RELIGIÃO NINGUÉM SAI.

*O bottom -no caso o Jungkook- não vai ser afeminado todo cheio de frufrusinho agindo todo envergonhado. ELE É UM PASSIVO DECLARO daqueles que pedem para serem fodidos com força.

*Tem muito palavrão nessa caralha.

*COMENTA POR- quer dizer... Por favozinho, só assim eu poderei saber se estão gostando, eu não conto favoritos, eu me importo mais com comentário.

* Comentários como "gostei, continua" eu não levo em consideração para saber se gostaram ou não u.u

Só isso, tenham uma boa leitura <3

Capítulo 1 - Novo Guarda Costas


— Senhor Jungkook, é sério isso? De novo!? — Min Ho, meu advogado perguntou como se fosse alguma surpresa eu aprontar algo. Mas como não estou em condições de raciocinar direito apenas mandei:

— Cale a boca Min Ho, sua voz está fazendo minha cabeça doer, e você não é meu pai para me dar sermão. — Esfreguei os dedos nas minhas têmporas. Eu realmente não devia ter exagerado na bebida nem falando assim com ele, mas já está feito então foda-se.

— Tudo bem. — Respondeu fechando a cara. — Também não irei mais contestar o que seu pai está planejando para você.

Abri os olhos que tinha fechado por causa da claridade que estava piorando minha dor de cabeça.

— Planejando? O que ele está planejando? — Perguntei.

— Não sou seu pai, espere chegar em casa para ele lhe falar. — Botou um sorrisinho no rosto.

— Uhm, não deve ser nada demais. — Falei sem me mostrar abalado, mas por dentro eu estava me remoendo pensando no que meu pai podia estar pensando em fazer, ele nunca se importou com o que eu faço ou deixo de fazer.

Min Ho apenas aumentou o sorriso e se virou para o policial que estendia um papel para ele assinar.

Depois de toda aquela burocracia chata sobre a fiança que meu pai teria que pagar para eu não ir preso e um: "até a próxima vez" que o delegado falou todo feliz. Sim, eu já fui preso outras vezes, mas nenhuma das vezes está na minha ficha, afinal o que dinheiro não faz? Esse delegado deve ter dinheiro do meu pai entalado até o cu.

Apenas sorri irônico para ele, mas talvez eu volte mesmo. Não, não sou uma pessoa com algum problema na vida, até que é de boa minha vida, amigos, dinheiro, homens, mulheres, um pai e uma mãe que mesmo estando divorciados não me causa nenhum problema. Eles são divorciados desde que eu me entendo por gente, mas eles até que tem uma relação legal, não tenho do que reclamar, eles me deixam fazer o que eu quiser e gastar o quanto eu quiser. Talvez eu só cause problemas porque sou jovem. Ok, vinte e dois anos não é uma idade em que a desculpa “é só uma fase de adolescente” possa ser aplicada. Então vou por a culpa nos meus amigos, isso, Taehyung e Hoseok hyung são muito persuasivos e eu sempre vou na deles. Não sei como Seokjin hyung continua falando com a gente, ele chega a ser careta de tão certinho que é.

— Vamos senhor Jeon? — Min Ho me chamou.

— Uhm. — Respondi, apenas.

Entramos no carro que me esperava em frente à delegacia e partimos em direção a minha casa. Agradeci aos céus por isso, a única coisa que eu queria era chegar no meu quarto e entrar em coma por um mês.

Olhei para Min Ho que estava ao meu lado e ele ainda estava com o sorrisinho filho da puta no rosto.

— Não vai me contar mesmo o que meu pai está planejando? — Perguntei tentado parecer manso.

— Não, afinal eu não sou nada na sua vida, não é mesmo? — Nem olhava para mim para responder.

Olhei para o banco da frente e vi que o motorista, hora ou outra olhava para trás prestando atenção no que falávamos. Enxerido! Apertei o botão que levantava um vidro impedindo a visão e som de ambos os lados.

— Você sabe que não é só isso. — Ditei enquanto me sentava em seu colo.

— Ah é? E o que mais sou? — Perguntou colocando ambas as mãos em minha cintura.

— Meu parceiro de fodas. — Falei começando a passar meu nariz pelo seu pescoço, vi seus pelos arrepiarem. Sorri com isso, vai ser tão fácil arrancar a verdade dele.

— Só isso, o que mais? — Perguntou me fazendo rebolar em seu colo com as mãos e apertando minha bunda.

Comecei a subir o rosto passando meu nariz por seu maxilar. Deixei meus lábios resvalarem nos seus quando troquei meu rosto de lado.

— Meu Daddy, aquele que me faz delirar, gritar para ser fodido mais forte, mais rápido, mais intenso. — Ditei e o beijei.

Comecei logo colocando minha língua em sua boca, eu teria que deixá-lo louco de tesão se quisesse arrancar algo dele. Coloquei minhas mãos que estavam no ombro dele, em seus cabelos os puxando com certa força. A boca dele desprendeu da minha para soltar um gemido quando resolvi rebolar em seu membro já meio desperto com mais empenho.

— Aah Jungkook, você me deixa insano! — Exclamou e começou a atacar meu pescoço com chupões e lambidas.

— É bom saber isso. — Confessei e comecei a forçar me quadril para baixo pressionando minha bunda em seu pênis ainda coberto. Ele largou meu pescoço para gemer longamente e me ajudando no movimento do meu quadril com as mãos. Eu estava adorando isso, mas precisava ter foco, eu queria saber o que meu pai estava planejando para já me preparar com um contra-ataque. Vindo do meu pai coisa boa não seria, já que ele nunca tomou nenhuma providência das coisas que eu já fiz. — Yah, eu sou bom o suficiente para você me contar o que meu pai está planejando?

Tentei perguntar o mais desinteressado possível, mas parece que não funcionou porque ele se afastou do meu pescoço imediatamente e me olhou com um olhar que me parecia decepção.

— Foi para isso que você fez esse showzinho todo? — Perguntou ríspido.

Merda!

— Claro que não, também foi porque eu quis dar prazer para o meu Daddy. — Tentei contornar a situação e fui o beijar novamente, mas ele virou o rosto me fazendo beijar sua bochecha.

— Não tenta me enrolar não. — Me tirou do colo. — Caramba Jungkook... Eu... Ah foda-se! Não fala comigo a não ser que seja necessário.

Mandou, e eu senti o carro parar e o motorista descer vindo abrir a porta.

— Chegamos. — O motorista anunciou quando abriu a porta.

Min Ho desceu e começou a andar em direção a casa sem me esperar. Merda! Além de não ter conseguido saber o que meu pai planeja, vou ter que aturar Min Ho puto comigo. As vezes acho que é o karma dando o troco por tudo que eu já fiz. Arrg, eu só queria entrar em coma e dormir para sempre, minha dor de cabeça acabou ficando pior a ponto de eu querer bater minha cabeça na parede e desmaiar. Caralho, maldito Taehyung!

Desci do carro e corri para acompanhá-lo, quando o alcancei Min Ho falou com uma voz monótona:

— Seu pai quer vê-lo no escritório dele assim que entrar em casa. — Nem olhava para mim, sério odeio falar com alguém e a pessoa não olhar para mim. Mas não estou em posição de reclamar de nada.

— Até quando você vai ficar emburrado? — Perguntei.

Ele olhou para mim com um olhar estranho e falou:

— Talvez não por muito tempo. — Suspirou.

— Como assim? — Não entendi, pensei que ele estivesse puto.

— Já, já você vai saber. — Respondeu quando chegamos na porta. Ele olhou para os lados, colocou uma mão na minha cabeça e me deu um selinho. — Você gosta de mim como seu advogado? — Perguntou e se afastou uns passos.

— Claro que gosto, e não só como advogado, você também é meu amigo. — Isso está estranho. Aonde ele quer chegar? — Por quê?

— Por nada meu doce, agora entra que daqui a pouco eu vou lá. — Mandou e me empurrou para dentro, fechando a porta.

Nem contestei apenas fui em direção ao escritório. Subi as escadas e quando cheguei em frente a porta do escritório bati na porta. Normalmente eu entraria de uma vez, sem bater, mas pelo modo como o Min Ho agiu deve ser algo sério. Melhor me comportar.

Assim que ouvi um entre, abri e entrei encontrando meu pai com um olhar sério e, para a minha surpresa, minha mãe com um olhar aflito. Parece que a porra é séria se até ela está aqui.

— Então... O que o senhor deseja? — Perguntei chegando mais próximo da mesa.

Ele suspirou olhando para algum ponto do da sala e eu não ousei desviar os olhos.

— Dessa vez você passou dos limites, e medidas precisam ser tomadas. — Respondeu sério.

— Por que isso do nada? Você nunca ligou para o que eu fazia ou deixava de fazer! — Desisti de tentar me comportar. Sim, desisto fácil das coisas.

— Agora é diferente, você invadiu uma propriedade! — Para mim ele estava fazendo um teatro muito ruim de pai preocupado.

— E qual o problema, eu só entrei na piscina do diretor sem a autorização dele, nada demais. — Falei começando a relaxar, ele não pode me cobrar nada.

— Você já dirigiu bêbado; agrediu um grupo de adolescentes com seus amiguinhos delinquentes; foi expulso de três escolas, duas faculdades; foi proibido de entrar em cinco clubes, duas lojas, seis salas de cinema tudo por baderna; foi banido de entrar na praça por nadar pelado no lago; e agora invadiu a propriedade do seu diretor! Esqueci alguma coisa?! — Me perguntou retoricamente começando a se alterar depois de listar todas as coisas que já fiz.

— Esqueceu da vez em que eu arranquei a peruca do governador. — Falei me jogando de forma desleixada no pequeno sofá que tinha ali.

—JEON JUNGKOOK, EU NÃO ESTOU BRINCANDO! — Gritou batendo uma das mãos na mesa e minha mãe que estava calada até agora falou:

— Junghe, se acalme. — Pediu colocando uma das mãos no ombro do meu pai. Vi ele olhar para além de mim e sua expressão relaxar.

— Esse moleque não me respeita! — Respondeu ríspido e eu apenas revirei os olhos e comecei a observar meu pé.

— Vamos conversar com calma, assim ele vai aceitar com mais facilidade. ¬— Minha mãe falou ainda com o rosto apreensivo, ela parecia com medo. Nossa é algo tão sério ao ponto de ela ter medo? O que eles vão fazer, me pôr em um reformatório?

— Aceitar o que? — Perguntei.

Antes que ele respondesse ouvimos alguém bater na porta. Meu pai autorizou a entrada e Min Ho entrou na sala. Abri um sorriso na hora. Ele tinha mudado de roupa estava com uma blusa social branca e uma calça preta, Min Ho é um pecado de tão lindo.

— Ah, Lee Min Ho, vou direto ao assunto. Sinto lhe informar, mas não precisaremos mais dos seus serviços. — Meu pai informou e eu levantei na hora.

— O que? Não! — Protestei, Min Ho é a única pessoa nessa casa que me entende.

Ninguém deu bola para mim e Min Ho perguntou calmo como sempre:

— Desculpe senhor Jeon, mas eu posso saber o motivo?

— Claro que sim, você sempre foi um bom advogado, e amigo meu, não tenho nada para reclamar dos seus serviços, mas terei que o substituir por outra pessoa. — Explicou e estendeu um papel. — Já resolvi toda a papelada e aqui está sua carta de recomendação. Se você quiser posso te recomendar para um amigo meu que está procurando um advogado competente, tenho certeza que ele vai querer te contratar.

Ia abrir a boca de novo, mas me calei quando senti o ar ficar pesado e senti um calafrio junto de um sentimento de medo. Que estranho, balancei a cabeça e chamei:

— Min Ho... — Ele parecia atônito, abriu a boca para falar algo com um rosto indignado, mas a fechou e sua expressão suavizou em um segundo ficando vazia. ¬— Ho?

Chamei de novo e ele nem me olhou foi até meu pai e pegou o papel. Como é?!

— Você vai aceitar isso? — Perguntei magoado. O olhar dele pareceu vacilar, mas ele continuou na mesma pose sem olhar para mim.

Desisti de falar com ele e me virei para meu pai.

— Eu não quero isso, quem pode ser melhor que ele para substitui-lo? — Perguntei, afinal Min Ho foi escolhido a dedo como um dos melhores advogados pelo meu próprio pai.

Ele não respondeu apenas olhou para trás de mim e uma quinta voz que eu não sabia que estava na sala se pronunciou me assustando:

— Eu senhor Jungkook. — Olhei para trás assustado, de onde aquela pessoa saiu? Era um homem de com os cabelos preto simetricamente arrumados terno completamente alinhados, olhos escuros, pele um pouco mais morena que a minha, lábios cheios, ele parecia um anjo... não, um demônio, extremamente sedutor. Senti uma vontade imensa de me ajoelhar perante ele, o ar em volta de mim parecia estar me empurrando para baixo e minha mente começou a ficar vazia enxergando somente a ele. Uma pigarreada do meu pai, me fez lembrar onde eu estava que e o que estava fazendo.

Olhei para meu pai e ele só me encarava com um olhar inquieto, ele nem olhava para o homem atrás de mim. Encarei minha mãe e ela estava mais próxima do meu pai encarando o papel de parede. Parece que nenhum deles quer olhar na direção desse homem.

Senti uma imensa vontade de ficar mais perto de Min Ho, olhei na direção dele e ele estava parado reto olhando para o meu pai.

— Filho, esse é Park Jimin, seu novo advogado e guarda costas. — Meu pai falou quebrando o silencio que tinha se instalado na sala.

— Será um prazer servir o senhor. — Me assustei de novo, dessa vez com a voz dele próxima a mim, me virei novamente e ele estava logo atrás de mim fazendo uma meia reverencia. Como ele chegou tão perto que eu nem percebi?

— Quando foi que você entrou? — Ok, pareceu uma pergunta besta, mas eu realmente não ouvi ele entrar.

— Eu estava aqui desde que o senhor entrou. — Respondeu com um sorriso simples sem mostrar os dentes.

— Desde que eu entrei? Mas eu nem o vi aqui quando entrei! — Exclamei e ele falou:

— Talvez o senhor devesse prestar mais atenção nas coisas a sua volta. — Dessa vez o sorrio foi de deboche. Abusado!

Olhei para o meu pai para reclamar que não o queria, mas ele pareceu nem ligar para o modo como o abusado falou comigo.

— Min Ho, se já estiver tudo certo você já pode se retirar. — Meu pai falou olhando para Min Ho.

— Não, não está nada certo e não ouse sair dessa sala Ho! — Olhei para Min Ho quando falei e pelo olhar dele ele parecia dividido entre sair ou não. Observei o Park olhar para ele e pude jurar ter visto um brilho estranho em seus olhos.

Voltei meu olhar para Min Ho e ele já estava virado para sair.

— Min Ho! — Chamei e ele não se virou apenas deu uma para parada, mas logo voltou a andar. — Me espera lá embaixo.

Mandei e a porta se fechou quando Min Ho passou por ela. Olhei com raiva para o meu pai ele não parecia abalado.

— Por que isso do nada? Eu não quero! Contrate ele de volta! — Esperneei.

— Você mesmo viu que ele aceitou. Para de drama. — Falou com uma calma que me irritou.

— Drama o cacete, o contrate de novo! — Ele apenas negou com a cabeça. — Mãe! — Pedi pela ajuda dela, mas ela apenas negou com uma expressão triste.

— Não acredito que estão se preocupando em ser bons pais só agora. — Meu olhar era de desprezo para os dois.

— Jeon Jungkook, deixe de ser um moleque mimado magoado com a vida! Só aceite sem reclamar. — Mandou e fez um movimento com a mão como se me dispensasse. — Discutimos o resto depois, pode sair, preciso falar com o senhor Park.

Olhei cheio de ódio para o Park que estava com uma expressão divertida como se estivesse adorando tudo. Fui em direção a porta e sai a batendo com o máximo de força que consegui. Quando terminei de descer as escadas vi Min Ho sentado no sofá olhando os papeis que meu pai tinha dado para ele.

— Ho, por que você aceitou aquilo? — Perguntei quando sentei ao seu lado no sofá.

— O que eu poderia fazer? — Perguntou sem me olhar.

— Sei lá, acusa ele de ter te demitido sem justa causa. —  respondi.

¬— Teve uma causa. — Me entregou o papel.

Passei os olhos pelo papel e vi a causa: envolvimento amoroso com o cliente.

— O que? Como descobriram? — Franzi as sobrancelhas. ¬— Bom, não importa, ele nem citou esse motivo lá e cima, pelo contrário só te elogiou.

— Acho que ele só queria um motivo para me demitir. Mas ele foi um bom homem, não mencionou nada disso na carta de recomendação, nem no resto da papelada. Poderei arrumar outro cliente sem grandes problemas. — Falou e sorriu.

— Nossa, então por você está tudo bem não trabalhar mais para mim? — Perguntei chateado cruzando os braços.

— Claro que não, queria poder trabalhar para sempre para você. Mas assim será melhor. — Franzi as sobrancelhas, ele abriu um sorriso e respondeu: — Poderei te beijar em público.

Falou e me puxou para o próprio colo me beijando em seguida. Sorri entre o beijo e abri a boca me entregando ao beijo. Comei a rebolar em seu colo, mas ele me parou com as mãos e separou nossos lábios.

— O que foi? — Perguntei tentando voltar a beija-lo, mas ele me parou colocando um dedo entre nossos lábios.

— Nada, mas é melhor continuarmos isso depois, tenho que voltar para casa para resolver as coisas. — Bufei e o dei um beijo sem língua como despedida. Mas era muito bom beija-lo, tentei aprofundar o beijo, mas fui impedido, novamente, só que dessa vez por uma outra pessoa que tossiu lá de cima das escadas.

— Seu pai o quer o escritório dele, ele quer dar os detalhes do que estávamos discutindo. — Fez um gesto displicente com a mão em direção a nós enquanto descia as escadas.

Ia abrir a boca para reclama, mas Min Ho me impediu me dando um selinho. Caralho até quando vão ficar me impedindo de falar e fazer o que quero? Que porra!

— Está tudo bem amor, eu também tenho que ir. — Me tirou de seu colo e levantou. ¬— Até mais. — Me deu um selinho. — Até mais senhor Park.

Fez uma reverência e o Park apenas mexeu a cabeça, sem educação! Min Ho olhou uma última vez para mim e saiu em direção a porta.

Quando ouvi a porta bater levantei e passei por Park esbarrando em seu ombro. Ouvi ele soltar um riso nasalado e começar a me seguir em direção ao escritório. Senti que ele me observava e me arrepiei, isso é muito estranho. Quando chegamos a porta nem bati já fui logo entrando e me jogando no sofá.

— Agora que só estamos nós aqui, podemos falar o real motivo pelo qual serei contratado. — Park falou agora sem a expressão divertida no rosto.


Notas Finais


Yeeeey, to nevouser, mas tá aí.

ME FALEM O QUE ACHARAM

Sério só assim saberei se estou fazendo um bom trabalho.

O próximo não sei quando sairá provavelmente na próxima semana, mas se o feedback for bom quem sabe né~

Feedback comentado tá?

Só até o próximo!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...