História Meu incesto pessoal - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Incesto
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Palavras 1.068
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Famí­lia, Festa, Yaoi
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - 02


Depois da noite maravilhosa que tive com meu pai, eu e ele dormimos todos melados de porra. Quando acordei meu pai não estava na cama, me levantei coloquei uma cueca, e desci, meu pai tava na sala, sentado na poltrona dele, pensativo

-Pai, bom dia

Ele me olhou sem dizer nada

-Pai aconteceu alguma coisa ontem, eu fiz algo errado

Ele me olhou e disse serio

-Aquilo foi um erro

-Não, não foi, eu te amo, e você me ama, só expressamos nosso amor!

-Eu sou seu pai garoto, isso foi muito errado, foi até nojento

-Não, não foi pai, isso foi lindo

-Não vai acontecer dinovo

-Pai não faça isso comigo, você me deu esperança, e agora diz isso

-EU TAVA BÊBADO, não confunda amor com alcool, eu tava carente, você se aproveitou de mim, tudo bem, foi bom, mais não quero que aconteça dinovo

-Pai...

-Não Andrew

Caio chorando no chão, ele fica lá parado, e logo ouvimos o barulho da porta se abrindo, era minha mãe, ela entra, quando eu a avisto, me levanto, e enxugo as lagrimas, mas percebi que ela tambem chorava

-Eva aconteceu alguma coisa

-O Ricardo me ligou, a minha mãe morreu Kevin

Fico pasme, chorei muito, amava muito minha vó, os finais de semana na casa dela eram os melhores, ela era muito boa, sempre alegre

-Ah meu deus mãe oq houve

-Ele disse que foi um enfarte

Bem, por causa da morte tivemos que ir até o interior na fazenda que ela morava com o Ricardo, ele era mais velho tinha 18 anos, minha mãe mandou ele para morar com ela logo quando meu avó morreu, quando ele tinha 10 e eu 8.

No carro indo para o interior minha mãe chorou durante toda a viajem, meu pai só dirijia calado e serio, e na minha cabeça um turbilhão de pensamentos, pensava no meu pai, não parava de pensar nele, na minha vó, como será que ela morreu, no meu irmão que provavelmente iria vir morar conosco depois disso, e como ele estaria, chegamos na fazenda, e quando eu desci senti aquele cheiro de fazenda, minha mãe havia crescido naquela fazenda, então quando ela desceu começou a chorar imediatamente, entramos e Quando vi Ricardo me assustei, ele estava diferente, quando o vi da ultima vez ele era Magro, Cabelo horrivel, e feinho, agora ele era Forte, não malhadão, fortinho, abdomen rasgado, ele estava sem camisa então deu para ver, suas pernas eram grossas, não peludas, mais tinham uns pelinhos, e ele estava um gato, super parecido com meu pai, devia ter uns 1,87, pois ele era do mesmo tamanho do meu pai, eram quase iguais, a não ser pelo cabelo, Ele tinha um cabelo grande, raspado dos lados, e em cima preso em um coque samurai, ele era lindo, e não tinha nada de fazendeiro.

Quando entramos ele estava sozinho em casa, sentado no sofá chorando, quando nos viu, correu para nos abraçar, ele abraçou minha mãe, e meu pai, eu fiquei do lado dele, ele chorava muito, junto com minha mãe

-Porque mãe, ela não me contou

-Oq teve com ela filho

-Os medicos disseram que era câncer, e estava terminal, ela sabia que ia morrer e não nos contou

Apesar da distancia, Ricardo e meus pais eram muito proximos, e Ricardo e eu eramos muito amigos, conversavamos por whats, face, Insta, sempre estavamos nos falando.

-Filho, ela queria evitar que sofressemos

Disse meu pai

-Mas pai, ela nunca me escondeu nada, absolutamente nada

Bem eu fui até a cozinha e peguei um copo d'água para Ricardo e um para minha mãe porque eles estavam transtornados

-Toma gente, bebam para vocês se acalmarem

Eles pegaram o copo e se sentaram, fiquei frente a frente com meu pai, olhei para ele e ele me encarou, ficou me olhando por um tempo, até que falou uma coisa

-Vem vamos andar um pouco

Fui com ele, andamos por uma trilha que dava no estabulo, la tinha 4 cavalos, um deles era a Bee, uma egua linda, que meu avô tinha me dado, na verdade uma egua tinha parido dois potros, meu avô deu um para Ricardo e Outro para mim, eu amava meu cavalo, quando o Vi, fui correndo e dei um abraço nele

-Oi Bee, você ta enorme meu amor

Disse abraçando ele e brincando com ele, meu pai tava serio na porta do estabulo, fui até ele

-Oq você quer falar comigo?

-Como sabe que eu quero falar com você?

-Você me trouxe para um lugar isolado algo você tem para falar

-É sobre ontem...

-Pai, acho melhor só esquercemos aquela noite

-Mas esse é o problema não quero esquecer

-Acho que esse não é o momento

-Só quero dizer que eu aceito!

-Aceita oq?

-Eu quero ser seu namorado!

-Pai, você e eu, bem

-SHIIIIIIII, não fala nada

Ele colocou o dedo na minha boca fazendo silencio, e logo me dando um beijão

-Só se lembra que eu tambem te amo

Ele sai do estabulo, e eu me sento no chão de madeira do lugar, tudo ali me lembrava minha avó, logo Ricardo entro no lugar, com a cara enxada de chorar

-Oi andinho

-Oi Ricardinho

Ele vem e se sent

a do meu lado, e eu apoio o a cabeça no ombro dele

-Não sei como vai ser daqui para frente, ele que cuidava de mim

-Eu o Papai e a Mamãe vamos cuidar de você, pode deixar

-Não é disso que eu to falando, to falando que eu e ela eramos melhores amigos, ela era mais minha amiga do que minha avó

-Eu sei, mais agora ele ta bem Ricar, você tem que pensar em como e

la estava sofrendo quando tava viva, e agora ta bem, ta no ceu, junto com o amor da vida dela

Eu e o Ricardo nos chamavamos de varias coisas Andinho e Ricardinho e Drew e Ricar

-Eu sei, mais não vou conseguir viver sem ela

-Vai sim eu vou está aqui irmão

Ouvimos uma Voz

-E eu Tambem

Era meu pai

-E eu tambem

Era minha mãe

Eles vieram e meu pai sentou do meu lado, e minha mãe do lado dele.

No enterro dela foi horrivel, assim que acabou fomos para o carro e partimos para casa, a viajem foi horrivel, ninguem disse um ai, quando chegamos em casa, Ricardo dormiu no meu quarto inicialmente, ate comprarem tudo do quarto dele, minha mãe tinha tirado folga no trabalho, para ficar com a gente, e o meu pai e eu viviamos que nem dois namorados, nos beijando pelos cantos, e as vezes até transavamos de madrugada, mais nada demais.

Bem 3 meses se passaram, minha mãe voltou a trabalhar, e o Ricardo começou a faculdade de medicina tambem, por ironia do destino, eu e meu pai eramos um amor só...

CONTINUA...



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