História Meu Inferno Particular - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Dylan O'Brien, Magcon
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Dylan O'Brien, Hayes Grier, Jack and Jack, Matthew Espinosa, Nash Grier, Personagens Originais, Shawn Mendes, Taylor Caniff
Tags Nash Grier, Romance
Exibições 9
Palavras 1.424
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Leiam as notas finais!

Capítulo 1 - Capítulo Um


Fanfic / Fanfiction Meu Inferno Particular - Capítulo 1 - Capítulo Um

Cheguei em Los Angeles eram 2:30 AM, após ter terminado de arrumado a casa inteira, fui conferir se estava tudo certo. Pedi para a corretora mobiliar a casa com meus gostos, e ela fez do jeito que pedi. A única coisa que tive que fazer foi tirar os panos de cima dos moveis pois estavam protegidos da poeira, e terminar de arruma-los. 
A casa era de altos e baixos, a sala era ampla, o corredor que levava para a cozinha era espaçoso, a cozinha era grande também, pedi com uma ilha pois acho lindo modelos assim. Atrás tinha uma quintal muito grande com uma piscina. Fiquei com ideias do que fazer com aquele espaço todo ali, ao decorrer dos dias irei ter certeza do que fazer.  Na parte de cima tinha três quartos e uma mini-sala na parte de trás logo após as escadas.
Realmente era uma casa bem grande para mim, já que iria morar sozinha... Parei para pensar se a solidão em si era pior que a solidão de estar rodeada de pessoas e se sentir completamente sozinha. Depois que minha mãe faleceu, comecei a viver um inferno com meu pai, além das brigas tive que me virar pra ter as coisas, pois ele se casou novamente e a minha nova madrasta meio que me odiava e proibia ele de me dar as coisas e me ajudar, não a culpo, hoje em dia ninguém é manipulado por ninguém. Sei que ele não me queria mesmo, por isso não fiz questão. Comecei a trabalhar e me virar para pagar minha faculdade, mas acabou ficando muito cansativo, fiquei exausta, sofria de ansiedade, insônia e depressão, e pra completar a minha mensalidade aumentou e não tinha como conciliar o dinheiro com as minhas necessidades pessoais, então tive que trancar a faculdade. Continuei trabalhando e o dinheiro que juntei comprei esta casa e tudo que está dentro. Esse será meu recomeço

Após esses pensamentos, me peguei chorando. Limpei as lagrimas e fui tomar um banho. Ainda eram 5:30 AM. Coloque uma calça de algodão preta, coloquei uma blusa de mangas curta com capuz cinza, e calcei um tênis e fui caminhar.
Sair de casa e fui observando a vizinhança, era grande, e as casas eram todas lindas. Algumas casas com cercas, outras sem. Alguns carros ficavam estacionados em frente as casas, mesmo com garagem, outros em frente as garagem. Pude percebe que a vizinhança era bem segura mesmo.
Acelerei os passos e comecei uma corrida meia lenta. Passei três ruas e dobrei para a direita. Continuei correndo. Mais duas ruas a frente me sinto observada, mesmo assim continuo. Entro em outra rua e ao longe avisto um vidro de uma loja e logo atrás de mim um farol, olho e vejo um carro vindo bem devagar.  Não dou uma bola e continuo, pois está quase amanhecendo e a correria do dia já começa também. Dobro em outra rua e vejo que o carro ainda me acompanha, dobro em outra rua e ele continua. Corro um pouco mais rápido, e quando olho pra trás ele não está mais lá. " Isso é coisa minha " pensei alto, um pouco antes de dobrar a rua o mesmo carro preto me fecha. Ele freia o carro com tudo na minha frente e joga o farol alto. Meu coração sai pela boca, principalmente porque não dava para olhar quem estava dentro. Um pouco depois ele dá ré com tudo e some na rua. Meu coração estava batendo tão forte que pensei que ia morrer, fora o susto de ver um bando de pássaros voando bem baixos quase me batendo. Dou meia volta e vou para casa.

Chego em casa, tiro meu tênis e vou direto para o banheiro tomar banho. Acabo lavando o meu cabelo, e quando vejo a hora já são 7:30 AM, saio do banho e troco de roupa. Assim que termino totalmente de me arrumar chamo um Uber. Vou pra frente de casa espera-lo, e assim fico vendo cada carrão passar na frente da mesma. Ou o custo de vida aqui é muito baixo, ou os meus vizinhos são muito ricos. 5 minuto de esperar chega um senhor em um táxi.

- Bom dia senhorita, onde vamos?- Perguntou o senhor de aproximadamente 45 anos.

- Bom dia, me leve para o centro, preciso tomar café e fazer umas compras.- Respondi.

- Como quiser.- Respondeu o senhor.

- O senhor poderia me informa uma coisa, é que nesses minutos que fiquei  esperando pude ver que passou muito carro caro. O custo de vida aqui é baixo?- Perguntei.

Ele riu e respondeu.

- Sim, o custo de vida é baixíssimo, mas também a sonha mora onde os ricos escolhem morar. Seu bairro é considerado um dos mais seguros para morar. Logo você encontrará vários vizinhos famosos.- Disse ele.

Eu fiquei olhando meia sem jeito e sorrir. Fomos conversando sobre a grande cidade dos anjos, e logo depois de alguns interessantes minutos ele me deixou em um ponto bastante bom. Disse que eu poderia encontrar alguma lanchonete e loja de diversos muito bons.
Paguei a conta do Uber e fui em direção, as lojas.

 

(...)

Após algumas caminhadas, encontrei tudo que precisava pra casa e voltei contente. Após terminar de ajeitar a dispensa e a geladeira, coloquei as panelas para fazer o almoço e fui remover algumas caixas que estavam empatando dentro da casa. Caixas de mudanças que a imobiliária não tirou da casa, eram muitas caixas e algumas caixas grandes, não iria jogar fora, sempre tem alguém que precisa. Sair da casa, e fiquei pensando no que fazer com aquelas caixas. Olhei pro lado e vi a minha direita uma garagem, logo adiante na casa do vizinho tinha uns 7 meninos brincando de basquete na frente da casa. Os mesmo estavam parados olhando para mim. Entrei imediatamente, meia sem  jeito, porém feliz por saber onde guarda as caixas. Peguei-as para a sala, e fui abrir a garagem. Ao todo foram umas 4 voltar para dentro dela com as caixas. Quando acabei de carrega-las escuto uns passos atrás de mim, olhei de relance e vi um rapaz alto e branco. Virei e quando olhei fixamente para ele, ele sorria. Meu Deus, o que são aqueles olhos! Os azuis dele são como o céu e o oceano se encontrando na imensidão... E aquele sorriso, que parecia ter sido desenhado por anjos. Algo dentro de mim estava estranho.

- Posso ajudar?- Perguntei sorrindo meio sem jeito.

- Pude ver que você trouxe algumas caixas pra cá, e queria saber se pode me dar umas duas. Meu irmão vai se casar e estamos arrumando as coisas dele pra ele levar pra nova casa, só está faltando umas coisas e tenho certeza que duas caixas darão para arruma-las... E se não for muito incomodo, e se você não precisar.- Disse ele o tempo todo brincando com a mão.

- Ah sim, claro. Pode pega-las. Pensei mesmo em guarda caso alguém precisasse.- Disse saindo da frente das mesmas.

- Muito obrigada. Espera só um estante.- Disse ele saindo correndo e logo depois voltando com uma moça morena que provavelmente seria sua mãe.

- Nossa, muito obrigada. Já estava quase arrumando as coisas do Will e mandar em sacolas de lixo.- Disse ela entrando rindo.

- Não há de que.- Disse rindo.

- Vizinha nova?- Perguntou ela.

- Sim, cheguei de mudanças hoje pela manhã.- Respondi.

- Que ótimo, hoje faremos um jantar de noivado para o meu filho mais velho e gostaria muito que fosse.- Disse ela segurando minha mão.

Olhei pra ela meio sem saber o que dizer.

- Bom, sabe...- Eu ia inventar alguma desculpa para não ir.

- Vamos lá, sério. Não tem outro jeito de te agradecer pelas caixas, e também uma boas-vinda, gostaríamos de te conhecer melhor, e ia ser bom você conhecer seus vizinhos. Né, Nash.- Disse ela ao menino de olhos azuis.

- Mas é claro.- Disse ele sorrindo carregando uma caixa.

Pensei bem e até que não era uma má ideia.

- Tudo bem, que horas vai ser?- Perguntei tímida.

- As sete e meia ou oito.- Disse ela com um sorriso maravilhoso.

- Ok.- Respondi.

Ela pegou mais uma caixa e saiu dizendo que iria me esperar. Fechei a garagem e fui para casa termina o almoço. Logo após passei a tarde inteira pensando em que presente dar para os noivos e que roupa usar.
Também pensei nos meninos de olhos azuis, e resolvi procura-lo em alguma rede social... Achei, até mais do que eu devia.


Notas Finais




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...