História Meu Inverno Em Zerolândia (Version Hendall) - Capítulo 50


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Categorias Ian Somerhalder, Kendall Jenner, One Direction, Selena Gomez
Personagens Gigi Hadid, Hailey Baldwin, Harry Styles, Ian Somerhalder, Kendall Jenner, Selena Gomez
Tags Drama, Harry Styles, Hendall, Kendall Jenner, Romance
Exibições 70
Palavras 858
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


ÚLTIMO CAPÍTULO.

Não espero que gostem desse final, porém, eu gostei pois o a história mostra que amor nem sempre vai acontecer do jeito mágico que fantasiamos.

Espero que apreciem, boa leitura.

Capítulo 50 - 27 De Julho e 7 De Agosto


Fanfic / Fanfiction Meu Inverno Em Zerolândia (Version Hendall) - Capítulo 50 - 27 De Julho e 7 De Agosto

27 DE JULHO

Na volta da praia encontro seu envelope. Logo agora que eu pensava em você um pouco menos, que havia me habituado à ideia de não te ver mais. Não sei por que às vezes me vem toda esta pressa de te esquecer e depois, quando alguma coisa sua me alcança, percebo que isso seria uma estupidez, se acontecesse mesmo.

Largo a bolsa de praia no vestíbulo e vou me sentar à mesinha do terraço. A vovó não está, deve ter saído, só eu estou em casa. Abro o envelope sem a ansiedade das primeiras vezes, embora, no momento em que o vi, um sorriso tenha me escapado. Desta vez há duas folhas. Pego a primeira e cubro logo a outra: surpresa dupla, quero curti-la com calma.

Olho o primeiro desenho e levanto a vista à minha frente, esperando compreender esta emoção. Lá fora, a copa da faia ondula com a brisa, o céu está muito azul, o ar tem perfume de verão. O desenho é um retrato de minha mãe, que me sorri, serena. Examino-o longamente e respiro a atmosfera ao meu redor. Depois me levanto e vou ao quarto dela, abro as janelas e deixo entrar o ar, sento-me na cama e olho de novo o desenho. É lindo. Do papel os olhos parecem realmente me seguir, a mirada muito intensa, muito viva. Por um instante você está de novo aqui comigo, neste instante suspenso. Sinto sua ausência e sua presença ao mesmo tempo, enquanto me mantenho imóvel por alguns momentos e curto esta sensação, esta felicidade calma e dolorosa.

A única fotografia de minha mãe que você pôde ver é a da lápide dela, mas você foi competente e não se limitou a copiá-la. Você a repensou, para mim. Por quê? É o seu presente?

Volto ao terraço e pego a outra folha. E desta vez é você, dentro de um quarto, que provavelmente é onde você vive agora. Está sentado na cama, de perfil, e olha lá para fora pela janela aberta. Meio como eu, agora. É bonito que você não me esqueça.

Estou para guardar os dois desenhos no envelope quando descubro que, atrás do segundo, há uma coisa: um endereço e um número de telefone.

Meu coração começa de repente a bater forte: era isso que eu queria? Eu tentava não pensar em você porque não queria te desejar. Vou buscar o celular na bolsa, volto e me preparo. Sento-me e penso no que quero lhe dizer, embora saiba que, quando ouvir sua voz, vou confundir tudo. Teclo o número. Escuto tocar uma, duas, três vezes. Em seguida, sua voz.

Oi”, me diz Harry de lá.

“Oi”, respondo, e sorrio.

Silêncio.

“É bonito, o retrato de minha mãe”, digo, emocionada.

Do outro lado, apenas silêncio.

“Alô?”

Sim, estou aqui”, responde ele, e acrescenta: “Sua mãe era bonita.”

“Sim”, digo apenas, e espero.

Mais um longuíssimo silêncio.

Então, a escola acabou”, diz ele, e percebo que também está emocionado.

“Pois é, finalmente. Eu não aguentava mais”, respondo. Sorrio nervosamente.

“Está trabalhando?”, pergunto.

Terminei”, responde. “Agora estamos fazendo uma pausa.

Silêncio. Só silêncio.

Eu penso muito em você”, diz, como se fosse um problema que ele não consegue resolver.

“Eu também, em você”, digo, e sorrio, feliz porque ele voltou.

 

7 DE AGOSTO

Harry retorna amanhã, e depois, quem sabe? Nem sei quanto tempo ficará. Veremos. Avisei a Angela que não irei à Grécia, mas sugeri que ela vá mesmo assim. Quero esperar e ver o que acontece. A verdade é que eu queria ir, mas com ele.

Ontem fui ver o mar. O céu ameaçava tempestade, e tinha subido um vento forte.

Lembrei-me de você, mãe, num dia como de mil anos atrás.

Recordo aquele dia na praia como se fosse ontem. Eu era muito pequena, devia ter 4, 5 anos, não mais. O tempo estava incerto, à noite havia chovido, mas ainda assim nós fomos, junto com a vizinha e os filhos dela. O mar estava agitado, disso me lembro bem, assim como do vento no rosto e da maresia.

Revejo você sentada numa espreguiçadeira e me vejo brincando com a areia, a expressão emburrada porque você me proibira de me aproximar da água, ao passo que as outras crianças tinham permissão para entrar no mar.

A praia vazia, naquele dia, me parecia tão grande... Um espaço inclinado de areia, céu e água, infinito.

Dali a pouco comecei a chorar: teria me machucado? Tinha entrado areia nos meus olhos?

Você me pegou nos braços e fomos passear pela orla, eu abraçada a você como a uma árvore, coração contra coração. De vez em quando você me dizia alguma coisa, e de vez em quando me dava um beijo leve na bochecha.

Volta e meia eu sentia no rosto o sol, quando ele se liberava daquelas amplas nuvens recortadas. E também o vento e suas palavras. O que você me contava? Se ao menos eu pudesse recordar tudo...

Aquele foi o tempo em que éramos imortais. A vida nos parecia tanta.

Volta e meia eu sentia no rosto o sol e o vento e as suas palavras, e nada mais importava.


Notas Finais


Sim, esse foi o final. Enfim gente, aqui finalizamos mais uma história. E pra quem chegou até aqui e se decepcionou com o fim, bom, nada posso fazer já que não foi eu que escrevi essa fanfic. Quer dizer, é uma adaptação de um livro não tão conhecido. E eu me apeguei muito a história, por isso, decidi não fazer grandes alterações, apenas mínimas para se encaixar nos personagens que eu queria. Só queria agradecer a aqueles que ficaram comigo até o fim, porque eu sei que muitos são acostumados a ler fics cheio de putarias e etc, porém, essa aqui é apenas uma história adaptada por mim. Na verdade, uma versão Hendall da verdadeira história. Espero que tenham amada tanto quanto eu amei reescrever todo o livro, rsrs. Bom, é isso, talvez eu voltei com outra adaptação, não sei. Por enquanto vou apenas focar na minha fanfic CAMREN.
Obrigada por cada favorito, significou muito. Até a próxima fic ou adaptação, beijos!!

Fic Camren: https://socialspirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-fifth-harmony-deleite-5170374


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