História Meu Irmão e Eu. - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Boyfriend
Personagens Donghyun, Hyunseong, Jeongmin, Kwangmin, Minwoo, Youngmin
Tags Boyfriend, Donghyun, Hyunseong, Jeongmin, Jotwins, Kwangmin, Minwoo, Yaoi, Youngmin
Exibições 22
Palavras 732
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Festa, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


LEIAM AQUI PARA ENTENDER POR QUE NÃO ESTOU POSTANDO MUITO.

Olá pessoas.
Estou passando por um momento, que estou muito triste. Sou ofendida todos os dias onde estudo. Sou zoada, várias vezes. Minhas notas abaixam e eu sinto como eu estivesse, não sei explicar... eu sinto como eu escrevesse tudo e toda dor que eu sinto todos os dias, nas fanfics. E eu acabo colocando elementos que eu não quero por na fic. Eu gosto de escrever drama? Gosto. Mas não tanto. Espero que me entendam. Entendam o meu lado. Muitas vezes eu coloco coisas sem sentido nas fics e eu não quero isso.

Adoro receber seus comentários e os responder. Quando eu vejo que vocês comentaram, eu fico feliz por um tempo.

Não sei se a minha escrita é boa, mas espero que seja e que seja interessante a história para vocês.

Espero que vocês gostem desse próximo capítulo.

Capítulo 7 - Você é realmente fiel?


Kwangmin

"Flashback On

Tremia e suava. Não engolia as palavras de Donghyun.

Uma preocupação a mais.

Fui encarregado de levar o MinWoo pelo ramo, mais sujo. Ele não aceitaria de uma hora a outra, esse trabalho. Ele é acostumado a atender e conduzir os clientes.

E agora, estou encarregado de matar, oque eu chamo de pai. Meu pai já me fez sofrer. Seria um ponto ganho a mim, como vingança. Mas justo ele?

Diversos tipos de o matar. Tortura ou um assasinato simples? Donghyun queria que eu colocasse veneno na comida dele. Eu prefereria outra coisa.

O suor passava pelo meu pescoço e fazia trilhas por ele.

A minha voz fraquejava. Queria falar alguma coisa.

Não consigo.

Senti uma coisa em meus olhos, era molhado. Tremi. Estava tremendo. E se a polícia descobrir que, eu o matei?

Se dar tudo errado?

Donghyun, aos meus olhos parece ingrato. Recebeu trabalho quando estava desempregado. Recebeu abrigo quando estava desabrigado. Recebeu o amor quando este mesmo faltava em si.

E tudo isso fora jogado no lixo.

Assim como os papéis indesejados, que Donghyun assinava, quando substituia o meu pai.

Fazer meu pai se suicidar é uma opção?

Estava em meu quarto, estava cansado. Minhas costas doíam. Meus braços e pernas estavam fraquejando.

Oque eu faço? Se tudo der errado?

Eu não quero mais pensar nisso.

Quero esquecer.

Quero dormir e acordar e tudo isso ser um sonho.

Mas não podemos ter tudo oque queremos. Tudo que passamos é a realidade. Temos uma só vida. Tudo tem solução. Menos a morte, de alguém "querido".

Me levantei da cama, soltando um longo suspiro.

Abrindo a porta lentamente, vejo as paredes brancas. Estava tudo perfeito naquela casa. Se não fosse, os papéis jogados pela casa, de meu pai.

Vou até a sala e vejo MinWoo sentado encolhido, no sofá.

-MinWoo -O chamo com minha voz fraca. Eu não estava andando muito rápido.

-Oque foi? -Diz e olha para mim. Ele era "inocente". -Algo te encomoda?

-MinWoo, preciso te contar uma coisa... preciso de sua ajuda -Digo me aproximando e sentando ao seu lado.

-Oque foi? Pode contar, algo relacionado ao trabalho? Algo sentimental?

-É...

-É oque? Oque foi? 

-Eu sinto que não posso fazer isso... é errado...

-Oque foi?

-Eu... DongHyun... -Digo com a voz fraca. Eu não consigo. Eu não sei. Senti os meus olhos ficarem encharcados.

-É sobre o DongHyun?

-É.

-Oque foi?

-Ele pediu para eu matar meu pai.



É difícil sorrir falsamente, quando você não quer e é obrigado a sorrir.

O sorriso que eu dou todos os dias, é falso. Eu não estou feliz. Pelo contrário, eu estou triste. Meu pai, vive abusando de mim, vive fazendo eu trabalhar mais e mais e sem quase nenhum salário.

MinWoo sabe de tudo.

MinWoo era meu amigo.

MinWoo achou alguém.

MinWoo tentou achar alguém para mim.

MinWoo, achou HyunSeong. Me faz sair com ele sempre que possível. Mas eu não preciso disso. Eu não quero.

Não posso.

Da mesma forma, o trabalho que eu faço, não é sujo, mas eu faço as pessoas trabalharem sendo sujas.

Odeio isso.

Ouvi o celular tocar. Vi quem era.

Era HyunSeong.

Ah como HyunSeong é bobinho.

Me levantei da cadeira que estava sentado, caminhei até a bancada das bebidas e pedi alguma coisa. Não podia beber muito. Se eu estivesse embriagado, eu não conseguiria trabalhar direito, naquela noite. Mas queria beber. Eu queria esquecer, mesmo que fosse poucos segundos, poucos minutos ou poucas horas.

Minhas mãos tremidas pegavam meu celular e meus olhos liam as mensagens que HyunSeong mandava.

Como é tolo.

Após de tudo isso, ainda acredita em mim.

Meu pai, gostava de andar pela rua sem saída do lado de onde trabalhavamos.

Ninguém o via.

Ninguém imaginava oque ele fazia.

Mas eu sim.

Todos acreditavam que ele era vazio, frio e grosso.

Eu sentia que não era. E ele não era.

Olhei para o lado, DongHyun se aproximava. Estava com uma expressão que me fazia ficar com medo. Ele se sentou ao meu lado e pediu uma bebida, logo virando a cara para mim.

-KwangMin.

-Oque foi?

-Seu pai está sozinho agora.

Fiquei quieto.

Não posso falar. Eu não quero matar. Minhas mãos não foram feitas para isso.

-Oque quer dizer, com isso, DongHyun?

-Esse é o momento perfeito, para te fazer oque eu te pedi. Quero que você faça isso, da forma mais dolorosa para ele.

-Por quê está sendo tão ingrato? Ele te deu abrigo por um tempo, te deu trabalho e você ainda faz isso com ele?

-KwangMin... você não entende.

Respiro fundo.

-Como devo... -Engoli em seco logo me preparando para fazer isso.

-Já falei. Você apenas fará. -Diz e logo tira um pacote preto dentro de seu casaco.


Com apenas o pacote, que foi me dado e minhas mãos tremidas, o serviço será feito.

Flashback off"



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