História Meu irmão mais novo - Lutteo - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Sou Luna
Personagens Luna Valente, Matteo
Tags Luna, Matteo, Sou Luna
Visualizações 79
Palavras 2.885
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Holaaaaa!
Gente, uma coisa: se tu não gosta desse tipo de coisa, não leia. É só não ler. Obrigada.

Boa leitura :)

Capítulo 2 - One


Luna Balsano

Acordei com malditas batidas na porta.

Coloquei o travesseiro no meu rosto, o escondendo na tentativa de não mandar o filho da puta que estava atrapalhando o meu sono ir se foder.

Quando bateram mais uma vez na porta, me sentei com raiva e gritei.

– O que é?

 – Acho que mais uma vez você se esqueceu de colocar o seu despertador para tocar, Luna. - Ouvi a voz de Matteo do outro lado da porta.

Ele falava mansinha como sempre se dirigia a mim. Se já tinha vergonha de falar comigo antes, imagine depois que o peguei soltando pipa.

– E o que tem a droga do despertador? - Perguntei já me levantando.

–  Você precisa trabalhar...

Abri a porta com brutalidade e encarei aquela idiota que abriu a boca ao me ver apenas de calcinha e sutiã.

– O babaca do meu chefe me demitiu. - Falei pausadamente. – Mais tarde vou sair e ver se acho alguma coisa.

 – Mamãe e papai já sabem disso?

– Não. E acho bom você não falar nada ou todo mundo vai saber que você é um punheteiro de merda. Agora some da minha frente!

– Luna, por favor, não fala para ninguém sobre isso... - Ele  segurou o meu pulso enquanto me olhava com súplica.

– Você poderia tirar a sua mão de mim? - Pedi tentando me controlar. – Não sei o que você andou fazendo com ela.

Ele me soltou e olhou para baixo com as bochechas coradas.

– Me desculpe.

– Agora vê se me deixa dormir.

– A mamãe falou que você ia me levar para o colégio.

– Mas sabemos que isso não vai acontecer, não é?

– Mas...

– Vai no ônibus ou está com medo dos valentões?

– Não...

– Então me deixa em paz.

Ele ia abrir a boca para falar, mas não dei chance. Fechei a porta na sua cara.

Pensei em voltar para a cama, mas meu sono tinha sumido. Então resolvi tomar um banho para sair um pouco.

Matteo Balsano

Eu estava sentado no chão da sala enquanto via um episódio de Grey's Anatomy com Gastón que estava deitado no sofá mexendo no celular.

Me assustei quando ouvi a porta da sala bater e logo Luna apareceu na sala com aquela cara de bêbada que só ela tinha.

Seus cabelos estavam presos em um coque mal feito e ela usava um batom vermelho que se destacava mais ainda na sua pele.

Ela deu um sorrisinho de lado e se jogou no outro sofá enquanto Gastón já estava se sentando para contemplá-la melhor.

Revirei os olhos e voltei a prestar atenção na TV.

–  Oi Luna. – Gastón a cumprimentou timidamente.

Ela o olhou com sarcasmo e não o respondeu. Tirou o celular do bolso da calça e ignorou a nossa presença como sempre fazia.

Depois de um tempo, ela se levantou e subiu as escadas, me deixando respirar aliviada.

Luna apesar de ter 20 anos, é muito infantil e fica me provocando como se tivesse apenas 7 anos e isso me irrita.

Falam que quando não se gosta de uma pessoa, o melhor a fazer é ignorá-la, mas não era isso que Luna fazia. Ela me perseguia e implicava com tudo que eu fazia. Tudo mesmo.

Nossos pais falam que ela tem ciúmes e inveja de mim por ser a mais nova e a favorita deles. Mas também ela não fazia por merecer... Vivia se metendo em confusão e ainda não gostava que falassem alguma coisa.

O único orgulho que ela já deu para os nossos pais, foi quando terminou o ensino médio e entrou na faculdade. Mas depois de três meses, trancou sem motivo algum. Arrumou um emprego em uma agência de viagens-que até hoje não consigo entender como ela conseguiu e continuou com a sua vidinha medíocre de todo fim de semana ir para festas e beber feito uma condenada.

Até que ela conseguiu ficar um bom tempo no emprego, só que agora que foi demitida... Não quero nem ver a reação dos nossos pais...

– Luna é muito gata. – Gastón falou me tirando dos meus pensamentos.

O olhei incrédulo. Ele apenas assentiu, esperando que eu concordasse.

– Ela vai te chamar de pirralho - Falei por fim, fazendo o seu sorriso desaparecer. – Mesmo que fosse mais velho, ela não iria querer nada com você...

– Como sabe?

– Ela já falou.

– Ah...- Se levantou. – Eu vou embora.

– Mas já?

– Tenho lição de matemática para fazer.

– Ah...Tudo bem, eu também preciso fazer algumas atividades atrasadas e... - Parei de falar e franzi o cenho. Ele tinha parado de prestar atenção em mim e olhava para o lado com cara de retardado. – Gastón?

Ele não respondeu. Olhei para o lado e entendi o motivo da sua distração.

Luna estava acabando de descer as escadas com apenas uma toalha cobrindo o seu corpo. A toalha era curta e dava a visão das suas pernas bem torneadas.

Mas que porra ela estava fazendo?

Ela veio até nós e sorriu com maldade diante da cara de sonso do Gastón.

– Matteo, a água do chuveiro não está quente e eu não estou conseguindo colocá-la para ficar quente. Vai lá ver para mim. - Falou simples, como se não houvesse problema algum em estar ali quase pelada na frente do meu amigo.

– Agora não dá, estou vendo TV. - Falei voltando a olhar para a televisão.

Ela bufou e parou na minha frente. Tomou o controle da minha mão e desligou a TV. Me olhou com desafio enquanto arqueava a sobrancelha com petulância.

– Agora não está vendo mais. - Falou com deboche. – Vai logo que tenho uma entrevista de emprego às três.

 – Tudo bem. - Me levantei derrotada.

– Eu já vou indo, Matteo... - Gastón falou parecendo ter acordado do seu torpor.

Apenas assenti. Ele fez um aceno com a mão para Luna e se foi.

Voltei a olhar para Luna que me olhava com uma expressão indescritível.

– Obrigada por me fazer passar vergonha na frente do meu melhor amigo. - Falei.

Ela riu e passou a mão na cabeça para abaixar os fios.

– Vergonha? - Perguntou com sarcasmo. – Eu não preciso fazer nada para te fazer passar vergonha. Você sendo você já é uma vergonha.

– Por que não me deixa em paz? - Passei por ela com raiva, mas essa colocou a mão no meu peito e me empurrou, me fazendo cair sentado no sofá.

– Ta estressadinho, Matt? - Debochou ficando entre as minhas pernas.

– Luna, me deixa em paz. Você não queria que eu fosse ver o seu chuveiro?

– Mudei de ideia... Vamos conversar um pouquinho... De irmã para irmão..

– Eu não quero conversar com você.

– Mas por quê?

– Porque não.

– Por que não falamos sobre aquilo?

– Aquilo o quê?

– Que você estava fazendo semana passada... - Senti minhas bochechas esquentarem. – Mas não se preocupa que não vou falar nada para ninguém... - Se inclinou aproximando o seu rosto do meu.  

– Vou te contar um segredo...

– O que é? - Perguntei me sentindo hipnotizado pelo seus olhos verdes.

– Eu também me toco... - Dessa vez senti todo o sangue do meu corpo subir para o meu rosto e se concentrar nas minhas bochechas. – A diferença é que eu não sou uma virgem como você e faço isso por vontade, não por desespero...

– Ah sim...

– Sei o quanto deve ser difícil para você... Com todo esses hormônios ativos...Você é como uma criança descobrindo as cores...

– Então você me entende?

– Claro, irmãzinho.

– Significa que vamos esquecer do ocorrido?

– Não.

– Luna!

– Eu vou te ensinar algumas coisas...

– Como assim?!

– Eu estava pensando...Você tem um pau muito grande, Matteo. - Abri a boca e em seguida engoli em seco. – Um pau grande demais para a sua idade...

– E daí?

– Isso é bom.

– Ah...

– E como você tem um pau tão grande assim, eu acho que ele deve ser muito bom para se pegar... Apertar e chupar... Então eu acho que é desperdício você usá-lo apenas para mijar... Então... - Arregalei os olhos quando ela apoiou seu joelho no sofá entre as minhas pernas. – Então acho que você devia usá-lo para uma coisa bem melhor... Para ser mais exata: usá-lo comigo.

– Como assim?

– Como você é lerdinho... O que quero dizer é que vou te ajudar a parar de ser uma punheteiro fracassado. Eu te ajudo e você me ajuda.

– E como vou fazer isso? - Dessa vez ela riu, não com ironia ou sarcasmo... Foi com malícia.

 – Me fazer gozar com esse pau enorme que você tem.

Abri a boca e senti meu coração bater de forma acelerada. Ela estava mesmo falando o que eu estava pensando?!

– Você quer dizer que... - Ela me interrompeu.

– Que vou te ensinar a foder. - Me mexi meio incomodado. – Você é virgem, não é? - Assenti envergonhada - Não sinta-se envergonhado, meu amor... Todos passam por isso e uma hora a oportunidade aparece. E para a sua sorte, me tem como irmã.

– Você está falando que vai fazer amor comigo? - Ela riu.

– Estou falando que vou foder com você.

– E isso não é errado?

– Você acha que é errado? - Me olhava objetiva esperando pela resposta.

– Você tem 20 anos e é minha irmã...

– Não foi isso que eu perguntei. Eu perguntei se você acha que isso é errado.

– Acho!

– Pois saiba que não é... - Esfregou o seu joelho no meu pênis. Prendi a respiração. – Por que ainda não está duro?

– Isso é errado...

– Você quer ficar duro?

– Não me sinto excitado com você... - Ela travou o maxilar e seus olhos me fuzilaram com ódio.  – Quero dizer...não me sinto excitado com você porque você é minha irmã mais velha. Não que eu te ache feia ou gorda...

– Você me acha gorda?!

– Não! Claro que não! Digo... Eu não sei...

– Tudo bem... Vamos fazer um teste.

Abri a boca quando ela lentamente desenrolou a toalha do corpo. Ficando nua na minha frente.

Luna era mil vezes melhor do que as atrizes pornôs e as coelhinhas da playboy.

Ela era linda...

Suas curvas eram perfeitas. Tentei não olhar, mas quando dei por mim, os meus olhos desceram para a sua intimidade e ali estava ela... Nesse momento senti o meu pênis ficar ereto.

Senti vontade de beijar aquele local, aproximar o meu nariz e sentir o seu cheiro...

Meu Deus...O que Luna estava me fazendo pensar...

– Você quer me tocar? - Ela perguntou. A olhei sem acreditar. - Quer?

– Isso é errado... - Sussurrei.

– Eu não vou perguntar novamente. Você quer me tocar ou não?

– Acho que sim...

– Você acha?

– Tudo bem... Eu quero...

– Bom garoto. - Passou a língua nos lábios e sorriu. – Então me toque, baby.

Aproximei minha mão lentamente da sua vagina. Quando estava quase a tocando, parei vacilante.

– Você tem certeza? - Perguntei a olhando angustiado.

– Você já tocou em uma mulher antes? Ou melhor: já viu uma mulher nua pessoalmente?

– Não...

– Então não sou eu quem tem que pensar duas vezes aqui.

Assenti e voltei a olhar para a sua intimidade lisa, sem pêlo algum.

Quando os meus dedos trocaram a carne quente, senti todo o meu corpo ficar quente.

Meu Deus... Eu estava tocando na vagina da minha irmã mais velha!

– O que faço agora? - Perguntei sem jeito.

– Primeiro lugar: toque-a assim. - Segurou a minha mão e a colocou em uma posição melhor na sua intimidade quente e úmida. – Agora mexa os dedos em movimentos circulares. Não todos, apenas o indicador e o do meio...

– Assim? - Movimentei os meus dedos.

– Quase isso. Seja mais delicado.

– Tudo bem...

Movimentei meus dedos novamente.

– Isso... - A olhei enquanto continuava com os movimentos. – Hum...

– Estou indo certo?

–  Continue... - Acelerei um pouco mais, a sentindo ficar mais úmida.

 – Humm...

– Meu Deus... - Sussurrei sentindo os meus dedos molhados com o seu líquido. – Luna... - Ela abriu os olhos e me encarou. Seus olhos pareciam fogo. – Estou fazendo certo?

– Coloca o seu pau para fora. - Ordenou, ignorando a minha pergunta.

– Para quê?

– Só coloca, Matteo. - Tirei a minha mão da sua intimidade e a levei até a minha calça. Toquei o meu membro que chegava a doer de tão excitado que eu estava. Seus olhos me observavam atentamente enquanto eu abria o zíper da calça. Coloquei a mão por dentro da calça e toquei o meu membro. – Vamos...

– Eu...

– Não tenha vergonha, querido...Você tem um pau muito bonito...

Senti o meu coração disparar. Essa era a primeira vez que ela me elogiava e isso me deixou feliz.

Me sentindo envergonhado, coloquei o meu membro completamente ereto para fora. Os olhos de Luna brilharam e seus lábios se esticaram em um sorriso malicioso.

– Divino... - Falou. – Seu pau está assim por mim, Matteo? - Engoli em seco e olhei para o meu membro sem jeito. – Responda!

– Sim...

– Foi o que imaginei... Quero que se toque para mim. Da mesma forma que você se toca quando está sozinha vendo as suas pornografias de virgenzinho...

– Eu não vou conseguir...

– Claro que vai... Imagine que está me fodendo... Metendo todo o seu pau na minha boceta... Até me preencher com o seu gozo... Vamos... Se você fizer isso para mim, irei lhe recompensar.

– Como?

– Vai ter que fazer para ver.

– Eu não sei fazer isso direito. Naquele dia foi a primeira vez...

– Depois que eu saí, você não continuou?

– Não...

– Essa é uma boa oportunidade para saber o que é gozar então.

– Vai me deixar te tocar novamente?

– Claro, anjo...E muito mais. Mas primeiro quero que se toque para mim.

Luna Balsano

Matteo estava ali parada, com o seu pau ereto apontado para mim, pronto para deslizar para dentro da minha vagina que estava completamente molhada. Mas eu não faria isso agora.

Embora eu estivesse louca para sentar no seu pau e me acabar, eu não podia tirar a sua virgindade agora.

Ele não era o primeiro virgem que eu estaria desvirtuando e sabia muito bem que assim que eu me sentasse no seu pau, ele derramaria seu jato de porra dentro de mim em menos de um minuto. E isso não era favorável para mim.

E apesar de amar ser a primeira a sentar em um pau que nunca esteve em uma boceta antes, eu não queria tirar a virgindade do meu irmão agora. Matteo era muito ingênuo e precisava aprender algumas coisas antes de estar dentro de uma mulher.

Achei que seria fácil, mas estamos falando de Matteo e com ele as coisas sempre eram mais complicadas.

– Vamos lá, Matteo... - Falei ainda olhando para o seu pau grande e grosso. Pude ver um pouco do seu pré-gozo escorrer da sua fenda, deixando a cabeça rosada molhada. Matteo não merecia o pau que tinha... –  Eu quero que você se masturbe para mim agora. Depois disso eu posso te chupar.

– Vo-você faria isso? - Ele perguntou gaguejando.

– Claro...Te deixo até gozar na minha boca.

– Você me deixa te beijar depois?  Me deixa beijar na sua boca depois que eu gozar nela?

– Beijo não é muito o meu forte, mas posso fazer uma exceção para você. - Ele assentiu. – Agora se toque...

Senti a minha boceta se contrair quando sua mão deslizou timidamente por sua longa e grossa extensão. Seus dedos pálidos se apertaram mais entre seu pau, fazendo com que uma uma boa quantidade de pré-gozo escorre-se, chegando a molhar o estofado do sofá.

Céus, a minha foda com Matteo seria apenas uma rapidinha se ele continuasse assim.

Mas eu tentaria.

Saber que estava tirando a virgindade do meu próprio irmão que os meus pais tanto idolatravam, me deixava mais excitada.

Aqueles velhos filhos da puta jamais imaginariam que o santo Matteo estava ali, batendo uma para mim, louco para me ter quicando no seu pau.

Um gemido rouco escapou dos lábios de Matteo quando ele aumentou um pouco mais a velocidade da sua mão que ia e vinha no seu pau, o deixando mais duro. Podia ver as veias saltadas. Ele estava muito excitado, o que não era diferente de mim. A minha excitação chegava a escorrer por minha perna

Abri a perna de Matteo e me sentei em uma com uma perna de cada lado enquanto Matteo continuava a se masturbar. Ele parecia ter perdido a vergonha e já chegava a gemer.

Esfreguei a minha vagina na sua coxa.

Matteo mais uma vez gemeu, sendo seguido por mim. Peguei a sua mão livre e a coloquei no meu seio esquerdo. Matteo revirou os olhos e abriu a boca, puxando o ar para os pulmões.

– Vai gozar, Matt? - Perguntei ofegante.

–Luna... - Gemeu meu nome com maestria.

– Goza pra mim, Matteo... -Empurrei a sua mão e a minha mão assumiu o lugar da sua, o masturbando com movimentos rápidos e precisos.

– Humm – Matteo gemeu fechando os olhos.

Eu podia sentir cada vez mais as suas veias engrossando, anunciando que ela estava prestes a gozar.

Seu corpo ficou tenso e então ela gozou tão forte que caiu porra na minha perna. Eu continuei movimentando a minha mão enquanto ela ainda gozava sem parar.

Quando ele finalmente acabou de gozar, a minha mão assim como o estofado do sofá estava suja de porra.

Soltei o seu pau que continuava ereto.

– Pronto para a lição número dois? - Perguntei mordendo os meus lábios.

– Qual é a lição número dois? - Ele perguntou ofegante.

– Gozar na minha boca.

Não esperei sua resposta e me levantei, ficando de joelhos entre as suas pernas.


Notas Finais


Cuidado com o fogo!
Eai, o que vocês tem a dizer sobre isso?


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