História Meu Mafioso - Capítulo 34


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Debrah, Dimitry, Iris, Letícia, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Rosalya
Exibições 440
Palavras 2.865
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 34 - Capítulo 33


Fanfic / Fanfiction Meu Mafioso - Capítulo 34 - Capítulo 33

O clima tinha ficado tenso, Luca e Pietro se encaravam desafiantes como dois predadores, Pietro se aproximou de nós, seu foco estava em Luca. Pietro me puxou pelo braço para seu lado.

Pietro: Ainda não responderam a minha pergunta. O que está acontecendo aqui? -Sua voz era como facas afiadas.

Eu: Nada com que deva se preocupar.

Pietro: Tem certeza disso? -perguntou me encarando- Parecia que vocês estavam em uma discussão bem calorosa.

Eu ia responder Pietro no entanto Luca foi mais rápido que eu.

Luca: Só estava alertando ela sobre o noivo dela. - Seus rosto estava em uma máscara de desdém, como se o meu noivado com o Castiel fosse algo desagradável . - Ele não parece se importa tanto com ela, já que deixou ela sozinha em num festa como essa.

Pietro se aproximou mais dele,Luca não recuou continuou encarando ele com a mesma careta de desdém.

Pietro: Eu vou lhe dá um unico aviso e é melhor você  me escutar bem. -Respirou fundo- É bom você ficar longe da minha irmã, não ouse estragar o noivado dela, se eu souber ou ao menos sonhar que você fez algo com a minha irmã eu vou fazer questão de enfiar uma bala na sua cabeça, não se esqueça que ela é filha do seu Capo e se descobrimos que você deseja ela de alguma forma... - Ele deu uma pausa -Você sabe as consequências. Vamos Bella estão nos esperando.

Nós viramos e fomos em direção ao salão, Pietro colocou uma de suas mãos no alto das minhas costas me guiando. Pietro respirava forte, ele está com raiva apesar de seu rosto se mostrar passivo.

Pietro: Não quero que fique perto de Luca sozinha, -Cortou o silêncio enquanto andávamos até a saída -Não confie nele.

Eu: Não precisa  se preocupar. -Assegurei- Você ainda irá me levar pra assistir um racha, né? - Mudei de assunto fazendo Pietro soltar um riso baixo.

Pietro: Você não esqueceu disso não é mesmo. - Nao era uma pergunta,  mas mesmo assim eu neguei- Amanhã a noite terá um racha, peça para Vicenzo te levar até meu apartamento e de lá eu te levo até o local da corrida

Castiel estava me esperando perto do nosso carro que ia nos levar de volta para casa, ele tinha um semblante preocupado. Assim que ele entrou no meu campo de visão me afastei de Pietro e quase corri até Castiel, abracei a cintura do Castiel e ele me abraçou de volta.

Castiel: Aonde você estava?

Eu: Estava no jardim. - Ele não precisava saber de toda a verdade, a última coisa que eu gostaria era ter uma cena de ciúmes em frente de todas essas pessoas.

Castiel abriu a porta do carro pra mim e antes que ele pudesse dar a volta no carro para entrar, Pietro se aproximou dele e começou a falar algo para Castiel e eu sabia o que ele tinha falado, pelo menos eu tinha uma ideia do que poderia ser, as feições do Castiel escureceram e ele acentiu, antes que ele virasse as costas Luca saiu so salão, Castiel lhe mandou um olhar assassino e tudo o que eu conseguia pensar era: Pietro seu fofoqueiro de merda.

Castiel entrou no carro sem dizer uma palavra, seus olhos estavam sombrios, ele apertou um botão no teto da limoine que subiu a divisória entre o motorista e o passageiro.

Castiel: Quando você ia me falar sobre o seu encontro inusitado com o filho do sub-chefe? -Sua voz era fria e sem um pingo de emoção. Valeu Pietro!

Eu: Eu ia te falar eu juro. - Isso era uma meia verdade.

Castiel: Por que será que eu sinto que você não ia me contar a história toda?

Eu: Você não pode falar nada também. -Cruzei os braços 

Castiel: Por que?

Eu: Porque você tava cheio das graça  com a Antonella. -Acusei 

Castiel: Eu não estava fazendo nada. -Defendeu-se - Ela que veio falar comigo.

Eu: Claro. Ela veio falar com você e passar a mão em você  e você deixou.

Castiel: Bella pare de paranóia.

Eu: Eu não tô com paranóia. - Falei irritada -E quer saber eu não quero ouvi mais nada.

O resto do caminho foi em um silêncio esmagador, eu estava com raiva ele estava com raiva e nenhum dos dois ia dar o braço a torcer e tudo isso por causa desta merda de festa. Chegamos em casa eu desci do carro sem esperar ninguém, entrei dentro de casa e fui direto para o quarto, abri a porta e entrei dentro do quarto e Castiel veio logo atrás fechando a porta e escutei a porta sendo trancada eu me virei.

Eu: O que... - Antes que eu pudesse terminar minha pergunta Castiel andou até mim e me empurrou para cima da cama.

Castiel: Eu vou te ensinar a parar com essas paranóias. - Começou a tirar meu sapato e depois meu vestido me deixando apenas de calcinha. - e deixar bem claro que eu só tenho olhos para você  E que eu não quero você perto do Fodido do Luca.

Castiel tirou praticamente toda sua roupa ficando apenas de cueca box branca. Eu me arrastei até o meio da cama não de medo é  claro e Castiel sabia disso, ele estava com um sorriso sacana no rosto, ele me puxou pelos tornozelos até eu ficar embaixo dele. Ele atacou a minha boca em um beijo possessivo uma de suas mãos foi de encontro com o meio seio direito. Eu tinha certeza aquilo não ia ser um sexo " calmo".

Eu: Castiel meus pais podem ouvir. -Falei ofegante.

Castiel:Que se dane, eu irei foder minha mulher sim.

Podem me chamar de vadia eu aceito, eu estava adorando esse lado mais selvagem do Castiel,  estava adorando ele dizendo essas coisas para mim. Ele deixou meus lábios e atacou meu seio esquerdo me fazendo arfa. Meus dedos se afundaram no cabelo dele, ele sugava meu seio sem dó.

Ele largou meu seio e foi beijando a minha barriga até chegar em minha intimidade que estava inundada, Castiel parou de me beijar e abriu minhas pernas e me olhou, sua mão foi até minha intimidade e fez um leve carícia ali me fazendo prender a respiração, sua mão foi até o lado da minha calcinha e com um puxão eu já estava totalmente nua, Castiel olhou minha calcinha ou o resto dela e balançou a cabeça em negativa, ele levou a calcinha até o nariz e aspiro fundo sentido meu cheiro.

Castiel: Muito cheirosa. -Sorriu e jogou a calcinha em qualquer canto do quarto.

Ele aproximou sua boca da minha intimidade e lambeu, um gemido rouco escapou da minha garganta, Castiel castigava minha intimidade com sua língua. Porra ele realmente sabia chupar uma mulher. Eu estava na borda estava quase gozando, quando Castiel parou, ele simplesmente parou. Soltei um gemido de frustação.

Castiel saiu de cima de mim e foi até o bar e pegou um copo colocando whisky ele se sentou em um poltrona em frente da cama, Castiel tomou um gole da sua bebida, antes que eu pudesse xinga-lo por ele ter me deixado daquela forma ele disse:

Castiel: Se toque. -Ordenou

Eu: Como é?

Castiel: Se toque. -Ordenou novamente com aquela voz de chefão que se fosse em outro momento poderia me deixar com medo, mas agora enviou ondas de excitação diretamente para o meu núcleo enxarcado.

Comecei a passar as mãos pelo meu corpo, comecei pelo meu pescoço e desci minhas mãos até meus seios, comecei a aperta delicadamente  e fui aumentando a intensidade gradativamente prendi meus mamilos entre o indicador e o polegar e dei uma leve torção, fechei meus olhos imaginando que era as mãos do Castiel me tocando ao invés das minhas e acabei soltando um gemido, desci minhas mãos pela minha barriga até minha intimidade pulsante, comecei a acariciar meus clitóris, gemidos escapavam da minha boca, meus olhos estavam fechado com força e aos poucos o orgasmo foi se construi dentro de mim quando ouvi o Castiel falar:

Castiel: Não goze. -Disse com a voz rouca, arregalei meu olhos olhei em sua direção,  Ele estava apertando seu seu pau por cima da cueca sem tirar os olhos de mim- Continue se tocando, mas não goze.

Eu: Castiel, por favor... -Choramiguei aumentando mais as minhas carícias e meu corpo começou a tremer.

Castiel:Não. Goze. -Avisou de novo tomando o resto do líquido líquido andou até a minha direção ele abriu mais minhas pernas, mas não me impediu de continuar as carícias e só continuou a me observar.

Meu gemidos começaram a ficar mais altos, Castiel pegou sua grava e me amordaçou, ele tirou sua cueca e jogou longe.

Castiel: Não queremos acorda seus pais com seus gritos não é mesmo? -Sem aviso Castiel entrou dentro de mim, forte e duro como só ele poderia ser.

Meu gemidos estavam sendo abafado pela gravata do Castiel, arranhei as costa do Castiel e fui descendo em direção a sua bunda e cravei minha unhas ali ajudando ele ir mais rápidos. Eu estava enlouquecendo, fazia tempo que eu não sentia Castiel dentro de mim, comecei a sentir um desconforto no abdômen por causa das estocadas fortes de Castiel, tirei a mordaça improvisada para falar.

Eu: Castiel vá mais devagar. -Pedi em meio a gemido Castiel soltou uma risada e voltou a colocar a mordaça na minha boca

Castiel: Você gosta assim? -Perguntou entrando em mim mais lamentam e acenti soltando gemido baixos -Que pena, pois você não terá nada assim hoje.

E voltou com as estocadas vigorosas.

Castiel: Você é  só minha entendeu? -Perguntou me puxando pelo cabelo para perto do seu rosto. -Só eu posso te fazer delirar assim, vai ser meu nome que você vai gritar quando estiver gozando, só eu posso te desejar. Você me entendeu? -Rosnou perto do meu ouvido - A quem você pertence?- Perguntou e tirou a mordaça 

Eu: Eu pertenço a mim mesma. - Provoquei e ele puxou um pouco mais forte meu cabelo

Castiel: A quem você pertence?- Perguntou de novo.

Eu: A você , eu pertenço a você. 

Castiel: Isso mesmo morena, você é minha e eu sou seu. -Sorri diante a sua resposta 

Ele voltou a me amordaçar e voltou a estocar mais ele não parou nenhuma vez, meus gemido eram descontrolados e eu me contorcia em baixo dele, meu corpo começou a tremer, Castiel parou de me penetrar ele saiu de dentro de mim e me virou de lado como se eu fosse uma boneca de pano, ele levanto uma das minhas pernas e voltou a estocar dentro de mim, Castiel mordia meu ombro com delicadeza mas seus apertos não eram nada delicados.

Castiel: Você não tem ideia do quanto é apertadinha morena. - Sussurrou perto do meu ouvido e depois mordeu meu lóbulo meu corpo comecou a tremer segurei os braços de Castiel e fiquei minhas unhas nele, Castiel se livrou do meu aperto segurou meu queixo e virou meu rosto pra ele, ele tirou a mordaça e me beijou e eu gozei, meus gemido foram abafados pela boca dele. -Morena você está esmagando meu pau.

Castiel me penetrou mais três fezes até se entregar ao orgasmo e apertando meu quadril, Castiel esperou um tempo até que saiu de dentro de mim, nós dois deitamos de barriga pra cima eu tentava normalizar minha respiração, Castiel me puxou contra seu peito.

Castiel: Te machuquei muito? -Perguntou com um ar preocupado.

Eu: Não está tudo bem. -Respondi sorrindo e acariciando seu rosto- Mas amanhã provavelmente estarei dolorida. - Castiel riu baixo e me beijou.

Castiel:Sabia que eu te amo? -Perguntou me olhando com tanta admiração e carinho

Eu: Eu te amo também. -Respondi e bocejei, Castiel tinha tirado todas as minhas energias- Boa noite.

Castiel ligou o ar-condicionado e nos enrolou com uma coberta e assim eu cai no sono exausta depois do melhor sexo que eu já tive e totalmente satisfeita.

                           ************

Acordei com beijos sendo distribuídos pelos meu ombros, as cortinas ainda estavam fechadas. Abri meus olhos lentamente e me espreguicei e uma leve dor se alastrou pelo meu corpo me fazendo soltar um gemido de dor.

Castiel: Dolorida morena? -Perguntou e começou a deslizar as grandes mãos pelas minhas costas fazendo uma massagem.

Eu: Um pouco. Você acabou comigo ontem.-Admiti e ele deu risada 

Castiel: Quer que eu peça para trazer em seu café aqui? -Perguntou sem parar de fazer a massagem agora descendo para as minhas pernas.

Eu: Não. -Neguei - Eu só vou tomar um banho e já vou descer.

Castiel me deu um leve beijo na testa e saiu disse que precisava conversar com meu pai, tirei a coberta do meu corpo e fui para o banheiro, todos os músculos do meu corpo estavam doloridos. Liguei a banheira em uma temperatura morna e deixei ela encher, fui para frente do espelho e comecei a desembaraçar meu cabelo calmamente.

Desliguei a torneira quando a banheira ja estava cheia fiz um coque bagunçado no cabelo e entrei na banheira, deixei meus músculos relaxarem encostei minha cabeça na borda da banheira e fechei meus olhos. Repassei tudo o que tinha acontecido ontem a noite na festa, primeiro teve a Antonella que deu em cima dos meus irmãos e do meu noivo, todos só falavam do meu noivado com o Castiel e o quanto isso seria benéfico para as duas máfias, teve o filho do sub- chefe Luca que parecia um pouco obsecado em me fazer ter dúvidas sobre o Castiel e a minha briga com o Castiel por causa do mesmo... É a noite tinha sido péssima, porém eu achei que seria pior que em algum momento eles iam sacar as armas e ter um verdadeiro banho de sangue e teve outra coisa que me deixou no mínimo curiosa foi o que a Bianca me falou, sobre a noiva que se suicidou por causa de Antonella, quem era o noivo dela e o porque dela ter feito isso?

Muitas perguntas rondavam a minha cabeça, dava quase pra escutar as engrenagens trabalhando na minha cabeça, eu não conseguiria respostas sobre isso sozinha já que eu não conhecia ninguém ali e provavelmente ninguém na Cosa Nostra confiava em mim a não ser meus pais e irmãos, Bianca era a minha salvação para descobrir o que tinha de fato acontecido, no entanto ele poderia muito bem não saber nada mais do que ela já tinha me contado, já que tinha ficado bem claro para mim que para esses mafiosos italianos as mulheres não passavam de meros brinquedos sexuais nos quais ele poderiam se aliviar ou em máquinas de reprodução.

Terminei meu banho me enrolei em uma toalha e sai, fui até o closet, coloquei uma calça jeans uma blusa, uma jaqueta preta e por último scapin Preto também, penteei meu cabelo e os deixei solto, passei um rímel e um batom Coral. Terminei de me arrumar e sai do quarto, a casa estava silenciosa o único barulho que podia ser ouvido ouvido o eco do meu salto batendo contra o chão de mármore.

A mesa do café da manhã estava farta como sempre, tinha suco, vitaminas, café,  Paes se todos os tipos frutas variadas, meu pai estava sentado na extremidade da mesa, seus cabelos estavam molhados eu conseguia ver o colete em sua cintura indicando que ele iria sair.

Eu: Bom dia. -Desejei me sentando entre Castiel e Bernardo.

- Bom dia. Todos responderam uníssono 

Eu: Pai eu convidei a filha do seu consiglier para vim aqui conversar comigo tudo bem? -Perguntei cortando um pedaço de queijo branco.

Bernardo: Como você sabe que o meu consiglier tem uma filha? - Me olhou sobre a sua xícara de café 

Eu: Eu acabei conhecendo ela no banheiro enquanto ajudava a Antonella e ficamos conversando. -Respondi simples.

Bernardo: Se é  assim tudo bem então. - Ele terminou seu café em um único gole e se levantou dando um beijo na minha testa e outro nos lábios da minha mãe. - Voltarei tarde não precisam me esperar.

E sem mais ele pegou seu palitó e saiu, o café da manhã foi calmo como sempre, Castiel terminou o café e avisou que iria pro quarto, pela a expressão dele tinha alguma coisa errada, talvez os alemãs estivessem dando trabalho novamente, ele não me falava nada sobre a máfiae talvez isso até fosse bom, quando chegamos na Rússia a Rosa tinha dito que os alemãs estavam dando trabalho. Aproveitei que Castiel tinha subido e estava sozinha com a minha mãe e nos estavamos sozinhas eu iria fazer algumas perguntas sobre a misteriosa noiva suicida.

Eu: Mãe. -Chamei -Posso te fazer uma pergunta?

Paloma: Claro querida, o que que saber? 

Eu: A senhora sabe quem era a noiva que se suicidou? -Perguntei cautelosa, assim que terminei de fazer a pergunta Paloma me olhou tensa.

Paloma: Como você sabe disso? -Perguntou ainda tensa.

Eu: Estava conversando com a Bianca e ela acabou me falando sobre isso, mas ela não me falou o nome desta noiva, acabei ficando curiosa. -Respondi.

Paloma: Não eu não sei. -Disse por fim - E não é  bom ficar cavando o passado de outras pessoas, isso pode trazer lembranças dolorosas. 

 

 

 

 

 


Notas Finais




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