História Meu Maior Erro - Norminah - Capítulo 39


Escrita por: ~

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Categorias Ariana Grande, Demi Lovato, Fifth Harmony, Justin Bieber, Katy Perry, Little Mix, One Direction, Selena Gomez
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Visualizações 98
Palavras 2.343
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem...
Boa Leitura s2

Capítulo 39 - Até onde iremos ?


Dinah Pov's on *

-Oi Chancho 

-Chee pelo amor de Deus vem rápido para minha casa ! 

-Camila se acalma, Jesus, o que está acontecendo me explica ! – digo vestindo meu casaco preto e colocando meus tênis 

-É a Mani ! Vem logo pra cá 

-O que aconteceu com ela ? – apresso meus passos até o andar de baixo e saio pela porta 

-Eu explico aqui mais vem rápido 

-Cami..

E assim ela desligou a chamada na minha cara. Um dos guardas logo vieram me acompanhar mas fiz um breve sinal  pare ele, assim indicando que não seria necessária a companhia dele. 

Entro no meu carro e saio da garagem às pressas, sem ao menos colocar o sinto de segurança. 

Por alguma coincidência ou não todos os sinais estavam abertos para mim, e haviam poucos carros na rua. 

-Droga ! – aperto as mãos no volante, a rua na qual era caminho para casa de Camren estava fechada

Meus olhos se estreitam permitindo mais nitidez para ver o por que a rua estava fechada. Havia uma ambulância no final da rua e logo vi os paramédicos levarem uma maca para dentro do automóvel. Olhei mais para o canto e vi dois carros praticamente em pedaços, havia cacos de vidro no chão e algumas pessoas em volta do local.
Pensei na possibilidade de ser algo com a Normani mas nenhum dos carros ali eram o carro dela e se Camila disse para eu ir para a casa dela é porque talvez Normani esteja lá..

Dei ré e entrei na outra rua ao lado essa que também dava para ir para casa de Camila. Passei por alguns sinais em vermelho e em fim cheguei na casa da mulher que me esperava na porta. Ao descer do carro meus olhos se desviaram para a mulher da casa ao lado que parecia estar discutindo com alguém pelo celular. 

Ignorei a mulher e fui até minha amiga que tinha os braços cruzados mas que logo me puxaram para dentro. Ao entrar na sala de estar vi Lauren de pé na frente do sofá e ao seu lado Normani. Essa que estava perfeitamente bem, sem arranhões ou machucados, ela estava bem. Suspirei pesado ao ver que todo meu desespero foi atoa, olhei para Camila essa que sorria descaradamente como uma criança tentando disfarçar que fez algo de errado.
-Vocês têm exatamente uma hora e meia para se resolverem, enquanto isso eu e minha linda esposa estaremos em algum outro lugar. Espero que quando voltarmos eu encontre vocês duas agarradas no sofá caso o contrário.. - ela faz uma curta pausa - É vocês só tem essa opção ! –

Lauren para ao lado de Camila e sorri para mim e para Normani 

-Ei ei ei pode parando por aí ! – as repreendo mas sou ignorada 

Escuto a porta ser fechada e depois trancada. Suspiro com os olhos fechados e procuro paciência no fundo do meu buraco de sentimentos. 

Olha só que pena acho que não tenho mais paciência no estoque. 

-Você sabia disso tudo ? – pergunto um tanto quanto fria 

-Não.. a Camila me ligou dizendo que eu tinha que vim rápido, só isso..

-Ótimo.. – nego com a cabeça 

-Você quer conversar ? – ela sugeri, sua voz sai baixa e falha 

-Acho que não temos nada mais para conversar.. 

Meu celular começa a vibra no bolso da minha calça fazendo eu retira-lo do meu bolso e olhar a tela de bloqueio.

Ligação on ~

-Michael ? 

-Dinah, encontrei o sujeito, consegui pegar ele estamos no galpão. Eu vou desacordar ele, quero que venha pra cá e diga que foi pega por ele mas conseguiu atirar nele.. eu vou embora e te encontro depois para acertar as coisas !

-Ok me passa o seu número pelo outro celular eu chego em vinte minutos ! 

-Estarei te esperando ! 

Ligação off ~ 

-Eu preciso sair, diga as meninas que tive um imprevisto. – digo colocando o celular de volta ao meu bolso. Caminho rápido até a janela e abro ela – passar bem – digo antes de saltar para o lado de fora sem esperar alguma resposta da morena 

Entrei no meu carro e sai dali o mais rápido possível. Assim que cheguei no galpão parei meu carro e sai do mesmo. 

-Onde você estava ? 

-Na casa de uma amiga.. 

-Diga que ele te mandou uma mensagem pelo número da sua irmã dizendo para você voltar para casa ai quando você saiu ele te parou em uma rua e te sequestrou. Diz que ele te trouxe pelo seu carro até aqui e te trancou no quarto. Mas aí ele veio te afrontar e se descuidou deixando a arma cair no chão. Então você pegou a arma e disparou nele. 

-Tá mais cadê ele ? 

-Aqui – Michael me leva até o quarto ao lado 

Ao abrir a porta vi nada mais nada menos do que Rafael, o mesmo que estudou comigo na mesma faculdade e que depois discutiu com meu primo, ele estava jogado no chão,  abaixo do corpo desacordado do garoto havia uma poça de sangue. 

Senti a raiva passar por todas minhas veias. Ao mesmo tempo que eu  não entendia o porquê de tudo aquilo, eu pensava no quão louco ele é. Senti minhas bochechas molhadas e as limpei com as costas das mãos. 

Ele ainda está vivo mas se continuar a perder tanto sangue assim vai morrer á qualquer momento.. eu vou ficar aqui até que a polícia esteja próxima, para se caso ele acorde – Michael diz ao meu lado ainda 

Michael é um velho amigo meu, eu o conheço desde que morava em Santa Ana, o mesmo veio para Califórnia há alguns meses e sei que ele tem uma gangue. O chamei para tentar descobrir quem estava por trás de tudo aquilo, sei que ele é de confiança e que poderia contar com sua ajuda já que ele tem uma boa equipe para hackear, e fazer coisas do gênero. 

Peguei meu celular e disquei o número do Chefe policial que estava envolvido. Lhe disse tudo o que foi combinado e passei o endereço do lugar onde estava. 

-Estamos quase ai Dinah, mantenha-se longe dele ! – o chefe avisou 

Michael me deu a arma na qual usou para atirar e saiu do galpão com sua moto. 

Olhei para a arma em minha mão, eu tremia mais e mais, senti minha cabeça latejar e as lágrimas escorrerem cada vez mais rápido.  

Logo escutei a porta ser arrombada e fui cercada por polícias armados fortemente. Um deles disse para eu entregar a arma e assim eu fiz, fui levada para o lado de fora onde me colocaram em uma viatura e me levaram para a delegacia onde meus pais estavam. 

Abracei os dois assim que sai do carro, naquele momento eu me senti realmente segura, dentro do abraço deles. Era melhor que qualquer coisa, eu me sentia amada e protegida em seus braços. Independente de qualquer coisa eles eram meus pais e eu sabia que eles fariam qualquer coisa por mim e pelos meus irmãos. 

Fui guiada para dentro da delegacia e logo depois para uma sala onde dei meu depoimento. Ao sair da sala o delegado chegou e chamou eu e meus pais para dentro de sua sala. Fomos avisados de que Rafael chegou no pronto socorro já morto e que todos os envolvidos foram rastreados pela polícia de Londres e agora estão presos. Fiquei sabendo que Leigh-Anne, Bonnie e Caroline também estavam envolvidas no caso, e que elas tinham contato com Selena. A gangue de Rafael estava ligada á de Justin. Grande parte das pessoas envolvidas estavam sendo obrigadas ou subestimadas. 

Nada foi por acaso, Bonnie e Caroline tramaram dopar Normani e fazer eu brigar com ela, depois que Rafael descobriu minha aproximação com Leigh-Annie ele a subestimou, assim como fez com Bonnie, Caroline, Selena e os outros. 

O julgamento acontecerá quando todos derem seus depoimentos, o que não será difícil já que quase todos se entregaram ‘espontaneamente’. 

Ao chegar em casa meus pais me encheram de perguntas, estavam preocupados e aflitos ainda. 

-Eu amo vocês ok ? – os abraço 

-Nós também querida – meu pai alisa minhas costas e minha mãe beija minha nuca 

-Tome banho, descanse um pouco eu subo com um chá daqui a pouco – minha mãe avisa 

Sorri como resposta e me apressei para subir. Antes de entrar em meu quarto entrei no de Seth, o pequeno dormia calmo, me sento ao seu lado e afago seus cabelos negros. Seu corpinho se acomodou melhor na cama fazendo ele ficar mais próximo de mim, me inclinei em direção á ele e beijei sua testa. 

Me levanto e saio do quarto com cuidado para não acorda-lo, abri a porta do quarto ao lado e vi minhas duas irmãs dormindo sorri ao ver Mary encolhida na cama e Jana jogada de qualquer jeito, mas qe para ela era confortável. Elas são tão iguais e tão diferentes ao mesmo tempo..

Por último passei pelo quarto de Verônica, esse tinha a cama bagunçada a luz do banheiro estava acesa e o barulho da água caindo se fazia presente. Apenas fechei a porta e fui para meu quarto, depois  eu passaria lá para conversar um pouco. 

Entrei no meu banheiro e me despi completamente, ajeitei meus cabelos em um coque podre e tomei banho rápido porém relaxante. Vesti apenas uma blusa velha e grande minha, mas essa já não tinha meu cheiro, e sim de alguém cujo eu não queria pensar muito por enquanto. 

-Querida aqui está seu chá, eu trouxe seu remédio caso tenha dor – a senhora entra no meu quarto após avisar estar entrando 

-Obrigada mama – agradeço sorrindo 

-Se precisar me chame tá? 

-Ok 

Ela pisca para mim e sai do quarto. Tomei meu chá enquanto pensava no que estava acontecendo. 

Pessoas normais no meu caso á essa hora estariam assustadas, ou no mínimo estariam aterrorizadas.. me sinto estranha em não ter uma reação sobre o que tenha acontecido. É como se eu não estivesse sentindo nada, como se meus sentimentos tivessem morrido. Eu me sinto morta por dentro, estou apenas sobrevivendo. Tudo está uma loucura, certas horas eu só quero poder ir para bem longe e não ter que falar com ninguém. 

~~

-DJ ! DJ ! DJ ! – alguém me chacoalha desesperadamente como se a casa estivesse pegando fogo 

-Seth.. chama a Mary para ir com você na pista não eu ! -  resmungo me virando 

-Não é isso DJ ! É outra coisa – ele insiste 

-Seth hoje é sábado perdoa todas as vezes que eu te irritei e me deixa dormir por Cristo – imploro 

Meu corpo para de ser revirado e logo sinto ele se afastar, suspiro aliviada e volto ao meu sono. 

-Aaahhh !! – grito – Seth seu mini the monio ! - limpo o rosto na qual pingava água agora 

-Sempre funciona – escuto Mary dizer para o garoto 

-Suas pestes eu mato vocês – me levanto e corro atrás dos dois idiotas que saíram aos berros correndo pela casa – voltem aqui seus gnomos de jardim ! 

-Socorro ! – Seth grita da sala – papa a Dinah quer me matar Socorro!  - ele continua gritando atrás do meu pai 

-Hey hey – correr aqui dentro não ! – meu pai ergue as mãos 

Seth corre para o lado de fora e vou atrás dele, corremos pelo jardim inteiro quando eu desisti e me joguei na grama verde. 

-Seth volta aqui – grito quase que sem fôlego 

-Haaa – sinto uma forte pancada gelada na minha cabeça e sinto meu corpo molhado por inteiro como se eu tivesse mergulhado em uma piscina 

Logo tudo ficou escuro, escutei os berros de Mary e Seth que provavelmente corriam de mim. Tirei o balde que estava tampando minha visão e olhei para os lados. 

Os berros haviam cessado e não havia mais ninguém ali além de mim. Me ergui e em silêncio fui para trás de casa onde ficava a piscina.

-Agora vocês não tem saída ! – os empurro na piscina mas sou puxada junto por Mary 

Ao voltarmos para fora da água começamos a rir juntos enquanto eu nadava atrás de Seth que foi andando de costas tentando não ser pego por mim. 

-Pirralhos – puxo Seth por sua perna e o abraço 

-Sai Dinah ! – ele diz gargalhando auto 

-Gnomo – o solto na água de novo

-Girafa – ele retruca 

-Me respeita que eu sou mais velha – ameaço 

-E a mais infantil – Mary joga água em mim fazendo eu me virar para ela 

-Repete isso – lhe aponto o dedo enquanto me aproximo 

-Nada não maninha linda – ela disfarça com um sorriso amarelo 

~~

-Querida tem visita para você – minha mãe diz abrindo a minha porta 

Me sento na cama e ajeito o cobertor que me cobria da cintura para baixo. 

-Pode deixar entrar – sorrio 

-Pode entrar querida, se precisarem nós chame – minha mãe diz agora com a voz mais distante 

Escutei a mulher descer as escadas e ninguém entrou. Tentei espiar pela frecha aberta na porta, mais não vi ninguém. Minha expressão passou para séria. A porta começou a ser aberta de vagar, voltei a sorrir. 

Mas meu sorriso se desmanchou ao ver quem era. Franzi o cenho enquanto via tal pessoa ao lado da porta. 

-Licença – sua voz rouca quebrou o silêncio e logo seu corpo inteiro estava para o lado de dentro do quarto. 

Engulo seco. Umedeci os lábios com a ponta da língua e tentei dizer algo, mas foi sem sucesso. 

- Eu queria conversar com você.. Eu mandei mensagens mas acho que você não viu.. então eu vim pessoalmente.. – mantive meus olhos fixados nas esferas castanhas que me fitavam atentas 

Eu queria conseguir mandar tal pessoa embora, mas meu corpo não reagia à nenhum comando meu. 

Fiquei presa aos seus olhos, eles brilhavam mas nem tanto quanto eu sabia que podiam brilhar. Não estavam mais em tanto destaque como da primeira vez em que os vi. 

Esperei por mais algum protesto da pessoa, essa que parecia pensar no que falar ainda. Não me incomodei em não apressa-la.. 

Talvez seria bom vermos até onde isso nós levaria !


Notas Finais


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Agradeço por quem anda comentando.. são os comentários que me incentivam a continuar a escrever. Mesmo que seja apenas um "to vivo".
Desculpe-me os erros.
Até mais


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