História Meu Maior Erro - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Delfina, Gaston, Luna Valente, Matteo, Nina, Pedro, Personagens Originais, Simón
Tags Gastina, Lutteo, Michaetina, Simbar
Exibições 389
Palavras 1.025
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Voltei! Ia postar amanhã, mas vou ter um compromisso, então apareci hoje.

Eu quero agradecer pelos favoritos, não pensei que ia chegar nesse número. <3

Estou disposta a saber da opinião de vocês. Então deixem nos comentários, se querem ver um capítulo focado em algum casal, como querem que a história siga... Vou tentar encaixar tudo isso em meus planos. (Sem comentários ofensivos por favor)

Em umas semanas, vou postar uma nova fanfic. Quando o fizer, deixarei o link em uma das notas finais.

Boa leitura. <3

Capítulo 7 - Chapter 7


Anteriormente...

A morena acordou sobressaltada no meio da madrugada. Tinha uma sensação ruim que a "machucava". Sua respiração estava acelerada. Em sua mente nada fazia sentido mesmo acordada. Matteo dormia de costas para ela. Essa agonia aumentava a cada minuto. Em um momento que ela considerou insuportável, deu um grito assustada e sentou-se na cama.

Matteo: Luna? - Levantou e encostou-se na cabeceira da cama.

Luna: Não tô me sentindo bem. - Matteo a abraçou. - Tem alguma coisa errada. - De tanto desespero, ela já derramava algumas lágrimas.

Matteo: Você tá quente... Vou pegar um remédio com um copo de água. Já volto. - Ele foi se levantar, mas sentiu duas mãos geladas segurarem seu pulso fracamente.

Luna: Só fica aqui. - Disse se agarrando ao amado. Ouviram uma batida na porta do quarto.

Matteo: Quem é? - Perguntou enquanto abraçava Luna

XXXX: Senhor Matteo? Tem uma emergência lá na sala.

Matteo: Não dá pra chamar o Gáston? Luna não está se sentindo bem.

XXXX: Ele já está lá. E creio que seja do interesse dela.

Continua...

Matteo se levantou, deu a volta na cama e pegou Luna no colo estilo noiva. No estado em que ela se encontrava, descer as escadarias da mansão era muito perigoso. Ele abriu a porta do quarto, sairam e desceu a escada. O casal paralisou ao ver Ámbar e Simón deitados no sofá, machucados.

Luna: O que?! - Disse espantada com lágrimas nos olhos, descendo do colo do marido. Foi até Ámbar e viu que a loira respirava com dificuldade e que tinha arranhões pela sua face e seus braços. Já Simón, respirava também com dificuldade e possuía cortes e feridas pelo corpo. Segundo Gastón, o médico chegaria logo.

Matteo: O que houve com eles? - Perguntou ao capataz enquanto observava a esposa segurar a mão da prima.

XXXXX: Ao que parece, estavam vindo para cá, quando os cavalos se soltaram. O cocheiro, que pulou rapidamente do banco externo, disse que isso era relativamente impossivel, pois estavam bem presos. A carruagem ficou desgovernada e bateu na encosta do morro. O casal voou pela janela frontal. Ele a abraçou como forma de proteção.

Matteo: Isso explica a diferença nos machucados. - Logo o médico chegou e examinou. A conclusão foi que estava tudo certo mas que os cortes e arranhões precisariam de muita atenção. A surpresa para todos foi a hora que o doutor revelou que Ámbar estava grávida. Mas, devido ao impacto, perdeu a criança. Luna pediu à Nina, que estava sentada no colo do marido, para que olhasse a mala da loira. A mais velha encontrou um sapatinho branco de bebê, feito em crochê.

O casal continuava desmaiado no sofá. Luna não saia do lado da prima por nada. Ela permanecia lá mesmo com a insistência do marido e do cunhado dizendo para voltar a dormir. Além de exausta, sua febre havia abaixado relativamente pouco.

Ámbar: Luna? - Chamou a morena, que estava dormindo apoiada no sofá, em voz baixa.

Luna: Ámbar! Que bom que acordou.

Ámbar: O que houve? - Questionou enquanto se sentava no sofá, ação que lhe acarretou uma tontura terrível. Logo seu olhar focou no marido que estava deitado a sua frente.

Luna: Os cavalos soltaram e vocês voaram pela janela. - A loira, automaticamente, passou a mão pela barriga. Questionando a prima pelo olhar. A morena negou com a cabeça e rapidamente, lágrimas grossas e desesperadas começaram a cair pelo rosto de Ambar. Ela apoiou o cotovelo no joelho e começou a chorar alto. Seus soluços ecoavam pela sala e Luna tentava consola-la.

Simón: Ámbar? Luna? - As duas encararam o homem que estava sentado no sofá. A loira secou as lágrimas, se levantou com uma certa dificuldade e foi até o marido que a abraçou, consolando-a, mesmo sem saber o que se passava.

Enquanto isso, em seu quarto, Matteo teve uma lembrança.

Flashback ON

" - A coisa que eu sempre quis ver em minha vida é os cavalos se soltarem de uma carruagem. - Uma mulher dizia sentada na mesa do escritório do seu pai. A porta estava entreaberta e o jovem pôde ver o que se passava lá dentro.

- Por que minha linda? - O mais velho perguntou enquanto passava a mão pelo corpo dela e beijava seu pescoço. Matteo, que observava tudo, ergueu a sobrancelha e torceu o nariz. Aquela mulher tinha idade para ser filha de seu pai.

- Quero ver como as pessoas se machucarão. - Ela respondeu enquanto puxava o velho pela cintura com as pernas, encostando as intimidades, causando um gemido de ambos. "

Flashback OFF

Matteo: Nayara! Claro!

Luna sentou no sofá, onde anteriormente estava Ámbar. Sua agonia havia parado e sua febre baixado. Seu olhar parou no topo da escada, onde Matteo a encarava. Eles se olharam até o homem olhar para o casal e o corredor.

Luna: Venham. - Os dois se levantaram e ela os guiou para o quarto que já estava arrumado. - Fiquem a vontade. Boa noite.

A morena fechou a porta do quarto e correu para o marido que a abraçou. Os dois foram para o quarto. Eram em torno de três da madrugada.

Matteo: Tava pensando em quem poderia fazer isso... -Passou a mão pela cintura da mulher.

Luna: E? Qual foi sua conclusão?

Matteo: Nayara...

Luna: Por que ela faria isso?

Matteo: Ela nunca gostou do Simón.

Luna: Sério?! Por quê?!

Matteo: Ele era uma praga com ela. Principalmente quando os pais dele deixavam ele lá em casa. Ela queria expulsar ele de lá. O garoto respondeu ela de um jeito que fez um ódio mortal surgir.

Luna: Pode ter sido ela Matteo.

Matteo: Sim. Entende por que quero que não saia sozinha? Só quero te proteger. - Luna se deu conta que era ele quem queria ficar para o resto de sua vida.

Luna: Matteo...

Matteo: Eu te amo Luna. Não suportaria perder alguém que amo mais uma vez. Seria horrível. - Uma lágrima solitária escorreu pelo rosto dela. O moreno fez questão de secá-la e abraçar a mulher. Ela se sentia protegida ali. Era o melhor lugar para se estar. Abraçados adormeceram.


Notas Finais


Não esqueçam de dar suas opiniões. ♡


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